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segunda-feira, 31 de outubro de 2022
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
Atentado na Rua Tonelero levou ao suicídio de Getúlio Vargas e mudou a História do Brasil
Aqui, em frente ao edifício de número 180 da Rua Tonelero, em Copacabana, aconteceu o atentado contra o jornalista e então candidato a deputado federal Carlos Lacerda, no dia 5 de agosto de 1954. Ele levou um tiro no pé, sem grande gravidade, mas o major-aviador Rubens Vaz que o acompanhava, morreu. Um guarda municipal que estava próximo ao local ficou ferido, mas anotou a placa do táxi em que o atirador fugiu. As investigações identificaram o motorista, que, em depoimento, apontou Climério de Almeida, integrante da guarda pessoal do presidente Getúlio Vargas, como um dos dois homens que ele transportou em seu táxi. Climério confessou ter sido o autor dos disparos e apontou o chefe da guarda pessoal do presidente, Gregório Fortunato, como o mandante do atentado. A oposição, com Lacerda à frente, fez forte pressão para que Getúlio fosse responsabilizado e renunciasse. A crise política levou ao suicídio do presidente 19 dias depois. Os acontecimentos históricos daquele período foram tema de um excelente livro de Rubem Fonseca, “Agosto”, e que foi adaptado para uma minissérie da Globo. Eu já comentei aqui no meu blog sobre o livro e a minissérie, vale muito a pena ler e assistir! fr

terça-feira, 14 de setembro de 2021
A TV Globo adaptou o livro "Agosto" para uma ótima minissérie
segunda-feira, 13 de setembro de 2021
domingo, 12 de setembro de 2021
“Saio da vida para entrar na História”, Getúlio Vargas em sua ‘carta-testamento’
A mensagem de Getúlio Vargas à nação, divulgada logo após
o seu suicídio, no dia 24 de agosto de 1954, em seu quarto no Palácio do Catete,
ficou conhecida como a sua ‘carta-testamento’. O texto está datilografado e
teria sido escrito pelo jornalista José Soares Maciel Filho, quem redigiu
grande parte dos discursos de Vargas, mas a autoria é contestada por algumas
pessoas. O original do documento está no Museu do Catete, antiga sede do
governo brasileiro. Ainda há um texto manuscrito e assinado, mais conciso, e
que seria do próprio punho do presidente. Em cinco páginas, o texto não foi
divulgado de imediato, somente anos depois da morte de Getúlio.
fr
A mensagem manuscrita:
"Deixo à sanha dos meus inimigos o legado da minha morte. Levo o pesar de não haver podido fazer, por este bom e generoso povo brasileiro e principalmente pelos mais necessitados, todo o bem que pretendia. A mentira, a calúnia, as mais torpes invencionices foram geradas pela malignidade de rancorosos e gratuitos inimigos numa publicidade dirigida, sistemática e escandalosa. Acrescente-se a fraqueza de amigos que não me defenderam nas posições que ocupavam, a felonia de hipócritas e traidores a quem beneficiei com honras e mercês e a insensibilidade moral de sicários que entreguei à justiça, contribuindo todos para criar um falso ambiente na opinião pública do país, contra a minha pessoa. Se a simples renúncia ao posto a que fui elevado pelo sufrágio do povo me permitisse viver esquecido e tranquilo no chão da pátria, de bom grado renunciaria. Mas tal renúncia daria ensejo para com fúria, perseguirem-me e humilharem. Querem destruir-me a qualquer preço. Tornei-me perigoso aos poderosos do dia e às castas privilegiadas. Velho e cansado, preferi ir prestar contas ao senhor, não de crimes que contrariei ora porque se opunham aos próprios interesses nacionais, ora porque exploravam, impiedosamente, aos pobres e aos humildes. Só Deus sabe das minhas amarguras e sofrimentos. Que o sangue de um inocente sirva para aplacar a ira dos fariseus. Agradeço aos que de perto ou de longe trouxeram-me o conforto de sua amizade. A resposta do povo virá mais tarde...."
sábado, 11 de setembro de 2021
Dica de livro: "Agosto", Rubem Fonseca
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Dica de livro: "O homem que matou Getúlio Vargas"

segunda-feira, 17 de julho de 2017
Triste marca de uma família, o suicídio
terça-feira, 13 de maio de 2014
Dica de filme: Getúlio
sábado, 9 de novembro de 2013
Memorial Getúlio Vargas
sábado, 16 de julho de 2011
Dica de leitura: "Agosto"













