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quarta-feira, 27 de abril de 2022

Jogadoras se aproveitam de contusão da goleira adversária para fazer o gol

A contusão de um atleta é algo que preocupa e comove a enorme maioria das pessoas, independentemente de estarem torcendo a favor ou contra quem se machuca. Mas, nem todos! No jogo do Atletico San Luis contra o Toluca, pela sexta rodada da Liga MX de futebol feminino, no México, no dia 6 de fevereiro, não se viu nem um pouco do chamado fair play esportivo. Em uma bola atrasada para a goleira do Atletico, Stefani Jiménez, ela pisou de mal jeito e machucou-se, ficando caída sentindo muitas dores. Uma jogadora adversária não deu a mínima para o sofrimento de Stefani e correu para cruzar a bola à área, onde Stephanie Baz não teve muito trabalho para fazer 1x0. O árbitro, por sua vez, validou a jogada. As jogadoras e a comissão técnica do Atletico reclamaram muito, mas ficou por isso mesmo. Stefani Jiménez foi substituída, e o jogo terminou empatado em 2x2.
Minha opinião: É compreensível que as jogadoras tenham espírito competitivo exacerbado, mas nada pode justificar atitudes como as das jogadoras do Toluca. Todos querem vencer, mas a vitória não pode ser consequência da falta de empatia e respeito pelo adversário. Não se deve vencer a “qualquer custo”. E é ainda mais triste porque confirma que as mulheres não se diferem dos homens, como muitos gostam de alardear. As mulheres são capazes das melhores atitudes, e das piores também; assim como nós, homens. Ninguém é melhor ou pior apenas pelo seu gênero. fr

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ivete Sangalo dá bronca pública em marido e desencadeia comentários preconceituosos de mulheres nas redes sociais


Um dos assuntos que maior repercussão tem tido nas redes sociais neste início de ano é o vídeo mostrando a bronca pública que a cantora Ivete Sangalo deu no marido em um show realizado na praia de Guarajuba, na Bahia, dia 1º. Ao ver o marido conversando com uma mulher, do palco mesmo ela o interpelou: “Quem é essa aí, papai? Tá cheia de assunto, hein, essa daí… Vou passar a zorra nela. Conversando pra c*%$#@. Vou chegar arrumando. Manda ela subir aqui no palco para fazer essa conversinha de ouvido comigo."

A enorme maioria das mulheres tem comentado que a cantora agiu corretamente, que o marido tinha mesmo que levar uma bronca. Afinal, se o cara estava só conversando com uma moça ao seu lado, qual o problema? Se fosse o contrário, se fosse um homem no lugar da Ivete, as feministas já estariam dando piti, dizendo que o marido é controlador, que não deixa nem a esposa conversar com as pessoas, e que é muito possessivo. É muita hipocrisia dessas mulheres!  fr

domingo, 15 de maio de 2011

Homens e mulheres com direitos e obrigações iguais

Muitas mulheres adotam uma postura bastante crítica em relação aos homens. Alardeiam todas as conquistas alcançadas pelas mulheres, mesmo nunca reconhecendo a importância do apoio que as conquistas feministas receberam da maioria dos homens. Sim, porque a maioria dos homens não é machista.
Criticam os homens sempre de uma maneira uniformizante, como se todos os homens fossem iguais. Não somos. Assim como as mulheres também não. Hoje em dia, é cada vez mais comum homens participarem das atividades da casa (lavar louça, roupa, arrumar a casa, cuidar das crianças etc.). E as próprias mulheres cobram isso dos homens. Por mais que ainda existam mulheres que têm dupla jornada (e existem), é cada vez em menor número. Até pelas conquistas sociais, que obrigam as empresas a disponibilizar creches etc. Mesmo assim, não ouço as feministas reivindicarem obrigações iguais, apenas 'direitos iguais'.
Nunca vejo as feministas se manifestarem a favor que homens e mulheres se aposentem com o mesmo tempo de contribuição e idade, como acontece em muitos países. Não, as feministas, no Brasil, não abrem mão de se aposentarem cinco anos antes dos homens. Mesmo aquelas que não são casadas, ou não tiveram filhos. Não vejo, também, as feministas reivindicarem tratamento igual aos homens para que as mulheres sejam obrigadas por Lei a se alistar nas Forças Armadas quando completarem 18 anos. Por quê? Será que somente os homens têm que defender o país? Só os homens amam o país? Mas se as próprias mulheres dizem fazer tudo o que os homens fazem, e melhor (!), por que não se alistar nas Forças Armadas para, eventualmente, poderem estar aptas a defender o nosso país? Ou todos são obrigados a se alistar nas Forças Armadas quando completarem 18 anos, ou ninguém. Isso sim seria mais justo. Mas não vejo as feministas nem tocarem no assunto.
Bom, antes que eu seja xingado, quero deixar claro que defendo que as mulheres tenham os mesmos direitos que nós, homens. Que possam trabalhar em todas as atividades já ocupadas pelos homens, recebam salários de acordo com as suas capacidades, enfim, sejam respeitadas. Mas, é preciso acabar com certas discrepâncias, já totalmente anacrônicas em pleno século 21. Direitos iguais, obrigações iguais.
Homens e mulheres não devem se tratar como inimigos. Muitas mulheres reclamam que os homens tomam conta das suas vidas, criticam, regulam, dominam etc. Será que todos os homens são assim? Será que os homens não podem ser de outra forma, homens que apóiam as suas mulheres e ficam felizes com o seu sucesso? E será que todas as mulheres são perfeitas, sem defeitos, e também não podem infernizar a vida de um homem? O que eu quero dizer, é que não se deve alimentar estereótipos. Há homens e mulheres bons e ruins, com qualidades e defeitos. Essa briguinha entre homens e mulheres já deu o que tinha que dar. O melhor é que homens e mulheres se deem as mãos e possam caminhar juntos. Com certeza, todos nós ganharemos mais!
Flávio RJ Lopes