As tradicionais seleções masculina e feminina de vôlei de
Cuba não vêm mais apresentando a mesma qualidade de tempos atrás. A feminina,
por exemplo, perdeu TODOS os jogos disputados no Grand Prix 2013:
0 x 3 Holanda (20x25, 14x25, 11x25); 0 x 3 China (13x25,
20x25, 15x25); 0 x 3 Bulgária (08x25, 15x25, 16x25); 1 x 3 Tailândia (21x25,
17x25, 25x21, 19x25); 0 x 3 Itália (16x25, 16x25, 20x25); 1 x 3 Rússia (17x25,
14x25, 25x16, 17x25); 0 x 3 Brasil (16x25, 11x25, 20x25); 1 x 3 Cazaquistão
(20x25, 25x17, 28x30, 20x25); 0 x 3 Holanda (13x25, 23x25, 22x25).
Foram nove jogos, nove derrotas, sendo 27 sets perdidos e
somente três vencidos. Cuba perdeu até mesmo para a seleção do Cazaquistão, sem
nenhuma grande conquista no vôlei mundial. Cuba tem muita tradição no vôlei
feminino. Ganhou três Campeonatos Mundiais (1978, 1994 e 1998); três Olimpíadas
(1992, 1996 e 2000); dois Grand Prix (1993 e 2000); e oito Pan-Americanos
(1971, 1975, 1979, 1983, 1987, 1991, 1995 e 2007). Espero que Cuba volte a
montar boas seleções, tanto a masculina, quanto a feminina, para disputar títulos
nas principais competições do vôlei. Para quem, como eu, gosta do esporte, com
certeza quer ver seleções fortes fazendo ótimos jogos. Mas, claro, que o Brasil
faça por merecer ser o campeão sempre! No Grand Prix feminino, o Brasil se
classificou para a fase final, que será disputada no Japão nos dias 28 de
agosto a 1 de setembro. As outras seleções classificadas são Japão, China, Estados
Unidos, Sérvia e Itália. Vamos
torcer! fr
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