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domingo, 12 de janeiro de 2025
sexta-feira, 27 de outubro de 2023
terça-feira, 8 de agosto de 2023
"Eram os Deuses Astronautas?", Erich Von Däniken
“Eram os Deuses Astronautas?”, Erich Von Däniken, tradução de Else Graf Kalmus; 47ª edição, São Paulo, Editora Melhoramentos, 2000, 200 páginas.
O livro foi lançado em 1968, em uma época em que o mundo estava acompanhando com muito interesse e curiosidade as discussões sobre a possibilidade de existir vida inteligente em outros planetas. Estados Unidos e a antiga União Soviética tinham desenvolvido projetos de exploração do espaço, dando início à corrida espacial. Um ano depois, o estadunidense Neil Armstrong pisou na Lua. O suíço Erih Von Däniken levanta, no livro, a possibilidade de civilizações muito mais adiantadas já terem nos visitados várias vezes e desde o período pré-histórico, transmitindo muito do seu conhecimento. E esses seres teriam desembarcado em naves com equipamentos infinitamente modernos e inimagináveis para os humanos de centenas e até milhares de anos atrás, que os veriam como “deuses”, merecedores de adoração. Os “deuses” teriam descido do céu!
O autor também cogita a possibilidade de algumas mulheres “especialmente selecionadas” terem sido engravidadas pelos visitantes a fim de gerar “uma nova raça, capaz de saltar alguns degraus da evolução natural e desenvolver-se num estágio superior, sem passar pelas fases intermediárias”. Após a partida desses seres do espaço, os locais onde suas naves desceram foram transformados em lugares sagrados, onde pirâmides e templos foram construídos “de acordo com indicações astronômicas”. E esses acontecimentos extraordinários foram devidamente registrados: “Com martelo e buril cinzelarão grandes pedras, numa tentativa de gravar para a posteridade a visualização dos seres e coisas inacreditáveis que marcaram indelevelmente um curto período de suas vidas”. Assim como a promessa feita pelos “deuses” de retornar um dia. Com a passagem dos anos, guerras “devastam o local em que estiveram os ‘deuses’; e então, surgem gerações muito posteriores que redescobrem e escavam os lugares sagrados e tentam interpretar os sinais encontrados”.
Na apresentação do livro, o professor e estudioso sobre o assunto Flávio A. Pereira destaca a importância da obra: “Däniken, ao longo dos seus doze capítulos, propõe-nos cerca de 323 interrogações. É o quanto basta para situar a obra no rol dos livros-polêmicas. (...) pertence à categoria das obras especulativas. Ainda não é, nem pretende ser ‘ciência’. Mas é visando ao progresso da Ciência que se atira com entusiasmo às mais arrojadas especulações.” E o professor ainda acrescenta: “Erich Von Däniken, pois, não está sozinho. Não importa que não seja um clássico erudito, um arqueólogo de profissão ou um sábio exegeta bíblico. Estamos diante de um jornalista. Só? Não. De um jornalista honesto, bem informado e, sobretudo, muito inteligente. (audacioso seria redundante falar.)”
Von Däniken também aponta o problema da superpopulação do planeta Terra: “Já para o ano de 2050, as estatísticas contam com um número demográfico de 8,7 bilhões! Mais 200 anos, e já serão 50 bilhões; consequentemente, pois, 335 seres humanos deverão viver sobre um quilômetro quadrado. Inimaginável!” O livro é de 1968, e o crescimento populacional desde então já superou essas previsões. Em 2022, o planeta chegou já a 8 bilhões de habitantes. O autor defende o controle de natalidade nos países “subdesenvolvidos”: “Infelizmente, não podemos acreditar nesse caminho racional, porque é difícil demolir a muralha dos preconceitos, dos motivos supostamente éticos e das leis religiosas, enquanto aumenta a desgraça da superpopulação. Será mais humano, ou prescrito por Deus, que ano por ano morram de fome milhões de seres humanos, do que impedir essas pobres criaturas de nascer?”
A solução, segundo Däniken é a colonização de novos planetas:
“Estamos convencidos de que os homens em algum dia remoto colonizarão Marte e vencerão suas condições climáticas da mesma maneira que o fariam os esquimós se fossem transportados para o Egito. Planetas, alcançados por gigantescas naves cósmicas, serão povoados pelos nossos netos; colonizarão novos mundos como em passado bem recente ocorreu na América e Austrália. Por isso devemos nos dedicar à pesquisa do espaço cósmico! Devemos legar aos nossos netos uma oportunidade de sobrevivência! Cada geração que não cumprir essa tarefa, apressará a entrega da humanidade inteira à morte pela fome.”
A obra já foi traduzida para diversos idiomas, vendeu mais de 70 milhões de exemplares pelo mundo e deu origem a um programa de televisão, no canal History. No livro, o autor relaciona antigos marcos históricos de complexa tecnologia, incompatível ao período de sua formulação e construção, e que até hoje desafiam a compreensão da humanidade. Entre elas, as pirâmides do Egito e dos incas; o calendário maia; as Linhas de Nazca, no Peru; e as Cabeças da Ilha de Páscoa, no Chile, por exemplo. E relaciona, também, avistamentos de OVNIS (Objetos Voadores Não Identificáveis) pelo mundo, além de criticar o ceticismo e resistência dos cientistas:
“A identificação de achados já não é problema a ser resolvido apenas pela Arqueologia. Um grupo de cientistas, representando os diferentes campos de pesquisa especializada, certamente poderia levar-nos mais perto da solução desses enigmas. Debates e troca de opiniões fariam surgir pontos de vista elucidantes. O perigo de uma pesquisa, desse tipo, não chegar a conclusões definitivas reside no fato de que os cientistas não levam a sério a proposição de tais indagações, e, pior que isso, as ridicularizam. Viajantes espaciais nas brumas do remoto passado? Isso é tema inadmissível para cientistas das academias. E quem faz perguntas nesse terreno deveria consultar um psiquiatra. Mas as perguntas estão aí. E, graças aos céus, perguntas que têm a impertinente qualidade de permanecer no ar até que sejam respondidas.” fr
sábado, 12 de novembro de 2022
domingo, 22 de maio de 2022
quarta-feira, 4 de maio de 2022
Crimes cometidos no espaço serão julgados pelas leis da Terra
O Canadá aprovou uma alteração em seu Código Penal para poder punir crimes que possam vir a ser cometidos no espaço. A alteração foi aprovada pelo Congresso canadense no dia 28 deste mês por 181 votos, tendo recebido 144 votos contrários. Portanto, qualquer crime praticado por um astronauta canadense fora do nosso planeta será julgado pelas leis daquele país como se tivesse ocorrido em território do seu país. E também os crimes cometidos por astronautas estrangeiros contra os canadenses. O Canadá integra o projeto da Plataforma Orbital Lunar – Gateway, estação espacial em órbita lunar que servirá como um centro de pesquisas, suporte e estada, do qual fazem parte vários outros parceiros internacionais.
Este é um assunto que vem sendo discutido há anos, principalmente desde a chegada do homem à Lua, em 1969. E agora, com a crescente participação de empresas particulares e bilionários na exploração do espaço, a questão tornou-se ainda mais preocupante. Em 2019, a astronauta estadunidense Anne McClain foi acusada por sua ex-companheira de ter acessado enquanto estava na Estação Espacial Internacional sua conta bancária sem autorização. Pesquisando, eu não encontrei nenhuma informação a respeito do resultado do processo. Esta foi a primeira acusação de um crime possivelmente cometido no espaço.
Juridicamente, o espaço não pertence a ninguém especificamente, e sai à humanidade como um todo, mas, claro, as nações que vêm investindo mais e há mais tempo saíram na frente para a sua exploração. Entre os tratados internacionais sobre o espaço, o mais relevante é o Tratado do Espaço Exterior, segundo o qual o espaço não deve sua soberania reivindicada por ninguém, sua exploração deve obedecer a fins pacíficos e possíveis crimes cometidos devem obedecer a legislação dos países envolvidos (autor e réu).
Minha opinião: Com o esgotamento das riquezas da Terra e a maneira predatória que o ser humano cuida do planeta, o espaço vem sendo cobiçado pelos países mais ricos e, também, por empresas e bilionários. Se o ser humano vier a cuidar dos outros planetas que ele pretende conquistar como cuida do nosso as perspectivas não são nada boas. A índole humana é de dominar, impor, mandar, e, até mesmo, pela violência, foi o que aconteceu quando os europeus chegaram no continente americano nos séculos 15 e 16. Eu acredito na existência de vidas inteligentes em outros planetas (por que existiria somente no nosso?), e caso o ser humano as encontre, infelizmente, é bem provável que queira fazer o mesmo. Mas, pode ser que, dessa vez, nós, seres humanos, façamos o papel de índios... fr
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
terça-feira, 14 de julho de 2020
Caso Roswell completa 73 anos ainda despertando polêmicas 👽 👽 👽
Este mês, o chamado “Caso Roswell” completa 73 anos, quando uma nave alienígena teria caído na cidade de Roswell, no estado do Novo México, Estados Unidos. Eu me interesso muito pelo tema, vida extraterrestre. Nos primeiros dias de julho de 1947, o dono de um rancho, William Ware ‘Mack’ Brazel, visualizou uma cratera e destroços espalhados pela sua propriedade, indicando a queda de algo de grandes dimensões. Ele coletou algumas peças e as mostrou ao xerife local, que solicitou ajuda da Base Aérea existente na cidade.
O major Jesse Marcel foi enviado ao rancho, no dia 7 de julho, para apurar o que teria ocorrido, acompanhado do xerife e de um membro de uma agência do Serviço Secreto dos Estados Unidos. Segundo os relatos de testemunhas, o militar teria demonstrado espanto diante do material, que seria diferente de tudo o que ele conhecia. No dia seguinte, o jornal da região, “Roswell Daily Record” publicou matéria com a manchete “Força Aérea Captura Disco Voador em Rancho na Região de Roswell”.
Os militares recolheram os destroços e, claro, desmentiram tudo, alegando que teria sido apenas um balão meteorológico. Mais tarde, esses destroços foram apresentados à imprensa, a fim de corroborar a versão oficial. Mas, o fazendeiro ‘Mack’ Brazel teria contestado a sua autenticidade, afirmando que aqueles destroços que teriam caído em sua propriedade tinham inscrições muito incomuns, que em nada se assemelhavam com qualquer idioma conhecido. E que, ao ser amassado, retornaria à sua forma. Segundo os estudiosos sobre objetos voadores não identificados (ovnis), seria o início de uma política de acobertamento e descrédito da verdade.
Mas nada disso foi o suficiente para impedir que até hoje inúmeros livros, documentários e filmes fossem feitos defendendo a presença de extraterrestres no planeta. Teve início uma série de versões sobre o que teria realmente ocorrido, estimulando teorias que defendem que o governo estadunidense teria capturado uma nave extraterrestre e dois (ou mais) tripulantes, um deles morto e outro ainda vivo. Seriam seres de pequena estatura, de cor cinza, cabeças e olhos grandes.
De acordo com os que acreditam, a nave e os extraterrestres teriam sido levados para uma instalação da Força Aérea dos Estados Unidos no deserto do estado de Nevada, mais conhecida como ‘Área 51’. É lá, onde existiria uma enorme construção subterrânea, que os militares realizam o desenvolvimento de novas tecnologias para aviões, muitas das quais resultariam do estudo da nave alienígena resgatada. E também onde teria sido realizada a autópsia do extraterrestre morto no acidente em Roswell, além de ser mantido outro ainda vivo.
Durante algum tempo, o vídeo da suposta autópsia foi divulgado por diversas emissoras de televisão do mundo. Mais tarde, especialistas identificaram erros grosseiros que indicariam a existência de uma fraude. Muitos defendem que o próprio governo dos Estados Unidos teria preparado o vídeo, para desacreditar os defensores da história da queda da nave extraterrestre em Roswell.
Seja verdade ou resultado da imaginação daqueles que querem acreditar na possibilidade de haver vida inteligente fora do nosso planeta, o mistério tem sido alimentado ao longo dos anos. A base militar é protegida como segredo de Estado, e até mesmo a existência da ‘Área 51’, criada na década de 1950, durante o pior período da Guerra Fria entre Estados Unidos e a antiga União Soviética, foi durante muito tempo negada.

Ao longo desses 73 anos, o ‘Caso Roswell’ tem mais teorias acrescentadas. Vários novos depoimentos de testemunhas são divulgados, inclusive daqueles que tiveram contato com os destroços. São militares, que, por já estarem aposentados, já poderiam falar; além de vizinhos do fazendeiro ‘Mack’ Brazel e ex-funcionários da ‘Área 51’. Como o assunto mexe com a imaginação e a paixão das pessoas, muitas das quais desejosas que a existência de vida inteligente em outros planetas seja verdade, o ‘Caso Roswell’ deve permanecer provocando muito interesse, no mundo todo.
A pequena cidade de Roswell, por sua vez, passou a ser conhecida mundialmente, e atrai turistas interessados em estar perto do local onde teria caído uma nave com extraterrestres de verdade. Aqueles que se interessam, como eu, por assuntos relacionados à vida extraterrestre podem, facilmente, encontrar uma grande quantidade de livros, filmes e textos à disposição para serem pesquisados na internet. Lembre-se, “a verdade está lá fora”. 🚀🚀🚀👽👽👽 fr
domingo, 14 de junho de 2020
EUA lançam programa Artemisa para a exploração do espaço
Desde 1969, quando Neil Armstrong fez o famoso passeio pelo único satélite natural da Terra, que a Lua vem sendo cobiçada pelos países mais ricos do mundo. A NASA, agência espacial dos Estados Unidos, divulgou recentemente o Programa Artemisa, em que pretende enviar mais astronautas à Lua, incluindo a primeira mulher. Mas, além disso, elaborou o que vem sendo chamado de Acordos de Artemisa, em que ambiciona a exploração comercial do satélite. O nome é uma referência à deusa grega, considerada deusa da Lua, além da caça, dos animais e vida selvagem. A NASA afirma ter convidado outras agências espaciais do mundo a fazerem parte do programa.
Utilizando como parâmetro o Tratado do Espaço Sideral, promulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1967, esses acordos procuram estabelecer regras para a exploração do espaço. Governos e empresas privadas devem respeitar os princípios da paz e cooperação, comprometendo-se a se ajudarem em casos de emergências e a divulgar dados e descobertas científicas. Além disso, seguir uma correta utilização dos dejetos no espaço, e proteger os locais históricos da Lua, como o da aterrissagem da Apolo 11 de Neil Armstrong.
Outra preocupação é com a extração dos recursos da Lua, de Marte e de asteroides em geral. Os interessados na exploração devem informar previamente o local escolhido, e os seus objetivos, a fim de evitar conflitos por uma mesma região. Seria o estabelecimento de “zonas seguras”. A divulgação desses acordos já provocou reações. O diretor da agência espacial russa Roscosmos, Dmitry Rogozin, considera uma apropriação indevida do espaço: “O princípio de invasão é o mesmo, seja na Lua ou no Iraque".
Com certeza, é um assunto que vai suscitar muita polêmica, afinal o espaço é, a princípio, considerado um bem comum à humanidade, mas o atual governo dos Estados Unidos não parece pensar assim. A coordenadora do Programa de Leis Espaciais da Universidade de Mississippi, Michelle Hanlon, cita o Tratado do Espaço Sideral, que não permite a apropriação por parte de países e empresas particulares de territórios no espaço. Mas é omisso quanto aos recursos lá existentes. Segundo ela, o interesse é garantir a posse do que se encontrar durante as viagens espaciais:
Minha opinião:
- Tanto os Estados Unidos como a Rússia criaram o precedente de que se pode tomar coisas da Lua e reivindicá-las a si próprio. (...) Se formos olhar isso da maneira mais pessimista ou cínica, não há dúvida de que as zonas seguras são uma forma de reivindicar direito sobre propriedade. É uma forma de dizer 'não chegue perto de mim'.

A tendência é que as pessoas vejam a exploração do espaço como algo bom, em que o nosso planeta esteja indo ao encontro de outras civilizações. Se pensarmos assim, tudo bem. Mas, desde que as descobertas advindas dessa exploração beneficiem a toda a humanidade, a começar pela criação de novas tecnologias para o uso nas mais diferentes áreas da vida humana. E que elas não acabem por ampliar ainda mais a distância já existente entre os países mais ricos e os demais.
Eu acredito na possibilidade de existirem vidas inteligentes em planetas espalhados pelo universo. À medida que a tecnologia existente vai se aprimorando, é natural que os projetos de ir a planetas mais distantes passem a se tornar mais viáveis. Um dia, chegar à Lua era considerado por muitos como algo impossível. Hoje, já se fala em viver em Marte. Quanto mais longe, mais complexas as consequências.
Cada vez mais, as estórias dos livros e filmes de ficção científica ficam mais próximas de se tornar realidade. A viagem ao espaço precisa ser com fins pacíficos, e que o ser humano não reproduza em outros planetas a lamentável prática predatória em busca de lucros. Caso contrário, acabará por destruir o nosso planeta e outros mais que vier a conseguir habitar. fr
Frases: Stephen Hawking

Stephen Hawking
(Físico e cosmólogo inglês)
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Dica de filme: "E. T. o extraterrestre"

E.T. O EXTRATERRESTRE (“E.T. the extra-terrestrial”)
EUA, 1982, Ficção-científica
Direção: Steven Spielberg
Com: Henry Thomas, Robert McNaughton, Peter Coyote, Dee Wallace e Drew Barrymore
EUA, 1982, Ficção-científica
Direção: Steven Spielberg
Com: Henry Thomas, Robert McNaughton, Peter Coyote, Dee Wallace e Drew Barrymore
Um clássico do cinema mundial, eu assisti no cinema, ainda criança, quando lançado. Extraterrestres são descobertos por agentes do governo dos Estados Unidos, quando faziam coleta de plantas e rochas em uma floresta da Califórnia, e levantam voo, deixando para trás um deles. Assustado, ele acaba se escondendo em uma das casas na região, sendo descoberto por Elliott (Henry Thomas), um menino de dez anos, e os dois tornam-se amigos. Enquanto tentam um contato com a nave para que ela volte para resgatar o extraterrestre, os dois têm que escapar dos agentes do governo, que perseguem o ET para analisá-lo e fazer testes. O filme conquistou vários prêmios, entre eles o Globo de Ouro de Melhor Filme, além de ter recebido várias outras indicações. Curioso como seres com tecnologia tão avançada, a ponto de chegar em planetas distantes, não tinham equipamentos para se comunicar entre si. Se tivessem, poderiam ter se comunicado mais facilmente para combinar o resgate. Não falo nem do fato dos extraterrestres não terem uniformes, estarem pelados, deixa para lá, claro, é um filme. 😊 😊 😊 fr
terça-feira, 28 de janeiro de 2020
segunda-feira, 27 de janeiro de 2020
sábado, 21 de setembro de 2019
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Arquivo X volta sem ainda empolgar
A série de TV Arquivo
X foi exibida entre os anos 1993 e 2002, e fez enorme sucesso entre todos
aqueles que, como eu, interessam-se por assuntos relacionados à possível vida
inteligente fora do nosso planeta. Como acontece com as séries em geral, a série
acabou por não conseguir manter o interesse geral nas suas últimas temporadas, difícil
manter a mesma qualidade depois de quase 10 anos no ar, além de dois filmes
exibidos no cinema. Este ano, a série retornou em uma 6ª temporada, prevista
para apenas seis episódios, com a
mesma abertura original e atores principais. O primeiro deles foi muito
bom, com ótimos efeitos especiais, e justificou a expectativa em torno da volta
dos dois agentes do FBI: Fox Mulder e
Dana Scully. O segundo episódio eu já não achei tão bom assim. Agora, o
terceiro, exibido hoje à meia-noite, foi simplesmente decepcionante. A estória
do ser lagarto, que é mordido por um ser humano e transforma-se em um
homem-lagarto, triste por ter que se adaptar às responsabilidades humanas, como
arranjar emprego, acordar cedo, ter que se vestir etc., pareceu mais uma
mistura de filme B com Scooby Doo, em que Fox
Mulder deu uma de atrapalhado Salsicha. Dessa vez, não havia nenhum grande
efeito especial, e o homem-lagarto apenas vestia uma roupa ridícula, bastante
maquiado. Não entendi a razão de esculachar o episódio de uma das séries de TV
mais cultuadas recentemente. Se mantiverem esse nível, a série não emplaca uma
nova temporada, e volta para o arquivo da televisão mundial. É torcer para melhorar!
fr
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Empresa holandesa promete instalar colônia humana em Marte em 2023
Está prevista
para ocorrer em 2023 a primeira viagem para Marte, onde será instalada uma
colônia humana. O projeto está sendo organizado por uma empresa holandesa, Mars One,
que recebeu a inscrição de 202.586 interessados pelo mundo inteiro. A
maioria dos inscritos foi dos Estados Unidos (24%), Índia (10%), China (6%),
Brasil (5%) e Grã Bretanha (4%). Desse total, os organizados reduziram os
interessados para um grupo de 705, que serão avaliados, e ano que vem seis
equipes de quatro pessoas cada serão escolhidas para participar de um período
de sete anos de testes médicos e de preparação para a adaptação ao ambiente do
planeta, com aulas de geologia, medicina, sociologia, agricultura, eletrônica e
organização de uma nova sociedade. A primeira equipe seguirá para Marte em
2023, e as demais em intervalos de dois e dois anos. Eles farão a viagem
somente de ida, pois não haverá retorno, portanto, viverão o restante de suas
vidas por lá.

A empresa
holandesa procura arrecadar a verba necessária para viabilizar o
empreendimento, algo em torno de US$ 6 bilhões. E para isso, tudo pode ser
transformado em dinheiro. As inscrições foram pagas, de acordo com a
nacionalidade do interessado, variando de US$ 5 para um habitante da Somália
até US$ 73 para o de Catar. Os brasileiros pagaram US$ 13. Além disso, produtos
com a marca 'Mars One' estão sendo comercializados. E alguns dos futuros
colonos serão escolhidos através de um reality
show, a ser realizado pela mesma empresa criadora do programa 'Big
Brother', na Holanda. A viagem até Marte levará sete meses. Marte tem um dia
24.6 horas e um ano de 687 dias terrestres, e temperaturas baixas: chegando a
27º no verão e -143º no inverno. O envio da primeira sonda terrestre a Marte
está prevista para o ano de 2018, quando será instalada a colônia. Dois
satélites se encarregarão de possibilitar a comunicação dos futuros colonos com
a Terra.
As residências
dos colonos terão água, energia e oxigênio produzidos por unidades de
sobrevivência; assim, dentro das residências eles poderão andar em roupas
normais. Fora delas, porém, somente com trajes especiais, para resistir ao
frio, à poeira e à ausência de oxigênio na atmosfera. A gravidade em Marte é
38% menor do que a do nosso planeta, o que permite a ambientação à superfície.
A primeira viagem levará alimentos e material diverso para a utilização na
colônia. Mas a intenção é que os primeiros colonos pesquisem o planeta, em
busca de matérias-primas a fim de desenvolver a colônia, e que produzam os seus
próprios alimentos em estufas portáteis.

Mas, nem todos
veem a ideia com otimismo, alertando para as enormes dificuldades e custos do
projeto. Em minha opinião, seres humanos irão, mais cedo ou mais tarde, a
outros planetas, inclusive para estabelecer vida permanente. É tudo uma questão
de tempo. É difícil dizer o que pode permanecer como "ficção" para
sempre. Quem viver, verá! A questão é se o ser humano repetirá os mesmos erros
nesses outros planetas que comete no nosso. Se a resposta for sim, no futuro as
guerras interplanetárias que vemos nos filmes, passarão a ser uma realidade. E
o futuro, portanto, desanimador. fr
Fontes: Revista Mundo
Estranho, jornal Zero Hora, Revista Planeta, portal Terra.
terça-feira, 20 de maio de 2014
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