
A
Maldição do Espelho, Agatha Christie; tradução de Ana Maria Mandim. Rio de
Janeiro, Nova Fronteira, 11 edição, 2002, 254 páginas.
A
autora britânica Agatha Christie (1890-1976) é considerada a “dama do crime”.
Escreveu mais de 80 livros, alguns usando o pseudônimo Mary Westmacott,
destacando-se no romance policial. Suas obras incluem poesias e infantis, e,
somadas, já venderam algo em torno de quatro bilhões de exemplares pelo mundo.
Algumas delas já foram adaptadas para o cinema e o teatro, e traduzidas para
mais de cem idiomas.
Quando
Agatha Christie era criança, sua mãe lia livros para ela e sua irmã, Madge, e as duas gostavam muito de estórias de detetives, como
as de Sherlock Holmes. Agatha Christie chegou a dizer à irmã que ela também
seria capaz de escrever uma história como aquelas; Madge, no entanto, duvidou, o que a entusiasmou a escrever, e o resultado
foi uma escritora de sucesso mundial.
Acabei de ler pela primeira vez (que eu me lembre!) um livro de Agatha Christie, “A Maldição do Espelho”. O
livro é sobre o assassinato por envenamento de Heather Badcock, uma senhora de uma pequena comunidade, durante um evento beneficente na
mansão de uma famosa atriz de cinema, Marina
Gregg. As investigações procuram
descobrir uma razão que levasse a alguém matar uma pessoa sem inimigos, mas
acabam por se encaminhar na possibilidade que o verdadeiro alvo seria a própria
anfitriã, Marina.
Moradora da região, miss Marple, uma senhora de 65 anos, solteira, acaba
por se interessar pelo mistério, cuja solução só se dá no final do livro, e de
forma inesperada. Miss Marple é um dos personagens mais utilizados pela autora,
aparecendo em 12 de seus livros, além de contos policiais. Outro personagem, o
detetive Hercule Poirot aparece em 40 de seus livros. fr
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