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terça-feira, 5 de março de 2024

Bebendo a tradicional ginginha de Lisboa

Eu provei um copo de ginginha da tradicional 'A Ginginha do Largo de São Domingos', em Lisboa, bebida típica da cidade. Este foi o primeiro estabelecimento, em Lisboa, a vender o licor, em 1840. Propriedade de um galego chamado Espinheira, que recebeu a sugestão de um frade da Igreja de Santo Antônio para fermentar as ginjas (frutos da ginjeira, semelhante às cerejeiras) em aguardente, acrescentando açúcar, água e canela. fr

Em Portugal, têm muitas raparigas e muitos putos 😄😄

Curiosidade: em Portugal, as pessoas referem-se a uma jovem como "rapariga", e a um garoto como "puto". Se um dia visitar o país não estranhe! fr 😄

segunda-feira, 4 de março de 2024

Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa 1

Visitei, ontem, o Palácio Nacional da Ajuda, localizado na freguesia da Ajuda, em Lisboa. O início da sua construção foi no final do século 18, com a finalidade de vir a substituir a Real Barraca, 
que tinha este nome por ser de madeira, e até então era a residência oficial dos Reis portugueses desde a destruição do Paço da Ribeira pelo terremoto de 1755. O Palácio da Ajuda foi efetivamente ocupado, porém devido a várias interrupções pela falta de recursos financeiros e questões políticas, ficou inacabado por anos. Foi com o rei D. Luis I que passou a ser, de fato, o Paço Real, a partir do ano de 1861, quando ele assumiu o trono e instalou-se no local com a sua família, até a proclamação da República em Portugal, em 1910. O Palácio foi ocupado com mobiliário do que de melhor existia à  época, além de obras de arte, joias e outras peças decorativas, e mais a pintura dos tetos e paredes das salas. Foi na Sala do Trono do Palácio da Ajuda, onde eu também estive, veja as minhas fotos, que D. Pedro IV (o nosso D. Pedro I) jurou cumprir e defender a Constituição portuguesa, em 30 de agosto de 1834. Em 1968, o prédio tornou-se museu, dividindo suas instalações, também, com a Biblioteca Nacional da Ajuda, o Ministério da Cultura, a Galeria de Pintura do rei D Luís I e a Direção Geral do Patrimônio Cultural. 

Sobre a minha visita: Levei minha mãe, de 86 anos, para conhecer o Palácio Nacional da Ajuda e ela adorou, nunca tinha entrado lá, assim como muitos portugueses.  O Palácio é enorme, e tem muito luxo e conforto, o que demonstra como a monarquia era (e ainda é em outros países), excessivamente benéfica para uma família privilegiada, enquanto o restante da maioria do povo vivia com dificuldades. fr

Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa 2

 

Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa 3

Castanhas assadas no Rossio

Minha mãe tanto insistiu que eu comprei castanhas assadas no Rossio. Uma dúzia, 3 euros. Mas, depois, ela ficou decepcionada: as castanhas estavam mal assadas e não tinha uma dúzia como o vendedor disse. O cara colocou umas poucas boas por cima e as outras estavam detonadas. É como eu sempre digo, gente desonesta tem no mundo todo! 😄😄 fr

domingo, 3 de março de 2024

Reservas do Botafogo derrotam Fluminense e mostram que a classificação era possível!

Com um time praticamente de reservas, o Botafogo venceu, hoje, o Fluminense por 4x2, no Maracanã. Essa vitória colocou o alvinegro momentaneamente no G4. Mas, jogando logo depois e já sabendo do resultado do Fogão e que precisaria de uma vitória para classificar-se, o Vasco entrou motivado e venceu a Portuguesa por 4x0. O Botafogo terminou em quinto lugar, com 20 pontos, apenas um ponto atrás do quarto colocado, o Fluminense, e somente dois atrás do terceiro, o Vasco. Ou seja, a classificação era viável. Se, por exemplo, o Botafogo tivesse vencido o Vasco na 9a rodada, no jogo que eu fui no Estádio Nilton Santos, terminaria em terceiro lugar. Aquele foi um jogo que o alvinegro tinha tudo pra vencer, mas deixou o Vasco tomar conta da partida, além de ter sido prejudicado pela arbitragem, que não expulsou um jogador vascaíno logo no início do segundo tempo. Mas não adianta lamentar. O Botafogo está fora do quadrangular decisivo do campeonato estadual pelo segundo ano consecutivo. Falta ao Fogão regularidade, concentração e um grande nome no elenco, um jogador com habilidade, experiência e liderança.  fr

Estação do Rossio, Lisboa

A Estação do Rossio é uma das mais importantes e movimentadas da cidade de Lisboa. Foi inaugurada em 18 de maio de 1890. O Rei D. Manuel II desembarcou na Estação do Rossio em 4 de dezembro de 1909, retornando de viagem ao Reino Unido. Vou usar o comboio para ir visitar a minha tia, em Rio de Mouro, e para ir e voltar para Faro, no Algarve. Eu já conhecia a Estação e falei sobre ela na minha viagem a Portugal em 2018, que pode ser consultada aqui no meu blog. fr

sábado, 2 de março de 2024

Convento do Carmo, Lisboa 1

O Convento do Carmo fica no Largo do Carmo nº 27. Fundado em 1389 por D. Nuno Álvares Pereira, que doou os seus bens para o Convento em 1423 e nele ingressou como residente, tendo sido enterrado na Igreja do Convento em 1431 e canonizado em 2009 pelo papa Bento 16 como São Nuno de Santa Maria. Na manhã do dia 1º de novembro de 1755, um terremoto estimado de magnitude entre 8,7 e 9 na Escala de Richter, seguido por um tsunami e incêndios, destruiu parte considerável da cidade de Lisboa. Devido a estar localizado em uma COLINA, a Igreja do Convento de Santa Maria do Carmo, construída no século 14, e o Convento foram poupados do tsunami. Mas a Igreja foi destruída e o Convento teve o seu interior quase todo dizimado. A Igreja era considerada um dos mais bonitos templos góticos de Lisboa. No ano seguinte, foi iniciada a reconstrução, em estilo neogótico, mas foi interrompida em 1834 devido à extinção das Ordens Religiosas em Portugal. Anos depois, foi decidido não retomar a reconstrução e manter as ruínas como um testemunho da grandeza do terremoto. As naves da igreja estão a céu aberto, cercadas pelas suas paredes. No local funciona o Museu Arqueológico do Carmo, instalado em 1864, com a finalidade de guarda e exposição de importantes esculturas dos antigos edifícios arruinados, com destaque para as casas monásticas extintas em 1834, além de peças descobertas entre os escombros da Igreja e do Convento. O acervo é composto, também, por itens de valor histórico, arqueológico e artístico desde o período pré-histórico e adquiridos ao longo do tempo. Eu visitei, hoje, o antigo Convento do Carmo, onde está, atualmente, o Museu Arqueológico do Carmo. E levei a minha mãe, que, apesar de portuguesa e ter morado em Lisboa, nunca tinha ido lá. Ela gostou muito de conhecer tudo! Eu paguei 7 euros para entrar e 5 para minha mãe, pela idade. Havia muita gente, mas a fila andou rápido, e muitos turistas de vários países diferentes. Alguns reparos a lamentar. Não havia visita guiada disponível hoje, parece que devido ao tempo chuvoso ( felizmente só choveu depois que saímos). Também não havia fila exclusiva para idosos, grávidas e pessoas portadoras de deficiências, como é comum no Brasil. Por mais que a fila tenha andado rápido é um direito a essas pessoas ter uma atenção especial. E o despreparo do segurança que estava à entrada, visivelmente sem condições para lidar com o público: antipático e sem nenhuma vontade de falar com os visitantes, muita má vontade. Mas, para quem gosta de História, como eu, vale o passeio. fr

Convento do Carmo, Lisboa 2