A busca de lucro é a grande preocupação dos empresários, seja no Brasil
ou nos demais países do mundo, uns mais, outros menos, mas no mundo todo. Uma
empresa aérea italiana projetou, em 2012, assentos verticais para os aviões, em
que os passageiros viajariam quase em pé. O objetivo é possibilitar aumentar a
capacidade dos aviões e, consequentemente, é claro, aumentar os seus lucros. O
assento tem o nome de “skyrider 2.0” e a justificativa seria diminuir o preço
das passagens para beneficiar os consumidores. Parece mais uma desculpa para
conseguir empurrar esses assentos desconfortáveis goela abaixo das pessoas. No
Brasil, em 2017, as empresas aéreas conseguiram que a Anac (Agência Nacional de
Aviação Civil) autorizasse a cobrança pelas bagagens despachadas, prometendo
que as passagens ficariam mais baratas. Isso nunca aconteceu! Quanto aos
assentos verticais, essa ideia provocou muita insatisfação e protestos no mundo
todo, e, por enquanto, nenhuma empresa aérea colocou essa “sugestão” em
funcionamento. Por enquanto... fr
SEJA ÉTICO
sábado, 2 de agosto de 2025
Em busca de lucros maiores, se depender das empresas aéreas os passageiros viajarão em pé em seus aviões
sexta-feira, 27 de junho de 2025
China cria drone do tamanho de um mosquito para espionagem
Eu costumo dizer que não existe mais nada que possa ser considerado “ficção científica”. Viagem no tempo, clonagem de seres humanos, teletransporte e outras práticas que nos acostumamos a ver no cinema e na literatura há anos, e que muitos consideram apenas “fantasia”, podem ainda não ser realidade, mas é uma questão de tempo para ser. Muita coisa que já está inserida no nosso dia a dia também já foi considerada “fantasia”, algo impossível um dia. Nós já nos acostumamos a ver objetos pesando toneladas voando nos céus ou deslizando pelos mares, levando pessoas e mercadorias, mas, séculos antes da invenção do avião ou do navio, se alguém falasse que isso seria possível um dia, seria ridicularizado.
Recentemente, a China apresentou um drone do tamanho de uma unha humana e que se assemelha a um mosquito, com cerca de dois centímetros de comprimento e 0,3 gramas, um corpo vertical preto, duas asas amarelas no formato de folhas, e três pernas finas parecidas a fios de cabelo. De acordo com a imprensa, as asas podem bater 500 vezes por segundo e o corpo é dotado de sensores, e o seu tamanho reduzido foi projetado para que o drone não seja detectável pelos sistemas de segurança. Desenvolvido por uma universidade na província de Hunan, o aparelho pode ter diversas finalidades, sejam civis ou militares, principalmente para espionagem. Ou seja, esses drones-mosquitos representarão, em breve, o fim da privacidade, ninguém mais estará seguro em nenhum lugar do mundo. Com certeza, viver em um mundo assim vai ser muito ruim! fr

domingo, 4 de dezembro de 2022
Drones inteligentes são capazes de localizar e matar pessoas mesmo em ambientes fechados
Ao mesmo tempo em que o mundo evolui tecnologicamente, também demonstra como está tornando-se, cada vez mais, difícil de viver nele. Drones inteligentes de Israel são programados para localizar uma pessoa e matá-la em qualquer local, mesmo dentro de um edifício. Batizado de Lanius, da empresa Elbit Systems, o equipamento opera os drones por inteligência artificial, utilizando GPS e sensores óticos, sendo capaz de percorrer locais fechados como túneis, corredores e escadas e desviar de obstáculos parados. Cada drone tem apenas 1,25 kg e pode se mover em alta velocidade, a 20 metros por segundo. Ao localizar o alvo, o drone é acionado e explode, matando a pessoa (e quem estiver próximo, claro!). O futuro do mundo é assustador! Esse tipo de tecnologia tem a tendência a se tornar mais barata e, consequentemente, chegar às mãos de um número cada vez maior de países, empresas e, até mesmo, indivíduos. E a ser utilizado tanto para o combate ao terrorismo, quanto por terroristas, além de todo tipo de gente que tenha condições de comprá-la. Ou seja, no futuro é bem possível que venhamos a viver uma espécie de faroeste tecnológico, em que as pessoas vão se matar em qualquer lugar, hora e por qualquer motivo. fr
domingo, 3 de julho de 2022
Filmes em VHS estão valorizados e procurados por colecionadores
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Os "influenciadores" digitais precisam ter conteúdo e discernimento para influenciar positivamente
Com o tempo, algumas profissões vão deixando de existir, devido às mudanças pelas quais o mundo passa, com as inovações tecnológicas e de costumes. E outras vão surgindo. Uma delas é a de “influenciador digital”, alguém que cria canais de comunicação em plataformas na internet, como o Youtube, por exemplo, com a intenção de atrair um número de seguidores cada vez maior. E, claro, o objetivo é captar patrocinadores, que paguem para que os seus anúncios sejam vistos por esse público. Existem muitas pessoas que procuram viver dessa atividade, não é o meu caso, que tenho este blog para o meu desenvolvimento pessoal, nunca quis receber por isso, nunca tive esta pretensão. E o que acontece é vermos muitas pessoas querendo ser “influenciadores”, mesmo sem experiência de vida, sem ter o que falar ou sem conhecimento do que falam. Vemos muitas “fakes news” sendo espalhadas, e comentários absurdos e inaceitáveis, como recentemente um influenciador brasileiro que defendeu a existência de partido nazista. O pior é esses “influenciadores” acabam influenciando negativamente milhões de pessoas, principalmente os mais jovens. fr
sábado, 5 de fevereiro de 2022
Funcionário da Globo erra e transfere pagamento de 318 mil reais para a pessoa errada, que não quer devolver o dinheiro!
sexta-feira, 2 de julho de 2021
Carro-voador é testado na Eslováquia e mostra como vai ser o futuro
Não parece haver limites para as inovações tecnológicas. O que há 50, 100 ou 200 anos seria algo impensável, e até mesmo inaceitável para muitos, hoje em dia é visto como algo do cotidiano, totalmente comum. Por exemplo, ligar uma televisão e ver e ouvir pessoas ao vivo; viajar pelos céus em aviões ou pelo mar em navios; transplantes de órgãos humanos; telefones celulares e luz elétrica, para citar apenas alguns exemplos.
terça-feira, 3 de novembro de 2020
Astrofísico Neil deGrasse Tyson destaca a Ciência e a Tecnologia do Brasil
Neil deGrasse Tyson é
estadunidense, astrofísico, escritor e diretor do Planetário Hayden.
Carta Para o Brasil
Por Neil deGrasse Tyson
10 de setembro de 2020
Para a edição brasileira de Respostas de um astrofísico.
Caro
Brasil,
Das
minhas muitas viagens à América do Sul, nunca tive a oportunidade de visitar
você. A maioria delas teve como destino a cordilheira dos Andes, com o objetivo
de observar o magnífico céu do hemisfério sul através de telescópios de alta
tecnologia de um consórcio internacional. Mas, mesmo assim, tenho pensado em
você com bastante frequência.
Como
nativo dos Estados Unidos da América, sei em que costumamos pensar quando se
trata de você. Não seguindo uma ordem específica, você possui a maior e mais
importante floresta tropical do mundo. Você abriga o maior rio do mundo, que, a
cada minuto que passa, escoa para o oceano Atlântico um volume de água que
daria para encher um estádio de futebol. E, sim, nós sabíamos da existência de
seu rio e de sua floresta tropical muito antes de a Amazon.com1 pegar o nome emprestado.
Quer
mais? Não há quem não goste de castanha-do-brasil2. Na verdade, nos EUA, nós precisamos pagar pelo pacote “premium” para
que elas venham incluídas em nossos mix de castanhas. E mesmo aqueles de nós
que quase não acompanham futebol sabem da existência de seus times famosos,
ficando na maior expectativa de ver você na final da Copa do Mundo a cada
quatro anos. Também sabemos das suas praias deslumbrantes pelas músicas que as
cantam—a “Garota de Ipanema” sendo uma delas. Sabemos de suas festas populares,
principalmente o Carnaval, e tentamos imitar a intensidade e a alegria dessas
celebrações—com dança e música—aqui no nosso hemisfério. Sabemos do seu café. E
eu, particularmente, amo a sua bandeira. Há um pedaço do céu noturno estampado
nela; mais de duas dezenas de estrelas retraçam constelações autênticas,
incluindo o Cruzeiro do Sul.
Então, se
você perguntasse a qualquer um de nós nos EUA o que vem à nossa cabeça quando
seu nome é mencionado, normalmente selecionaríamos algo a partir dessa lista.
Você sabe
do que nós não nos damos conta? Metade das vezes que embarcamos em voos
domésticos, da American Airlines ou de outras companhias aéreas, viajamos num
avião da Embraer. Tudo bem, o folheto com instruções de segurança traz impresso
nele o nome Embraer. Nós podemos até achar Embraer escrito em letras miúdas em
algum lugar da fuselagem. Mas quase nenhum de nós sabe que a aeronave é
projetada e fabricada no Brasil. Você poderia alardear “Tecnologia Brasileira,”
mas não o faz. Por que não? A Alemanha não hesita em se gabar da dela. Nada
mais justo, claro. Todo mundo conhece a qualidade dos produtos fabricados na
Alemanha, que, por sua vez, permeiam sua economia aeroespacial, a terceira
maior do mundo.
Mas,
espere. Um dos grandes pioneiros nos primórdios da aviação era brasileiro.
Engenheiro brilhante e inventivo, altamente condecorado, Alberto Santos-Dumont
liderou a transição mundial do transporte aéreo mais leve que o ar para o mais
pesado que o ar. O valor de uma semente cultural como essa, plantada no
nascimento de uma indústria, é incalculável. Um século depois, você se tornou
líder em tecnologias de biocombustíveis—um passo fundamental em direção a uma
economia verde onde nossa harmonia com a natureza vai determinar se iremos prosperar,
sobreviver ou nos extinguir. Você também possui uma ambiciosa agência espacial,
além de ser a sexta maior indústria aeroespacial do mundo. Na América Latina,
você também é líder em Tecnologia da Informação. E num país famoso por sua
agricultura, quase um terço de sua economia se apoia num setor produtivo
impregnado de tecnologia.
Então
talvez seja a hora de o mundo saber mais a respeito disso. Talvez seja a hora
de os brasileiros saberem mais sobre isso. Talvez esteja mais do que na hora de
você exibir produtos que declarem: “Fabricado no Brasil.”
Seja o
que mais for, ou não, verdade no mundo, as economias de crescimento do
futuro—mesmo as que possam ser puramente agrícolas—vão girar em torno dos
investimentos feitos hoje em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Numa
democracia, esses investimentos fluem de um eleitorado letrado cientificamente,
que elege líderes esclarecidos e que entendem o valor da educação, das
pesquisas e das descobertas. Sem essas perspectivas, ainda estaríamos vivendo
em cavernas, com alguns de nós resmungando: “Você não pode explorar o mundo
exterior. Primeiro precisa resolver os problemas da nossa caverna.”
Para que
ninguém se esqueça, o primeiro (e único) astronauta sul-americano foi um
engenheiro aeronáutico brasileiro. E quando se deu o lançamento de sua missão?
Em 2006, ano do centenário do primeiro avião bem-sucedido de Santos-Dumont. E o
que ele levou para o espaço? Uma bandeira do Brasil e uma camisa da seleção
brasileira de futebol.
Os países
que mais passam por dificuldades no mundo tendem a ser aqueles com baixos
níveis de instrução e com ausência de STEM3 em sua cultura. Você tem os recursos e o legado para liderar toda
a América Latina, se não o mundo, no que um país do futuro deveria ser—no que
um país do futuro deveria aspirar ser.
Se você
abraçar e apoiar suas indústrias STEM—e o setor de tecnologia inteiro—então os
sonhos dos alunos em toda a cadeia educacional não terão limites, conforme eles
forem introduzidos num mundo em que foguetes são o que alimentam as ambições
das pessoas que saem pela porta da caverna.
Atenciosamente,
Neil deGrasse Tyson
Estados Unidos da América
- 1 Amazon é a palavra em inglês tanto para
Amazonas quanto para Amazônica. (N. do T.)
- 2 Também chamada de castanha-do-pará. (N.
do T.)
- 3 STEM é a sigla em inglês para Science,
Technology, Engineering e Mathematics [Ciência, Tecnologia, Engenharia e
Matemática] (N. do T.)
Translators: Nicolas Pettengill & Renata Pettengill
Publisher: Grupo Editorial Record
domingo, 17 de maio de 2020
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
Com a modernização da tecnologia, surgiram os "zumbis digitais"

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Até 2026, cerca de 30 milhões de postos de trabalho serão ocupados por robôs

terça-feira, 20 de março de 2018
Acidente com vítima fatal nos EUA pode atrasar carros sem motoristas


