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sábado, 13 de dezembro de 2025

INSS bloqueia o pagamento de aposentado dizendo que ele está morto... pela 3ª vez!

Este é mais um caso absurdo da incompetência e do descaso do atendimento aos cidadãos. O aposentado José Albino, de 87 anos, residente no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, não consegue receber a sua aposentadoria porque o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) diz que ele está morto. E o pior de tudo é que é a TERCEIRA vez que o INSS faz isso com o aposentado, que já passou pela mesma situação em 2019 e 2023. Ele já foi ao INSS provar que está vivo (uma situação surreal!), até já entrou anteriormente na Justiça para obrigar o INSS a pagá-lo, mas o absurdo continua acontecendo. O aposentado já teve câncer e é obrigado a pedir aos familiares e amigos uma ajuda para pagar pelos seus remédios e para pagar as suas contas, já tendo, inclusive, a luz cortada por conta do bloqueio do recebimento de sua aposentadoria. O INSS limita-se a informar que o pagamento está sendo regularizado. Quantas pessoas mais não estarão passando pela mesma situação? É muito desrespeito e pouco caso com o ser humano! fr 

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Na hora de roubar aposentados e pensionistas, tudo é fácil e sem burocracia; mas para devolver o dinheiro tudo é complicado

Estão criando dificuldades para os idosos! Na hora de tirar o dinheiro dos aposentados e pensionistas não pediram, agora, na hora de devolver, a pessoa que foi roubada ainda tem que se cadastrar pelo aplicativo, e PEDIR que devolvam o seu dinheiro. UMA VERGONHA! Souberam tirar, então, eles que se virem para devolver, sem complicações. Muitos idosos nem telefone têm, quanto mais saber usar aplicativo, em que país essa gente vive!? fr 

domingo, 18 de agosto de 2024

Absurdo: Milhões de reais em aposentadorias e pensões de cidadãos brasileiros estão indo para Portugal, quando deveriam permanecer aqui para o fortalecimento da nossa economia

Infelizmente, os problemas sociais existentes no Brasil estão provocando a perda de milhões de reais com a fuga de brasileiros para Portugal. Em especial a violência. Além de causar prejuízos óbvios à população que vive no nosso país, em decorrência dos assaltos, furtos e mortes, a violência faz com que milhares de brasileiros deixem o Brasil devido à insegurança. Quem acaba beneficiando-se disso são os portugueses, muitos dos quais são contrários à presença desses mesmo brasileiros em Portugal e chegam a gritar em público: “voltem para tua terra!”. Cada vez mais são constantes agressões, inclusive físicas, por parte de portugueses contra os brasileiros que optaram por deixar o Brasil, em busca de melhores condições de vida e segurança em Portugal. Mas a verdade é que os brasileiros que vivem em Portugal estão sendo, cada vez mais, imprescindíveis à economia portuguesa. Reportagem do jornal “Público”, de Lisboa, de 12 de agosto deste ano, escancara a importância dos brasileiros. Somente os aposentados e pensionistas brasileiros que vivem em Portugal vão contribuir com mais de 26 MILHÕES DE EUROS para a economia daquele país este ano. Na realidade, o valor é ainda muito maior porque somente calcula os valores de aposentados e pensionistas da iniciativa privada no Brasil, não conta os servidores públicos, cuja soma aumentaria bastante o total. Todo esse dinheiro poderia (e deveria!) estar movimentando a economia brasileira e sendo investido na Educação, na Saúde e na Segurança daqui. Se os governantes brasileiros investissem mais, e melhor, na Educação e na profissionalização dos jovens, além de combater a violência, com as Forças Armadas impedindo a entrada de armamentos e drogas no nosso país, milhares de brasileiros iriam preferir permanecer no Brasil. E, consequentemente, todo esse dinheiro que está deixando o país, beneficiando os portugueses, estaria sendo investido na nossa economia, e para o nosso benefício! Eu considero isto tão importante que transcrevo, abaixo, na íntegra, a reportagem, devidamente creditada, para que os meus leitores possam ler e refletir. Os destaques em negrito são meus. fr

Reportagem do jornal português 'O Público'

 

Aposentados e pensionistas estão levando milhões de reais para Portugal

Os aposentados e pensionistas brasileiros têm sido peças fundamentais para movimentar a economia portuguesa. Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que corresponde à Segurança Social lusitana, apontam que, somente neste ano, esse grupo vai receber 26,4 milhões de euros em aposentadorias e pensões, o equivalente a R$ 158,4 milhões, recursos que serão destinados a atividades produtivas portuguesas. “É um volume de dinheiro significativo para qualquer economia”, diz o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.

É importante ressaltar que o impacto econômico provocado por aposentados e pensionistas brasileiros em Portugal é muito maior. A conta feita pelo presidente do INSS não inclui os benefícios pagos a servidores públicos, que têm rendimentos muito maiores, e os complementos de aposentadorias feitos por fundos de pensão, como a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil. Eles são muitos a viver em Portugal.

Desde 2016, acrescenta o INSS, os aposentados e pensionistas brasileiros remeteram 200,8 milhões euros (R$ 1,2 bilhão) para a economia portuguesa. Pelos cálculos do instituto, são pagos, mensalmente, 7.505 benefícios em Portugal, para 6.909 pessoas. Alguns segurados têm mais de um contra-cheque, o que é permitido por lei. Todos esses aposentados e pensionistas deram saída fiscal do Brasil.

A DJ paraense Verinha Pinheiro, aposentada de 60 anos, faz parte desse grupo que trocou o Brasil por Portugal. Em 2018, cansada do agito e da violência no Rio de Janeiro, onde vivia, ela optou pela tranquilidade de Braga, no Norte de Portugal. “Queria dar um novo rumo à minha vida, o que foi facilitado por eu ter cidadania portuguesa”, diz. “Não foi fácil a adaptação, mas estou feliz agora”, complementa.

Para facilitar a integração em Portugal, Verinha e a companheira dela, Érica Vilela, 44, coordenadora de marketing na Vera Almonds, decidiram trabalhar como motoristas de aplicativo. “Foi a forma que encontramos para conhecer a cidade e, também, fazer amizades e complementar a renda. E deu certo”, assinala.

Mesmo aposentada, Verinha optou por continuar trabalhando com sua grande paixão, a música. “Conquistei um espaço no mercado português e tenho feito diversas apresentações”, conta. O resultado de tanto empenho foi o imóvel que o casal comprou em Braga. “Fizemos uma ampla reforma e deixamos o apartamento do jeito que queríamos”, complementa.

Empregos e impostos

Os recursos recebidos por aposentados e pensionistas são quase que, integralmente, destinados para o consumo – supermercados, restaurantes, turismo, imobiliário, lazer. Na avaliação da economista Sandra Utsumi, diretora executiva do Haitong Bank em Portugal, esse grupo move qualquer economia, sobretudo as de cidades menores, onde qualquer injeção de dinheiro faz a diferença.

Sandra ressalta que os fluxos de brasileiros para território luso, inclusive de aposentados, costumam seguir os ciclos econômicos de Brasil e Portugal. Mais recentemente, no entanto, fatores como segurança e custos de serviços como saúde e educação têm sido determinantes para a mudança de país. Ela destaca, ainda, que vários aposentados decidiram se fixar em Portugal depois de visitarem o país como turistas e constatarem suas qualidades.

Há outro ponto bastante relevante: muitos aposentados decidiram ficar mais perto de filhos e netos, que passaram a trabalhar e a estudar em Portugal. Para isso, se beneficiaram de um instrumento oferecido pelo governo português, o reagrupamento familiar. No Brasil, é enorme a parcela de aposentados e pensionistas do INSS que são a principal fonte de renda da família.

Para se ter uma ideia de como a presença de aposentados e pensionistas brasileiros em Portugal é importante, os mais de 26 milhões de euros que eles despejarão na economia portuguesa neste ano seriam suficientes para bancar vários programas do governo para a erradicação da pobreza no país, previstos no Orçamento de 2024. Dois dos projetos incluídos no Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), custarão cerca de 20 mil euros (R$ 120 mil).

A diretora do Haitong Bank explica que, quando a economia se movimenta, empregos são criados e o governo arrecada mais impostos, que são revertidos em favor da sociedade. “Essa é a lógica econômica”, frisa. Para ela, é evidente que os imigrantes brasileiros, incluindo os aposentados e pensionistas do INSS, estão fazendo a diferença para que a economia portuguesa se mantenha distante da recessão.

Muitos são os planos

Os brasileiros com 65 anos ou mais representam 3,3% da comunidade oriunda do Brasil residente em Portugal. Eles não representam custos para os cofres da Segurança Social lusitana. “Muito pelo contrário, nós ajudamos a reforçar o caixa do governo português por meio de tudo o que consumimos”, diz a aposentada Sandra Harris, 67, carioca que mora no Porto.

Formada em biologia e ex-proprietária de um clube de tênis na Barra da Tijuca, bairro de emergentes no Rio de Janeiro, Sandra e o marido, John, 68, economista, escolheram Portugal como destino para desfrutar a aposentadoria. Os dois, entretanto, não dependem do INSS, pois vivem dos rendimentos acumulados ao longo das carreiras. Ela divide a rotina entre Portugal e Washington, onde moram as filhas e os netos.

A busca por melhores oportunidades e a vontade de oferecer um futuro promissor para seu filho levaram Pedro Luís de Aguiar, 73, a deixar o Brasil e a começar uma nova vida em Portugal. Nascido em São Pedro, no interior de São Paulo, Pedro tem uma trajetória profissional vasta e respeitada como relações públicas e jornalista. Aposentado pelo INSS há 10 anos, ele se vê, agora, diante de um novo desafio: continuar trabalhando para complementar a renda da aposentadoria, que considera insuficiente.

O jornalista e a esposa, Rogéria, 59, se estabeleceram em Vizeu com o filho do casal, também chamado Pedro, 17. O jovem, segundo o pai, tem chance de desenvolver uma carreira no futebol em Portugal. “A decisão de nos mudarmos do Brasil foi tomada para apoiar esse sonho”, relata o aposentado. Ele ressalta que a mulher, com forte espírito empreendedor, abriu um salão de beleza na cidade lusitana, apoiada em 20 anos de experiência no ramo.

“Pretendo continuar atendendo empresas brasileiras e trabalhando em projetos, pois a aposentadoria do INSS não é suficiente. Portanto, preciso complementar a renda. Isso vale para mim e para a minha mulher”, enfatiza. O casal vendeu o imóvel que tinha no Brasil. “Temos recursos para um ano, mas é necessário ganhar dinheiro nesse período. A Rogéria certamente terá sucesso com seu salão, pelo profissionalismo dela.”

Professor aposentado pelo INSS, Roberto Moreno, 72, afirma que encontrou em Portugal, há 32 anos, um refúgio de segurança e tranquilidade, por isso, nem pensa em retornar para o Brasil. Na opinião dele, há, sim, problemas no país europeu, como a discriminação a imigrantes e o excesso de burocracia, mas as vantagens são maiores. “No Brasil, teria medo de sair à noite, mas, em Portugal, posso caminhar tranquilo de madrugada sem problemas”, ressalta.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Senado aprova reforma da Previdência, prejudicando quem já se preparava para se aposentar

O Senado aprovou ontem à noite, dia 22, em segundo turno, o texto-base da PEC 6 (proposta de emenda à Constituição), a chamada reforma da Previdência, por 60 votos a favor e 19 contra. Uma vergonha! É o mesmo que mudar as regras de um jogo aos 30 minutos do segundo tempo. Quem já está próximo de se aposentar não deveria ser atingido por essa reforma, deveria haver uma regra de transição. E se ela é tão boa quanto o governo diz, por que os militares e os políticos ficaram de fora? Somente esses, e aqueles que já garantiram suas aposentadorias com as regras atuais, é que são favoráveis à essa reforma. Se o governo quisesse mesmo conseguir uma economia grande para o país, deveria começar acabando com os inúmeros privilégios dos políticos, que sustentamos há anos e não dão retorno nenhum, isso sim! A propósito, foi uma decepção a mudança de postura do senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), que sempre se dizia contra a reforma, e votou a favor. Veja como votaram os senadores, de acordo com a agência Senado, e o destaque é meu, em amarelo, para os três senadores do Rio de Janeiro, outra vergonha! fr

Senador
Como votou
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Não
Alessandro Vieira (Cidadania-SE)
Sim
Alvaro Dias (Podemos-PR)
Sim
Angelo Coronel (PSD-BA)
Sim
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Sim
Arolde de Oliveira (PSD-RJ)
Sim
Carlos Viana (PSD-MG)
Sim
Chico Rodrigues (DEM-RR)
Sim
Cid Gomes (PDT-CE)
Não
Ciro Nogueira (PP-PI)
Sim
Confúcio Moura (MDB-RO)
Sim
Daniella Ribeiro (PP-PB)
Sim
Dário Berger (MDB-SC)
Sim
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Presidente (não votou)
Eduardo Braga (MDB-AM)
Sim
Eduardo Girão (Podemos-CE)
Sim
Eduardo Gomes (MDB-TO)
Sim
Eliziane Gama (Cidadania-MA)
Não
Elmano Férrer (Podemos-PI)
Sim
Esperidião Amin (PP-SC)
Sim
Fabiano Contarato (Rede-ES)
Não
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
Sim
Fernando Collor (Pros-AL)
Não
Flávio Arns (Rede-PR)
Sim
Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)
Sim
Humberto Costa (PT-PE)
Não
Irajá (PSD-TO)
Não
Izalci Lucas (PSDB-DF)
Sim
Jader Barbalho (MDB-PA)
Sim
Jaques Wagner (PT-BA)
Não
Jarbas Vasconcelos (MDB-PE)
Sim
Jayme Campos (DEM-MT)
Sim
Jean Paul Prates (PT-RN)
Não
Jorge Kajuru (Cidadania-GO)
Sim
Jorginho Mello (PL-SC)
Sim
José Maranhão (MDB-PB)
Sim
José Serra (PSDB-SP)
Sim
Juíza Selma (Podemos-MT)
Sim
Kátia Abreu (PDT-TO)
Sim
Lasier Martins (Podemos-RS)
Sim
Leila Barros (PSB-DF)
Não
Lucas Barreto (PSD-AP)
Sim
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Sim
Luiz do Carmo (MDB-GO)
Sim
Mailza Gomes (PP-AC)
Sim
Major Olimpio (PSL-SP)
Sim
Mara Gabrilli (PSDB-SP)
Sim
Marcelo Castro (MDB-PI)
Sim
Marcio Bittar (MDB-AC)
Sim
Marcos do Val (Podemos-ES)
Sim
Marcos Rogério (DEM-RO)
Sim
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Sim
Mecias de Jesus (Republicanos-RR)
Sim
Nelsinho Trad (PSD-MS)
Sim
Omar Aziz (PSD-AM)
Sim
Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)
Sim
Otto Alencar (PSD-BA)
Não
Paulo Paim (PT-RS)
Não
Paulo Rocha (PT-PA)
Não
Plínio Valério (PSDB-AM)
Sim
Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Não
Reguffe (Podemos-DF)
Sim
Renan Calheiros (MDB-AL)
Não
Roberto Rocha (PSDB-MA)
Sim
Rodrigo Cunha (PSDB-AL)
Sim
Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
Em missão
Rogério Carvalho (PT-SE)
Não
Romário (Podemos-RJ)
Sim
Rose de Freitas (Podemos-ES)
Sim
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Sim
Simone Tebet (MDB-MS)
Sim
Soraya Thronicke (PSL-MS)
Sim
Styvenson Valentim (Podemos-RN)
Sim
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Sim
Telmário Mota (Pros-RR)
Sim
Vanderlan Cardoso (PP-GO)
Sim
Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB)
Não
Wellington Fagundes(PL-MT)
Sim
Weverton (PDT-MA)
Não
Zenaide Maia (Pros-RN)
Não
Zequinha Marinho (PSC-PA)
Sim