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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Filme brasileiro “O agente secreto” é indicado em quatro categorias do Oscar

Em cerimônia realizada hoje, em Los Angeles, nos Estados Unidos, “O agente secreto” foi indicado, em quatro categorias do Oscar. O filme brasileiro concorrerá como “Melhor Filme”, “Melhor Ator”, com Wagner Moura, “Melhor Filme Internacional” e “Melhor Direção de Elenco”. Foi o maior número de indicações em uma edição do Oscar, empatando com o filme “Cidade de Deus”, em 2024. O cineasta brasileiro Adolpho Veloso também concorre a um Oscar, o de “Melhor Fotografia”, no filme estadunidense “Sonhos de trem”. A entrega da premiação será realizada no dia 15 de março. fr

terça-feira, 4 de março de 2025

Brasil, o país do cinema: "Ainda estou aqui" vence o Oscar de Melhor Filme Internacional

O filme brasileiro “Ainda estou aqui”, do diretor (botafoguense) Walter Salles (foto), venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional, neste domingo, dia 2 de março. É mais um prêmio internacional para esse filme, que vem emocionando o mundo por onde é exibido. É o primeiro filme brasileiro, e de Língua Portuguesa, que vence um Oscar, uma conquista histórica. “Ainda estou aqui” ainda foi indicado nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz, com Fernanda Torres, que já vencera o Globo de Ouro. Eu assisti ao filme, e posso dizer que o filme é maravilhoso, não precisa de nenhum Oscar, de nenhuma chancela, para confirmar sua qualidade. Mas, no Brasil, infelizmente a mídia e muitas pessoas acreditam que se os Estados Unidos não falarem de nós, se não nos elogiarem, nada feito no Brasil tem valor. É o conhecido complexo de vira-lata. Walter Salles é reconhecido como um dos melhores diretores do mundo, tendo em seu currículo outros filmes geniais, como “Central do Brasil”, e “Diários de Motocicleta”. Seja como for, é o reconhecimento ao talento do cinema brasileiro! fr 

Diretor Walter Salles recebe o Oscar

quarta-feira, 30 de março de 2022

Frases: Jim Carrey

“Hollywood é só um bando de covardes e realmente parece que isso é uma indicação muito clara de que não somos mais o clube legal. Eu fiquei enojado ao ver a plateia aplaudindo Wil Smith após o que ele fez. Chris Rock não queria o incômodo. Eu teria avisado pela manhã que iria processar o Will em 200 milhões de dólares porque aquele vídeo existirá para sempre e será onipresente. Esse insulto irá durar por muito tempo. Se você quiser, pode gritar algo da plateia ou mostrar que não gostou no Twitter, você não tem o direito de subir no palco e bater no rosto de alguém porque a pessoa disse palavras. Aquilo surgiu do nada porque Will tem algo acontecendo dentro dele que é muito frustrante. Eu desejo o melhor para ele, de verdade. Não tenho nada contra Will Smith, ele já fez coisas incríveis. Mas aquele não foi um bom momento. Você joga um pano sobre um momento especial para todos. Muitas pessoas trabalharam muito para estar ali. E ter o momento de brilhar delas, de receber um prêmio pelo trabalho que fizeram, e não é um trabalho fácil conseguir ser indicado a um Oscar, é preciso muita devoção... Foi um momento muito egoísta que encobriu todo o resto.”
JIM CARREY, ator, em entrevista ao programa de TV ‘CBS Mornings’, na terça-feira, dia 29/3.

terça-feira, 29 de março de 2022

Nada justifica a violência: Will Smith agride apresentador do Oscar

A cerimônia do Oscar, no domingo, dia 27, não deve ter empolgado muito, já que até hoje o assunto que mais repercutiu foi a agressão de Will Smith em Chris Rock, que estava apresentando a entrega da estatueta na categoria documentário. Ele fez uma piada sobre a esposa do ator, Jada Pinkett, que estava presente. Will Smith levantou-se, subiu ao palco e deu um violento tapa no rosto de Rock e, aos gritos, mandou ele não falar mais da esposa, que sofre de alopecia, doença que provoca a queda do cabelo. A piada que despertou toda essa fúria foi Chris Rock ter dito que esperava a continuação de “Até o Limite da Honra” um filme de 1997, em que Demi Moore aparece de cabelos raspados. Eu gosto de Will Smith, de muitos filmes de que ele participa e da série clássica “Um Maluco no Pedaço”; ele recebeu o Oscar de Melhor Ator no domingo. O Chris Rock é um comediante, diretor e produtor; ele criou outra série que eu gosto de assistir em suas várias reprises: “Todo Mundo Odeia o Chris”.










Minha opinião: Eu não considero a piada tão ofensiva assim. E se alguém deveria se chatear com a piada deveria ser a própria Jada Pinkett. E, se fosse o caso, seria ela que deveria se manifestar, levantar-se e da plateia mesmo e dizer a Chris Rock que não deve brincar com uma doença. O mundo mudou bastante, e as mulheres não precisam mais que os maridos, pais ou irmãos as defendam, a não ser que a agressão seja física, claro. E se Chris Rock foi deselegante, não agrediu fisicamente, portanto, não se justifica a agressão de Will Smith. Palavras devem ser rebatidas com palavras, jamais com violência. E o pior é que depois da cerimônia, muita gente defendeu a atitude do ator, a enorme maioria sem nem saber o que Chris Rock disse, apenas ouvindo ou lendo que foi feita “uma piada” sobre a esposa de Will Smith. Alegam que “defender a esposa” justifica partir para bater, agredir outra pessoa. E Will Smith, mesmo tendo invadido o palco e agredido uma pessoa, não foi retirado da cerimônia pelos seguranças. E se fosse outra pessoa, alguém menos famoso, teria o mesmo tratamento? A atitude de Will Smith passa uma mensagem errada e perigosa para os seus fãs e para o mundo em geral, que tudo deve ser resolvido na violência, que não se deve perder tempo conversando, discutindo com ninguém. Ele pediu desculpas depois, disse estar arrependido, mas as imagens dele agredindo Chris Rock estão circulando pelo mundo e jamais serão esquecidas. Will Smith errou feio. E Chris Rock aprendeu que as doenças são assuntos muito pessoais, e nem todo mundo está disposto, ou consegue, a rir da sua própria doença, pelo menos espero. fr

domingo, 28 de abril de 2019

Oscar muda nome de categoria de filmes estrangeiros

A partir do ano que vem, a Academia de Hollywood adotará algumas mudanças na premiação do Oscar. A que me chama mais atenção é a mudança do nome da categoria de ‘Melhor Filme Estrangeiro’ para ‘Melhor Filme Internacional’. A justificativa foi buscar uma visão mais positiva e inclusiva. A mudança, pelo jeito, foi apenas conceitual, porque os critérios para um filme concorrer nesta categoria permanecem os mesmos, ou seja, ter sido produzido fora dos Estados Unidos, utilizando um idioma diferente do inglês. A Academia aumentou o número de semifinalistas de nove para dez filmes, mas manteve os cinco finalistas, sendo eles de países diferentes. fr