SEJA ÉTICO
SEJA ÉTICO: Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução do conteúdo deste blog com a devida citação de sua fonte.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Qualidade do serviço igual, preço mais caro
Após os protestos em junho
do ano passado contra o aumento das passagens de ônibus, os empresários no Rio
de Janeiro conseguiram o queriam. Mas é bom lembrar que os protestos não eram
"apenas por causa dos 20 centavos" de aumento na época. Eram também
pela melhoria na qualidade dos serviços prestados: ônibus limpos e que passem
por higienização periódica, confortáveis, seguros e com motoristas e trocadores
melhor treinados. Mas nada disso aconteceu. E ainda temos que pagar mais caro.
Lamentável! fr
sábado, 25 de janeiro de 2014
46 graus!
Por mais que alguém diga que o termômetro do painel de rua, ontem,
podia estar com defeito (pode ser, pode não ser), o fato é que o verão de 2014
está castigando! 46º graus! E a sensação térmica, então, é muito pior! Se
na rua é ruim, ficar em casa também não está fácil! A água fica quente, e quem
não tem ar condicionado sofre! fr
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Frases
![]() |
| Darcy Ribeiro |
"Fracassei em tudo o que tentei na vida. Tentei
alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui. Tentei salvar os índios, não
consegui. Tentei fazer uma universidade séria e fracassei. Tentei fazer o
Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são
minhas vitórias. Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu."
Uruguai dá exemplo de como combater a violência no esporte
É assim que deveria ser feito no Brasil e em qualquer lugar
do mundo! Quem briga dentro ou fora do estádio, seja "torcedor" ou
jogador, deve ser preso e processado. Se fosse sempre assim, sem
condescendência, a violência diminuiria bastante! fr
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
SBT ainda tem inéditos do Chaves para exibir
Uma boa notícia para os chavemaníacos: o SBT está exibindo
episódios inéditos da série. Passados mais de 30 anos do fim de
"Chaves", chega a ser impressionante como é que ainda pode ter
episódios inéditos. Li na internet que fãs do programa acusam o SBT de ainda
ter outros inéditos, que ela está guardando para mostrar no futuro. Seja como
for, em meio a tantas notícias ruins, é bom poder dar boas risadas com um
programa tão engraçado e sem ser apelativo.
fr
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Selvageria nos Estados Unidos
Cenas de selvageria explícita! Foi o que
ocorreu no sábado passado nos Estados Unidos, durante uma partida de hockey
entre Vancouver Canucks e Calgary Flames, clubes da liga estadunidense. O árbitro
apitou o começo da partida e um jogador do Calgary partiu para cima do adversário,
esquecendo por completo do disco, e dando início a uma briga generalizada. Os
jogadores reservas, no banco, também trocavam insultos e ameaças, inclusive o
treinador do Vancouver. E pior, os torcedores insuflavam e aplaudiam a briga,
inclusive mulheres. Depois de alguns minutos, a partida foi disputada. Uma vergonha! Lamentável demais! fr
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Seedorf encerra carreira como jogador no Botafogo, e vai ser treinador na Itália
Seedorf anunciou hoje o fim de sua carreira como jogador, e
o início como treinador, no Milan, da Itália. No Botafogo, estreou em 21 de
julho de 2012, na derrota para o Grêmio por
1x0 no Estádio Olímpico. Foram 81 jogos vestindo a camisa do Glorioso e 24 gols,
além de ter colaborado para a conquista do título de campeão do Rio de Janeiro
em 2013. fr
sábado, 11 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
Brasil goleia Argentina e conquista Copa América de futebol de areia
Brasil goleia Argentina por 10x1 e
conquista o 10º título invicto da Copa América de futebol de areia. A competição
foi disputada na Praia de Boa Viagem, em Recife, Pernambuco. A campanha campeã:
6x1 El Salvador, 10x1 México e 10x1 Argentina. O goleiro Mão foi escolhido o melhor goleiro
da Copa América, e Bokinha o melhor jogador, além de ter sido o artilheiro, com
seis gols. O México venceu na preliminar a seleção de El Salvador por 5x4 e
ficou com a terceira colocação. O Brasil já tinha conquistado no final de
dezembro a Copa das Nações ao vencer Portugal por 7x4, também em Recife. fr

Dica de filme: O Filho do Outro
O Filho do Outro ("Le Fils de l'Autre")
França, 2012, Drama
Direção: Lorraine Levy
Com: Jules Sitruk, Mehdi
Dehbi, Bruno Podalyd, Emmanuelle Devos, Pascal Elbé, Mahmud Shalaby, Areen
Omari.
Filho de um
coronel, rapaz se alista para servir ao Exército israelense, e tem o exame de
sangue informando um tipo de sangue diferente do que seria o resultado da união
de seus pais. Ao procurar o hospital, a mãe descobre que o seu filho pode ter
sido trocado com outro bebê no dia do parto, quando houve uma evacuação de
emergência por conta de um bombardeio. Filho de um casal judeu, o rapaz tinha
sido trocado pelo filho de um casal árabe. Ao descobrirem o que ocorreu, as
duas famílias passam a ter que lidar com sentimentos conflitantes. Os dois
jovens, criados de acordo com os costumes e tradições de seus pais, de um
momento para outro descobrem ser, na realidade, filhos dos seus Inimigos
históricos. Muito interessante. Uma
curiosidade: os dois irmãos árabes parecem vestindo camisas da seleção
brasileira. fr
sábado, 4 de janeiro de 2014
O garotinho
O garotinho
E. Bucklev
Uma vez um garotinho foi para a escola. Ele era bem um garotinho. E a
escola era bem grande. Mas quando o garotinho viu que podia ir para a sua sala
caminhando diretamente da porta lá de fora, ele ficou feliz e a escola não
parecia tão grande assim.
Numa manhã, quando o garotinho estava há pouco na escola, a professora
disse:
- Hoje nós vamos fazer um desenho!
- Bom! - pensou o garotinho.
Ele gostava de desenhar. Ele podia fazer todas as coisas! Leões e
tigres, galinhas e vacas, trens e barcos... E pegou sua caixa de lápis e
começou a desenhar. Mas a professora disse:
- Esperem. Não é hora de começar!
E ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora - disse a professora - nós vamos desenhar flores.
- Bom - pensou o garotinho.
Ele gostava de desenhar flores. E começou a fazer bonitas flores com
lápis rosa, laranja e azul. Mas a professora disse:
- Esperem, eu lhes mostrarei como se faz!
E era vermelha, com a haste verde.
- Aí! – disse a professora - Agora vocês podem começar.
O garotinho olhou a flor da professora. Então olhou para a sua. Ele
gostava mais da sua flor do que a da professora. Mas ele não revelou isso. Ele
apenas guardou seu papel e fez uma flor como a da professora. Era vermelha, com
a haste verde.
Outro dia, quando o garotinho abria a porta lá fora, a professora disse:
- Hoje nós vamos trabalhar com argila!
Cobras e bonecos, elefantes e ratos, carros e caminhões... E começou a
puxar e amassar a bola de argila. Mas a professora disse:
- Esperem, não é hora de começar.
E ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora – disse a professora - nós vamos fazer uma travessa.
- Bom – pensou o garotinho.
Ele gostava de fazer travessas. E começou a fazer algumas, de diferentes
tamanhos e formas. Mas a professora disse:
- Esperem e eu lhes mostrarei como fazer uma travessa funda.
- Aí – disse a professora - agora vocês podem começar.
O garotinho olhou para a travessa da professora. Então, olhou para as
suas. Ele gostava mais das suas do que a da professora. Mas não revelou isso.
Ele apenas amassou sua argila numa grande bola. E fez uma travessa como a da
professora, que era uma travessa funda.
E logo o garotinho aprendeu a esperar e a observar. E a fazer coisas
como a professora. E logo, ele não fazia as coisas por si mesmo.
Então aconteceu que o garotinho e sua família mudaram para outra casa
numa outra cidade. E o garotinho teve que ir para outra escola. Essa escola era
ainda maior do que a primeira. E não havia porta lá fora direto para a sua
sala. Ele tinha que subir alguns degraus e seguir por um corredor comprido para
chegar a sua sala.
E, justamente no primeiro dia que ele estava lá, a professora disse:
- Hoje nós vamos fazer um desenho.
- Bom – pensou o garotinho.
E esperou pela professora para dizer-lhe o que fazer. Mas ela não disse
nada, apenas andou pela sala. Quando se aproximou do garotinho, ela disse:
- Você não quer desenhar?
- Sim – disse o garotinho. – Mas o que é que eu vou fazer?
- Eu não sei até que você faça – disse a professora.
- Como eu farei?, perguntou o garotinho.
- Faça do jeito que você quiser – disse a professora.
- E de qualquer cor?, perguntou ele.
- De qualquer cor – disse a professora. – Se todos fizessem o mesmo
desenho e usassem as mesmas cores, como eu poderia saber quem fez o quê e qual
era qual?
- Eu não sei, disse o garotinho.
E começou a fazer uma flor vermelha, com a haste verde.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Rio, 50º!
O calor que vem fazendo no Rio de Janeiro desde sábado, dia 28 de
dezembro, tá demais! Na rua, o Sol te castiga; em casa, até a água na opção
'Desligar' ('Verão') está quente... Quando é que vem uma chuvinha para
refrescar as temperaturas? Uma chuva gostosa, que não seja também exagerada
para trazer desgraças à cidade, claro! Socorro! fr
Brasil é o favorito de Maradona
"Sem dúvida, meu favorito para ser campeão em 2014 é o
Brasil. Quando os jogadores brasileiros têm a concentração
justa, creio que são imbatíveis." Maradona
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Admirando a Baía de Guanabara
Em primeiro plano, o Viaduto (Elevado) da Perimetral, que
deverá ser demolido este ano, e a Praça XV de Novembro. Ao fundo, a Ponte
Rio-Niterói, a Ilha Fiscal, o Espaço Cultural da Marinha e a Baía da Guanabara,
onde se vê também um iate e uma barca saindo para Niterói. fr
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Documentário registra depoimentos históricos sobre a derrota de 1950
Recentemente, assisti ao
documentário "Dossiê 50: Comício a favor do Náufragos", do jornalista
Geneton Moraes Neto, na Globo News. Ele entrevistou todos os onze titulares da
seleção brasileira vice-campeã mundial da Copa de 1950, na derrota de 2x1 para
o Uruguai no Maracanã, que ficou conhecida como "Maracanaço". E mais
o ponta direita uruguaio Gigghia, que fez o segundo gol, o gol do título, e
único dos 22 jogadores que entraram em campo naquele domingo, dia 16 de julho
de 1950, ainda vivo. As entrevistas foram realizadas em fitas cassetes, entre
abril de 1986 e setembro de 1987. É, com certeza, um registro raro, de enorme
valor histórico.
A narração do documentário
é de Paulo Cesar Peréio, com uma dicção prejudicada provavelmente devido a
problemas dentários. Algumas imagens foram mal escolhidas, pouco tinham a ver
com o espírito da final no Maracanã: um anônimo fazendo 'embaixadinhas', por
exemplo. E os atores Claudio Jaborandy, Milton Gonçalves e Chico Diaz
interpretaram parte das respostas dos jogadores, algumas vezes repetindo o que
se ouvia da boca dos atletas. Não ficou bom. Mas o principal do filme são os
depoimentos, os dramas humanos daqueles brasileiros, jogadores marcados para
sempre por conta de um dia, de uma derrota. A maioria morreu abandonada,
esquecida, longe dos dias de glória, e com problemas financeiros e de saúde. O
time: Barbosa, Augusto, Juvenal, Bauer, Danilo, Bigode, Friaça, Zizinho,
Ademir, Jair e Chico.
O goleiro Barbosa,
que jogava no Vasco da Gama, com certeza foi, de todos, aquele apontado como o
maior culpado pela derrota. Afinal, ele teria engolido um frango no segundo gol
uruguaio. Barbosa conseguiu fazer piada,
dizendo que, ao contrário do que dizia Gigghia, ele, o papa e Frank Sinatra não
seriam os únicos a terem calado o Maracanã: "Eu também fiz o Brasil calar,
e chorar todinho, não é só ele que tem o privilégio não!" E riu. Como ele
conseguiu fazer piada com o assunto, não sei. Conta que os jogadores
brasileiros tiveram suas imagens exploradas pelos políticos, que os usaram como
"bonecos, garotos-propaganda". O goleiro explica que foi surpreendido
pelo chute de Gigghia, pois esperava que ele cruzasse para a chegada de um
companheiro na pequena área, como já tinha acontecido algumas vezes na partida.
Mas Gigghia chutou e a bola entrou. Barbosa
diz que a derrota foi resultado da falta de respeito da seleção brasileira ao
adversário, de excesso de confiança. É dele a frase mais marcante dos jogadores
que participaram daquela final: "A pena máxima no Brasil é de 30 anos. A
minha já dura 50 anos, jamais fui perdoado!."
O capitão do Brasil, Augusto
(Vasco da Gama), disse que, mesmo após o fim do jogo, e da derrota, sonhou
durante muitos dias que estava levantando a taça Jules Rimet, como campeão
mundial.
Juvenal (Flamengo)
voltou para sua residência, em Laranjeiras, de táxi, onde se trancou com a
família.
Bauer (São Paulo) Um
repórter da então revista O Cruzeiro o convencera a devolver a passagem
de trem em que retornaria no dia seguinte ao jogo para São Paulo, para ficar no
Rio para a "festa do título". Com a derrota, o repórter não voltou
mais a procurá-lo e ele teve que voltar a São Paulo de favor, sentado no chão
do trem. Dos onze titulares da seleção brasileira de 1950, apenas Bauer foi
titular na Copa do Mundo seguinte, em 1954, na Suíça.
Danilo (Vasco da
Gama). Critica o oportunismo dos políticos à época, que se aproveitaram dos
jogadores para suas campanhas, às vésperas da eleição. Teve que sair do Rio de
Janeiro.
Bigode (Flamengo)
Reclama da fama de covarde que lhe colocaram por não ter revidado a um suposto
tapa no rosto que Obdulio Varela teria lhe dado. Segundo ele, o jogador uruguaio lhe deu
"um tapinha" no pescoço pedindo calma. "Uns dizem que me cuspiu
na cara, outros que foi tapa. (...) Eu é que mais sofri, com essa
calúnia."
Friaça (São Paulo).
Pelo menos por enquanto, é o único jogador brasileiro a ter marcado um gol em
Copa do Mundo no Brasil. Disse que prêmios foram prometidos a quem fizesse o
primeiro gol contra o Uruguai, mas depois do jogo ninguém cumpriu o prometido,
apesar de ter cobrado as promessas. Após o jogo, teve um surto e diz que só
lembrava ter chegado com o seu carro em Teresópolis. Sua família ficou
preocupada, sem notícias. Conta que foi o prefeito da cidade que o reconheceu e
o levou a uma clínica para se recuperar.
Zizinho (Bangu)
Depois do Maracanaço, teve vontade de abandonar o futebol. Conta que
após a final, quando todos os jogadores brasileiros estavam chorando no
vestiário, viu um dirigente da CBD (Confederação Brasileira de Desportos)
vibrando por conta da renda do jogo.
Ademir Menezes (Vasco
da Gama) Contou que foi feita uma foto da seleção antes da final, da qual,
segundo ele, fizeram uma montagem, colocando uma faixa em que se lia "Os
campeões do mundo". Após a derrota para o Uruguai, Ademir conta que pegou
a esposa e foi até Itacuruçá, onde se hospedou em um hotel e ofereceu pagar a
diária em dobro para que ninguém soubesse que ele estava lá. Mas não adiantou.
Foi de Ademir o depoimento mais contundente do filme. Ele afirmou que o grande
culpado da derrota do Brasil para o Uruguai "foi o Juvenal, ele que
deveria ter dado combate a Gigghia".
Jair (Palmeiras)
Disse que Ari Barroso, compositor e vereador, "prometeu emprego para todo
mundo na prefeitura", mas depois não cumpriu.
Chico (Vasco da
Gama) Conta ter proposto a Ademir e a Zizinho que ele faria uma falta desleal
no Obdulio
Varela, considerado o líder da seleção uruguaia, para tirá-lo do jogo, mas eles
não aceitaram a ideia. Segundo ele, se tivesse acontecido, o placar poderia ter
sido outro. Ainda lamenta também que teria empatado o jogo quando estava 2x1 em
um chute, mas o Ademir interceptou a bola; segundo ele, seria o gol do empate e
do título. Disse que passou uma semana depois da final sonhando que o jogo
ainda seria realizado.
Geneton Moraes Neto foi ao
Uruguai e também entrevistou Gigghia. Em junho de 2012, Gigghia sofreu
um acidente, tendo seu carro atingido por um caminhão, chegando a ficar em
coma. Doente, morando em uma casa simples, alugada, de apenas dois quartos, e
contando com a ajuda financeira de terceiros, Gigghia é o único jogador daquela
final de 1950 ainda vivo. Segundo ele, os dirigentes uruguaios já tinham
retornado a seu país no dia anterior à final, não acreditavam na vitória do
Uruguai. Ele e os demais jogadores campeões precisaram juntar dinheiro para
comprar algo para comer e festejar a conquista no quarto do Hotel Paysandu, no
Flamengo. fr
Só se for no Brasil da propaganda eleitoral...
"Estamos a um passo de acabar com a pobreza absoluta em todo o
território nacional." Presidente Dilma Rousseff, em
pronunciamento obrigatório em cadeia de TV e rádio, ontem.
domingo, 29 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Casal picha estátua de Drummond
O que fazer com pessoas como essas? Um casal pichou a estátua
de Carlos Drummond de Andrade, em Copacabana, à 1h20 de ontem, e teve a ação
gravada por uma das câmeras da prefeitura. Até o momento, de acordo com a
imprensa, esse casal de marginais ainda não foi identificado. Esses idiotas
picham estátuas e outros monumentos e prédios públicos e depois a prefeitura
tem que limpar, e quem paga a conta, claro, somos nós, que pagamos o dinheiro
do custo da limpeza. Um absurdo. Eu pergunto apenas por que a prefeitura não
acionou a polícia no momento em que esse casal de vagabundos estava
emporcalhando a estátua de Drummond? Assim, eles teriam sido identificados e
presos na hora, e isso serviria de exemplo para que outros imbecis como eles não
tornem a fazer o mesmo. Tolerância zero com esse tipo de atitude! fr
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
O brasileiro tem que se fazer respeitar como consumidor
Às vésperas da Copa do Mundo do Brasil, ano que
vem, o uniforme oficial da seleção brasileira está à venda nas lojas. Vi, ontem,
na loja Paquetá a camisa por R$ 229,90 e
o calção por R$ 109,90. É isso mesmo que
você leu! Se a pessoa quiser comprar camisa e calção vai pagar R$
339,80, ou seja, praticamente a metade de um salário
mínimo ainda vigente no país (R$ 678,00). Completamente fora da realidade! Por
mais que eu possa comprar, eu não pago esses valores por uma camisa e um
calção! E todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo. Quem sabe, as empresas
de vestuário passariam a nos respeitar se os brasileiros deixassem encalhar nas
lojas as camisas de clubes e da seleção brasileira? Eu faço a minha parte! fr
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Ciganas pelo Centro do Rio
Recentemente encontrei na Av. Rio Branco, em pleno Centro do
Rio de Janeiro, um grupo de ciganas abordando as pessoas. São mulheres de
várias idades, algumas bem jovens, e vestem saias coloridas. Elas literalmente
agarram as pessoas e oferecem ler a mão. E, depois, claro, pedem um dinheiro
pelo "serviço prestado". Uma vez, já faz alguns anos, uma cigana me
abordou na Cinelândia, quando eu estava em um jornaleiro. Ela pegou minha mão,
"leu" alguma coisa, que eu nem lembro mais, e depois me pediu uma
"colaboração". Como eu não solicitei que ela lesse minha mão,
educadamente não lhe dei nenhum dinheiro, até para não estimular esse tipo de
prática nas ruas. Mas há quem dá, por isso elas aparecem pelas ruas do
Centro. fr
domingo, 22 de dezembro de 2013
Histórica conquista do mundial de handebol feminino
O Brasil conquistou hoje o inédito e histórico título de
campeão mundial de handebol feminino, ao vencer a seleção anfitriã da Sérvia
por 22x20. Em uma campanha invicta, com nove vitórias, o Brasil torna-se,
assim, o segundo país não-europeu a conquistar um mundial da categoria, o outro
foi a Coréia do Sul em 1995, em 21 edições da competição. As brasileiras nunca
tinham conseguido sequer chegar entre as quatro melhores seleções no mundial até
hoje. A melhor classificação era o quinto lugar no mundial de 2011, em São Paulo.
Por incrível que possa parecer, as emissoras de televisão brasileiras não
transmitiram o mundial, nem mesmo a final. Depois, hipocritamente alardeiam
apoiar o esporte brasileiro. Uma vergonha! A final foi realizada na Arena
Belgrado com cerca de 20 mil pessoas torcendo contra, e diante da seleção da
casa, a Sérvia. A campanha vitoriosa: 36x20 Argélia, 34x21 China, 25x23 Sérvia,
24x20 Japão, 23x18 Dinamarca, 29x23, Holanda, 33x31 Hungria, 27x21 Dinamarca e
22x20 Sérvia. A Dinamarca venceu a Polônia, e ficou com a terceira colocação no
mundial. O handebol é um esporte que praticamente todos os brasileiros praticam
na época de escola, e deveríamos estar disputando títulos mais frequentemente. No
masculino, nas 23 edições do mundial, o Brasil nunca conseguiu chegar entre os
quatro primeiros colocados, temos que mudar isso também! Parabéns Brasil! fr
sábado, 21 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Com tanto lugar para escolher...
O que leva as pessoas irem ao cinema e escolher na
bilheteria lugares AO LADO de outros ocupados, com tanto lugar para escolher? Alguém
pode me responder? É medo de solidão?
Carência? flavioroberto.blogspot.com.br
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Portuguesa é punida, e Fluminense se salva do rebaixamento
Hoje, a classificação
final do Campeonato Brasileiro de 2013 teve alterações. E, infelizmente, não
foi resultado de vitórias dentro do campo. Mas, no STJD (Superior Tribunal de
Justiça Desportiva) que condenou a Portuguesa por unanimidade pela escalação
irregular do jogador Héverton na última rodada da competição contra o Grêmio,
com a perda de quatro pontos e multa de mil reais. Com a punição, a Portuguesa caiu
do 12º para o 17º lugar, sendo rebaixada, e o Fluminense escapou mais uma vez
do rebaixamento. Desta vez, beneficiando-se de um erro idiota e inaceitável da
Portuguesa, que escalou um jogador que deveria cumprir suspensão. O clube
paulista entrará com recurso no Pleno (segunda instância) do STJD. Mas
dificilmente, terá sucesso. O regulamento beneficiou o Fluminense, que caiu em
campo e merecia ser rebaixado! O Flamengo também foi condenado por unanimidade com
a perda de quatro pontos e multa de mil reais pela escalação irregular do
lateral-esquerdo André Santos no jogo contra o Cruzeiro na última rodada do
Campeonato Brasileiro. Mas, como a Portuguesa foi rebaixada, o Flamengo se
salvou do rebaixamento, terminando a competição em 16º lugar, ou seja, o último
dos não rebaixados. O Flamengo também vai recorrer. Ou seja, Flamengo e Fluminense escaparam por
pouco do rebaixamento para a Segunda Divisão, uma vergonha! fr
Dica de filme: Um Dia Sem Mexicanos
UM DIA SEM MEXICANOS
(“A Day Without a Mexican”)
(“A Day Without a Mexican”)
EUA/Espanha, 2004, Comédia
Direção: Sergio Arau
1/3 da população da
Califórnia (EUA) é constituída de latino-americanos, que, de um momento para
outro, desaparecem, sem deixar vestígios. Os estadunidenses se apercebem do
quanto dependem desses milhões de trabalhadores, muitos explorados como
mão-de-obra ilegal, recebendo salários muito baixos e sem nenhum direito
trabalhista. O filme mostra como o maior império do mundo vê os países da
América Latina: brasileiros, argentinos, chilenos, bolivianos, cubanos, tanto
faz! Para eles, somos todos “mexicanos”! Como diz uma personagem do filme,
“Afinal, estão todos ao Sul da fronteira!”
fr
domingo, 15 de dezembro de 2013
Os piores programas da TV brasileira (12)
O seriado Pé na Cova é muito ruim. Está mais
para um drama do que uma comédia. Os personagens são exagerados, as piadas são
batidas, e a estória que serve de pano de fundo é triste. Ruço,
personagem de Miguel Falabella, também o autor da série, é dono de uma funerária
no bairro de Irajá. A ex-esposa, Darlene, vivida pela Marília Pêra (a
mais exagerada de todos!) é maquiadora de corpos para os enterros. A filha, Odete
Roitman, faz strip-tease pela internet em casa, e namora a mecânica Tamanco,
interpretada pela cantora Mar'tnália, filha de Martinho da Vila. O outro filho,
Alexandersom, entra na política para se dar bem. No meio de infindáveis
problemas familiares, dramas pessoais, e desentendimentos, as piadas são fracas
e não divertem, o que seria o principal objetivo de uma série que pretende ser
humorística. Pé na Cova está muito distante do "padrão de
qualidade" que a Rede Globo faz questão de divulgar. fr
sábado, 14 de dezembro de 2013
Jornada do Botafogo na Libertadores terá início no Equador
Com
a derrota por 2x0 da Ponte Preta na quarta-feira, dia 11, para o Lanús, da
Argentina, o Botafogo confirmou sua classificação para a Copa Libertadores da
América de 2014, como o quarto colocado do Campeonato Brasileiro. A Conmebol
realizou o sorteio na quinta-feira, definindo os confrontos do ano que vem. O
Botafogo enfrentará o Deportivo Quito, do Equador, e se o vencer, passará ao
Grupo 2 da Libertadores, do qual fazem parte Unión Española (Chile),
Independiente José Teran (Equador) e o terceiro representante da Argentina (San
Lorenzo ou Lanús). É o retorno do Botafogo à Libertadores, competição que
disputou pela última vez em 1996. fr
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Campeonato brasileiro de 2013
. O Cruzeiro igualou-se ao São
Paulo em 2007, tornando-se o campeão com maior antecedência: quatro rodadas.
. O Botafogo conseguiu a sua
melhor colocação no Campeonato Brasileiro desde a conquista de 1995, e a melhor
com a disputa em pontos corridos.
. O Botafogo ainda depende
do resultado da final na próxima quarta-feira da Copa Sul-Americana, na
Argentina, para saber se estará classificado para a Copa Libertadores da América
de 2014. Se a Ponte Preta não conquistar o título, a vaga é do alvinegro
carioca. O clube paulista empatou a primeira partida no Pacaembu em 1x1 com o
Lanús, e ambos decidirão em Buenos Aires o título. Os já classificados para a Libertadores de 2014 são o Cruzeiro (campeão brasileiro de 2013), Grêmio, Atlético Paranaense, Atlético Mineiro (campeão da Libertadores de 2013) e Flamengo (campeão da Copa do Brasil de 2013).
. Seja
como for, o Botafogo já está classificado diretamente às oitavas-de-final
da Copa do Brasil de 2014.
. O que
o Náutico foi fazer na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro? Disputou
38 jogos, perdeu 28, empatou cinco e conseguiu somente cinco vitórias. Os
clubes que conseguiram a proeza de perder para o Náutico foram: 1x0 Corinthians
(Pernambuco); 1x2 Ponte Preta (Campinas); 3x0 Coritiba (Pernambuco); 3x0
Internacional (Pernambuco); 0x1 Flamengo (Florianópolis). O Náutico levou 79
gols, e marcou somente 22, terminando a competição com um fantástico saldo
negativo de 57 gols.
. Dois
clubes cariocas foram rebaixados para a Segunda Divisão: o Vasco da Gama
e o Fluminense (mais uma vez!). fr
domingo, 8 de dezembro de 2013
Bandidos brigam em estádio e interrompem partida de futebol em Joinville
Hoje, mais uma vez cenas de violência, covardia e barbárie
chocaram o Brasil. Em Joinville, a partida entre Atlético Paranaense e Vasco da
Gama foi interrompida aos 16 minutos do primeiro tempo por conta de briga entre
bandidos, pseudo-torcedores. Eu assistia ao vivo a partida pela TV, e fiquei
chocado com tanta violência. Uma briga generalizada. E o pior foi a cena em que
alguns chutavam e pisavam a cabeça de um rapaz já caído na arquibancada. A
partida foi interrompida por mais de uma hora. Pelo que ouvi na TV, não havia
policiais dentro do estádio, apenas fora, porque teria ficado decidido pelo
Ministério Público e pela Polícia Militar de Santa Catarina que a segurança do jogo
dentro do estádio deveria ficar sob responsabilidade de particulares, já que o
evento é privado. A briga durou alguns minutos até que os primeiros policiais
entrassem. Lamentável! Quatro rapazes estão hospitalizados, alguns em estado
grave. Um helicóptero pousou no campo para o socorro deles. É muito provável,
claro, que também os feridos tenham se envolvido na briga, e não sejam vítimas
inocentes. Antônio Lopes, que já foi treinador do Vasco e de outros clubes,
identificando-se como dirigente do Atlético aparecia nas imagens visivelmente
transtornado, criando ainda mais confusão porque queria que o jogo fosse
realizado, enquanto os dirigentes do Vasco defendiam a sua suspensão. O jogo
foi reiniciado e terminou 5x1 para o Atlético. É evidente que as cenas estão
sendo divulgadas pelo mundo inteiro, às vésperas do Brasil sediar uma Copa do
Mundo, e assustando milhares de estrangeiros que pretendem vir ao Brasil para
acompanhar o Mundial. Brigas em estádios de futebol acontecem há muito tempo,
no Brasil e no mundo. E vão continuar a acontecer por aqui enquanto a Justiça não
for mais rigorosa com esses bandidos. Bandidos! Não torcedores, porque
torcedores não brigam, não depredam estádios, não saem de casa para criar
tumulto. São bandidos! E têm que ser tratados assim pela imprensa, pela polícia
e pela Justiça. Não adianta condenarem esses bandidos com o pagamento de cestas
básicas ou proibi-los de ir aos estádios durante um tempo. Esses bandidos têm
que ser identificados, julgados e condenados à prisão. Enquanto eles forem
tratados com menor rigor, essas cenas vão continuar se repetindo. fr
Assinar:
Postagens (Atom)













































