
Eu
visitei, mês passado, a exposição “Egito
antigo: do cotidiano à eternidade”, no CCBB (Centro Cultural Banco do
Brasil), que faz parte das comemorações pelos seus 30 anos. Ela é dividida em
três temáticas: a vida cotidiana, a religião e os costumes funerários do Egito
antigo (quarto milênio a. C. – século primeiro a. C.). E é composta por 140
peças do Museu Egípcio de Turim, na Itália, possuidor do segundo mais
importante acervo de antiguidades egípcias do mundo, o maior fora do Egito. São
esculturas, estatuetas, objetos cotidianos, sarcófagos, pinturas, além de
múmias de animais e uma múmia humana, a múmia de Tararo. Eu
publico, abaixo, algumas das muitas fotos que eu tirei.
O
Egito antigo era bastante hierarquizado, sendo administrado por burocratas, que
prestavam obediência ao líder máximo, que era o faraó. Os faraós investiam
enormes recursos na construção de novos templos e tumbas monumentais, a fim de
serem respeitados e admirados pelos seus contemporâneos e pelas futuras
gerações, e se perpetuarem no tempo. A mumificação era uma prática, segundo a
crença da época, que visava conseguir que a pessoa vivesse eternamente após a
sua morte, seguindo determinados rituais funerários. Acreditava-se que a tão desejada imortalidade
dependia da preservação da integridade do corpo.
A religião no Egito
antigo era politeísta, ou seja, acreditava-se na existência de inúmeras
divindades, inclusive as que se manifestariam através de animais, o que explica
o culto a muitos deles. O culto oficial
ocorria em templos, havendo a divisão em áreas públicas e sagradas, sendo estas
com acesso permitido somente a alguns sacerdotes e ao faraó. Outra divisão
existente era entre os templos dedicados ao culto às divindades e os templos
funerários, dedicados ao culto póstumo aos faraós. A exposição teve início em 12
de outubro e termina no dia 27 de janeiro do ano que vem, de quarta a domingo,
com entrada gratuita. Vale a pena visitar! fr





























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