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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Depois de invadirem a Venezuela e sequestrarem o seu presidente (ditador que seja), os EUA mostram o que realmente queriam: o petróleo!

 

EUA comemoram "acordo" em que a Venezuela entrega 20% de suas reservas de petróleo sem custo por 100 anos! (E ainda teve quem acreditasse que era tudo pela democracia!)

Os estadunidenses estão comemorando! A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou, ontem, um “acordo” entre aquele país e os EUA que praticamente entrega o petróleo venezuelano à grande superpotência do Norte. A empresa North American Bleu Energy Partners (Nabep), da qual o governo estadunidense terá direito a 35%,vai ter os direitos de exploração e produção de 17 campos petrolíferos (têm reservas de 65 bilhões de barris, correspondentes a um quinto do total de reservas da Venezuela) por 100 ANOS! Os Estados Unidos vão ter assegurados a compra de 20% da produção a preço de custo e direito de preferência sobre os 80% restantes. E ainda teve quem acreditasse que os EUA sequestraram e prenderam o presidente Nicolás Maduro no dia 3 de janeiro para “restabelecer a democracia” na Venezuela. Burros! Tudo pelo dinheiro e riquezas da Venezuela! fr

domingo, 2 de agosto de 2026

Economista estadunidense vencedor do Prêmio Nobel destaca o Brasil como um dos poucos países com coragem para enfrentar a arrogância dos EUA

Em entrevista à BBC News Brasil que foi ao ar em 29 de julho, o economista estadunidense Joseph Stiglitz, um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Economia em 2001, parabenizou o Brasil por ser um dos poucos países do mundo que têm coragem de enfrentar os Estados Unidos. fr

terça-feira, 7 de julho de 2026

EUA perdem para a Bélgica por 4x1 e são eliminados do seu próprio Mundial. Bem feito!

Os Estados Unidos estão eliminados do Mundial! Perderam, ontem, para a Bélgica por 4x1, jogando em casa, em Seattle, Washington. E praticamente o mundo inteiro estava torcendo contra os EUA, tudo isso pela sua arrogância, e também pela interferência do presidente Donald Trump na FIFA, chegando a exigir que um jogador estadunidense que tinha sido expulso não cumprisse a punição de ficar de fora do jogo seguinte e pudesse atuar ontem. Agora, os três países que sediam este Mundial estão eliminados. fr

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Escândalo! Presidente dos EUA exige que a FIFA cancele cartão vermelho de jogador dos EUA e ele poderá jogar hoje, pelas quartas de final, contra a Bélgica

Mais uma vergonha neste Mundial, já marcado por uma vergonha em si que é um país como os Estados Unidos sediar uma competição internacional tão importante tendo cometido tantas violações ao Direito internacional, como invadir e sequestrar o presidente da Venezuela, mesmo ele sendo um ditador, e bombardear o Irã. O presidente estadunidense Donald Trump reconheceu, hoje, que “pediu” à FIFA que revisasse o cartão vermelho que o atacante dos EUA Folarin Balogun recebeu no jogo anterior, contra a Bósnia. Na realidade, todo mundo sabe que Donald Trump é arrogante e megalomaníaco demais para “pedir” alguma coisa a alguém. Ele exigiu e a FIFA, mais uma vez, deu demonstração de ser subserviente aos Estados Unidos. Uma vergonha! Trump reconheceu, também, que nem entende de futebol. Ele disse que nem sabia o que significava tomar um cartão vermelho no futebol: “Eu não sabia o que aquilo significava. Não achei que fosse grande coisa. Depois comecei a ouvir que isso significava que ele não poderia jogar a próxima partida. Isso é muito injusto!” Só rindo! Trump ainda foi leviano e disse que o árbitro que expulsou Folarin Balogun, o brasileiro Raphael Claus, “tem um passado muito suspeito”. Como ele faz sempre, não apresentou nenhuma prova do que disse. A CBF emitiu, hoje, uma nota em defesa do árbitro brasileiro. Com mais essa concessão da FIFA aos EUA, eles poderão jogar com um jogador que foi expulso no jogo anterior, hoje, contra a Bélgica, pela oitavas de final. Um escândalo! Mas, como todo mundo sabe, quem manda no mundo são os Estados Unidos, e isso inclui mandar no futebol também!  fr

segunda-feira, 23 de março de 2026

Após invadir a Venezuela e bombardear o Irã, por que os EUA não são excluídos do Mundial?

Como pode os EUA, um país que está constantemente envolvido em intervenções, invasões e guerras poder participar e sediar uma Copa do Mundo de futebol? Quando a Rússia invadiu a Ucrânia em 2022 sofreu sanções e condenações internacionais, e foi banida dos Mundiais de 2022 e de 2026. Além disso, a Rússia foi proibida de participar da Olimpíada de Paris, em 2024. Os atletas russos puderam participar como “atletas individuais russos”, mas a bandeira e o hino nacional da Rússia foram banidos. Então, depois de invadir a Venezuela e sequestrar o seu presidente, mesmo sendo um ditador; e estar bombardeando o Irã, a pergunta é: por que os EUA vão poder participar e sediar o Mundial este ano? O dinheiro manda e pode tudo! Uma vergonha! fr

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

América não é um país, é um continente!

O esporte mais popular do Brasil e do mundo é o futebol, despertando a atenção e paixão de bilhões de pessoas. No domingo passado, dia 8, foi realizada a final da Liga Nacional de Futebol Americano (na realidade, dos EUA), o chamado Super Bowl, entre New England Patriots e Seattle Seahawks. Esse é um esporte praticamente desconhecido no Brasil, mas a Rede Globo transmitiu, pela primeira vez, o evento ao vivo, através dos seus canais pagos SporTV, Multishow e Globo Esporte. O “futebol americano” é tão interessante que a maior repercussão da final é sobre o show realizado no intervalo do jogo. A imprensa no Brasil praticamente só tem falado na apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny, e não é nem pela qualidade de sua música. É pela sensacional sacada que o cantor teve ao dizer a tradicional frase “Deus abençoe a América”, que os estadunidenses costumam repetir várias e várias vezes. Mas, como se sabe, a América para eles resume-se a apenas o país deles, os Estados Unidos. Bad Bunney disse “Deus abençoe a América, seja o Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Brasil, Colômbia, Venezuela, Guiana, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, México, Cuba, República Dominicana, Jamaica, Haiti, Antilhas, Estados Unidos, Canadá, e minha terra-mãe, minha pátria, Porto Rico. Seguimos aqui!” Bad Bunny escancarou ao mundo o que eu venho dizendo aqui, no meu blog: a América não é um país, América é um continente! fr

sábado, 24 de janeiro de 2026

Presidente dos EUA publica montagem em que aparece ao lado de um pinguim... na Groenlândia! 😄😄😄

Ontem, a página oficial do governo dos Estados Unidos postou uma montagem na rede social X, antigo Twitter, em que o presidente Donald Trump aparece andando na Groenlândia ao lado de um pinguim segurando a bandeira estadunidense; ao fundo a bandeira da Groenlândia. E uma legenda: “Embrace the penguin”, ou seja “abrace o pinguim”. RIDÍCULO! Virou piada mundial! Na Groenlândia NÃO têm pinguins! Esses animais vivem no hemisfério sul. A gente sabe que os estadunidenses não são muito inteligentes quando o assunto é o mundo, até porque para eles o “mundo” resume-se apenas aos Estados Unidos. Quantas vezes eles já falaram que a capital do Brasil é Buenos Aires, ou mostraram o Rio de Janeiro como se fosse a Floresta Amazônica... Eles viraram piada! E pensar que são justamente eles que estão querendo dominar o mundo! fr

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Nem os ursos polares querem os EUA na Groenlândia! 😄😄😄

Presidente dos EUA posta montagens em que está fincando bandeira do seu país na Groenlândia e mapas do Canadá e da Venezuela aparecem sob o domínio estadunidense

É espantoso e, ao mesmo tempo, revoltante, ver o presidente de um país dito democrático invadir nações soberanas para apoderar-se de suas riquezas, mesmo que ele tenha no poder um ditador como Nicolas Maduro na Venezuela. Igualmente revoltante ver esse mesmo presidente fazer ameaças abertas que irá invadir e tomar na mão grande um território pertencente a outro país, no caso a Groenlândia da Dinamarca. O presidente estadunidense Donald Trump vem fazendo tudo isso e ameaçando fazer muito mais! Ontem, Trump publicou em seu perfil em uma rede social uma montagem feita por Inteligência Artificial em que ele aparece no Salão Oval da Casa Branca com alguns líderes europeus, como a presidente da Comissão Europeia, a alemã Ursula Von der Leyen; a primeira-ministra da Itália Giorgia Meloni e o chanceler da Alemanha Friedrich Merz, entre outros. O assustador é que, ao fundo, aparece o mapa da América mostrando o Canadá, a Groenlândia e a Venezuela sob domínio dos Estados Unidos. Em outra montagem que Trump publicou, ele aparece fincando a bandeira dos Estados Unidos em solo da Groelândia, ao lado do seu vice, J. D. Vance, e do secretário de Estado, Marco Rubio. É assustador ver o presidente da superpotência mundial ameaçando invadir e tomar na mão grande outros países. O mundo precisa, urgentemente, tomar providências para barrar a sanha imperialista dos EUA, antes que seja tarde demais! fr 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Argumento de ladrão: vou roubar primeiro antes que outro roube

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está querendo justificar ao mundo que vai roubar a Groelândia da Dinamarca por que se os EUA não roubaram primeiro, a China ou a Rússia vai roubar!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

"Este hemisfério pertence a todos nós" (Artigo do presidente do Brasil no New York Times, 18/01/2026)

Os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a captura de seu presidente em 3 de janeiro são mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.

Ano após ano, as grandes potências têm intensificado os ataques à autoridade das Nações Unidas e de seu Conselho de Segurança. Quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser a exceção e se torna a regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais são colocadas em risco. Se as normas forem seguidas apenas seletivamente, a anomia se instala e enfraquece não apenas os Estados individuais, mas o sistema internacional como um todo. Sem regras acordadas coletivamente, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas.

Os chefes de Estado ou de governo – de qualquer país – podem ser responsabilizados por ações que prejudiquem a democracia e os direitos fundamentais. Nenhum líder tem o monopólio do sofrimento de seus povos. Mas não é legítimo que outro Estado se arrogue o direito de fazer justiça. As ações unilaterais ameaçam a estabilidade em todo o mundo, interrompem o comércio e os investimentos, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem ainda mais a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais.

É particularmente preocupante que tais práticas estejam ocorrendo na América Latina e no Caribe. Elas trazem violência e instabilidade a uma parte do mundo que luta pela paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição do uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos. Em mais de 200 anos de história independente, essa é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos, embora as forças americanas tenham intervindo anteriormente na região.

A América Latina e o Caribe abrigam mais de 660 milhões de pessoas. Temos nossos próprios interesses e sonhos a defender. Em um mundo multipolar, nenhum país deve ter suas relações exteriores questionadas por buscar a universalidade. Não seremos subservientes aos esforços hegemônicos. A construção de uma região próspera, pacífica e pluralistas é a única doutrina que nos convém.

Nossos países devem lutar por uma agenda regional positiva que seja capaz de superar as diferenças ideológicas em favor de resultados pragmáticos. Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e expandir o comércio dentro da região e com nações fora dela. A cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas.

A história tem demonstrado que o uso da força nunca nos aproximará desses objetivos. A divisão do mundo em zonas de influência e as incursões neocoloniais por recursos estão desatualizadas e são prejudiciais.

É fundamental que os líderes das principais potências entendam que um mundo de hostilidade permanente não é viável. Por mais fortes que sejam essas potências, elas não podem se basear apenas no medo e na coerção.

O futuro da Venezuela, e de qualquer outro país, deve permanecer nas mãos de seu povo. Somente um processo político inclusivo, liderado pelos venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável. Essa é uma condição essencial para que os milhões de cidadãos venezuelanos, muitos dos quais estão temporariamente abrigados no Brasil, possam retornar com segurança para casa. O Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelano para proteger os mais de 1.300 quilômetros de fronteira que compartilhamos e para aprofundar nossa cooperação.

É nesse espírito que meu governo tem se engajado em um diálogo construtivo com os Estados Unidos. Somos as duas democracias mais populosas dos continentes americanos. Nós, no Brasil, estamos convencidos de que a união de nossos esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir. Somente juntos poderemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva