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sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Os melhores programas da TV brasileira (6) - MUNDO SEM FIM


Eu costumo indicar programas que eu gosto de assistir na televisão. Hoje, vou indicar um ótimo canal de turismo no Youtube. Como eu costumo assisti-lo na TV, então, pode-se dizer que não está muito longe de ser um programa de televisão. 😄 É o canal “Mundo sem fim” do simpático casal Renan e Michele, basta jogar o nome do canal na pesquisa e vocês localizam rápido e fácil. O canal foi criado em 2015 e já tem 1,860 milhão de seguidores. Eu o conheci, por acaso, quando estava pesquisando sobre a China e encontrei os vídeos que o casal fez da sua viagem àquele país. Os dois são muito simpáticos, estão sempre com um sorriso no rosto, mostram os lugares turísticos, sua cultura, gastronomia e o Renan ainda costuma fazer o papel de guia, estudando previamente e, depois, passando interessantes informações históricas sobre o local onde eles estão passeando. E isso na hora em que estão filmando, o que eu considero um grande diferencial, ou seja, nada de gravar e, mais tarde, colocar a voz no vídeo, é tudo no momento em que estão passeando, depois, claro, eles fazem a edição das imagens. Em muitos vídeos, eles mostram lugares que a televisão aberta não costuma mostrar. Seria um sucesso enorme, aliás, se uma emissora exibisse os vídeos do canal em sua programação. Renan e Michele já estiveram em mais de 50 países, como, por exemplo, na China, Egito, Grécia, Rússia, Japão, Cuba, além do Vaticano e do Alaska e em algumas cidades brasileiras. Estiveram na Polônia, mostrando o campo de concentração de Auschwitz e até na Coreia do Norte. Muito legal para quem gosta de conhecer outros lugares pelo mundo afora e para quem gosta de História, ou seja, como eu! 😃O início do canal foi difícil, e os dois tinham que economizar ao máximo para viajar, hospedando-se nos lugares mais baratos e modestos. Atualmente, graças ao sucesso que eles conseguiram, já estão com anunciantes, o que possibilita a eles gastar mais em acomodações e restaurantes melhores, e visitar mais lugares cuja entrada seja cobrada, como museus e pontos turísticos mais procurados. Acredito que tudo isso é fruto do trabalho dos dois, eles merecem! Renan Greinert é de Curitiba e graduado em Engenharia da Computação, e Michele Martins é paulista e graduada em Administração, os dois conheceram-se em São Paulo. Eles decidiram viajar pelo mundo há dez anos, conforme o próprio Renan explica no site deles: “Foi só em meados de 2015 que uma combinação de fatores decidiu nosso destino. A Michele pediu as contas de onde ela trabalhava e eu, por coincidência, fui demitido no mesmo dia. Encaramos como um sinal: pegamos o dinheiro do acerto, nossas antigas economias, vendemos tudo o que tínhamos e nos jogamos na estrada.” O companheiro de viagem do casal é o ‘Mucuvinha’, um macaquinho de pelúcia que a Michele deu de presente ao Renan quando namoravam. Em 2023, o canal venceu o Prêmio iBest na categoria Viagens e Turismo, pelo voto popular. Quem quiser conhecer e passar a segui-los, basta uma rápida pesquisa no Youtube pelo nome do canal “Mundo sem fim”, fica a dica!
fr

A Muralha da China

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

'Trato Feito' (trecho)

 

Os melhores programas da TV brasileira (5) - TRATO FEITO


            O programa ‘Trato Feito’ (‘Pawn Stars’) passa no canal History Channel, e mostra as negociações feitas na loja de penhores Gold & Silver, em Los Angeles. A loja penhora, compra e revende os mais variados objetos, desde um quadro para decoração até um helicóptero de guerra. O grande diferencial é que o programa seleciona as negociações mais interessantes, em que a loja recebe pessoas querendo vender objetos raros e históricos, muitos por valores altíssimos.
       A loja é de propriedade da família Harrison, e desde o início de sua exibição teve a participação do avô Richard, mais conhecido como “o velho”, falecido em 2018, aos 77 anos, quem deu início a tudo, em 1989. Rick é quem comanda o negócio e torna o programa atrativo, principalmente para quem gosta de História e conhecimentos gerais. Ele negocia a compra dos objetos, sempre dando informações sobre eles e contextualizando a sua importância, e conta com a ajuda de vários especialistas para ajudá-lo a dar preço antes de comprar.
       A produção seleciona entre os clientes aqueles que têm objetos interessantes para participar do programa. Deve ser feita uma pesquisa sobre o que se está querendo vender, e Rick aparece no programa negociando com os clientes já falando sobre o objeto, lembrando datas, valores e tudo mais sobre ele. Rick Harrison torna a negociação algo agradável e interessante, além de passar bom humor e carisma.
       Completam o ‘elenco’ do programa o neto, Corey, o oposto do pai, sem carisma e muitas vezes deselegante com os clientes; e Chumlee, amigo de infância de Corey e que faz o papel de bobo e simplório, dando graça aos episódios. O programa ‘Trato Feito’ começou a ser exibido nos Estados Unidos em 2009, e é uma das maiores audiências do canal History naquele país, e também no Brasil, sendo exportado para mundo afora.
       Rick, Corey e Chumlee não trabalham diariamente na loja, para onde vão mais para gravar os episódios. Eu vi alguns vídeos no YouTube de entrevistas com Rick Harrison e também de brasileiros que visitaram a loja, que atrai muitos clientes e turistas, grande parte do Brasil. Eu gosto de programas assim, divertidos e que passam informações interessantes e curiosas. E indico ‘Trato Feito’ a quem é como eu. O programa passa no canal History Channel, que o exibe ao longo da semana, em dias e horários variados. fr

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Os melhores programas da TV brasileira (4) - SHOW DO MILHÃO

          Eu gosto muito de programas de perguntas, lembro do J. Silvestre, mas eu era criança na época. O ‘Show do Milhão’ foi um programa do SBT, apresentado pelo Silvio Santos, e fez muito sucesso entre 1999, inicialmente com o nome ‘Jogo do Milhão’, e 2003, chegando a virar vários tipos de jogos. O prêmio máximo era, claro, de um milhão de reais, que somente chegou a ser entregue uma única vez, para o bancário aposentado sul-mato-grossense Sidiney de Moraes, em 2003.
          Sidiney de Moraes contou, depois, que estudou muito, e chegou a comprar uma enciclopédia, além de assistir todos os programas e anotar em vários cadernos as perguntas que apareciam. O participante podia pular três vezes as perguntas que desconhecesse a resposta; pedir ajuda às cartas, tirando uma de quatro cartas, que eliminariam 1 a 4 respostas; e pedir ajuda aos universitários, que, em geral, nunca sabiam nada. 😀😀 Foram 18 perguntas, das quais duas Sidiney não sabia e pulou.
          A pergunta decisiva foi sobre a data de nascimento e a data de registro do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva: 6 e 27 de outubro. O Silvio Santos sempre bajulando os presidentes da República! 😀😀 Sidiney de Moraes afirmou ter dado 100 mil reais para cada um dos dois filhos, e quantias menores para outras pessoas, além de comprar um apartamento e um carro, guardando o restante. A esposa dele 
faleceu em 2007.
          O programa ‘Show do Milhão’ deve retornar à programação do SBT em breve, com a apresentação de Celso Portiolli. A participação de Sidiney de Moraes foi em dois programas, o primeiro até a pergunta de 500 mil reais, e semanas depois a pergunta de um milhão. Assista abaixo.fr

domingo, 26 de abril de 2020

Os melhores programas da TV brasileira (03) - CHAVES e CHAPOLIN COLORADO


        O programa mexicano “Chaves” (“El Chavo del Ocho”) é um clássico da televisão. Está sendo exibido há quase quatro décadas no Brasil, com muito sucesso e conseguindo criar públicos novos em diferentes gerações. São sempre os mesmos episódios, as mesmas piadas, e, mesmo assim, a audiência é grande, entre crianças e adultos. Eu gosto de assistir sempre que dá, e ao “Chapolin Colorado” (“El Chapulín Colorado”) também, mesmo preferindo mais o primeiro. A gente liga a televisão e só assiste notícias ruins sobre violência, doenças, tragédias e corrupção; é necessário procurar uma distração, principalmente quando não tem nada de mais interessante para ver em meio de tantos canais à disposição.
E até mesmo algumas situações mostradas nos programas que são bastante condenáveis não impedem de eu gostar de assistir. Havia bullyng contra gordos, fanhos, pessoas de idade ou com menos beleza; e a dona Florinda esbofeteava o Seu Madruga praticamente em todos os episódios, em uma atitude totalmente violenta e covarde. O Seu Madruga batia nas crianças, e não gostava de trabalhar, além de fumar; vício, aliás, que acabou matando o ator que o interpretava, Ramón Valdés, em 1988, aos 64 anos. O professor Girafalez também fumava, até mesmo em sala de aula.
         O criador de “Chaves” e “Chapolin Colorado” foi Roberto Gómez Bolaños, comediante, ator, diretor e roteirista, entre outras atividades que desempenhou. Bolaños interpretou Chaves e Chapolín Colorado. A primeira vez que o personagem Chaves foi ao ar na televisão mexicana, através do Canal 8, a Televisión Independiente de México, foi no dia 20 de junho de 1971, ou seja, ano que vem completará 50 anos.
Inicialmente Chaves era apenas um quadro do programa ‘Chesperito’, referência ao apelido que lhe deram, por ser considerado um gênio da criação, assim como Shakespeare; o pequeno Shakespeare, por conta de sua baixa altura. Com o sucesso que alcançou, de apenas quadro passou a ter um programa só seu. O mesmo ocorreu com Chapolin Colorado. Eu assisti a uma entrevista do ator Edgar Vivar, intérprete do Senhor Barriga e do Nhonho, em que ele disse ser Roberto Bolaños o responsável por todos os textos, por todas as falas dos personagens.
          Anos antes, Bolanõs já tinha outros programas de humor no Canal 8, como “El ciudadano Gómez” e “Sábados de la fortuna”, junto a alguns dos atores com os quais viria a contracenar em “Chaves” e “Chapolin Colorado”. Em janeiro de 1973, o Canal 8 uniu-se ao Telesistema Mexicano, dando origem à Televisa, um dos maiores grupos de comunicação do mundo.  O primeiro episódio do programa “Chaves” foi lançado pela Televisa em 26 de fevereiro de 1973, e o último em 7 de janeiro de 1980. Não houve uma despedida, foi um episódio normal. A emissora passou, então, a exibir as suas estórias como um quadro do programa “Chesperito”, até 12 de junho de 1992.
O programa próprio do “Chapolin Colorado” também estreou em 1973, terminando em 1979. Mas, ao contrário de “Chaves”, Roberto Bolaños fez um episódio especial, de despedida, exibido pela Televisa em 14 de outubro daquele ano. Chapolin também voltou a fazer parte do programa “Chesperito”, como quadro, até 1992. O programa “Chesperito” terminou em 1995, quando a Televisa quis tirá-lo do horário nobre, colocando novelas em seu lugar; Roberto Bolaños não gostou, e decidiu encerrá-lo.
 Em “Chaves”, as estórias ocorrem em uma vila, e seus moradores estão sempre em conflito. Chaves é um menino pobre, de 8 anos, interpretado por Bolaños, constantemente com fome e roupas velhas. Órfão, está todo dia na vila, mas não se esclarece onde ele mora, nem com quem. Em pelo menos um episódio, ele diz que não mora no barril de madeira, onde ele costuma entrar quando está chateado, e sim na “casa 8”, mesmo número da emissora onde tudo começou, daí o nome da série, “El Chavo del Ocho”. Mas nunca ficou esclarecido quem é o responsável pelo menino. É algo que nunca foi bem explicado, afinal, como é que uma criança de oito anos estava sempre com fome, mal vestido e nenhum parente ou responsável cuidava dele? kkkkkkk
“Chavo” em espanhol significa menino, garoto, com o sentido de levado. A tradução no Brasil preferiu passar para “Chaves”, provavelmente pela semelhança fonética, vai entender... Mas, na realidade, o nome verdadeiro do menino nunca foi revelado, acredito mesmo que Roberto Bolaños não tenha tido a intenção de colocar um nome nele. A música tema da abertura de “Chaves” é ‘The Elephant Never Forgets’, do francês Jean-Jacques Perrey. A direção dos programas, em sua maioria, foram de Enrique Segoviano, e do próprio Roberto Bolaños. 

Uma curiosidade: em um episódio em que as crianças brincam no salão de cabeleireiro onde o Seu Madruga está trabalhando, o Chaves daria apenas uns cortes no cabelo da Chiquinha. Mas, na realidade, Roberto Bolaños acabou cortando mais do que a María Antonieta de las Nieves esperava. kkkkkkk Assista ao vídeo abaixo.
Entre os outros personagens principais estão o Quico, o filho mimado e invejoso da Dona Florinda, uma viúva que nutre um interesse mútuo pelo professor Girafales, mas que nunca sai do flerte. A Chiquinha é a mais esperta de todas as crianças, é apaixonada pelo Chaves, mas não é correspondida. O seu pai, o Seu Madruga, é viúvo, não gosta muito de trabalhar, e está sempre com muitos meses de aluguel atrasado para o proprietário da vila, o Seu Barriga. A Dona Clotilde, mais conhecida pelas crianças como “Bruxa do 71”, é uma senhora solteira e apaixonada pelo Seu Madruga.
Chapolin Colorado é um herói atrapalhado, medroso, mas determinado a ajudar quem passa por problemas, bastava se lamentar: “Oh! E agora, quem poderá me defender?”. Roberto Bolaños quis brincar com os tradicionais super-heróis dos vizinhos Estados Unidos, com seus super poderes, equipamentos modernos e praticamente perfeitos. Chapolin é o herói humano, que tem medo, mas enfrenta as situações, mesmo sem super poderes. Uma de suas marcas é o uso constante de bordões: "Não contavam com minha astúcia!", "Sigam-me os bons!", "Aproveitam-se de minha nobreza!", "Suspeitei desde o princípio!", "Fiz intencionalmente para…",  "Todos os meus movimentos são friamente calculados" e "Não criemos pânico!".  
Os programas de Bolaños foram exportados para diversos países do mundo, e com muito sucesso. Assim como no México, onde elevaram a audiência do Canal 8, depois a da Televisa, no Brasil ocorreu o mesmo, com o SBT conseguindo ótimos resultados. A emissora de Silvio Santos exibe os programas desde agosto de 1984, alterando várias vezes os horários desde então, seja de manhã, de tarde, de noite e, até, de madrugada. O irônico é que ‘Chaves’ e ‘Chapolin Colorado’ vieram como contrapeso, junto a novelas compradas pela emissora brasileira. O SBT talvez nem os comprasse.

Na televisão paga, os programas já foram exibidos pelos canais Cartoon Boomerang, TBS e o mexicano TLN Network, que deixou de operar no Brasil. E desde maio de 2018, o Multishow,  canal da Globo, vem exibindo com exclusividade para a televisão paga os programas, inclusive alguns que não tinham sido mostrados no SBT. O sucesso dos programas foi tão grande que os atores passaram a viajar para se apresentar em vários países do mundo.
Carlos Villagrán, o Quico; María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha; Édgar Vivar, o Seu Barriga, e Rubén Aguirre, o professor Girafales vieram várias vezes ao Brasil para se apresentar em shows e dar entrevistas à televisão. Florinda Meza somente veio ao Brasil após a morte de Bolaños, em 2015. E Bolaños somente esteve no Brasil uma única vez, em 1981, e ainda assim de passagem, quando esteve em Foz do Iguaçu por dois dias, a caminho do Paraguai.
Em 1992, Bolaños e os demais atores de “Chaves” viriam para uma turnê ao Brasil, mas devido a instabilidade do governo Fernando Collor de Mello e ao confirsco da poupança e investimentos, a viagem foi cancelada. Mais uma para colocarmos na conta desse infeliz governo! E os personagens foram da televisão para as revistas em quadrinhos, desenhos na televisão, brinquedos, jogos virtuais, livros e muitos outros produtos.
         Em 1978, o ator Carlos Villagrán saiu do grupo, deixando de participar dos programas. Ele reivindicou para si os direitos de criação do seu personagem, aifrmando que foi ele quem criou as características marcantes do Quico, como as bochechas salientes e o choro na parede, por exemplo. Villagrán processou Roberto Bolaños, mas perdeu a ação. Villagrán preferiu, então, ir para a Venezuela anos depois, onde passou a fazer programas seus, com Ramón Valdés, alterando a grafia do nome do personagem, que passou a se chamar Kiko. Don Ramón chegou a voltar a fazer “Chaves”, por um tempo, antes de morrer.
        Carlos Villagrán deu várias entrevistas afirmando que Bolanõs e os outros colegas tinham ciúmes por ele fazer mais sucesso, atraindo mais atenção e carinho dos fãs e da imprensa, no México e nos países aonde iam. Também se diz que o fato de Villagrán ter namorado a colega de elenco, Florinda Meza, com quem Bolaños veio a secasar, teria sido uma das razões do desentendimento entre os dois.
          Roberto Bolaños viveu com Florida Meza durante 27 anos, após o término do seu primeiro casamento, com Graciela Fernández Pierre, com quem teve seis filhos. Ele próprio reconheceu não ter sido fiel à esposa durante o relacionamento. Separam-se, mas o divórcio mesmo somente ocorreu em 2004, para ele poder casar-se com Florinda, com quem não teve filhos, pois fez uma vasectomia antes de conhecê-la.
Villagrán e Bolaños ficaram anos sem se falar, somente se reencontrando em um especial em homenagem a Chesperito na Televisa em 2000. Mas, depois disso, Carlos Villagrán teria voltado a fazer comentários que desagradaram a Bolaños, e os dois nunca mais se falaram. Com a saída de Quico do programa, Bolaños fez algumas mudanças. A dona Florinda, mãe de Quico, abriu um restaurante, passando a aparecer mais fora da vila. Jaiminho, o carteiro, interpretado pelo ator Raúl Padilla  entrou no programa, fazendo muito sucesso.
         Outra briga no elenco ocorreu a partir de 2002, entre María Antonieta de las Nieves e Bolaños, também por disputa de direitos de personagem. Bolaños não renovara os direitos sobre a Chiquinha durante dez anos, e, ao descobrir isso, Antonieta registrou os direitos. Assim como Villagrán, afirmou ter sido ela quem criou as características da personagem. Foi processada por Roberto Bolaños. Após anos de disputa judicial, a atriz conseguiu ter os direitos, mas a amizade nunca mais voltou a ser o que era. E, por isso, a personagem Chiquinha ficou de fora da série de desenho animado do “Chaves”, criada em 2006.  
         Roberto Bolaños faleceu no dia 28 de novembro de 2014, aos 85 anos, em sua casa em Cancún, no México, vítima de parada cardíaca. Ele sofria de problemas respiratórios graves, e no último ano respirava com ajuda de um cilindro de oxigênio. O corpo de Bolanõs foi velado no Estádio Azteca, com a presença de milhares de pessoas. Assim como foram inúmeras as homenagens que recebeu no mundo todo. Bolaños foi enterrado na cidade do México. fr  (Fonte de referência principal: Wikipédia.)
 
 
Além de Roberto Gómez Bolaños (1929-2014), o Chespirito, os atores principais das duas séries são:
Ramón Antonio Estebán Gómez de Valdés y Castillo, o Don Ramón (1923-1988); Seu Madruga.
Florinda Meza García Gómez Bolaños (1949), a Dona Florinda e Pópis.
Carlos Villagrán Eslava (1944), o Quico.
María Antonieta de las Nieves (1950), a Chiquinha e Dona Neves.
Édgar Vivar Villanueva (1944), Seu Barriga e Nhonho.
Rubén Aguirre Fuentes (1934-2016), o Professor Girafalez.
María de los Ángeles Fernández Abad, a Angelines Fernández (1922-1994), a Bruxa do 71. Espanhola, nascida em Madrid.

Chaves lendo uma carta para o Seu Madruga (que confusão!) 😂 😂 😂

Chaves vendendo jornais e revistas

Professor Girafalez e os desenhos do Chaves e do Quico 😊 😊 😊

Abertura de "Chaves" no SBT

Abertura de "Chaves" no Multishow

Abertura de "Chapolin Colorado" no SBT

Abertura de "Chapolin Colorado" no Multishow

Roberto Bolaños corta de verdade o cabelo de María Antonieta

Atores de "Chaves" em turnê no Chile

"The Elephant Never Forgets" (Música-tema de "Chaves")

Roberto Bolaños e Edgar Vivar como o gordo e o magro

Chompiras e Peterete