A
maioria das pessoas não se dá conta, mas no nosso país convivemos com mais de
um fuso horário. Mais precisamente quatro diferentes fusos, desde a publicação
de Lei, em 2013, que decidiu pelo retorno do fuso horário do Acre ao padrão
GMT-5 com duas horas a menos em relação do horário oficial de Brasília,
resultado de referendo popular realizado três anos antes. Assim, quando, por
exemplo, o horário de Brasília marca meio-dia, em Fernando de Noronha é uma da
tarde; no Mato Grosso 11 da manhã; e no Acre, 10 horas. Poucos países no mundo
têm mais de um fuso horário. No período de horário de verão este ano, os
estados das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste adiantaram os relógios em mais
uma hora.
De
forma simplificada, explica-se que a hora no mundo é calculada partindo da
circunferência da Terra, com 360 graus, dividida pelas 24 horas do dia. O
resultado indica que a cada hora, o planeta movimenta-se 15 graus em relação ao
Sol. E cada uma das 24 "faixas" de rotação é chamada de fuso horário.
No século 19, convencionou-se que o meridiano a ser utilizado como referência
seria o de Greenwich, na Inglaterra, onde estava o Observatório Astronômico daquela
cidade. A hora de Greenwich, conhecida como GMT (Greenwich Mean Time), passou a
ser a referencial, e as horas das regiões localizadas a Leste aumentam; e a Oeste,
diminuem. Esta padronização é usada como referência entre os países, mas dentro
de cada nação, é o seu governo que define os seus fusos horários. fr

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