Como já previsto, o candidato derrotado do PL, Flávio Bolsonaro, fugiu do Brasil, para não responder na Justiça pelos crimes a que é acusado: suspeitas de irregularidades no financiamento milionário de um filme sobre o pai, Jair Bolsonaro, e lavagem de dinheiro. Flávio desrespeitou a determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, feita ontem, para que entregasse os seus passaportes, a fim de evitar uma esperada fuga do país. Flávio Bolsonaro completará o seu mandato de senador no próximo dia 31 de janeiro e perderá o foro privilegiado. De acordo com as informações apuradas até o momento, ele teria saído do país em direção à Argentina, aproveitando-se de não ser necessário apresentar passaporte para atravessar a fronteira com aquele país, e de lá viajou em um jato para os Estados Unidos, com a esposa e duas filhas. O presidente dos EUA, Donald Trump, já teria sido previamente consultado e autorizado a fuga, prometendo conceder à família vistos de permanência. Trump afirmou, hoje, no Texas, como sempre sem apresentar nenhuma prova, que as eleições brasileiras teriam sido fraudadas. Flávio vai se juntar ao irmão Eduardo para conspirar contra o Brasil. O presidente Lula qualificou de vergonhoso o comportamento do adversário: "Eu estou sabendo agora que o meu adversário foi embora, não sei. Não tenho informações precisas. Veja, eu perdi eleições para o Collor. Eu fiquei no Brasil. Eu perdi eleição para o Fernando Henrique Cardoso duas vezes, eu fiquei no Brasil. O Alckmin perdeu para mim, ficou no Brasil. O Serra perdeu para mim e ficou no Brasil. Eu fico imaginando que culpa tem na consciência um cidadão que acaba de perder as eleições e foge do seu país. Quando fui acusado, tive muito convite para fugir do Brasil, ir para embaixada, eu resolvi ficar aqui no Brasil e resolvi me entregar na Polícia Federal para desmascarar meus investigadores. Quem não deve não teme!" fr
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