A política no Brasil é vista como uma maneira conseguir um “emprego” e ganhar muito sem precisar trabalhar. Mas cargo político - como vereador, deputado, prefeito etc.-, não é emprego, é um compromisso assumido por um período determinado (mandato) junto à população para defender os seus interesses. Mas a quase totalidade não vê assim. Vários ex-jogadores, artistas e “celebridades” estão concorrendo nas eleições deste ano, buscando seguir o exemplo do ex-jogador Romário, que conseguiu se reeleger senador em 2022, mas é mais visto nas praias jogando futevôlei e divertindo-se nas “baladas” do que trabalhando em Brasília. Lamentável! fr
SEJA ÉTICO
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
domingo, 23 de agosto de 2026
Não anule o voto nem vote em branco, vote consciente!
Quem vota em branco ou anula o voto pensando que não está ajudando político a se eleger, está fazendo o oposto. Quanto menos votos válidos, menos votos os políticos precisam para se eleger! Vote consciente! fr
segunda-feira, 7 de outubro de 2024
Eduardo Paes é reeleito para o 4º mandato como prefeito do Rio de Janeiro
Eduardo Paes (PSD) foi reeleito, ontem, no primeiro turno, com 60,47% dos votos válidos, para o seu quarto mandato como prefeito da cidade do Rio de Janeiro. O seu partido conseguiu eleger a maior bancada, com 16 vereadores, o que vai facilitar muito a aprovação de projetos por parte do prefeito, que ainda conta com o apoio de outros partidos que o apoiam, chegando ao total de 28 vereadores. O vice-prefeito é Eduardo Cavaliere, também do PSD. A coligação “É o Rio seguindo em frente”, que levou os dois candidatos à vitória é composta pelos partidos PSD, PSB, PT, PODE, PRD, AGIR, PCdoB, DC, SOLIDARIEDADE, AVANTE, PV e PDT. A eleição na cidade do Rio teve 3.477.280 votos totais, incluindo os 245.618 votos nulos (7,06%) e os 152.491 votos em branco (4,39%). E 1.532.093 eleitores preferiram não votar, o que corresponde a 30,58% do total. Muita gente! São pessoas que não puderam votar e, também, pessoas que não sabem valorizar a importância do voto e da democracia, principalmente lembrando que há alguns anos milhares de brasileiros foram perseguidos, torturados, exilados e/ou mortos lutando por esse direito! Eu tomei a decisão de votar no professor Tarcísio Motta, do PSOL, para ajudar a ampliar a sua votação, já que eu sabia que Eduardo Paes provavelmente seria reeleito, como acabou sendo. E votei na legenda do PT para vereador. fr
quinta-feira, 21 de março de 2024
Partidos políticos podem espalhar cartazes e outdoors pelas ruas em Portugal
Chegamos em Portugal poucos dias antes da eleição legislativa, realizada no dia 10 de março. Eu vi muitos cartazes e outdoors dos partidos políticos pelas ruas de Lisboa, algo que, felizmente, já foi proibido no Brasil por conta da poluição visual que provoca. fr


segunda-feira, 11 de março de 2024
Em eleição muito disputada, Portugal escolhe parlamentares que definirão novo primeiro-ministro
Neste domingo, dia 10 de março, os portugueses foram às urnas votar, em uma eleição antecipada em dois anos devido à renúncia do primeiro-ministro Antônio Costa, em novembro do ano passado. Em Portugal, ao contrário do Brasil, o voto é facultativo. O resultado mostrou uma disputa muito apertada. Com 99% das urnas apuradas, a coligação da AD (Aliança Democrática), liderada pelo PSD (Partido Social-Democrata), venceu o PS (Partido Socialista), do primeiro-ministro Antônio Costa, no poder desde 2015. O partido ultra-radical Chega foi a terceira força, com o candidato André Ventura (uma versão mais bem apresentada do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro) defendendo propostas como estabelecer cotas anuais de autorização de imigrantes e revogar o acordo de mobilidade entre os países da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), aí incluído o Brasil. A AD elegeu 79 parlamentares, antes tinha 77; o PS 77, perdendo bastante representatividade, já que tinha 120; e o Chega cresceu, de 12 parlamentares para os 48 que elegeu ontem. Ainda faltam quatro parlamentares a serem eleitos. Em Portugal, os eleitores votam em partidos para definir os 230 deputados da Assembleia da República, e, em geral, o escolhido para primeiro-ministro é o líder do partido vencedor das eleições; a nomeação é feita pelo presidente da República. Antônio Costa governou desde 2015 e enfrentou várias denúncias de má administração pública e corrupção. O comentarista político Luís Marques Mendes prevê muita instabilidade no país, devido à falta de uma maioria maus ampla do futuro primeiro-ministro: "Perante este resultado a AD deveria fazer um entendimento com o Chega? Se Montenegro [candidato da AD] disse que 'não é não' não pode agora dizer o contrário, viria aí uma crise de credibilidade. Nunca tivemos uma noite eleitoral tão instável como esta, é um ambiente terrível e saio desta noite profundamente preocupado e a vaticinar que vamos ter novas eleições legislativas em janeiro ou fevereiro do próximo ano." fr
domingo, 25 de fevereiro de 2024
sábado, 1 de julho de 2023
Jair Bolsonaro é condenado pelo TSE e está inelegível por 8 anos
segunda-feira, 31 de outubro de 2022
domingo, 30 de outubro de 2022
Lula é eleito pela 3ª vez, e faz o discurso da vitória

“Meus amigos e minhas amigas.
Chegamos
ao final de uma das mais importantes eleições da nossa história. Uma eleição
que colocou frente a frente dois projetos opostos de país, e que hoje tem um
único e grande vencedor: o povo brasileiro.
Esta
não é uma vitória minha, nem do PT, nem dos partidos que me apoiaram nessa
campanha. É a vitória de um imenso movimento democrático que se formou, acima
dos partidos políticos, dos interesses pessoais e das ideologias, para que a
democracia saísse vencedora.
Neste
30 de outubro histórico, a maioria do povo brasileiro deixou bem claro que
deseja mais – e não menos democracia.
Deseja
mais – e não menos inclusão social e oportunidades para todos. Deseja mais – e
não menos respeito e entendimento entre os brasileiros. Em suma, deseja mais –
e não menos liberdade, igualdade e fraternidade em nosso país.
O
povo brasileiro mostrou hoje que deseja mais do que exercer o direito sagrado
de escolher quem vai governar a sua vida. Ele quer participar ativamente das decisões
do governo.
O
povo brasileiro mostrou hoje que deseja mais do que o direito de apenas
protestar que está com fome, que não há emprego, que o seu salário é
insuficiente para viver com dignidade, que não tem acesso a saúde e educação,
que lhe falta um teto para viver e criar seus filhos em segurança, que não há
nenhuma perspectiva de futuro.
O
povo brasileiro quer viver bem, comer bem, morar bem. Quer um bom emprego, um
salário reajustado sempre acima da inflação, quer ter saúde e educação públicas
de qualidade.
Quer
liberdade religiosa. Quer livros em vez de armas. Quer ir ao teatro, ver
cinema, ter acesso a todos os bens culturais, porque a cultura alimenta nossa
alma.
O
povo brasileiro quer ter de volta a esperança.
É
assim que eu entendo a democracia. Não apenas como uma palavra bonita inscrita
na Lei, mas como algo palpável, que sentimos na pele, e que podemos construir
no dia-dia.
Foi
essa democracia, no sentido mais amplo do termo, que o povo brasileiro escolheu
hoje nas urnas. Foi com essa democracia – real, concreta – que nós assumimos o
compromisso ao longo de toda a nossa campanha.
E
é essa democracia que nós vamos buscar construir a cada dia do nosso governo.
Com crescimento econômico repartido entre toda a população, porque é assim que
a economia deve funcionar – como instrumento para melhorar a vida de todos, e
não para perpetuar desigualdades.
A
roda da economia vai voltar a girar, com geração de empregos, valorização dos
salários e renegociação das dívidas das famílias que perderam seu poder de
compra.
A
roda da economia vai voltar a girar com os pobres fazendo parte do orçamento.
Com apoio aos pequenos e médios produtores rurais, responsáveis por 70% dos
alimentos que chegam às nossas mesas.
Com
todos os incentivos possíveis aos micros e pequenos empreendedores, para que
eles possam colocar seu extraordinário potencial criativo a serviço do
desenvolvimento do país.
É
preciso ir além. Fortalecer as políticas de combate à violência contra as
mulheres, e garantir que elas ganhem o mesmo salários que os homens no
exercício de igual função.
Enfrentar
sem tréguas o racismo, o preconceito e a discriminação, para que brancos,
negros e indígenas tenham os mesmos direitos e oportunidades.
Só
assim seremos capazes de construir um país de todos. Um Brasil igualitário,
cuja prioridade sejam as pessoas que mais precisam.
Um
Brasil com paz, democracia e oportunidades.
Minhas
amigas e meus amigos.
A
partir de 1º de janeiro de 2023 vou governar para 215 milhões de brasileiros, e
não apenas para aqueles que votaram em mim. Não existem dois Brasis. Somo um
único país, um único povo, uma grande nação.
Não
interessa a ninguém viver numa família onde reina a discórdia. É hora de reunir
de novo as famílias, refazer os laços de amizade rompidos pela propagação criminosa
do ódio.
A
ninguém interessa viver num país dividido, em permanente estado de guerra.
Este
país precisa de paz e de união. Esse povo não quer mais brigar. Esse povo está
cansado de enxergar no outro um inimigo a ser temido ou destruído.
É
hora de baixar as armas, que jamais deveriam ter sido empunhadas. Armas matam.
E nós escolhemos a vida.
O
desafio é imenso. É preciso reconstruir este país em todas as suas dimensões.
Na política, na economia, na gestão pública, na harmonia institucional, nas
relações internacionais e, sobretudo, no cuidado com os mais necessitados.
É
preciso reconstruir a própria alma deste país. Recuperar a generosidade, a
solidariedade, o respeito às diferenças e o amor ao próximo.
Trazer
de volta a alegria de sermos brasileiros, e o orgulho que sempre tivemos do
verde-amarelo e da bandeira do nosso país. Esse verde-amarelo e essa bandeira
que não pertencem a ninguém, a não ser ao povo brasileiro.
Nosso
compromisso mais urgente é acabar outra vez com a fome. Não podemos aceitar
como normal que milhões de homens, mulheres e crianças neste país não tenham o
que comer, ou que consumam menos calorias e proteínas do que o necessário.
Se
somos o terceiro maior produtor mundial de alimentos e o primeiro de proteína
animal, se temos tecnologia e uma imensidão de terras agricultáveis, se somos
capazes de exportar para o mundo inteiro, temos o dever de garantir que todo
brasileiro possa tomar café da manhã, almoçar e jantar todos os dias.
Este
será, novamente, o compromisso número 1 do nosso governo.
Não
podemos aceitar como normal que famílias inteiras sejam obrigadas a dormir nas
ruas, expostas ao frio, à chuva e à violência.
Por
isso, vamos retomar o Minha Casa Minha Vida, com prioridade para as famílias de
baixa renda, e trazer de volta os programas de inclusão que tiraram 36 milhões
de brasileiros da extrema pobreza.
O
Brasil não pode mais conviver com esse imenso fosso sem fundo, esse muro de
concreto e desigualdade que separa o Brasil em partes desiguais que não se
reconhecem. Este país precisa se reconhecer. Precisa se reencontrar consigo
mesmo.
Para
além de combater a extrema pobreza e a fome, vamos restabelecer o diálogo neste
país.
É
preciso retomar o diálogo com o Legislativo e Judiciário. Sem tentativas de
exorbitar, intervir, controlar, cooptar, mas buscando reconstruir a convivência
harmoniosa e republicana entre os três poderes.
A
normalidade democrática está consagrada na Constituição. É ela que estabelece
os direitos e obrigações de cada poder, de cada instituição, das Forças Armadas
e de cada um de nós.
A
Constituição rege a nossa existência coletiva, e ninguém, absolutamente
ninguém, está acima dela, ninguém tem o direito de ignorá-la ou de afrontá-la.
Também
é mais do que urgente retomar o diálogo entre o povo e o governo.
Por
isso vamos trazer de volta as conferências nacionais. Para que os interessados
elejam suas prioridades, e apresentem ao governo sugestões de políticas
públicas para cada área: educação, saúde, segurança, direitos da mulher,
igualdade racial, juventude, habitação e tantas outras.
Vamos
retomar o diálogo com os governadores e os prefeitos, para definirmos juntos as
obras prioritárias para cada população.
Não
interessa o partido ao qual pertençam o governador e o prefeito. Nosso
compromisso será sempre com melhoria de vida da população de cada estado, de
cada município deste país.
Vamos
também reestabelecer o diálogo entre governo, empresários, trabalhadores e
sociedade civil organizada, com a volta do Conselho de Desenvolvimento
Econômico e Social.
Ou
seja, as grandes decisões políticas que impactem as vidas de 215 milhões de
brasileiros não serão tomadas em sigilo, na calada da noite, mas após um amplo
diálogo com a sociedade.
Acredito
que os principais problemas do Brasil, do mundo, do ser humano, possam ser
resolvidos com diálogo, e não com força bruta.
Que
ninguém duvide da força da palavra, quando se trata de buscar o entendimento e
o bem comum.
Meus
amigos e minhas amigas.
Nas
minhas viagens internacionais, e nos contatos que tenho mantido com líderes de
diversos países, o que mais escuto é que o mundo sente saudade do Brasil.
Saudade
daquele Brasil soberano, que falava de igual para igual com os países mais
ricos e poderosos. E que ao mesmo tempo contribuía para o desenvolvimento dos
países mais pobres.
O
Brasil que apoiou o desenvolvimento dos países africanos, por meio de
cooperação, investimento e transferência de tecnologia.
Que
trabalhou pela integração da América do Sul, da América Latina e do Caribe, que
fortaleceu o Mercosul, e ajudou a criar o G-20, a UnaSul, a Celac e os BRICS.
Hoje
nós estamos dizendo ao mundo que o Brasil está de volta. Que o Brasil é grande
demais para ser relegado a esse triste papel de pária do mundo.
Vamos
reconquistar a credibilidade, a previsibilidade e a estabilidade do país, para
que os investidores – nacionais e estrangeiros – retomem a confiança no Brasil.
Para que deixem de enxergar nosso país como fonte de lucro imediato e
predatório, e passem a ser nossos parceiros na retomada do crescimento
econômico com inclusão social e sustentabilidade ambiental.
Queremos
um comércio internacional mais justo. Retomar nossas parcerias com os Estados
Unidos e a União Europeia em novas bases. Não nos interessam acordos comerciais
que condenem nosso país ao eterno papel de exportador de commodities e matéria
prima.
Vamos
re-industrializar o Brasil, investir na economia verde e digital, apoiar a
criatividade dos nossos empresários e empreendedores. Queremos exportar também
conhecimento.
Vamos
lutar novamente por uma nova governança global, com a inclusão de mais países
no Conselho de Segurança da ONU e com o fim do direito a veto, que prejudica o
equilíbrio entre as nações.
Estamos
prontos para nos engajar outra vez no combate à fome e à desigualdade no mundo,
e nos esforços para a promoção da paz entre os povos.
O
Brasil está pronto para retomar o seu protagonismo na luta contra a crise
climática, protegendo todos os nossos biomas, sobretudo a Floresta Amazônica.
Em
nosso governo, fomos capazes de reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia,
diminuindo de forma considerável a emissão de gases que provocam o aquecimento
global.
Agora,
vamos lutar pelo desmatamento zero da Amazônia
O
Brasil e o planeta precisam de uma Amazônia viva. Uma árvore em pé vale mais do
que toneladas de madeira extraídas ilegalmente por aqueles que pensam apenas no
lucro fácil, às custas da deterioração da vida na Terra.
Um
rio de águas límpidas vale muito mais do que todo o ouro extraído às custas do
mercúrio que mata a fauna e coloca em risco a vida humana.
Quando
uma criança indígena morre assassinada pela ganância dos predadores do meio
ambiente, uma parte da humanidade morre junto com ela.
Por
isso, vamos retomar o monitoramento e a vigilância da Amazônia, e combater toda
e qualquer atividade ilegal – seja garimpo, mineração, extração de madeira ou
ocupação agropecuária indevida.
Ao
mesmo tempo, vamos promover o desenvolvimento sustentável das comunidades que
vivem na região amazônica. Vamos provar mais uma vez que é possível gerar
riqueza sem destruir o meio ambiente.
Estamos
abertos à cooperação internacional para preservar a Amazônia, seja em forma de
investimento ou pesquisa científica. Mas sempre sob a liderança do Brasil, sem
jamais renunciarmos à nossa soberania.
Temos
compromisso com os povos indígenas, com os demais povos da floresta e com a
biodiversidade. Queremos a pacificação ambiental.
Não
nos interessa uma guerra pelo meio ambiente, mas estamos prontos para
defendê-lo de qualquer ameaça.
Meus
amigos e minhas amigas.
O
novo Brasil que iremos construir a partir de 1º de janeiro não interessa apenas
ao povo brasileiro, mas a todas as pessoas que trabalham pela paz, a
solidariedade e a fraternidade, em qualquer parte do mundo.
Na
última quarta-feira, o Papa Francisco enviou uma importante mensagem ao Brasil,
orando para que o povo brasileiro fique livre do ódio, da intolerância e da
violência.
Quero
dizer que desejamos o mesmo, e vamos trabalhar sem descanso por um Brasil onde
o amor prevaleça sobre o ódio, a verdade vença a mentira, e a esperança seja
maior que o medo.
Todos
os dias da minha vida eu me lembro do maior ensinamento de Jesus Cristo, que é
o amor ao próximo. Por isso, acredito que a mais importante virtude de um bom
governante será sempre o amor – pelo seu país e pelo seu povo.
No
que depender de nós, não faltará amor neste país. Vamos cuidar com muito
carinho do Brasil e do povo brasileiro. Viveremos um novo tempo. De paz, de
amor e de esperança.
Um
tempo em que o povo brasileiro tenha de novo o direito de sonhar. E as
oportunidades para realizar aquilo que sonha.
Para
isso, convido a cada brasileiro e cada brasileira, independentemente em que
candidato votou nessa eleição. Mais do que nunca, vamos juntos pelo Brasil,
olhando mais para aquilo que nos une, do que para nossas diferenças.
Sei
a magnitude da missão que a história me reservou, e sei que não poderei
cumpri-la sozinho. Vou precisar de todos – partidos políticos, trabalhadores,
empresários, parlamentares, govenadores, prefeitos, gente de todas as
religiões. Brasileiros e brasileiras que sonham com um Brasil mais
desenvolvido, mais justo e mais fraterno.
Volto
a dizer aquilo que disse durante toda a campanha. Aquilo que nunca foi uma
simples promessa de candidato, mas sim uma profissão de fé, um compromisso de
vida:
O
Brasil tem jeito. Todos juntos seremos capazes de consertar este país, e
construir um Brasil do tamanho dos nossos sonhos – com oportunidades para
transformá-los em realidade.
Maus
uma vez, renovo minha eterna gratidão ao povo brasileiro. Um grande abraço, e
que Deus abençoe nossa jornada.”
Luiz Inácio Lula da Silva
Eleição presidencial de 2022 foi marcada pelo radicalismo, troca de acusações e ofensas. Infelizmente!
A eleição presidencial deste ano termina hoje, após meses de uma disputa polarizada, em que os candidatos pouco ou nada disseram a respeito de propostas concretas para um possível mandato. São dois candidatos que já governaram o Brasil. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi presidente de 2003 a 2011, e Jair Bolsonaro é o atual ocupante do cargo, desde 2019. Ao invés dos dois apresentarem as suas metas para um novo mandato, caso eleitos, eles passarem a campanha trocando ofensas e acusações. Eu tentei assistir aos debates entre os dois, na Rede Bandeirante e na Rede Globo, mas não consegui assistir até o final. Eles passaram o tempo todo se acusando, e não apresentaram nenhuma proposta concreta, apenas promessas que iriam resolver os problemas, mas não dizendo como. O país está dividido desde a eleição de 2014, entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, com o posterior impeachment da ex-presidente em 2016. Mas, nos últimos quatro anos, o país vem passando por um período de radicalismos muito grave e preocupante, em que seguidores do atual presidente ameaçam, intimidam, agridem e, em alguns casos, até matam quem pensa diferente. É preciso colocar um ponto final nisso e pacificar o país, mesmo sabendo que esses seguidores continuarão a ser o que já eram, mesmo que o seu candidato perca. As pessoas têm que se respeitar sempre, principalmente quando não pensam igual. Não é o povo que tem que brigar entre si por causa dos políticos, são os políticos que têm que lutar pelo povo! fr
quinta-feira, 6 de outubro de 2022
terça-feira, 4 de outubro de 2022
segunda-feira, 3 de outubro de 2022
Resultados das eleições para presidente e governador do Rio de Janeiro













