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quarta-feira, 11 de março de 2015

Placas de obras não informam com exatidão

Eu reparo que as placas de obras ultimamente informam apenas o "prazo da obra", mas, convenientemente, não informam o início da obra. Dessa maneira, a informação fica prejudicada, e falta transparência às empresas responsáveis. Se você não sabe quando se iniciou a obra, não adianta de nada saber quantos dias ela vai durar!  fr

quinta-feira, 6 de março de 2014

Greve dos lixeiros deixa lixo acumulado pelas ruas da cidade

Hoje, as ruas do Centro estavam tomadas de lixo, acumulado por conta do Carnaval e da greve dos lixeiros. A categoria paralisou suas atividades no dia 1º, sábado. O sindicato da categoria manifestou-se a favor da volta ao trabalho, mas parcela considerável dos trabalhadores permanece disposta a permanecer parada. Nessa briga entre a prefeitura, os lixeiros e parte da categoria, quem se prejudica é a cidade.   fr





segunda-feira, 6 de maio de 2013

Feira Rio Antigo ocorre todo primeiro sábado do mês

Anteontem, fui à tradicional feira Rio Antigo da Rua do Lavradio, no Centro do Rio, que ocorre todo o primeiro sábado de cada mês, das 10h às 18h30. Fui por curiosidade, já que tinha lido matérias a respeito nos jornais e tinha vontade de conhecer. A feira é extensa, ocupa praticamente toda a rua, e eu percorri TODA a feira, em cerca de duas horas, conhecendo tudo, em um lindo dia com sol aberto, sem nuvens. Há muita coisa exposta em barracas e em algumas lojas abertas: antiguidades, roupas, livros e revistas, discos de vinil, roupas, quadros, móveis, artesanatos, esculturas, trabalhos manuais, entre outros. É um material muito procurado pelos profissionais de TV, cinema e teatro, que têm que encontrar objetos antigos para produções de épocas, como novelas, minisséries, filmes e peças.
Não comprei nada porque não encontrei nada que me interessasse, por mais que me esforçasse. Quase comprei um imã ou um porta-canetas com o brasão da minha família, pelo lado paterno, mas seria só pela curiosidade, porque ficaria de lado, e por isso acabei não comprando. Tinha muita, mas muita gente, andando pela rua, que fica fechada ao trânsito até às 20 horas, para o desmonte das barracas e limpeza da Lavradio. Inclusive muitos turistas, ouvi muitos falando italiano e inglês. Achei os preços um tanto altos, não tinha muita coisa barata para se comprar. Foi cansativo, mas valeu pelo passeio e por ter conhecido, enfim, a feira. Almocei lá mesmo, no único restaurante em que eu consegui entrar, porque os outros estavam lotados, inclusive os que tinham feijoada, mas fiquei só na vontade.  Quem gosta dos produtos expostos, ou, como eu, curte conhecer o Rio, fica a dica.   fr







Encontrei à venda uma máquina de escrever Lettera 82, da Olivetti. Peça de museu, ou de colecionador. Estava à venda por R$ 180,00! Em plena época de processadores de textos no computador, quem é que vai comprar uma dessas? Só colecionador ou para usar em uma novela. A propósito, eu ainda tenho uma dessas, que eu não uso, mas guardo com muito carinho. rsrs


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Sobrados do Centro histórico do Rio sob ameaça constante

Um pouco da História do Rio de Janeiro e do Brasil vai se perdendo ao longo dos anos devido à destruição dos sobrados da cidade, causada, em grande parte, por incêndios. E a causa desses incêndios muitas vezes é o famoso 'gato', ligação elétrica clandestina. Eu registrei um exemplo desse perigo no Centro histórico do Rio, ontem, em um sobrado do século 19, localizado em frente ao número 107 da Rua Senhor dos Passos, esquina com a Avenida Passos. Na foto, pode-se ver a quantidade de fios emaranhados, e o mesmo acontece em outros sobrados no Centro. Para acontecer um incêndio não é muito difícil. Os fios estão lá, à vista de todos, mas nem a prefeitura, nem a expostos concessionária de energia elétrica, a Light, fazem o que se espera delas. E é assim que muitos sobrados históricos do Rio de Janeiro vêm desaparecendo, tudo pela falta de fiscalização e de preocupação com a segurança das pessoas e com a preservação da nossa História. Lamentável!  fr

domingo, 7 de abril de 2013

Já que a prefeitura não faz...

Passando pela Rua Buenos Aires, vi um cartaz que me chamou a atenção. Em uma galeria do número 151, anuncia-se a cobrança para o uso de banheiros. É o empreendedorismo no Rio de Janeiro. rsrs Alguém aproveitou-se da incapacidade da prefeitura de colocar banheiros químicos em quantidade suficiente espalhados pelo Rio, principalmente no Centro,  e passou a disponibilizar banheiros para quem passa por aquela região, uma das mais movimentadas da cidade. E cobrando R$ 1,00, inclusive com a utilização de uma catraca. Considerando a quantidade de pessoas que passam por ali diariamente, o lucro deve ser enorme. Não sei se esse tipo de serviço exige autorização do poder público, mas já que a prefeitura não faz seu papel, abre-se espaço para a iniciativa particular. O problema é que é o povo que paga por um serviço que deveria ser colocado à sua disposição gratuitamente pelo poder público. É para isso que nos cobram tantos impostos. E outra coisa, quem fiscaliza a higiene e segurança desses banheiros particulares? É bom lembrar que estamos às vésperas de sediar eventos internacionais que trarão para o Rio milhões de turistas: a Copa das Confederações, em junho; a Jornada Mundial da Juventude, com a presença do papa, em julho; e as Olimpíadas, em 2016. Atenção prefeitura!   fr

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Parque público no Méier está abandonado

Quando criança, frequentei durante anos o parquinho público que fica no início da Rua Augusto Nunes, esquina com a Rua Arquias Cordeiro, no Méier. Voltava da escola e parava alguns minutos lá para brincar. Ontem, após muito tempo sem passar por lá, eu vi que ele está mudado. O parque está todo cercado, apenas com uma entrada aberta. Os brinquedos até que estão em razoável estado, mas estão com muita sujeira em volta, e o piso é todo de areia, muito mal cuidado e com muitos buracos. Enfim, não é à toa que não vi nenhuma criança brincando por lá. O mais irônico de tudo é que há no local uma placa totalmente enferrujada informando que "a empresa CEC conserva esta praça". Pelo jeito, faz muito tempo que nem a prefeitura, nem essa tal empresa vão ao local. Com certeza, as crianças agradeceriam se a prefeitura fizesse uma reforma no parque, e lembrasse que a cidade não se limita apenas à zona sul. fr







terça-feira, 2 de abril de 2013

Patrimônio histórico e arquitetônico do Centro do Rio de Janeiro some ano a ano

Pouco a pouco, o patrimônio arquitetônico e histórico do Centro do Rio de Janeiro vai sendo destruído. No final da sexta-feira, dia 26, teve início um incêndio de grandes proporções que somente foi controlado no dia seguinte, e destruiu total ou parcialmente dez imóveis localizados nas Ruas Buenos Aires, Regente Feijó e Gonçalves Ledo, felizmente sem feridos ou vítimas fatais. A empresa mais prejudicada foi a 'Caçula', rede atacadista que vende material de papelaria, informática e de artesanato, entre outros, e que teve o grande espaço que ocupa naquela área praticamente destruído. Hoje pela manhã, três dias depois, passei pelo local e ainda havia muita fumaça e um forte cheiro de queimado. O trecho atingido pelo fogo ainda se encontra interditado para o trabalho do Corpo dos Bombeiros e da Defesa Civil. A perícia determinará a causa do incêndio. Os sobrados danificados integram o Corredor Cultural do Centro Histórico do Rio de Janeiro, que ano a ano vai sumindo aos poucos. Lamentável!   fr


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Despreocupação explícita com o meio ambiente

              Enquanto, no mundo inteiro, campanhas são feitas para estimular as pessoas
          a se preocuparem com o uso racional da energia elétrica, inclusive com a adesão
               de horário de verão, as Casas Bahias dão um péssimo exemplo. Hoje, pelo
               menos uma de suas lojas de shopping estava com os aparelhos eletrônicos
                         ligados o dia inteiro em pleno feriado estadual, dia do Comércio.
As Casas Bahia demonstram não se preocupar nem um pouco com o meio ambiente.             
                                                                 Lamentável!  fr

domingo, 20 de maio de 2012

Mais um prédio desaba no Rio de Janeiro

Mais um prédio histórico desabou no Centro da cidade do Rio de Janeiro. Dia 15, foi a vez do prédio localizado na Rua do Lavradio nº 90, que já estava interditado pela Defesa Civil desde o dia 3 de março deste ano. Foi o 2º andar do prédio que veio abaixo, como se pode constatar nas fotos exclusivas do blog (abaixo). Felizmente, ninguém se feriu gravemente. No dia 25 de janeiro, o edifício Liberdade, de 20 andares, desabou, levando ao chão consigo mais dois outros prédios, na Cinelândia. 22 pessoas morreram (veja http://flavioroberto.blogspot.com.br/2012/01/ontem-tres-predios-desabaram-na-avenida.html ).
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Em entrevista à imprensa esta semana, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (CREA-RJ), Agostinho Guerreiro, reconheceu que pelo menos 100 prédios antigos na cidade estão em péssimo estado de conservação, e podem também desabar.
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Não adianta, portanto, o prédio ser tombado, nem mesmo já ter sido vistoriado e interditado. Nada disto impede que os prédios continuem desabando pela cidade, podendo causar mais mortes. Os proprietários dos prédios em risco (alguns deles são a prefeitura, o governo do estado e o governo federal) nada fazem! Enfim, o cidadão e os turistas que visitam o Rio vão continuar correndo mais este risco à sua segurança na cidade. Vergonhoso! fr



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Tragédia no Rio de Janeiro



    
     Quarta-feira, três prédios desabaram na Avenida Treze de Maio, no Centro do Rio de Janeiro, sendo um de 20 andares, outro de dez, e um de quatro. Até este momento, quando escrevo este texto, nos primeiros minutos da sexta-feira, cinco mortes foram confirmadas. Algumas pessoas estão recebendo tratamento no Hospital Souza Aguiar, e há  mais de 20 desaparecidos. Familiares e amigos estão sofrendo pelas perdas e pela angústia resultante das buscas nos escombros. Tudo muito triste!
     O desabamento ocorreu pouco depois das 20h30, em plena Cinelândia. É uma região muito movimentada do Centro do Rio, em um local que, para mim, é um dos mais bonitos da cidade, onde ficam localizados o Teatro Municipal, a Câmara dos Vereadores, o Museu Nacional de Belas Artes e a Biblioteca Nacional.


     E tudo poderia ter sido muito pior se tivesse ocorrido durante o dia, quando passam milhares de pessoas pelo local. Muito mais pessoas estariam nos prédios e nas ruas, e o pânico, com mais carros e ônibus circulando, agravaria a situação.
     Ontem, passando pelo local (que estava tomado por muita poeira), como faço todos os dias a caminho do trabalho, pude ver um cenário de destruição. A área do desabamento estava interditada, e o prédios mais próximos não funcionaram. Como podem três prédios caírem sem nenhuma explosão ou qualquer indício que explique esta tragédia? Autoridades descartaram a possibilidade do desabamento ter sido provocado por vazamento de gás, mas até o momento ainda não foi divulgada a causa. Vamos esperar os resultados da perícia técnica. Seja como for, é muito triste que uma tragédia destas aconteça. Lamentável!
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sábado, 7 de janeiro de 2012

Real Gabinete Português de Leitura

Em maio de 1837, um grupo de 43 emigrantes portugueses resolve criar uma biblioteca voltada para os portugueses residentes no Brasil (país há menos de 15 anos independente). Em 1900, ela passa a ser pública, todos podem frequenta-la, não apenas os portugueses. Em 1906, o Rei D. Carlos atribui-lhe o título de “Real”: Real Gabinete Português de Leitura.
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Em 1935, o governo de Portugal determina que ele receba um exemplar de cada obra publicada no país, e atualmente é a instituição que possui a maior coleção de obras portuguesas fora de Portugal, algumas delas raras. O edifício da atual sede, localizada na Rua Luis de Camões nº 30, no Centro do Rio de Janeiro, foi construído entre os anos de 1880 e 1887. A sua fachada é inspirada no Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa. 
Consta que o Real Gabinete Português de Leitura recebe a visita de algo em torno de 150 pessoas por dia. Tenho ido lá nos últimos dias por conta de uma pesquisa sobre mosaico em pedra portuguesa. O lugar é muito bonito e atrai mesmo a ida de muitos visitantes, principalmente turistas. Apesar de muito bonito e muito interessante, o RGPL tem alguns problemas. Os turistas entram, na maioria das vezes, em grupos e munidos de máquinas fotográficas. Ficam menos de cinco minutos e saem sem saber nada mais do que sabiam sobre o lugar antes de lá chegar, até porque não há visitas guiadas. Mas para quem está pesquisando, toda essa movimentação de turistas é muito ruim.
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São várias pessoas conversando, mesmo que em voz baixa (alguns às vezes se excedem, o que provoca logo o pedido para que diminuam o tom de voz através de um shhhhhhhh! de uma das bibliotecárias). É o som das máquinas, o andar de lá para cá, e às vezes a curiosidade de alguma turista que procura ver por cima dos seus ombros o que você está pesquisando. Ou mesmo querendo tirar uma foto sua, como que para contextualizar a foto. Afinal, se é uma biblioteca tem que ter alguém pesquisando, lendo, não é mesmo? Tudo isso eu sei por experiência própria! rsrs E isso desconcentra bastante. Se fosse uma vez ou outra, tudo bem, mas não o tempo todo.
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Não há um sistema de ar condicionado, apenas um ventilador de coluna, que fica localizado em uma das extremidades do salão. Quem estiver longe, passa calor, principalmente no verão. Há mais dois ventiladores de mesa, mas estes estão direcionados apenas às bibliotecárias. A iluminação é insuficiente. Há uma claraboia e um enorme candelabro, mas se o dia estiver nublado, fica difícil prosseguir na leitura e pesquisa. Muito provavelmente por isso o horário de funcionamento termine às 18 horas, antes do anoitecer.
Um outro problema tem a ver com a segurança do acervo. Os visitantes podem entrar com todos os seus pertences, isto é, bolsas, mochilas, sacolas etc. Eu vi uma mãe que entrou com o carrinho de bebê e circulou livremente pelo salão. Como há apenas duas bibliotecárias para trabalhar nos seus afazeres e tomar conta de tantas pessoas, sendo apenas uma quando elas se revezam para almoçar, há sempre o perigo que alguém mal intencionado se aproveite de um momento de distração delas para subtrair algum livro. É proibido que as pessoas mexam nos livros, mas furtos em bibliotecas acontecem no mundo todo, ainda mais onde houver facilidade. E, além disso, os visitantes não são obrigados a apresentar nenhum documento para entrar, somente assinam um livro de presença. Apenas quem vai pesquisar preenche os seus dados, mas também eles não são conferidos.
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Até mesmo a Biblioteca Nacional já foi vítima de furtos, mas ela vem adotando cada vez mais medidas para evitá-los. Por exemplo, identificação do visitante, inclusive com fotografia através de uma web cam; proibição de entrada com qualquer tipo de bolsa, mochila e similares, que são deixados na recepção. Sejam visitantes ou pesquisadores. Não é para se desconfiar da honestidade das pessoas, claro, mas, também, não há como diferenciar visualmente os corretos dos desonestos, não é mesmo? Fica a dica para a administração do RGPL, que deve ter as suas dificuldades para implementar todas essas medidas (recursos financeiros, espaço físico etc.), mas, alguma coisa deve ser feita. E todos nós vamos gostar de saber que o valioso acervo desta importante instituição estará mais protegido. 
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Desperdício de energia em pleno horário de verão

Em plena vigência do horário de verão, há vários postes de iluminação pública acesos durante o dia inteiro na cidade do Rio de Janeiro. A existência do horário de verão é justamente pelo seu alegado objetivo de economizar energia elétrica. Se o próprio poder público, no caso a Prefeitura, não dá o exemplo, fica muito difícil convencer a população a participar. Nas fotos, que registram apenas alguns exemplos do desperdício, repare os postes acesos. Um absurdo!  fr




segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ônibus caindo aos pedaços

É INACREDITÁVEL, mas as fotos abaixo comprovam tudo. Os ônibus da linha 298 (Castelo-Acari), da empresa Viação Madureira Candelária Ltda., no Rio de Janeiro, estão LITERALMENTE caindo aos pedaços, colocando os usuários em visível risco.

Eu fotografei três diferentes carros nos dias 19, 20, 21 e 25 de julho.

Nºs de ordem: B75519, B75595 e B75526.

Nos carros da linha 298:

- Têm VÁRIOS bancos soltos, rasgados e sujos.

- O interior é IMUNDO, com janelas sujas e barras verticais e horizontais engorduradas, propícias a transmitir todo tipo de doenças contagiosas. Os carros não passam por higienização periódica.

- Há FERRUGEM espalhada por todo o interior.

- O desconforto é ainda maior porque os ônibus da linha 298 passam sempre LOTADOS.

Tudo isso fica ainda mais ABSURDO se pensarmos que os ônibus da linha 298 circulam diariamente pela cidade, mas não passam por qualquer tipo de fiscalização da Prefeitura.

Uma VERGONHA!


Flávio Roberto