O esporte mais popular do Brasil e do mundo é o futebol, despertando a atenção e paixão de bilhões de pessoas. No domingo passado, dia 8, foi realizada a final da Liga Nacional de Futebol Americano (na realidade, dos EUA), o chamado Super Bowl, entre New England Patriots e Seattle Seahawks. Esse é um esporte praticamente desconhecido no Brasil, mas a Rede Globo transmitiu, pela primeira vez, o evento ao vivo, através dos seus canais pagos SporTV, Multishow e Globo Esporte. O “futebol americano” é tão interessante que a maior repercussão da final é sobre o show realizado no intervalo do jogo. A imprensa no Brasil praticamente só tem falado na apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny, e não é nem pela qualidade de sua música. É pela sensacional sacada que o cantor teve ao dizer a tradicional frase “Deus abençoe a América”, que os estadunidenses costumam repetir várias e várias vezes. Mas, como se sabe, a América para eles resume-se a apenas o país deles, os Estados Unidos. Bad Bunney disse “Deus abençoe a América, seja o Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Brasil, Colômbia, Venezuela, Guiana, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, México, Cuba, República Dominicana, Jamaica, Haiti, Antilhas, Estados Unidos, Canadá, e minha terra-mãe, minha pátria, Porto Rico. Seguimos aqui!” Bad Bunny escancarou ao mundo o que eu venho dizendo aqui, no meu blog: a América não é um país, América é um continente! fr
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
América não é um país, é um continente!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
domingo, 19 de novembro de 2023
Cuba sempre ameaçada
quinta-feira, 16 de novembro de 2023
Quem nasce nos Estados Unidos da América é americano, norte-americano ou estadunidense?
Quando as pessoas referem-se a quem nasceu nos EUA, ou a produtos fabricados naquele país, é muito comum usar o gentílico “americano”. Nos países latino-americanos de língua espanhola e no Canadá que fala francês o termo mais usado é “estadunidense”, por ser o mais correto. Afinal, “América” não é um único país, refere-se ao continente todo, portanto, todos os seus países são “americanos”. Assim como “norte-americano” é usado para fazer referência à América do Norte, ou seja, EUA, Canadá e México. Mesmo assim, o termo “estadunidense” também não seria o mais adequado. Acontece que os EUA nunca se preocuparam com isso, até pela já conhecida autossuficiência que os caracterizam. E, por isso, nunca criaram um gentílico que fosse próprio ao país. Eles são a “América”, e são “americanos”, é como se nem existissem mais o restante do continente, para falar a verdade eles pouco pensam a respeito dos outros países que fazem parte da região. É como se estivessem bem distantes deles, como se não fizessem parte do mesmo continente. Até porque o cidadão estadunidense não sabe diferenciar os países que fazem parte do continente, eles usam os termos genéricos “América do Sul” e “América Central”. Isto quando param para pensar sobre o assunto, o que é muito raro. A FUNAG (Fundação Alexandre de Gusmão), ligada ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, concorda: "A rigor, 'americano' é o gentílico de 'América' ou 'Américas'; 'norte-americano', o gentílico de 'América do Norte'; e 'estadunidense', o gentílico de 'Estados Unidos'. Quando o contexto não permite interpretações dúbias, podem-se usar as formas 'americano' ou 'norte-americano' com referência aos EUA". É isso, eu uso o termo “estadunidense” na ausência de um gentílico mais preciso, é o menos ruim (inclusive aqui no meu blog). fr
sexta-feira, 8 de abril de 2022
Chaves reaparece por tecnologia que imita um ser humano de forma perfeita
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
segunda-feira, 21 de maio de 2018
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Frases: Bernie Sanders
domingo, 13 de julho de 2014
Vou torcer pela Argentina!
sábado, 12 de outubro de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
A criminalidade no país também se combate investindo maciçamente em educação!
quarta-feira, 6 de março de 2013
Após meses de luta, morre Hugo Chávez, aos 58 anos
Reprodução
sábado, 9 de fevereiro de 2013
A demonização de Chávez
Aí, caiu o mundo: isso é a prova de que Chávez é um malvado malvadíssimo. Já que ele detém essa riqueza, e com a subida do preço do petróleo graças à guerra do Iraque, ele quer usá-la para a solidariedade. Quer ajudar os países sul-americanos, e especialmente Cuba.
Cuba envia médicos, ele paga com petróleo. Mas esses médicos também foram fonte de escândalo. Dizem que os médicos venezuelanos estavam furiosos com a presença desses intrusos trabalhando nos bairros mais pobres. Na época em que eu morava lá como correspondente da Prensa Latina, nunca vi um médico.
Agora sim há médicos. A presença dos médicos cubanos é outra evidência de que Chávez está na Terra só de visita, porque ele pertence ao inferno. Então, quando for ler uma notícia, você deve traduzir tudo. O demonismo tem essa origem, para justificar a diabólica máquina da morte.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Um presidente que não vive no luxo e na ostentação
Estamos
acostumados a ver presidentes, primeiros-ministros, reis e rainhas usufruindo
do luxo e dos privilégios de suas funções. A começar por morarem com a família em
residências enormes, geralmente palácios, sempre com muita ostentação. Mas,
pelo menos um chefe de Estado no mundo vem se destacando por sua austeridade. É
o presidente uruguaio José Mujica, de 77 anos. Ele mora com a esposa, a
senadora Lucía Topolansky, na mesma chácara onde residiam antes de ele ser
eleito, em 2009. Ele não tem grandes mordomias, e ainda doa praticamente todo o
seu salário (o correspondente a 25 mil reais) a ONGs e à caridade, ficando com 10% para suas despesas. A esposa
também doa parte do seu salário. Mujica possui dois carros velhos e três
tratores. Em sua juventude, combateu a ditadura militar que dominou o Uruguai de
1973 a 1985, chegou a levar tiros e a ficar preso durante 14 anos, quando foi
torturado. O que mais se vê no Brasil e no mundo todo são políticos
enriquecerem às custas do povo. O presidente José Mujica é uma exceção e um
exemplo que deveria ser seguido por todos, o que, evidentemente, não vai
acontecer, porque a maioria dos políticos é individualista e se preocupa mais
com o pessoal do que com o coletivo. Parabéns ao presidente uruguaio José
Mujica! frsegunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
Bolívia será próximo membro efetivo do Mercosul
A Bolívia será o sexto país integrante do Mercosul (Mercado Comum
do Sul), que vem a ser uma União Aduaneira, ou seja, uma área de livre comércio
com uma tarifa externa comum. Ontem, foi assinado em reunião de cúpula em Brasília
o protocolo de adesão desse país, que virá a ser concretizada após a aprovação
dos Congressos dos membros efetivos: Brasil, Argentina, Uruguai, Venezuela e o
Paraguai, suspenso desde o impeachment do então presidente Fernando
Lugo, em junho deste ano. A Bolívia é um Estado associado ao Mercosul, assim
como Chile, Peru, Colômbia e Equador, país que já demonstrou a intenção de se
associar de forma efetiva ao bloco. O Suriname também manifestou o desejo de
passar a ser Estado associado. É mais um passo para a união dos países da América
do Sul, através da UNASUL (União de Nações Sul-Americanas), o que, após ser
concretizada, substituirá os blocos Mercosul e a Comunidade Andina de Nações, e
tornará os países mais fortes para negociar com os EUA e a União Europeia. fr










