
Eu e minha mãe pegamos o comboio e fomos visitar hoje, dia 3, o Palácio Nacional de Queluz, localizado na cidade de Queluz, no concelho de Sintra, distrito de Lisboa. Este foi um dos primeiros lugares que eu inclui em nosso roteiro, pela sua beleza arquitetônica e importância histórica, e por ter sido lá que D. Pedro I (D. Pedro IV de Portugal) nasceu e morreu.
O palácio foi mandado construir por D. Pedro de Bragança, que viria a ser rei consorte (marido da rainha reinante) de sua sobrinha, D. Maria, tornando-se D. Pedro III de Portugal. O propósito era utilizá-lo como residência de verão. A sua construção teve início em 1747, e se estendido pelas décadas seguintes.
A partir de 1794, por causa do incêndio no Palácio da Ajuda, passa a ser a nova residência oficial da família real portuguesa até a fuga para o Brasil, no final de 1807, por conta da iminente invasão das tropas de Napoleão Bonaparte. A invasão francesa foi liderada pelo general Jean-Andoche Junot, que chegou a visitar o palácio, e tinha a intenção de receber Napoleão em suas instalações, caso a invasão francesa tivesse sido bem sucedida.
Mesmo com o retorno da família real a Portugal, em 1821, o Palácio de Queluz não voltou a ser a sua residência oficial. Em 1934, um incêndio atingiu parte do seu interior. Após passar por uma reforma, o palácio tornou-se um ponto turístico bastante procurado pelos turistas. Uma de suas alas, o pavilhão Dona Maria é reservado para receber chefes de Estado estrangeiros quando em visita oficial a Portugal.
Visitamos aqueles que eram os aposentos da família real, incluindo o quarto Dom Quixote, onde D. Pedro I nasceu em 12 de outubro de 1798 e veio a falecer, às vésperas de completar 36 anos, em 24 de setembro de 1834, vítima de tuberculose. E ainda vimos os salões de festas no interior do palácio e, depois de descer a escadaria dos Leões, a área externa, com seus lindos jardins, locais onde eram realizados também concertos, jogos lúdicos, e espetáculos equestres, além da encenação de peças teatrais.
Apesar de muito menor, esse palácio é considerado por muitos como “o Versalhes português”. Os membros da família real usavam o Canal de Azulejos, no rio Jamor, cujo trecho passa nos jardins da área externa do palácio, para passear de gôndola, ouvindo música. Outra diversão da família real antigamente era uma pequena praça de touros que ficava nos jardins do palácio.
O Palácio Nacional de Queluz foi classificado como Monumento Nacional português em 1910. A arquitetura do palácio abrange os estilos rococó, barroco e neoclássico. O preço do ingresso cobrado a um adulto para conhecer o palácio, que é enorme, com direito a visitar também os jardins é de 10€. Quando fomos, não havia ninguém para entrar, nenhuma fila. Nós andamos tudo e pudemos aproveitar bastante. Eu gostei muito do passeio, tirei muitas fotos, das quais escolhi algumas abaixo para ilustrar o meu texto, e recomendo, principalmente para quem curte História, como eu. Fontes: wikipedia; parquesdesintra.pt.fr
O palácio foi mandado construir por D. Pedro de Bragança, que viria a ser rei consorte (marido da rainha reinante) de sua sobrinha, D. Maria, tornando-se D. Pedro III de Portugal. O propósito era utilizá-lo como residência de verão. A sua construção teve início em 1747, e se estendido pelas décadas seguintes.
A partir de 1794, por causa do incêndio no Palácio da Ajuda, passa a ser a nova residência oficial da família real portuguesa até a fuga para o Brasil, no final de 1807, por conta da iminente invasão das tropas de Napoleão Bonaparte. A invasão francesa foi liderada pelo general Jean-Andoche Junot, que chegou a visitar o palácio, e tinha a intenção de receber Napoleão em suas instalações, caso a invasão francesa tivesse sido bem sucedida.
Mesmo com o retorno da família real a Portugal, em 1821, o Palácio de Queluz não voltou a ser a sua residência oficial. Em 1934, um incêndio atingiu parte do seu interior. Após passar por uma reforma, o palácio tornou-se um ponto turístico bastante procurado pelos turistas. Uma de suas alas, o pavilhão Dona Maria é reservado para receber chefes de Estado estrangeiros quando em visita oficial a Portugal.
Visitamos aqueles que eram os aposentos da família real, incluindo o quarto Dom Quixote, onde D. Pedro I nasceu em 12 de outubro de 1798 e veio a falecer, às vésperas de completar 36 anos, em 24 de setembro de 1834, vítima de tuberculose. E ainda vimos os salões de festas no interior do palácio e, depois de descer a escadaria dos Leões, a área externa, com seus lindos jardins, locais onde eram realizados também concertos, jogos lúdicos, e espetáculos equestres, além da encenação de peças teatrais.
Apesar de muito menor, esse palácio é considerado por muitos como “o Versalhes português”. Os membros da família real usavam o Canal de Azulejos, no rio Jamor, cujo trecho passa nos jardins da área externa do palácio, para passear de gôndola, ouvindo música. Outra diversão da família real antigamente era uma pequena praça de touros que ficava nos jardins do palácio.
O Palácio Nacional de Queluz foi classificado como Monumento Nacional português em 1910. A arquitetura do palácio abrange os estilos rococó, barroco e neoclássico. O preço do ingresso cobrado a um adulto para conhecer o palácio, que é enorme, com direito a visitar também os jardins é de 10€. Quando fomos, não havia ninguém para entrar, nenhuma fila. Nós andamos tudo e pudemos aproveitar bastante. Eu gostei muito do passeio, tirei muitas fotos, das quais escolhi algumas abaixo para ilustrar o meu texto, e recomendo, principalmente para quem curte História, como eu. Fontes: wikipedia; parquesdesintra.pt.fr















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