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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

As festas pela Independência no dia 7 de Setembro deveriam ser do povo, não dos militares!

Sou contra esses gastos todo ano com desfiles militares pelo país no dia da Independência! São desfiles de militares, mas quem paga é o povo civil. Tinham que fazer como nos Estados Unidos, com shows populares para o povo e as pessoas que quiserem ir aos parques com as famílias ou organizarem suas festas com os amigos e parentes do jeito que quiserem! No Brasil, o que acontece são festas militares, das quais o povo não participa, apenas assiste passivamente. As prefeituras das capitais gastam centenas de milhares de reais todos os anos. A União gastou, este ano, 5,74 milhões no desfile em Brasília. São gastos com montagem e desmontagem de arquibancadas metálicas e palco; alimentação; segurança; gasolina dos carros, jipes, tanques e motos; limpeza dos locais; decoração; bandas etc. Nada contra as Forças Armadas, mas é muito dinheiro que é gasto, e quem paga a conta é o povo! Deveriam usar esse dinheiro para reformar escolas e hospitais públicos em benefício do povo! E deixem esse mesmo povo – incluindo os militares, que devem integrar-se ao povo e não estar distantes! - comemorar o Dia da Independência do jeito que quiser, com os amigos e parentes, como acontece nos EUA e em vários países do mundo. fr

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Ex-jogadores e "artistas" querem seguir o exemplo do Romário e conseguir uma "bocada" na política

A política no Brasil é vista como uma maneira conseguir um “emprego” e ganhar muito sem precisar trabalhar. Mas cargo político - como vereador, deputado, prefeito etc.-, não é emprego, é um compromisso assumido por um período determinado (mandato) junto à população para defender os seus interesses. Mas a quase totalidade não vê assim. Vários ex-jogadores, artistas e “celebridades” estão concorrendo nas eleições deste ano, buscando seguir o exemplo do ex-jogador Romário, que conseguiu se reeleger senador em 2022, mas é mais visto nas praias jogando futevôlei e divertindo-se nas “baladas” do que trabalhando em Brasília. Lamentável! fr

domingo, 23 de agosto de 2026

Não anule o voto nem vote em branco, vote consciente!

Quem vota em branco ou anula o voto pensando que não está ajudando político a se eleger, está fazendo o oposto. Quanto menos votos válidos, menos votos os políticos precisam para se eleger! Vote consciente! fr 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

As pessoas estão cada vez mais individualistas, incapazes de ajudarem o próximo!

Hoje à noite, passei no supermercado para fazer umas compras. Na fila, uma senhora chegou atrás de mim, com apenas um pacote de açúcar. Eu estava com o carrinho com muitas coisas, e ofereci para que ela passasse na minha frente. A senhora ficou toda contente, ainda comentou que queria fazer um bolo e precisava de açúcar. Mas o casal que estava na minha frente, com o carrinho ainda mais cheio do que o meu e que já estava para ser atendido, olhou e viu que eu tinha deixado a senhora passar, mas não teve a mesma atitude. Assim como não me custou nada fazer isso, a eles também não custaria, era apenas uma senhora de idade com somente um item para comprar. O mundo está cada vez mais individualista, cada um pensando apenas em si, as pessoas não são mais capazes de fazer algo para ajudar o outro, sem interesse nenhum, apenas o de ajudar! Que mundo ruim é esse em que vivemos! fr

sexta-feira, 27 de março de 2026

Os jogadores de futebol não dão mais valor aos clubes nem à seleção brasileira, apenas ao dinheiro, fama e baladas


A seleção brasileira perdeu, ontem, para a França, por 2x1, em amistoso realizado no Gillette Stadium, em Boston, nos Estados Unidos. Logo após o apito final, ainda no campo, Vinicius Jr. estava confraternizando com os adversários, às gargalhadas (foto). Aquela imagem apenas reforça o que eu venho opinando aqui no meu blog. Há muitos anos, a seleção brasileira de futebol deixou de provocar nos torcedores a mesma paixão de antigamente. Isto porque não desperta nos próprios jogadores aquele sentimento de orgulho, que eles sentiam nas décadas de 1940 a 1980. Os jogadores profissionalizaram a maneira como encaram a seleção brasileira. Ela deixou de ser o objetivo mais importante. Atualmente, a seleção é vista como um trampolim para valorizar uma transferência para clubes europeus, consequentemente, um bom contrato, um salário maior e mais projeção mundial. Se a seleção brasileira ganha, ótimo, isso representa um salário melhor e mais vantagens. Se a seleção brasileira perde, tudo bem! Os jogadores parecem não se importar, não dar a mínima! Acabou o jogo, ontem, e o mínimo que se esperava dos jogadores brasileiros era estarem chateados com a derrota, pelo menos isso, mesmo sendo apenas um amistoso. Ninguém quer que os jogadores chorem, fiquem transtornados ou deixem de falar com os adversários, muitos deles companheiros de clubes e campeonatos europeus. Não, nada disso! Mas a atitude do Vinicius Jr. rindo às gargalhadas mostra como os jogadores não dão mais a mesma importância à seleção brasileira. Perdem o jogo e vão divertir-se em uma balada, não ligam. O mais importante para eles são os altos salários e contratos publicitários que podem assinar. Ou seja, o dinheiro. E os torcedores idolatrando jogadores e sofrendo pelas derrotas da seleção ou do seu clube de coração. Hoje um jogador está beijando o escudo de um clube, amanhã de outro! Parem de ser fanáticos por futebol!
 
fr

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

sábado, 10 de janeiro de 2026

Devemos exigir leis rigorosas para os agressores, independentemente do gênero da vítima!

Não devia haver uma lei mais rigorosa para quem agredir ou matar mulheres. Devia haver uma lei mais rigorosa para quem agredir ou matar qualquer pessoa! fr

domingo, 30 de novembro de 2025

Sobre a final da Libertadores: parabéns ao vice Abel Ferreira por sua atitude profissional, e o Flamengo foi favorecido, mais uma vez, pela arbitragem

Eu não tenho muita simpatia pelo treinador português Abel Ferreira, por ele ser uma pessoa muito arrogante, vaidosa, mal-educado, apesar de reconhecer a sua competência como treinador do Palmeiras. Ontem, o Palmeiras perdeu o título da Libertadores para o Flamengo em uma derrota por 1x0 em Lima, no Peru. E Abel Ferreira deu um exemplo de profissionalismo ao receber a medalha do vice-campeonato. Ele não só não retirou a medalha do pescoço, como muitos treinadores e jogadores fazem quando são vice-campeões, como ele beijou a medalha, para demonstrar o orgulho que ele tem pelo seu trabalho, que o levou à final do campeonato. Quem acompanha o meu blog sabe que eu sempre sou justo em meus comentários. Eu sei perfeitamente separar o mau comportamento pessoal de uma pessoa, como o Abel Ferreira, que costuma ser grosso com os jornalistas e vaidoso nas vitórias, do seu comportamento profissional. Eu critico e elogio quando considero ser pertinente fazê-lo! E é o caso. Abel Ferreira deu um exemplo de profissionalismo ao dar valor a uma medalha de vice-campeão. Infelizmente, no Brasil, poucos fazem o mesmo! Parabéns! (A propósito, no jogo de ontem, o árbitro devia ter expulsado o chileno Erick Pulgar do Flamengo logo aos 31 minutos do primeiro tempo, quando ele acertou, sem bola e com o jogo parado, o zagueiro Bruno Fuchs, do Palmeiras. O árbitro deu apenas o amarelo e o VAR nem o chamou para rever o lance. Se o jogador do Flamengo tivesse sido expulso, como deveria ter sido, seria outro jogo e o Palmeiras passaria a ter uma vantagem enorme com o adversário com apenas dez jogadores. Não tem como não falar: é mais um título conquistado pelo Flamengo com a ajuda da arbitragem. Se tirassem os troféus roubados a Gávea ia ficar vazia! Kkkkkk) fr

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Ancelotti já conseguiu entrar para a história da seleção: Brasil leva virada e perde para o Japão pela primeira vez na história

A seleção brasileira fez dois amistosos este mês. Na sexta-feira, goleou, com facilidade, a Coreia do Sul por 5x0, em Seul. A imprensa, claro, elogiou a seleção. Mas já passou ao clima de entusiasmo exagerado. Muitos disseram que o Brasil estaria se acertando, agora, com o treinador italiano Carlo Ancelotti, que ele já estaria mudando o espírito da seleção e outros exageros. A imprensa é assim: quando ganha bem já entra no ufanismo, mas quando perde volta à realidade. E foi o que aconteceu hoje, quando a seleção brasileira perdeu, de virada, para o Japão, por 3x2, em Tóquio. E com um desempenho desastroso no segundo tempo, levando três gols em falhas da defesa. O zagueiro Fabrício Bruno, do Cruzeiro, errou o passe dentro da área e deu no pé do jogador japonês para fazer o primeiro; e, no segundo, ao invés de impedir que a bola entrasse, chutou para dentro do gol. Eu já comentei aqui no meu blog a esse respeito, se quer fazer jogos preparatórios para o Mundial o Brasil tem que enfrentar seleções fortes, de primeiro nível, ou nível intermediário. Jogar com o Japão, por exemplo, só vai ser bom para o Japão. Se o Brasil vencer o Japão não faz mais do que a sua obrigação; se empatar vai receber críticas; e se perder é um fiasco! E foi o que aconteceu hoje. Muitos jornalistas fãs de Carlo Ancelotti diziam que ele deveria ser o novo treinador da seleção porque a sua passagem deixará marcas na história do futebol brasileiro. Eu torço para o melhor, claro, e que o Brasil seja mais uma vez campeão mundial de futebol ano que vem, jogando bem e fazendo por merecer. Mas pelo menos em uma coisa Ancelotti já conseguiu entrar para a história do nosso futebol: foi a primeira vez que o Brasil perdeu para o Japão em toda a história. Até então haviam sido onze vitórias brasileiras e apenas dois empates. fr 🙂

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

o nome é Estádio Nilton Santos! As homenagens no Brasil devem ser para quem as merece e Nilton Santos fez por merecê-la. É inaceitável chamar o estádio por apelido!

         O Botafogo tem o controle da concessão do Estádio Nilton Santos desde o ano de sua inauguração, ou seja, desde 2007. O estádio recebeu este nome em homenagem ao melhor lateral esquerdo do mundo no século 20, de acordo com a FIFA. Anteriormente, o estádio tinha o nome do ex-presidente da FIFA, João Havelange, mas diante das várias denúncias de corrupção contra ele e o seu genro, o então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o seu nome foi devidamente retirado, e substituído pelo de Nilton Santos em 2017, portanto, dez anos depois da sua inauguração. Nilton Santos (1925-2013) foi bicampeão mundial pela seleção brasileira nas Copas de 1958 e 1962 e foi o jogador que mais vezes vestiu a gloriosa camisa do Botafogo, foram 723 jogos. Portanto, uma homenagem mais do que merecida e reconhecida por todos que gostam do futebol, independente de qual seja o clube por que torça.
        Infelizmente, reparo que o radialista e locutor José Carlos Araújo, da Rádio Tupi, não deve considerar o Nilton Santos merecedor de tal homenagem, já que é um dos poucos locutores, provavelmente o único, que insiste em chamar o estádio pelo horroroso apelido de “Engenhão”. O estádio teria esse apelido pelo fato de ficar localizado no bairro do Engenho de Dentro. É muito ridículo e simplista! Então, de acordo com a lógica desses gênios da comunicação que inventaram o apelido, se o estádio ficasse no bairro do Méier, que fica justamente ao lado do Engenho de Dentro, como eles o chamariam? “Meião”? É evidente que muitos estádios de futebol pelo Brasil não costumam ser chamados pelos seus nomes, a começar pelo principal deles, o Maracanã. Ninguém o chama de Estádio Municipal Jornalista Mário Filho, seu verdadeiro nome, chamam apenas pelo apelido. E o mesmo acontece com outros estádios, muitos deles batizados em homenagem a políticos ou ex-presidentes de clubes. Aliás, costume muito frequente no Brasil esse de homenagear políticos com nomes de ruas, estádios, hospitais etc.
        Mas a verdade é que Nilton Santos fez por merecer a homenagem. Ao longo de sua carreira, defendeu a seleção brasileira em quatro Mundiais, os de 1950, no Brasil, ainda como reserva; 1954, na Suíça; 1958, na Suécia; e 1962, no Chile. Foi duas vezes campeão mundial, em 1958 e 1962 como titular absoluto, além de outros importantes títulos conquistados pela seleção e pelo Botafogo. Ficou conhecido como a “Enciclopédia do Futebol” pela sua qualidade técnica. Foi eleito pela FIFA o melhor lateral esquerdo do mundo em todo o século 20! Jogou apenas em um único clube, o Botafogo, e é o jogador que mais vestiu a sua camisa, tendo disputado 723 jogos pelo Glorioso.
        Diante de tudo isso, não é justificável alguém se recusar a chamar o estádio pelo nome do Nilton Santos, um estádio que está sob a concessão do Botafogo há quase 20 anos, portanto, desde a sua inauguração. É uma atitude pequena a de José Carlos Araújo. É um desrespeito a tudo que o Nilton Santos representa não apenas para o Botafogo e para a seleção brasileira, mas para a História do futebol mundial! É, também, falta de respeito com o Botafogo e com a sua enorme torcida espelhada por todo o Brasil e pelo mundo. E falta de consideração com a memória do Nilton Santos e com a sua família, que deve ficar entristecida toda a vez que ouve alguém preferir pronunciar o apelido do estádio, ao invés do nome do pai e do avô. fr 

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Camisa verde na seleção brasileira masculina de futebol já!

Eu acho muito estranho a seleção brasileira principal de futebol masculino nunca ter usado a camisa na cor verde, que, como todo mundo sabe, é uma das cores da nossa bandeira. Na realidade, eu pesquisei que a seleção brasileira teria usado uma camisa listrada em verde e amarelo em 1916 e uma camisa verde escura com detalhes amarelos em 1931, e só! Já faz muito tempo. É a única cor da bandeira que eu nunca vi na nossa camisa de futebol masculino, com exceção, é claro, para o goleiro, as demais cores já foram usadas, até mesmo a cor branca. Nos outros esportes é muito comum o Brasil usar a camisa verde: no vôlei, no basquete, no tênis, no boxe, no handebol etc. E o absurdo fica ainda maior após recentemente a empresa fornecedora do material esportivo, a multinacional estadunidense Nike, ter tido a “brilhante” ideia de produzir uma camisa da seleção brasileira na cor vermelha! A ideia, evidentemente, foi muito criticada e a Nike teve que desistir dela. Seria ridículo! Precisamos resolver isso, a camisa verde é muito bonita, faz parte da nossa bandeira e eu defendo: camisa verde para a seleção brasileira masculina de futebol já! fr 

domingo, 23 de fevereiro de 2025

Tolerância zero com agressores (as)!

O rigor da Lei devia ser para TODOS! Agrediu alguém tem que ser preso e julgado com rigor, não importa se o agressor é homem ou mulher, ou qual o gênero da vítima! Tolerância zero com agressores (as)! fr

sábado, 18 de janeiro de 2025

Explorar animais para "diversão" é prova de que o humano é um ser cruel e pouco evoluído!

O mundo tem gasto milhões e milhões buscando encontrar vida inteligente fora do planeta Terra. Eu defendo que deveriam gastar esse dinheiro todo procurando vida inteligente justamente no planeta Terra! É impressionante que ainda tenham países, como a Espanha, que organizam “festivais” em que soltam touros em ruas apertadas e um monte de pessoas vão lá, para ficar na frente dos touros. Esses touros estão acuados, assustados e só procuram defender-se e fugir. O resultado, claro, são vários feridos e até mortos. E ainda querem considerar-se seres “inteligentes”? fr

terça-feira, 27 de agosto de 2024

Os bons resultados à frente do Palmeiras não dão o direito ao senhor Abel Ferreira ser mal educado e arrogante com ninguém!


        O treinador português Abel Ferreira foi grosseiro ao responder a uma pergunta da repórter da Rádio BandNews, em entrevista coletiva. É mais um episódio lamentável ligado a esse senhor, que treina o Palmeiras desde novembro de 2020. Em sua passagem pelo clube paulista vem conquistando títulos. Foi campeão da Copa do Brasil em 2020, da Copa Libertadores da América em 2020 e 2021, paulista em 2022, 2023 e 2024, do Brasileiro de 2022 e 2023, da Recopa Sul-Americana em 2022 e da Supercopa do Brasil em 2023. Fantástico! Parabéns! Mas como pessoa, como ser humano, ele deixa muito a desejar.
        A repórter estava trabalhando, estava em uma entrevista coletiva, e não fez nenhuma pergunta mal-educada, nem de caráter pessoal. Ela não quis saber sobre a vida pessoal do senhor Abel Ferreira. Ela apenas perguntou sobre a situação de um dos jogadores do Palmeiras, que saiu machucado do jogo contra o Atlético Goianiense, no sábado passado. O treinador respondeu, de forma grosseira e desnecessária, que só era obrigado a prestar satisfações a três mulheres em sua vida: a mãe, a esposa e a presidente do Palmeiras, Leila Pereira.
        Para que isso? Uma atitude antipática, mal-educada e sem nenhuma necessidade. Evidentemente, passou a receber críticas de todo mundo. E somente por isso ele procurou desculpar-se. Ainda assim, através de uma nota. Disse ele, depois, que telefonou para a repórter para se desculpar. Não basta, deveria ter procurado desculpar-se de público, já que foi corajoso para falar de público o que falou, deveria ter procurado desculpar-se de público. Muita gente está dizendo que foi machismo. Eu sou de opinião que mesmo que ele tivesse falado o que falou, e da forma como falou, para um repórter homem, estaria errado do mesmo jeito. Não é pelo fato de ter sido uma repórter mulher. Muito dizem que “é preciso tratar as mulheres com respeito”. Claro, é verdade. Mas é preciso tratar todo mundo com respeito. Mulheres e homens. Será que se tivesse sido um repórter homem o senhor Abel Ferreira estaria menos errado?
        Esse senhor já tem comportado-se muito mal várias vezes, não foi a primeira vez. Muitas vezes tem respondido às perguntas nas entrevistas coletivas de forma agressiva e arrogante. Em um jogo pela Copa do Brasil, contra o Flamengo, no início deste mês, ele simplesmente foi expulso por fazer um gesto obsceno com as mãos, segurando a genitália. Muito feio! Em maio, arrancou o telefone celular das mãos de um repórter, no jogo com o Atlético Mineiro, pelo fato do profissional estar registrando uma discussão de um diretor do Palmeiras com o quarto árbitro. Em janeiro, foi expulso por chutar um dos microfones instalados no gramado. No mês passado, usou uma expressão xenófoba para dizer que seu time não é “uma equipe de índios”, dando a entender que os indígenas são desorganizados e incapazes de fazer algo com planejamento. E muitas e muitas outras situações.
        Em cada uma dessas situações ele pede desculpas depois, mas continua repetindo o mesmo comportamento descontrolado, agressivo, desrespeitoso e arrogante. Pedir desculpas e continuar repetindo o mesmo comportamento não adianta de nada! Não é porque ele tem sido vitorioso à frente do Palmeiras que ele tem o direito de tratar mal as pessoas, ele precisa aprender, de uma vez por todas, a comportar-se, a tratar todo mundo com educação e respeito, não apenas a mãe, a esposa e a presidente do Palmeiras, que lhe paga o alto salário que recebe no Brasil!
fr

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Felipe Melo agride assessor do Atlético-GO de forma covarde e envergonha o futebol

O Felipe Melo, do Fluminense, agrediu mais um, ontem, após a derrota do time, no Maracanã, para o Atlético-GO, de virada, por 2x1. Quando o jogo foi encerrado, ele saiu do banco do reservas (ele nem jogou, é apenas um reserva!) e empurrou, de forma covarde, por trás, o assessor de imprensa do Atlético (veja o vídeo, abaixo) e levou cartão vermelho. Esse Felipe Melo, todo mundo conhece, é um jogador destemperado, que não aceita o mau resultado e apela para violência. Mas a culpa não é dele, é de quem o contrata, é de quem o escala, e é das autoridades do futebol que não o punem como deveriam, de forma rigorosa e exemplar. O que ele fez, ontem, é para ser suspenso por uns dois ou três meses do futebol, pelo menos. Muita gente está até defendendo que ele seja banido do futebol, pelo seu histórico violento. Como ele não é punido como deveria, ele sente-se estimulado a continuar a bater nos outros. A impunidade leva à violência! Felipe Melo, e outros iguais a ele, envergonham o futebol! Álvaro de Castro, o assessor agredido, afirmou, com toda a razão: "O que me entristece nisso tudo não é nem a postura do Felipe Melo. O Atlético-GO ganhou o jogo. Ele historicamente não sabe perder e não sabe ganhar. Ele é um ser humano desprezível e vai continuar sendo." fr

domingo, 9 de junho de 2024

Eu nunca vi um jogador fazer o gol e jogar longe a camisa do Brasil, uma vergonha!

O Brasil venceu, ontem, o México por 3x2 em jogo amistoso, no Texas, nos Estados Unidos. Eu até comecei a assistir ao jogo, vi o primeiro tempo, que terminou 1x0, com um gol logo a menos de cinco minutos, mas perdi o interesse e fui assistir outra coisa na TV. O Brasil chegou a fazer 2x0, mas permitiu o empate. Endrick desempatou aos 50 minutos do segundo tempo e definiu a vitória. Eu não dou muita importância a amistosos assim. Primeiro porque a própria seleção brasileira estava com uma formação de muitos reservas. Segundo, porque é um amistoso contra uma seleção sem muita tradição. E, principalmente, porque, hoje em dia, os jogadores não têm mais a mesma ligação com a seleção, querem vestir a camisa do Brasil e conseguir mais visibilidade internacional para ir ganhar muito dinheiro no exterior. Vendo o noticiário, hoje, o que me chamou a atenção foi justamente a atitude vergonhosa do Endrick, que fez o gol, tirou a camisa do Brasil e jogou longe! Uma atitude que envergonha a todos nós, principalmente porque foi vista pelo mundo todo. Eu já disse várias vezes que considero que os jogadores fazem o gol e tiram a camisa do clube porque não têm nenhum respeito pela instituição. Deveriam levar cartão vermelho e ser punidos pelo clube. Mas eu não me lembro de já ter visto um jogador fazer isso com a camisa da seleção brasileira! É o fim do poço. Os jogadores não dão mais a mínima para a camisa do país, querem apenas ganhar dinheiro jogando onde pagar mais. Esse Endrick é jovem, vai fazer 18 anos no mês que vem, mas não é nenhuma criança, deveria saber minimamente o que representa a camisa da seleção do Brasil. Ele foi vendido pelo Palmeiras e vai jogar no Real Madrid e ganhar muito dinheiro. Boa sorte e sucesso para ele! Mas que ele, e todos os outros que vestirem um dia a camisa do Brasil, tenha mais respeito pelo que representa vestir a camisa do Brasil! fr

Endrick faz o gol, tira a camisa do Brasil e joga longe


terça-feira, 21 de maio de 2024

Portugal diz que não pagará indenizações pelos crimes da colonização. E nem poderia, mas deve ter uma postura de respeito aos brasileiros.


        O ministro das Relações Exteriores de Portugal, Paulo Rangel, afirmou que o país não tem a intenção de pagar indenizações pelos crimes cometidos nas nações que colonizou. A declaração foi dada no dia 15 deste mês, no Parlamento português: “Não haverá um processo ou programa de ações específicas para indenizar outros países pelo passado colonial português. (...) Mas quando for justo pedir desculpas, o faremos, como no caso do massacre de Wiriyamu.” Referia-se a Moçambique, em que 400 civis foram assassinados durante a guerra de independência, em 1972. O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, havia reconhecido, no dia 23 do mês passado, os crimes cometidos pelo seu país durante o período de colonização, e que “devemos pagar os custos”. Mas não disse como.
      Minha opinião: Eu não sou favorável que o governo brasileiro fique estimulando expectativas de que Portugal vá pagar pelos crimes que cometeu durante a colonização em nosso país. Foram bens e riquezas saqueados; tortura, escravidão e assassinato de indígenas e africanos, entre outros. Como colocar preço em vidas humanas? Como esperar que um país pequeno, que não tem uma indústria forte e vive apenas do setor terciário, principalmente do turismo, possa ter recursos para reparar todas as riquezas que pilhou? E o ouro? Qualquer valor seria baixo demais. Se não podem pagar pelo mal que fizeram, podiam, pelo menos, reconhecer o que fizeram de errado e adotar uma postura mais respeitosa com os brasileiros que viajam a Portugal, seja a turismo ou em busca de trabalho. Seria bastante útil para Brasil e Portugal manterem uma relação amigável e produtiva.
        Não há registros precisos de quanto ouro foi retirado das nossas terras durante a colonização portuguesa, até porque muitos documentos da época foram destruídos durante os séculos e também porque havia muito contrabando. Algumas estimativas defendem que Portugal extraiu, pelo menos, 128 toneladas, mas há quem acredite que foi muito mais e que o total gire em torno de 200 toneladas. Seja como for, foi muito ouro, que daria para fazer de Portugal uma das nações mais poderosas e respeitadas até hoje. Mas a Coroa portuguesa usou grande parte desse tesouro para reconstruir a cidade de Lisboa, destruída pelo terremoto de 1755, e para pagar dívidas com a Inglaterra, que se beneficiou bastante do nosso ouro. Vai ver que é por isso que os ingleses costumam falar que Portugal e Inglaterra são “aliados” históricos, porque eles sempre conseguem muitas vantagens do seu “aliado”, e não é de hoje. Até parece que Portugal teria condições de ressarcir todas as riquezas que tirou daqui.
        Os portugueses costumam alegar que o Brasil “nem existia” como país na época da colonização. É verdade. Mas é verdade também que o Brasil ressente-se até hoje de tudo que foi explorado, para nós restou apenas os custos ambientais e financeiros da colonização. Portugal somente veio a criar a primeira instituição superior do Estado português em território brasileiro, por exemplo, em 1808, e ainda assim devido à transferência da família real para cá, fugindo das tropas francesas de Napoleão. As primeiras universidades brasileiras foram abertas após a independência, já no século 20. A Espanha, por sua vez, abriu universidades em suas colônias desde o século 16.
        Em Portugal, eles procuram eximir-se da violência praticada contra indígenas e africanos, dizendo que “eram outros tempos”. O escritor e jornalista brasileiro Eduardo Bueno, autor de vários livros sobre a colonização no Brasil (leiam os comentários que eu fiz sobre os livros aqui, no meu blog), recentemente contestou essa tentativa de fugir das responsabilidades, em entrevista à imprensa:
        - Se eles dizem que não podemos julgar as pessoas pela mentalidade de hoje, lembro que desde Roma [antiga] havia vozes que se erguiam contra a escravidão. E pessoas dignas, como Bartolomeu de las Casas e Damião de Góis, defendiam que os indígenas tinham alma e não poderiam ser escravizados. Então, Portugal tem que assumir e a extrema direita tem que ser calada.
        Atualmente, tomamos conhecimento constantemente de casos vergonhosos de xenofobia (antipatia e ódio contra estrangeiros) em Portugal contra brasileiros. E é muito comum ouvir esses portugueses ignorantes e cheios de ódio dizerem aos brasileiros “volta para tua terra!” Esses idiotas parecem esquecer que Portugal é um dos países que mais exporta mão de obra no mundo. Milhões de portugueses saíram do país durante o longo período de Salazar, fugindo da ditadura e para não lutar nas guerras pela independência das colônias africanas. Foram para vários países, inclusive para cá, no Brasil. E hoje em dia, outros milhares de portugueses saem em busca de emprego nos Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra, Alemanha e outros países.
        Para os idiotas cheios de ódio funciona o seguinte raciocínio (egoísta e hipócrita): os portugueses podem sair para viver e trabalhar fora, mas os brasileiros e outros estrangeiros não podem fazer o mesmo em Portugal. fr

sábado, 27 de abril de 2024

Presidente de Portugal reconhece ser necessário "reparar" crimes durante colonização, mas não diz como

        O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, reconheceu, nesta terça-feira, dia 23, os crimes cometidos pelo seu país no período de colonização do Brasil. Marcelo Rebelo disse que Portugal “assume” a culpa pelos bens saqueados e pelo assassinato e escravidão de indígenas e pretos e que o seu país deveria reparar o Brasil pelos danos causados. Segundo o presidente português: “Temos que pagar os custos. Há ações que não foram punidas e os responsáveis não foram presos? Há bens que foram saqueados e não foram devolvidos? Vamos ver como podemos reparar isso.”
        Ele disse o que todo mundo já sabe, mas Portugal é um país parlamentarista e quem governa de fato é o primeiro-ministro, portanto, não deve haver um efeito prático pela declaração do presidente, pelo menos de imediato. Os portugueses não estudam nas escolas os males do colonialismo, apenas o seu lado positivo, o de desbravar o mundo então conhecido dos séculos 15 e 16, e orgulham-se disso.
        Portugal é o país europeu que mais traficou africanos durante o colonialismo, foram algo em torno de seis milhões de pessoas. Riquezas e bens históricos foram saqueados dos países colonizados, como Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique, Timor Leste e regiões da índia. Não se dá destaque a isso nas escolas portuguesas, apenas ao lado positivo (para eles, é claro).
        Mas Portugal não é o único país com um passado colonizador. Vários países europeus invadiram, pilharam, escravizaram, assassinaram. A Espanha praticamente dizimou os indígenas em suas colônias americanas. A Holanda, por exemplo, pediu desculpas oficialmente em 2022, através do primeiro-ministro Mark Rutte, pelo tráfico de escravos. Como o próprio presidente Marcelo Rebelo reconheceu, “pedir desculpas é a parte mais fácil”.
        O presidente Marcelo Rebelo de Sousa fala em “reparações”. E como Portugal faria isso? Como reparar milhões de vidas perdidas, e outras tantas torturadas? Portugal teria como devolver todas as riquezas que retirou do Brasil (principalmente o nosso ouro) e de outros países colonizados por séculos? E os criminosos que mataram e escravizaram (mas já morreram há séculos), seriam punidos? Claro que não! fr

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Quem abusa dos estrangeirismos desnecessários acaba não sabendo usar o seu próprio idioma

              No Brasil, recebemos uma carga enorme de mensagens diárias que nos influenciam a aceitar como algo normal a dominação da cultura dos países de língua inglesa, em especial, claro, os Estados Unidos e a Inglaterra. Recebemos essas mensagens desde a infância, através dos desenhos, filmes e músicas que consumimos de forma constante e massacrante. E isto ocorre até mesmo na forma como nos expressamos. A própria imprensa prefere utilizar palavras em inglês e não o nosso idioma oficial.
       Evidentemente, não há nenhum problema em usarmos estrangeirismos, eu sou favorável. Mas quando esses estrangeirismos já foram absorvidos pela nossa língua, como abajur, mouse, futebol, bife e inúmeros outros. Não quando existem palavras em português que já usamos, como, por exemplo, as palavras ‘promoção’ ou ‘desconto’. Eu vejo isso acontecer o tempo todo.
        No shopping (outro estrangeirismo que usamos na boa!) próximo de onde moro, uma loja exagerou nas palavras em inglês para vender, e ainda errou a palavra em português (o correto seria “tudo off”, não “todo off”), veja a foto abaixo. Este é um risco da massificação de estrangeirismos desnecessários: as pessoas acabam não sabendo usar o seu próprio idioma.
         Será que se a loja usasse as palavras do nosso idioma os clientes deixariam de comprar lá? Desnecessário e submisso demais! E não me venham tentar justificar falando em globalização. O mundo viveria uma globalização de verdade se o Brasil consumisse as culturas de outros países, não apenas basicamente de dois.
       E se nos Estados Unidos e na Inglaterra estivessem também usando palavras em português, ouvindo muito nossas músicas, assistindo aos nossos filmes e desenhos, lendo os nossos livros. Isto não ocorre! Muito pelo contrário, esses países, principalmente os Estados Unidos, são conhecidos por serem muito resistentes ao que vem de fora, muitas vezes até sendo xenófobos. Se nós, brasileiros, não valorizamos nossa cultura, com certeza, não serão os outros que o farão! fr