Eu já votei. A minha seção eleitoral é muito tranquila, cheguei e só tinha um senhor já votando, foi muito rápido. No primeiro turno, no dia 4 deste mês, ainda encontrei uma fila para votar, demorou uns dez minutos, o que não costuma acontecer. Mas, hoje, foi supertranquilo, até porque aqui, no Rio de Janeiro, a votação é somente para presidente da República, o governador foi eleito no primeiro turno. Agora, é aguardar o encerramento da votação, às 17 horas, e a apuração, que costuma estar finalizada por volta das 20/21 horas, para sabermos quem será o presidente do Brasil nos próximos quatro anos: Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL). Eu votei no Lula. Não concordo com a política agressiva da candidatura Bolsonaro, que tem sobre si várias denúncias de corrupção, desrespeita as minorias, defende o pagamento dos trabalhadores por horas trabalhadas, negociação direta com o patrão, subserviência aos interesses dos EUA e fim de direitos trabalhistas históricos. O PT, por outro lado, precisa, urgentemente, de renovação, assim como a política brasileira em geral. As principais lideranças políticas no país estão aí há décadas. E não me refiro à renovação apenas na idade das lideranças, mas, principalmente, nas propostas. Não adianta ser um político jovem e ter ideias retrógradas, como é o caso do Flávio Bolsonaro. Seja como for, vença Lula ou Flávio, a partir do dia 1º de janeiro de 2027 ele será o presidente do Brasil e de todos os brasileiros e é assim que ele terá que se comportar. E só cabe a nós torcer para que faça uma excelente administração, é o jeito! fr
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