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quarta-feira, 9 de julho de 2025

Antigamente, fumar era considerado "elegante" e relacionado a pessoas com "classe". Felizmente, as coisas mudaram...

É muito curioso ver as propagandas antigas para constatar como muitos costumes mudaram. Esta propaganda é de 1962 e mostra o pai fumando charuto, em casa, relaxado, com o filho pequeno. Naquela época, com certeza não se falava em fumante passivo, nem nos males do fumo, que era visto como algo “elegante” e ligado a pessoas “de classe”. Décadas depois, o fumo está associado a doenças, desleixo, cheiro desagradável e mau gosto. Antigamente, muita gente fumava por desconhecimento de tudo de ruim que está associado a esse vício. Não consigo entender como ainda tem quem fume, em pleno século 21, quando as informações a respeito dos prejuízos que o fumo provoca à saúde são amplamente divulgados. fr

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Medida a ser seguida: México proíbe o fumo em todos os lugares públicos

O México deu exemplo ao mundo no combate ao fumo. No dia 15 deste mês, entrou em vigor uma lei que proíbe fumar em qualquer espaço público no país. É proibido fumar, portanto, em parques, praias, restaurantes, bares, estabelecimentos comerciais, estádios de futebol, hotéis e no trabalho, seja ele público ou privado, por exemplo. Está proibida também a publicidade dos produtos relacionados ao tabaco. A medida foi elogiada pela OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), que destacou o fato de o fumo ser a causa de mortes mais evitáveis no mundo, responsável por cerca de um milhão de vidas perdidas anualmente na região. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de 8 milhões de pessoas ainda morrem por doenças relacionadas ao vício do tabaco em todo o mundo, apesar de todas as informações e esclarecimentos divulgados em campanhas de conscientização. O fumo é responsável por mais de 15 tipos de câncer diferentes aos que fumam ou às pessoas próximas a eles, os fumantes passivos. Além de provocar infecções respiratórias, infarto, AVC (acidente vascular cerebral), tuberculose, impotência sexual, catarata, infertilidade e úlceras no estômago e nos intestinos. No Brasil, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) calcula em 443 mortes diárias por conta do vício, e mais de 161 mil mortes a cada ano. Além de todas essas mortes, existem, também, os milhares de doentes pelo vício, que ficam em tratamento, sobrecarregando os hospitais, tudo isso poderia ser evitado. É um absurdo como tanta gente ainda fuma, mesmo tendo acesso às informações. Lamentável! fr

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Nova Zelândia pretende acabar de vez com o consumo do tabaco

     A Nova Zelândia está preparando uma lei, a ser aprovada no ano que vem, que proibirá os seus cidadãos nascidos depois do ano de 2008 comprar qualquer produto derivado do tabaco durante toda a sua vida. O objetivo é acabar de vez com o fumo no país: “Queremos garantir que os jovens nunca comecem a fumar”, destacou a ministra da Saúde, Ayesha Verall.
     Aproximadamente 13% dos adultos na Nova Zelândia fumam, mas a taxa aumenta para 31% na população indígena Maori. A meta é reduzir a taxa nacional de fumantes para 5% até 2025. Outras medidas tomadas pelo governo: aumentar anualmente a idade mínima permitida para comprar cigarros e outros produtos derivados do tabaco; e a restrição das lojas autorizadas a vendê-los, diminuindo os atuais 8.000 pontos de venda para menos de 500.
     Minha opinião: Iniciativas como essas são bem-vindas, é muito importante que o mundo combata a venda de cigarros e outros derivados do tabaco. A cada ano, são milhões de pessoas que adoecem e precisam ocupar os leitos dos hospitais públicos, provocando grandes despesas à população como um todo. Mas, acredito que, infelizmente, é utópico acreditar que o consumo acabará facilmente. Muito provavelmente o mercado ilegal ganhará mais força, e os países terão que se ocupar com mais uma dor de cabeça. Seja como for, não dá para ficar parado diante do mal que o fumo faz à saúde das pessoas. fr   

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Número de fumantes no Brasil vem diminuindo nos últimos anos

Uma ótima notícia hoje, dia 31 de maio, dia mundial sem tabaco: o número de fumantes diminuiu no Brasil. Esta é a constatação da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada pelo Ministério da Saúde. Segundo o estudo, em 2018 9.3% da população declararam-se fumantes, enquanto um ano antes o percentual era de 10.1%. Esse total vem caindo também nos últimos 12 anos. Em 2006, era de 15,6%. Os homens continuam fumando mais: 12.1% contra 6.9% entre as mulheres. E são as pessoas de menor escolarização os que fumam mais, sendo os de oito anos de estudo responsáveis por 13% dos pesquisados, enquanto aqueles com 12 anos estudando, estão entre os 6.2%. E entre as capitais brasileiras, Salvador e São Luis são as com menor índice de fumantes (4.8% cada uma). Enquanto Porto Alegre é onde mais se fuma (14.4%), para minha surpresa, já que é uma cidade considerada de maior nível educacional. Quem bom, enfim! Continua sendo para mim um espanto, e um absurdo, que ainda existam pessoas no Brasil e no mundo que insistem em fumar, acabando com suas próprias saúdes. E dando despesa para os demais, que não fumam, e têm que pagar pelo tratamento deles nos hospitais públicos. Mas, pelo menos, o número deles está diminuindo. fr

domingo, 31 de maio de 2015

Índice porcentual de fumantes diminuiu no Brasil

Hoje, 31 de maio, Dia Mundial de Combate ao Fumo, uma notícia boa: o índice porcentual de fumantes no Brasil vem caindo nos últimos anos. De acordo com o Ministério da Saúde, em pesquisa realizada pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2014, e divulgada quinta-feira, 10,8% da população fuma; em 2006, eram 15,6%. Os dados divulgados pela imprensa não citam o total em milhões de brasileiros. Segundo o Ministério, o tabagismo é responsável por 200 mil mortes por ano por conta de doenças a ele relacionadas, e por 90% dos casos de câncer de pulmão. E contribui também para 85% das mortes por bronquite crônica e enfisema pulmonar; 45% das mortes por infartos em pessoas com idade inferior aos 65 anos; e 25% das mortes por anginas e infartos do miocárdio. Isso é bom, não sei bem se é o suficiente. É urgente que esse vício seja reduzido ao máximo de uma vez por todas. Além das campanhas formais do governo e das mensagens nos maços de cigarro, outras medidas complementares seriam interessantes. Por exemplo, se em uma novela da Globo, que atinge milhões de brasileiros todos os dias, fosse inserido um diálogo falando de forma natural dos males desse vício. Com certeza, teria um peso enorme. A mídia pode ter uma participação muito importante no combate ao fumo, e não se pode deixar de contar com ela.  fr