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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
O mundo condena o bloqueio a Cuba pelo 33º ano consecutivo, mas quem manda no mundo são os Estados Unidos
A prova de que o multilateralismo não predomina no mundo é a aprovação na ONU pela enorme maioria do mundo resolução solicitando o fim do boicote liderado pelos Estados Unidos contra Cuba. Nesta quarta-feira, dia 29, a Assembleia Geral da ONU aprovou pela 33ª vez consecutiva, como faz anualmente desde 1992, resolução contra o boicote econômico, político e financeiro a Cuba, que teve início na década de 1960, ainda durante a Guerra Fria. Foram 165 países votando a favor do fim do bloqueio, inclusive o Brasil, 12 países que se abstiveram e somente sete países contra a resolução (Estados Unidos, Israel, Ucrânia, Argentina, Macedônia do Norte, Hungria e Paraguai). Como se vê, os países que ficaram ao lado dos Estados são países que dependem desesperadamente daquele país. A Ucrânia, por exemplo, precisa da ajuda dos Estados Unidos na guerra que está travando com a Rússia. A Argentina precisa daquele país também por acordos recentes firmados entre os dois países. Israel é dependente histórico da ajuda estadunidense. E por aí vai. Mas, apesar do mundo em peso condenar o bloqueio há anos, os Estados Unidos não dão a mínima! Eles fazem apenas o que querem, não se importam com o que o mundo pensa ou deixa de pensar. O bloqueio a Cuba impede que o país caribenho tenha acesso a produtos essenciais para o seu povo, inclusive medicamentos e tecnologias e receba investimentos estrangeiros que possibilitariam a melhoria da qualidade de vida da sua população. É boicote porque os Estados Unidos não fazem um embargo unilateral apenas, eles impõem aos demais países do mundo que sigam o bloqueio, porque as empresas estrangeiras que não seguirem serão proibidas de realizar negócios com a nação mais rica e poderosa do mundo. Os empresários estrangeiros, claro, acabam intimidando-se e, para não perder negócios mais vantajosos com os Estados Unidos, acabam deixando de fazer negócios com Cuba, um país pequeno. Agora, por que os Estados Unidos não fazem um bloqueio, por exemplo, contra China, a maior ditadura comunista do mundo? Porque a China tem um mercado consumidor de mais de 1,4 bilhão de pessoas e representa lucro, muito lucro! Os Estados Unidos não dão a mínima para democracia e direitos humanos, seja em Cuba ou na China, somente dão importância a dinheiro! fr

domingo, 30 de março de 2025
quinta-feira, 7 de novembro de 2024
Mais uma vez o mundo condena o bloqueio a Cuba, mas os EUA persistem na perseguição. Por outro lado, os EUA não bloqueiam ditaduras amigas ou em que possui interesses, como a Arábia Saudita ou a China.

A Assembleia Geral da ONU aprovou, na quarta-feira passada, dia 30 de outubro, mais uma resolução que condena o bloqueio econômico e financeiro unilateral imposto pelos Estados Unidos a Cuba. É o 32º ano consecutivo que a ONU condena o bloqueio! A votação, mais uma vez, foi praticamente unânime: 187 países dos 192 que fazem parte da ONU votaram contra o bloqueio, ou seja, o mundo em peso, e apenas os próprios Estados Unidos e Israel, o seu aliado no Oriente Médio apoiam o bloqueio; Moldávia absteve-se.
Por mais que a atitude dos Estados Unidos seja condenada esmagadoramente pelo mundo, o bloqueio persiste, até porque a resolução não tem nenhum poder de obriga-los a acabar com ele. É aquela história, manda quem pode, obedece quem tem juízo... Durante a votação na ONU, o representante dos Estados Unidos, Paul Folmsbee, afirmou que o objetivo do seu país é “defender” a democracia e os direitos humanos. Mas, se fosse, realmente, isso, os Estados Unidos não seriam tão próximos de ditaduras como a Arábia Saudita e a China, por exemplo. Historicamente, não teriam apoiado golpes de Estado pelo mundo afora, que levaram ao poder ditaduras cruéis, inclusive a de Pinochet, no Chile, e a ditadura militar no Brasil, para citar apenas dois exemplos.
O bloqueio dos Estados Unidos não atinge apenas as empresas daquele país, mas, também, empresas do mundo inteiro que, no exercício de sua soberania, desejam manter relações comerciais com Cuba, porque elas também são punidas e impedidas de fazer negócios nos estados Unidos. Evidentemente, entre ganhar pouco em um país pequeno como Cuba ou faturar muito mais com a maior superpotência econômica do mundo as empresas escolhem a segunda opção, claro. O ministro das Relações Exteriores de Cuba afirmou na ONU que o bloqueio dos Estados Unidos é criminoso: “O bloqueio contra Cuba é uma guerra econômica, financeira e comercial que se qualifica como genocídio!”. Ele criticou a tática utilizada pelos Estados Unidos para forçar a mudança do governo cubano, substituindo-o por um mais submisso aos seus interesses.
Não existe na História registro de um país suportar uma perseguição como essa por tanto tempo. O bloqueio dos Estados Unidos a Cuba teve início ainda no governo de John Kennedy, na década de 1960!, em plena Guerra Fria. Desde então, o governo cubano estima que o prejuízo à economia do país é de algo em torno de 164,14 BILHÕES DE DÓLARES. O PIB de Cuba era de 107,3 milhões de dólares em 2020, dados mais recentes, portanto, o prejuízo provocado pelo bloqueio representa cerca de 15 vezes o PIB daquele país. Se não fosse o bloqueio, a economia cubana poderia crescer anualmente, o que representaria uma significativa melhoria da qualidade de vida do povo. Mas é esta, justamente, a intenção dos Estados Unidos: asfixiar a economia e insuflar a população para trocar o governo por um submisso aos seus interesses.
Minha opinião: Eu não defendo ditaduras, sejam elas quais forem, de esquerda ou de direita. E não tenho nenhuma simpatia pelo Comunismo, muito pelo contrário. Mas, também, não defendo países imperialistas, que se julgam no direito de mandar e desmandar em outros países soberanos. Acabe-se, logo, com o bloqueio e a perseguição a Cuba! E que Cuba possa viver em paz, com democracia e justiça social, sem ser controlada por nenhuma outra potência, sejam os Estados Unidos ou Rússia, ou quem quer que seja! fr
domingo, 19 de novembro de 2023
Cuba sempre ameaçada
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Os EUA só defendem democracias que lhes forem convenientes
terça-feira, 7 de novembro de 2023
"Que Cuba viva sem bloqueio!"
Mesmo condenado pelo mundo e após o fim da Guerra Fria, EUA mantém bloqueio contra Cuba

sábado, 16 de setembro de 2023
Presidente Lula condena bloqueio imposto pelos EUA contra Cuba há mais de 60 anos
terça-feira, 29 de novembro de 2022
Assembleia Geral da ONU condena bloqueio dos EUA a Cuba pela 30ª vez
sábado, 12 de março de 2022
Dica de filme: "Sergio & Sergei"
terça-feira, 6 de julho de 2021
O mundo em peso condena o bloqueio dos EUA a Cuba
O mundo mais uma vez se
manifestou contra o bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba, desde 1962,
que já causou cerca de 150 bilhões de
dólares de prejuízos à economia cubana ao longo desse tempo. No dia 23
de junho, a ONU (Organização das Nações Unidas) votou uma resolução proposta
por Cuba contra o bloqueio, exigindo que ele seja, enfim, encerrado. O mundo em
peso manifestou-se contra o bloqueio: foram 184 países votando a favor do seu encerramento, três que se
abstiveram e somente dois votos contra (os Estados Unidos, claro, e Israel). De
acordo com a revista Carta Capital, o Brasil foi um dos três países que se
abstiveram de votar, junto com Ucrânia e Colômbia. É uma posição surpreendente,
já que em 2019, o governo do presidente Jair Bolsonaro votou contra, após anos
seguidos em que o Brasil se manifestou favorável ao fim do bloqueio. Em 2020,
não houve votação da resolução devido à pandemia do coronavírus.
É o 29º ano que o
mundo condena o bloqueio, mas a resolução da ONU não tem o poder de impor a
vontade mundial aos Estados Unidos. O bloqueio somente pode ser encerrado
através de decisão do Congresso estadunidense. É curioso os Estados Unidos
insistirem nesse ataque a Cuba, mesmo após o fim da Guerra Fria, e até
hipócrita, já que se a motivação era o fato de Cuba ser uma ditadura comunista,
por que, então, não fazem também um bloqueio à China, a maior ditadura
comunista do mundo? A verdade é que os Estados Unidos não estão preocupados com
a democracia ou com os direitos humanos em Cuba, nem em lugar nenhum do mundo,
mas apenas com os negócios que deixa de lucrar no país caribenho. Lucros dos
quais os Estados Unidos não abrem mão continuando comercializando com a China,
onde têm diversas empresas instaladas. Negócios são negócios!
Minha opinião:
Não simpatizo com o
comunismo, muito menos com regimes ditatoriais, sejam eles de esquerda ou de
direita! Mas nenhum país deve se comportar como um xerife, impondo a sua
opinião aos demais. Quem mais perde com os prejuízos de bilhões de dólares
anuais é o povo cubano. Tem que haver outras medidas diplomáticas para conduzir um país à
democracia. O grande problema é que as grandes potências mundiais não admitem
que países dentro de sua área de dominação, como é o caso da América Latina
para os Estados Unidos, adotem posturas independentes. Eu desejo a Cuba o mesmo
que desejo ao meu país e a todos os outros países do mundo: democracia, justiça
social, desenvolvimento e distribuição de renda, mas sem abrir mão de sua
soberania. Seja para os Estados Unidos, a Rússia ou que país for. fr
segunda-feira, 8 de março de 2021
Dica de filme: "Numa escola de Havana"
sábado, 4 de julho de 2020
Dica de livro: "Fidel em pessoa"

terça-feira, 12 de novembro de 2019
Assembleia Geral da ONU condena bloqueio dos EUA a Cuba, e Brasil muda seu voto









