A política no Brasil é vista como uma maneira conseguir um “emprego” e ganhar muito sem precisar trabalhar. Mas cargo político - como vereador, deputado, prefeito etc.-, não é emprego, é um compromisso assumido por um período determinado (mandato) junto à população para defender os seus interesses. Mas a quase totalidade não vê assim. Vários ex-jogadores, artistas e “celebridades” estão concorrendo nas eleições deste ano, buscando seguir o exemplo do ex-jogador Romário, que conseguiu se reeleger senador em 2022, mas é mais visto nas praias jogando futevôlei e divertindo-se nas “baladas” do que trabalhando em Brasília. Lamentável! fr
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segunda-feira, 31 de agosto de 2026
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
sábado, 7 de março de 2026
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Os fascistas sempre dizem defender a "liberdade"

quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Cristiano Ronaldo é usado como garoto-propaganda da ditadura da Arábia Saudita e dos interesses do presidente Trump
quinta-feira, 10 de julho de 2025
Presidente dos EUA faz ameaças a Lula e comporta-se como xerife do mundo

Donald Trump é o reflexo do pensamento dos estadunidenses: consideram-se os donos do mundo, com direito a decidir o destino do planeta; não consultar a opinião de ninguém e a intervir em questões internas de qualquer país, sejam assuntos políticos, econômicos ou culturais. O presidente dos Estados Unidos postou, ontem, uma carta aberta endereçada a seu colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, através da rede social Truth Social, de propriedade de Trump.
Trump dirige-se ao presidente do Brasil com uma linguagem dura e ameaçadora, totalmente inapropriada entre líderes de países soberanos, mais parece o patrão cobrando de um reles empregado. Alegando que o Brasil mantém uma relação comercial injusta com os Estados Unidos, devido a políticas tarifárias e não tarifárias e barreiras comerciais, Donald Trump anunciou a cobrança de uma tarifa de 50% sobre “todo e qualquer produto brasileiro enviado” a seu país, além de todas as tarifas setoriais.
E, dirigindo-se a um presidente de um país soberano sem nenhum respeito, com o pronome “você”, ao invés do “vossa excelência” tradicionalmente usado entre chefes de Estado nas relações diplomáticas, como se estivesse tratando com um empresário concorrente de uma de suas empresas, Trump faz mais ameaças: “Se, por qualquer motivo, você decidir aumentar suas tarifas, qualquer que seja o número escolhido para aumentá-las, ele será adicionado aos 50% que cobramos.”
A carta toda é uma sucessão de ameaças. Interferindo em questões internas do Brasil, o presidente estadunidense qualifica como uma “vergonha internacional” o tratamento da Justiça brasileira ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que vem respondendo a graves acusações, como tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada, Trump faz exigências descabidas: “Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma caça às bruxas que deve terminar IMEDIATAMENTE!”
O Brasil não foi o único atingido pelo aumento de tarifas por parte dos Estados Unidos, mas foi o que foi atingido pela maior tarifa. Outros países que foram pressionados: África do Sul, Cazaquistão, Malásia, Mianmar e Laos (40%); Tailândia e Camboja (36%); Sérvia e Bangladesh (35%); Indonésia (32%); Bósnia e Herzegovina (30%) e Tunísia (25%).
O presidente Lula, através de redes sociais, afirmou que o processo judicial contra acusados de tentar um golpe de Estado é de competência única e exclusivamente da Justiça brasileira, e que responderá às agressões com base na lei da reciprocidade: “O Brasil é um país soberano, com instituições independentes, que não aceitará ser tutelado por ninguém.”. De acordo com Lula, as acusações feitas por Trump são falsas, já que as “estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos.”.
Em reunião, ontem, no Itamaraty, a embaixadora brasileira responsável pela América do Norte e Europa, Maria Luis Escorel, quis saber do encarregado de negócios da Embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar, se o teor da carta era verdadeiro, já que o governo do Brasil apenas tomou conhecimento de sua existência através da imprensa. Um presidente querer intimidar outro publicamente é tão absurdo que foi difícil acreditar. Mas, com a confirmação recebida pelo representante estadunidense, a embaixadora disse considerar a carta “ofensiva e inaceitável” e disse que o Brasil a devolvia para o governo dos Estados Unidos. O ex-presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para agradecer a Donald Trump, apesar do prejuízo que o aumento das tarifas dos EUA aos produtos brasileiros vai representar para a economia do nosso país e, consequentemente, para empresários e trabalhadores brasileiros. Leia a íntegra da carta de Trump a Lula abaixo. fr
A íntegra da carta de Donald Trump ao presidente Lula
9 de julho de 2025
Sua Excelência
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil
Brasília
Prezado Sr. Presidente:
Conheci e tratei com o
ex-Presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei muito, assim como a maioria dos
outros líderes de países. A forma como o Brasil tem tratado o ex-Presidente
Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato,
inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento
não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar
IMEDIATAMENTE!
Em parte devido aos
ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da
liberdade de expressão dos americanos (como demonstrado recentemente pelo
Supremo Tribunal Federal do Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura
SECRETAS e ILEGAIS a plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com
multas de milhões de dólares e expulsão do mercado de mídia social brasileiro),
a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre
todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos,
separada de todas as tarifas setoriais existentes. Mercadorias transbordadas
para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais alta.
Além disso, tivemos anos
para discutir nosso relacionamento comercial com o Brasil e concluímos que
precisamos nos afastar da longa e muito injusta relação comercial gerada pelas
tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil. Nosso
relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco.
Por favor, entenda que
os 50% são muito menos do que seria necessário para termos igualdade de
condições em nosso comércio com seu país. E é necessário ter isso para corrigir
as graves injustiças do sistema atual. Como o senhor sabe, não haverá tarifa se
o Brasil, ou empresas dentro do seu país, decidirem construir ou fabricar
produtos dentro dos Estados Unidos e, de fato, faremos tudo o possível para
aprovar rapidamente, de forma profissional e rotineira — em outras palavras, em
questão de semanas.
Se por qualquer razão o
senhor decidir aumentar suas tarifas, qualquer que seja o valor escolhido, ele
será adicionado aos 50% que cobraremos. Por favor, entenda que essas tarifas
são necessárias para corrigir os muitos anos de tarifas e barreiras tarifárias
e não tarifárias do Brasil, que causaram esses déficits comerciais
insustentáveis contra os Estados Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à
nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional!
Além disso, devido aos
ataques contínuos do Brasil às atividades comerciais digitais de empresas
americanas, bem como outras práticas comerciais desleais, estou instruindo o
Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar
imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil.
Se o senhor desejar
abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e
eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e barreiras comerciais, nós
poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas podem ser
modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do relacionamento com seu
país. O senhor nunca ficará decepcionado com os Estados Unidos da América.
Muito obrigado por sua
atenção a este assunto!
Com os melhores votos,
sou,
Atenciosamente,
DONALD J. TRUMP
PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
quinta-feira, 17 de outubro de 2024
TRE condena ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella, por abuso de poder político e econômico e ele fica inelegível até 2028!
Corte Eleitoral declarou o político inelegível até 2028, devido ao uso da máquina pública para financiamento de campanha via caixa 2
08/10/2024 18:38

Na sessão plenária desta terça-feira (8), o Colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) tornou inelegível até 2028 o deputado federal e ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos), além de aplicar multa de R$106.410,00, pela prática de abuso de poder político e econômico e conduta vedada nas eleições de 2020. A Corte entendeu, por maioria, que Crivella fez uso da máquina pública enquanto esteve à frente da Prefeitura do Rio de Janeiro, visando obter financiamento para sua campanha à reeleição, via caixa 2. Naquele pleito, Crivella não conseguiu se reeleger.
De acordo com o relator do processo, desembargador eleitoral Rafael Estrela, o ex-prefeito comandou esquema na administração pública que movimentou ilicitamente R$50 milhões, envolvendo aliciamento de empresários e fraude em licitações, tendo em vista o enriquecimento ilícito e a perpetuação no poder. O operador do esquema era o empresário Rafael Alves, que também foi declarado inelegível até 2028 e multado em R$106.410,00.
A ação de investigação judicial eleitoral (Aije) julgada é um desdobramento da operação Hades, que levou à prisão do então prefeito, em dezembro de 2020, e investigou o caso que ficou conhecido como “QG da Propina”.
Mesmo sem cargo na Prefeitura, Rafael Alves negociava apoio político de diversos empresários, em sala na sede da Riotur (Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro), presidida por seu irmão Marcelo Alves. Entre os benefícios oferecidos, em troca de contrapartida de caráter econômico, estavam o favorecimento em licitações e no recebimento de ordens de pagamento da Prefeitura, além da nomeação em cargos.
“As atividades conduzidas pelos investigados visavam um fim comum: atendimentos aos compromissos de campanha em 2016 e galgar ao cargo em 2020. (...) Os chamados ‘investimentos’ tratados nos diálogos estabelecidos [entre Rafael Alves e empresários] nada mais são que valores recebidos ilicitamente, retornado a eles a título de propina, revertidos em proveito pessoal para enriquecimento patrimonial”, destacou o relator.
Segundo o magistrado, houve manipulação da licitação para a contratação do grupo Assim Saúde pelo Previ-Rio (Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro). O relator do processo ressaltou que Rafael Alvez criou empresas de fachada, algumas com sócios laranjas, para simular prestação de serviço diversos à Assim Saúde.“As empresas Bem Viver e Sacha Produções, das quais Rafael Alves e seu pai Aldano Alves eram sócios, receberam total de 79 pagamentos, totalizando 14.185.000 sem que qualquer serviço fosse prestado”, afirmou o magistrado.
O relator destacou que o recebimento de valores por serviços não efetivamente prestados era comum e englobava outras empresas não formalmente relacionadas a Rafael Aves, mas sempre passava pelo seu crivo de operacionalização, como a empresa AGMT Corretora de Seguros de Vida, Previdência e Saúde Ltda, e a Zello Corretora de Seguros de Vida Ltda.
De acordo com o processo, o esquema de corrupção e direcionamento de licitações também aconteceu no âmbito da Rioluz (Companhia Municipal de Energia e Iluminação) e da Seop (Secretaria de Ordem Pública). Rafael Alves também negociou propina com diversas empresas, para que ganhassem prioridade no pagamento de valores devidos pelo Tesouro Municipal, em burla à ordem cronológica do pagamento.
Para o desembargador eleitoral Rafael Estrela, restou inequívoco que os atos praticados caracterizam desvio de finalidade, tendo em vista que a máquina pública não foi utilizada em prol do interesse público, mas sim para a prática de atividades ilícitas, direcionadas a projeto político com finalidade eleitoreira. “Rafael Alves agia em comunhão de desígnios e sob a aquiescência do então prefeito”, afirmou.
Ainda cabe recurso ao TSE, em Brasília. Acesse a íntegra do julgamento, iniciado em 12/09/2024, e concluído 08/10/2024.
Processo relacionado: 0601673-36.2020.6.19.0229
Fonte: TRE-RJ.
quarta-feira, 1 de março de 2023
Ministro da Justiça diz ter havido ameaça de atentado contra Lula no dia da posse
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
Lula e Alckmin recebem do TSE diplomas para investidura no cargo
domingo, 30 de outubro de 2022
Eleição presidencial de 2022 foi marcada pelo radicalismo, troca de acusações e ofensas. Infelizmente!
A eleição presidencial deste ano termina hoje, após meses de uma disputa polarizada, em que os candidatos pouco ou nada disseram a respeito de propostas concretas para um possível mandato. São dois candidatos que já governaram o Brasil. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi presidente de 2003 a 2011, e Jair Bolsonaro é o atual ocupante do cargo, desde 2019. Ao invés dos dois apresentarem as suas metas para um novo mandato, caso eleitos, eles passarem a campanha trocando ofensas e acusações. Eu tentei assistir aos debates entre os dois, na Rede Bandeirante e na Rede Globo, mas não consegui assistir até o final. Eles passaram o tempo todo se acusando, e não apresentaram nenhuma proposta concreta, apenas promessas que iriam resolver os problemas, mas não dizendo como. O país está dividido desde a eleição de 2014, entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, com o posterior impeachment da ex-presidente em 2016. Mas, nos últimos quatro anos, o país vem passando por um período de radicalismos muito grave e preocupante, em que seguidores do atual presidente ameaçam, intimidam, agridem e, em alguns casos, até matam quem pensa diferente. É preciso colocar um ponto final nisso e pacificar o país, mesmo sabendo que esses seguidores continuarão a ser o que já eram, mesmo que o seu candidato perca. As pessoas têm que se respeitar sempre, principalmente quando não pensam igual. Não é o povo que tem que brigar entre si por causa dos políticos, são os políticos que têm que lutar pelo povo! fr
quinta-feira, 6 de outubro de 2022
domingo, 2 de outubro de 2022
O primeiro turno não traz renovação, infelizmente, e promete muita confusão na disputa para presidente
sexta-feira, 23 de setembro de 2022
O horário eleitoral obrigatório faz o Brasil parecer outro país...
Em mês de eleição, parece que o Brasil é outro país. Os candidatos que tentam se reeleger dizem que fizeram muita coisa, que o seu estado (ou a cidade ou o Brasil) mudou completamente. Dizem que o desemprego diminuiu, a violência reduziu, o atendimento nos hospitais melhorou, a qualidade do ensino está melhor, e por aí vai... Já aqueles candidatos que estão de fora e querem se eleger afirmam que nada presta, tudo está errado, mas garantem que vão ser capazes de resolver todos os problemas. A eleição acaba, os eleitos tomam posse, os seus mandatos acabam e tudo se repete, mas nada muda! E nós, os eleitores, pagamos impostos para termos uma qualidade de vida no mínimo digna, mas temos que conviver com serviços de péssima qualidade e ver os políticos e as pessoas próximas a eles enriquecerem às nossas custas. Pelo menos a democracia nos permite criticar tudo isso, e desabafarmos publicamente. Que consolo! fr
terça-feira, 20 de setembro de 2022
sexta-feira, 19 de agosto de 2022
Radicalismo: Justiça condena pai que demitiu a própria filha apenas por ela criticar o presidente da República

É impressionante como o radicalismo, a ignorância, a estupidez e o fanatismo podem fazer com que o ser humano tome atitudes deploráveis. Um pai foi capaz de demitir a própria filha por ela ter opiniões contra o atual presidente, Jair Bolsonaro, de quem ele é simpatizante. Aconteceu em Macapá, no Amapá. Brunna Letícia, de 29 anos, trabalhava como supervisora em uma empresa em que o pai dela era um dos sócios. Ela postou no perfil dela uma crítica à manifestação de seguidores de Bolsonaro realizada em 7 de setembro do ano passado.
domingo, 17 de julho de 2022
A realidade repetindo a ficção
A novela "O Bem Amado", de Dias Gomes, foi exibida pela TV Globo em 1973. O prefeito Odorico Paraguaçu (interpretado pelo ator Paulo Gracindo) era um político sem ética, desonesto, intolerante e demagogo, que fazia qualquer coisa para atingir os seus objetivos políticos. Estamos em 2022, qualquer semelhança com o Brasil atual não é coincidência. fr





