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segunda-feira, 8 de setembro de 2025

O Brasil não é apenas o "país do futebol", tem tradição em vários outros esportes e uma das maiores tenistas do mundo: Maria Esther Bueno

        O Brasil é conhecido como o “país do futebol”, mas não é verdade, não é só do futebol. O Brasil é um país que tem uma importante tradição nos principais esportes do mundo, já tendo sido campeão mundial e/ou olímpico em vários deles, como, por exemplo: futebol, vôlei, basquete, tênis, Fórmula 1, Fórmula Indy e handebol. E também nos principais torneios internacionais do Grand Slam, no tênis. No Roland Garros, Gustavo Kuerten foi campeão na simples em 1997, 2000 e 2001, tendo sido o nº 1 do tênis mundial em 2000. Thomas Kock foi campeão na dupla mista, em 1975, com a uruguaia Fiorella Bonicelli; e Marcelo Melo foi campeão na dupla masculina em 2015, com o croata Ivan Dodig. Marcelo Melo também foi campeão na dupla masculina em Wimbledon, com o polonês Lukasz Kubot, em 2017. Bruno Soares foi campeão na dupla masculina em 2016, com o escocês Jamie Murray, e em 2020, com o croata Mate Pavic.
        E muita gente não sabe, uma das maiores tenistas da história do tênis mundial é uma brasileira. Maria Esther Bueno (foto) foi a nº 1 do tênis mundial nos anos de 1959, 1964 e 1966, tendo sido campeã em três dos quatro torneios do Grand Slam, inclusive no mais tradicional deles, o de Wimbledon. Foi campeã em Roland Garros em 1960 na dupla feminina, com Darlene Hard; e na dupla mista, com o australiano Robert Howe. Campeã, também, em Wimbledon: na simples, em 1959, 1960 e 1964; na dupla feminina em 1958, com Althea Gibson; em 1960 e 1963, com Darlene Hard; em 1965 com Billie Jean King e em 1966, com Nancy Richey Gunter. Campeã do US Open na simples em 1959, 1963, 1964 e 1966; e na dupla em 1960 e 1962, com Darlene Hard, e em 1966, com Nancy Richey Gunter e em 1968 com Margaret Court. Todas as duplas femininas foram com atletas estadunidenses. É, depois de ler tudo isso, não diga mais que o Brasil é apenas o “país do futebol”! fr 

domingo, 7 de setembro de 2025

Quais são os principais torneios do tênis mundial e as suas premiações?

O ATP Tour é o circuito mundial do tênis masculino e é dividido em categorias, de acordo com a importância, a quantidade de pontos oferecida aos campeões e a premiação dos torneios anuais. A classificação dos principais tenistas do ATP é estabelecida através da pontuação que eles conseguem nas últimas 52 semanas, e determina quais os torneios que eles podem disputar e quem serão os cabeças de chaves neles. Os pontos são somados todas as segundas-feiras, e a cada 52 semanas eles são zerados. Os principais torneios do tênis mundial:

Grand Slam: reúne os quatro principais torneios mundiais, e oferece a maior pontuação, e, claro, a maior premiação, 2.000 pontos ao campeão. Os torneios são o Wimbledon (o mais antigo do mundo, disputado em Londres, na Inglaterra), Australian Open (Melbourne, Austrália), Roland Garros (Paris, França) e o US Open (é o último Grand Slam da temporada, disputado em Nova Iorque, EUA).

ATP Master 1000: são nove torneios, que premiam o vencedor com 1.000 pontos. São eles: Montecarlo (disputado no Monte Carlo Country Club, na comuna de Roquebrune-Cap-Martin, a 150 metros a nordeste da fronteira com Mônaco, na França), Xangai (China), Madri (Espanha), Roma (Itália), Canadá, Indian Wells (EUA), Paris (França), Miami (EUA), Cincinnati (EUA).

ATP 500: torneios que dão 500 pontos aos vencedores. Entre eles, pode-se citar: o Rio Open (Rio de Janeiro, Brasil), o Barcelona Open (Espanha), o ATP de Queen’s (Londres, Inglaterra) e o Dallas Open (EUA).

ATP 250: torneios com 250 pontos de premiação ao campeão. Entre os torneios, estão o ATP 250 de Buenos Aires (Argentina), vencido, este ano, pelo brasileiro João Fonseca; o ATP de Adelaide (Austrália); o ATP de Santiago (Chile) e o ATP de Antuérpia (Bélgica).

ATP Finals: é o último torneio da temporada, e tem como participantes os oito tenistas melhores colocados nos últimos 12 meses. O vencedor pode conseguir até 1.500 pontos, caso conquiste o título invicto. fr

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Guga deu conselho a Djokovic e ele foi campeão de Roland Garros em 2016 😄😄😄

Este comercial foi um de três realizados pela Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) para divulgar o Torneio de Roland Garros de 2016, em Paris. O brasileiro Gustavo Kuerten, o Guga, e o sérvio Novak Djokovic, conversam dentro de um carro da Peugeot, patrocinadora do evento. Djokovic, na época o nº 1 do tênis mundial, pedia conselhos ao brasileiro para conseguir vencer o Roland Garros, coisa que Guga já tinha conseguido três vezes, em 1997, 2000 e 2001. O brasileiro, então, diz que o segredo é o cabelo comprido e dá ao companheiro uma peruca. E não é que o conselho deu certo: em 2016, Novak Djokovic foi campeão de Roland Garros! Kkkk Ele venceu a competição mais duas vezes, em 2021 e 2023, além, é claro, de muitos outros títulos. fr

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Brasil, o país do Tênis: João Fonseca é campeão do ATP de Buenos Aires

O jovem tenista brasileiro João Fonseca, de 18 anos, venceu, no domingo, dia 16, por 2x0 (6/4 e 7/6), o argentino Francisco Cerundolo, 28º do ranking mundial e nº 1 do país vizinho, e conquistou o ATP de Buenos Aires. Carioca, João Fonseca tornou-se o mais jovem tenista brasileiro a vencer um torneio ATP, em português Associação de Tenistas Profissionais. Com o título, o tenista deu um enorme salto na classificação mundial, subindo de 145º, no início do ano, para o 68º melhor tenista do planeta. Para chegar ao título, o brasileiro derrotou quatro tenistas argentinos (Tomas Echeverry, nº 44 do mundo; Federico Coria, nº 115; Mariano Navone, nº 47º; e Francisco Cerundolo, nº 28), e um sérvio (Laslo Djere, nº 112). Gustavo Kuerten foi campeão do ATP Buenos Aires em 2001. Não há disputa na categoria feminina neste torneio. fr

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Boris Becker é preso por ocultar bens após pedir falência

O ex-tenista alemão Boris Becker, de 54 anos, três vezes campeão de Wimbledon e de Roland Garros, entre outros títulos, está preso em Londres por ter escondido das autoridades bens e aplicações, depois de ter pedido falência devido a dívidas. Ele cumpre pena de dois anos e meio na prisão de Wandsworth, considerada a pior da Inglaterra, superlotada, com constantes brigas entre os detentos e violência policial, e com péssimas condições de higiene, tendo, inclusive, ratos. fr

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Comemoração de vitória de Guga em Roland Garros é eleita a mais icônica da história

    O ex-tenista brasileiro Gustavo Kuerten venceu esta terça-feira, dia 3, a categoria “Celebração mais icônica” em votação pela internet feita pelo Hall da Fama Internacional do Tênis. Foi após a sua vitória sobre o estadunidense Michael Russell pelo torneio de Roland Garros, em 2001. Guga perdia o jogo por 2 sets a zero, e conseguiu virar para 3x2, em mais de três horas de disputa, passando para as quartas de final.
     Muito emocionado, Kuerten desenhou, com a sua raquete, um coração no piso da quadra de saibro e se ajoelhou para agradecer ao público o apoio, e mais tarde repetiu o gesto deitando-se (assista ao vídeo abaixo). Guga venceu nas quartas o russo Yevgeny Kafelnikov, e os espanhóis Juan Carlos Ferrero na semifinal e Alex Corretja na final, conquistando o título. Ele já tinha sido campeão de Roland Garros em 1997 e 2000, e chegou a ser o nº 1 do tênis mundial.
     Entre outros, também concorreram na categoria os tenistas Jimmy Connors, Jim Courier, Billie Jean King e Pat Cash. Maria Esther Bueno (1939-2018), campeã individual três vezes em Wimbledon, quatro no US Open e uma em Roland Garros, entre outros tantos títulos internacionais, foi mais uma representante brasileira, concorrendo na categoria “Momento de orgulho nacional”, mas não venceu. Em sua autobiografia “Guga, um brasileiro”, Kuerten comentou aquele dia tão especial:
     "Nada se comparava em emoção àquela catarse. Duas horas atrás eu era dado como morto. Mas agora que os céus haviam me dado uma segunda vida, ninguém mais me tirava o título. No momento que eu me levantei, coberto de saibro, tinha plena certeza de que seria campeão mais uma vez em Roland Garros". fr

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Estado do Rio de Janeiro é condenado a pagar R$ 3,2 milhões ao nº 1 do tênis mundial

O estado do Rio de Janeiro foi condenado a pagar cerca de 3,2 milhões de reais ao tenista sérvio Novak Djokovic, o número um do tênis mundial. A dívida foi contraída em 2012, quando Djokovic foi contratado para vir ao Rio de Janeiro e participar de um jogo de exibição com o brasileiro Gustavo Kuerten e outras atividades promocionais. A quantia combinada foi de US$ 1,1 milhão, dos quais o sérvio recebeu US$ 450 mil, divididos em duas parcelas. Como o valor restante não foi pago, Djokovic entrou na Justiça do estado do Rio. A sentença é da juíza da 14ª Vara de Fazenda Pública. Em 2014, Guga manifestou-se a respeito do calote: "Que Tristeza! Falta de ética e principalmente respeito! Exemplos constantes que envergonham nosso país. Lamentável.". É verdade, mais um exemplo de como o dinheiro público no Brasil e, em particular, no Rio de Janeiro é muito mal utilizado pelos nossos “representantes”. fr

domingo, 4 de agosto de 2019

Domingo de muitas medalhas para o Brasil, e 2º lugar na classificação geral

           O dia de hoje foi muito feliz para o esporte brasileiro nos Jogos Pan-americanos de Lima. Conquistamos sete medalhas de ouro, subimos 16 vezes nos pódios, e passamos à segunda colocação no quadro de medalhas, atrás apenas dos EUA. E foi um dia também de confronto direto com os chilenos. 
 
No tênis masculino, João Menezes foi campeão, vencendo Tomás Barrios por 2 sets a 1, parciais de 7/5, 3/6 e 6/4. No vôlei masculino, o Brasil venceu o Chile por 3x0 (25/12, 25/19 e 25/21), e ficou com a medalha de bronze. Na semifinal, a jovem seleção brasileira tinha perdido para Cuba por 3x0 (16/25, 22/25 e 21/25).
Mas, no handebol masculino o Chile levou vantagem, venceu por 32x29 e eliminou o Brasil. Pela primeira vez desde Havana, em 1991, o Brasil não vai para a final em Pan-americanos. Desde então, foram três medalhas de ouro e quatro de prata. A primeira disputa do handebol masculino em Pan-americanos foi em 1987, em Indianápolis (EUA), e o Brasil foi bronze. Em Lima, infelizmente, será a primeira vez que o handebol masculino não ganhará nenhuma medalha. No feminino, o Brasil este ano foi campeão. Uma pena. E a seleção masculina ainda pode ficar fora dos Jogos Olímpicos do ano que vem, em Tóquio. Vai ter que torcer por uma combinação de resultados no campeonato africano e no europeu para conseguir ficar com uma vaga. fr

domingo, 10 de junho de 2018

Frases: Rafael Nadal


[Sobre as tenistas mulheres receberem menos do que os homens]: "É uma comparação que nem sequer devia ser feita. As modelos ganham mais que os colegas (do sexo masculino), porque elas têm mais seguidores. Mas ninguém diz nada. No tênis acontece o mesmo, ganha mais quem mobiliza mais público." RAFAEL NADAL, tenista espanhol.

domingo, 3 de julho de 2011

Brasileiro na final de Wimbledon

Depois de Maria Ester Bueno e de Gustavo Kuerten, o Brasil não tem nenhum tenista entre os melhores do mundo. Mas pelo menos um brasileiro estará hoje na final masculina de Wimbledon, em Londres: o árbitro. Melhor do que nada... rsrs
"Brasileiro é escalado para arbitrar a final de Wimbledon, 'o maior sonho'

Carlos Bernardes, que já sentou na cadeira em duas finais de Grand Slam, viveu uma semana de ansiedade até receber a confirmação em Londres

Por Alexandre Cossenza - Rio de Janeiro

O brasileiro Carlos Bernardes foi escolhido para uma das posições de maior prestígio do tênis mundial. Neste domingo, a partir das 10h (de Brasília), o paulista de 46 anos entrará na Quadra Central para ser o árbitro de cadeira da final de Wimbledon entre Rafael Nadal e Novak Djokovic.

Será a terceira vez de Bernardes na cadeira de uma decisão de Grand Slam, mas a primeira no palco de mais história do tênis. (...)"
Crédito: sportv