Em cerimônia realizada hoje, em Los Angeles, nos Estados Unidos, “O
agente secreto” foi indicado, em quatro categorias do Oscar. O filme brasileiro
concorrerá como “Melhor Filme”, “Melhor Ator”, com Wagner Moura, “Melhor Filme
Internacional” e “Melhor Direção de Elenco”. Foi o maior número de indicações
em uma edição do Oscar, empatando com o filme “Cidade de Deus”, em 2024. O cineasta
brasileiro Adolpho Veloso também concorre a um Oscar, o de “Melhor Fotografia”,
no filme estadunidense “Sonhos de trem”. A entrega da premiação será realizada
no dia 15 de março. fr
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Filme brasileiro “O agente secreto” é indicado em quatro categorias do Oscar
terça-feira, 4 de março de 2025
Brasil, o país do cinema: "Ainda estou aqui" vence o Oscar de Melhor Filme Internacional
O filme brasileiro “Ainda estou aqui”, do diretor (botafoguense) Walter Salles (foto), venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional, neste domingo, dia 2 de março. É mais um prêmio internacional para esse filme, que vem emocionando o mundo por onde é exibido. É o primeiro filme brasileiro, e de Língua Portuguesa, que vence um Oscar, uma conquista histórica. “Ainda estou aqui” ainda foi indicado nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz, com Fernanda Torres, que já vencera o Globo de Ouro. Eu assisti ao filme, e posso dizer que o filme é maravilhoso, não precisa de nenhum Oscar, de nenhuma chancela, para confirmar sua qualidade. Mas, no Brasil, infelizmente a mídia e muitas pessoas acreditam que se os Estados Unidos não falarem de nós, se não nos elogiarem, nada feito no Brasil tem valor. É o conhecido complexo de vira-lata. Walter Salles é reconhecido como um dos melhores diretores do mundo, tendo em seu currículo outros filmes geniais, como “Central do Brasil”, e “Diários de Motocicleta”. Seja como for, é o reconhecimento ao talento do cinema brasileiro! fr

sábado, 15 de fevereiro de 2025
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
quarta-feira, 30 de março de 2022
Frases: Jim Carrey
terça-feira, 29 de março de 2022
Nada justifica a violência: Will Smith agride apresentador do Oscar
A cerimônia do Oscar, no domingo, dia 27, não deve ter empolgado muito, já que até hoje o assunto que mais repercutiu foi a agressão de Will Smith em Chris Rock, que estava apresentando a entrega da estatueta na categoria documentário. Ele fez uma piada sobre a esposa do ator, Jada Pinkett, que estava presente. Will Smith levantou-se, subiu ao palco e deu um violento tapa no rosto de Rock e, aos gritos, mandou ele não falar mais da esposa, que sofre de alopecia, doença que provoca a queda do cabelo. A piada que despertou toda essa fúria foi Chris Rock ter dito que esperava a continuação de “Até o Limite da Honra” um filme de 1997, em que Demi Moore aparece de cabelos raspados. Eu gosto de Will Smith, de muitos filmes de que ele participa e da série clássica “Um Maluco no Pedaço”; ele recebeu o Oscar de Melhor Ator no domingo. O Chris Rock é um comediante, diretor e produtor; ele criou outra série que eu gosto de assistir em suas várias reprises: “Todo Mundo Odeia o Chris”.
Minha opinião: Eu não considero a piada tão ofensiva assim. E se alguém deveria se chatear com a piada deveria ser a própria Jada Pinkett. E, se fosse o caso, seria ela que deveria se manifestar, levantar-se e da plateia mesmo e dizer a Chris Rock que não deve brincar com uma doença. O mundo mudou bastante, e as mulheres não precisam mais que os maridos, pais ou irmãos as defendam, a não ser que a agressão seja física, claro. E se Chris Rock foi deselegante, não agrediu fisicamente, portanto, não se justifica a agressão de Will Smith. Palavras devem ser rebatidas com palavras, jamais com violência. E o pior é que depois da cerimônia, muita gente defendeu a atitude do ator, a enorme maioria sem nem saber o que Chris Rock disse, apenas ouvindo ou lendo que foi feita “uma piada” sobre a esposa de Will Smith. Alegam que “defender a esposa” justifica partir para bater, agredir outra pessoa. E Will Smith, mesmo tendo invadido o palco e agredido uma pessoa, não foi retirado da cerimônia pelos seguranças. E se fosse outra pessoa, alguém menos famoso, teria o mesmo tratamento? A atitude de Will Smith passa uma mensagem errada e perigosa para os seus fãs e para o mundo em geral, que tudo deve ser resolvido na violência, que não se deve perder tempo conversando, discutindo com ninguém. Ele pediu desculpas depois, disse estar arrependido, mas as imagens dele agredindo Chris Rock estão circulando pelo mundo e jamais serão esquecidas. Will Smith errou feio. E Chris Rock aprendeu que as doenças são assuntos muito pessoais, e nem todo mundo está disposto, ou consegue, a rir da sua própria doença, pelo menos espero. fr


