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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Um dia de sol em pleno Carnaval carioca

Após mais de um mês de dias nublados e chuvosos, o tempo melhorou no Carnaval e, claro, as praias ficaram lotadas. Estive terça-feira em Ipanema. Um dia lindo de sol e muito calor, com 36 graus à sombra. Mas, muito lixo na areia, justificado pela falta de educação dos cariocas e dos turistas, nacionais e também os estrangeiros. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, em entrevista à rádio BandNews FM ontem, reconheceu a falha da Comlurb em limpar a praia de Ipanema. A Avenida Vieira Souto, assim como a Rua Delfim Moreira, no Leblon, com uma das pistas interditada para os carros por ser feriado, estavam tomadas por ambulantes vendendo principalmente bebida (refrigerantes e cervejas), e o pior, até mesmo por menores. Estavam aproveitando o feriadão de Carnaval para conseguir um dinheiro extra. Banheiros químicos exalando um forte cheiro de urina, já que devem ter sido muito usados nos dias anteriores por conta dos desfiles de blocos. No início da tarde, já era difícil andar pela areia da praia e chegar ao mar. O chão quente e a quantidade enorme de pessoas ocupando todo o espaço disponível eram os maiores obstáculos. Assim é um dia de verão em pleno Carnaval no Rio de Janeiro. Não dá para deixar de pensar como será durante as semanas de duração da Copa do Mundo e das Olimpíadas, quando são esperados milhões e milhões de turistas estrangeiros e nacionais na cidade. Muita coisa tem que ser feita! fr

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A partir de agora, adotei um "andar defensivo"


Além de ter que estar sempre atento aos carros e motos, ao trânsito maluco, e aos motoristas irresponsáveis, a gente tem que prestar atenção também aos ciclistas. Outro dia eu quase fui atropelado por uma adolescente que pedalava em sua bicicleta, junto ao meio-fio, pela contramão do trânsito. Por muito pouco ela teria me atropelado justamente quando eu iria atravessar a rua, com o sinal fechado para os carros e, portanto, aberto para mim.

        Distraída e sem prestar atenção à movimentação dos pedestres que por ventura pudessem atravessar a rua, ela veio pelo sentido contrário, sem fazer uso de nenhum sinal sonoro, como uma campainha, por exemplo.  Tudo foi muito rápido e um dos punhos do guidão da bicicleta chegou a bater na minha barriga. Podia ter sido muito pior. E a garota sequer parar para saber se tinha me machucado, ou pedir desculpas, parou...

Para aprender a dirigir um automóvel ou uma motocicleta é obrigatório passar por um exame teórico e prático. Para pegar uma bicicleta e sair por aí pedalando, não se exige nada. Qualquer um pode dar uma de ciclista. Mas, é preciso que as pessoas que queiram pegar uma bicicleta e pedalar pelas ruas e/ou calçadas da cidade tenham um mínimo de responsabilidade e bom senso para respeitar algumas regras básicas. Uma delas é prestar MUITA atenção no deslocamento dos pedestres, principalmente  se estiver na contramão do fluxo dos automóveis. Outra, é que as calçadas foram feitas prioritariamente para os pedestres.

Os entregadores de farmácias são os piores. Eles costumam pedalar pelas calçadas como se fossem ciclovias, não querem nem saber se estão na contramão, ou se pedestres estão andando nas calçadas. “Onde já se viu isso?, pedestres nas calçadas!”, devem pensar esses entregadores.

      Quer saber? Não dá para confiar que os ciclistas pedalem com responsabilidade pela cidade, por isso, vou olhar sempre para os dois lados antes de atravessar uma rua, mesmo que não seja mão dupla! Quando estou ao volante, procuro manter sempre uma postura de direção defensiva, ou seja, com muita responsabilidade e atenção. Agora, quando estiver como pedestre, o negócio é fazer o mesmo, no caso, ter um “andar defensivo”. É mole!?  fr 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Prática comum no Rio de Janeiro, infelizmente!

Hoje, mais uma vez presenciei a ação de um menor infrator roubando passageiros pela janela do ônibus, em plena Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio de Janeiro, à noite quando voltava do trabalho. Um absurdo! As pessoas já não podem mais conversar no celular, sentadas à janela do ônibus. Esses moleques aproveitam-se da distração do passageiro, quando o ônibus para em um dos pontos da avenida, e, de forma rápida e certeira, enfiam a mão no celular, ou no colar, ou no boné, enfim, o que estiver disponível, e puxam com força. Depois, saem correndo. Na maioria das vezes, ninguém os persegue, e logo mais eles estão roubando de novo. Isso acontece de dia e à noite. A polícia tem conhecimento dessa prática e do local, tanto que o 'Fantástico' e o 'Jornal Nacional' já denunciaram. Deveria infiltrar policiais à paisana nos pontos de ônibus, e deter esses menores infratores. Como não o faz, só resta às pessoas, na medida do possível, manter a máxima atenção e não deixar seus objetos expostos à vista desses moleques. É uma vergonha não podermos ficar à vontade dentro dos ônibus ou dos carros no trânsito do Rio, mas é a realidade, infelizmente!   fr
 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Na China, em pleno Centro do Rio

      Hoje, passei grande parte do dia no Centro do Rio, por conta de um curso que estou fazendo. Das 8h30 às 17h30. Em pleno feriado (em homenagem a São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro), as ruas estavam praticamente vazias, em nada lembravam a movimentação e correria do dia a dia.
     À tarde, houve um intervalo para o almoço. Quase nenhum restaurante estava aberto. Eu fui almoçar em um restaurante (que também serve lanches) na Rua da Quitanda, o único que eu encontrei aberto por perto do curso. Daí em diante, o que aconteceu bem poderia ser usado como roteiro de um episódio do Chaves.
     O restaurante é de uma família de chineses, mas nem todos falam bem o português. A moça que veio me atender, com certeza filha dos donos, falava rápido em um português carregado de eles (pelo menos as palavras que eu consegui entender... rs). Não deu certo. Ela chamou uma senhora, provavelmente a mãe, esta se fazia entender bem. Feito o pedido, tive que esperar, sei lá, uns 10 minutos... Eu e outros clientes, que aguardavam às suas mesas.
     Quando, enfim, o prato chegou, pedi ao rapaz (o filho, pelo jeito) que me trouxesse azeite, para a salada. E nada dele entender. Nem repetindo algumas vezes, soletrando (a-zei-te), ele entendeu... ficava só olhando para a minha cara. Putz! Pedi para a mãe dele, que explicou a ele o que era.  O azeite (e mais um monte de temperos que eu nem queria), chegaram. Pedi guardanapos (é, a mesa estava vazia mesmo.... rs). E quem pensa que agora ele entendeu? Nada! Repeti, soletrei também e até mímica eu tentei. Ele fez uma cara de quem, dessa vez, tinha entendido: “caludo!” Não!!!! Mais uma vez tive que pedir para a tradutora do restaurante, a mãe.
     Pode parecer engraçado, mas eu estava com uma certa pressa. E, com certeza, todos os outros clientes... Eu queria almoçar e poder voltar ao curso, e não perder o início da aula. Teve uma moça, coitada, que esperou um bocado por um lanche, e acabou desistindo de comer no restaurante, e pediu para levar para “viagem”, porque tinha que voltar para o trabalho correndo.
     Além da enorme confusão linguística e a demora em atender os clientes, a família trabalhava sem muita preocupação com a higiene pessoal (não usavam uniformes, como se espera em um restaurante), e se vestiam de qualquer maneira. Pelo jeito, na China eles não dão muita importância para coisas como higiene e limpeza... rs
     A família é grande. Além da mãe e dos dois filhos, ainda tinha o marido e mais duas filhas, e mais duas crianças pequenas (de uns 7 anos, acho), que ajudavam a recolher os pratos de algumas mesas. E uma senhora, de mais idade, provavelmente a avó, que ficava sentada no lado de fora, tomando conta de uma criança ainda menor do que as outras (a rua é só de pedestres).
     E na hora de pagar ainda descobri que o cardápio estava desatualizado, e me foi cobrado a mais pelo almoço, que, diga-se de passagem, não foi nada caprichado para o tempo que demorou: arroz, feijão, bife (ou, segundo a filha que me atendeu primeiro, “calne de cavalo”...) e salada. E para beber, suco de laranja com acerola. Bom, diante da falta de opções, fazer o quê...? E o restaurante é até bem situado, com uma bela fachada. É um prédio no Centro histórico da cidade, muito bonito.
     Eu até que levei na boa, e cheguei até a achar engraçada toda essa situação. Outros clientes também riam (a filha/atendente chegava com o prato, levava em uma mesa, mas não era para lá, nem para a do lado... só perguntando para mãe. rsrs). Mas, não recomendo a ninguém. A não ser que alguém queira se ver em um quadro do Chaves, ou do antigo “Os Trapalhões”...
     Amanhã, volto ao Centro para mais uma aula, mas somente pela manhã. O pior é que domingo é novamente das 8h30 às 17h. Ou seja, tenho que torcer para encontrar algum lugar para almoçar onde pelo menos entendam o que eu falo! kkkkkkkkkkkkkkk
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