
Em 1924, membros da Academia
Brasileira de Letras (ABL) são sucessivamente assassinados, com veneno. O comissário
Machado Machado é encarregado de investigar os crimes, cometidos por um
especialista em venenos desconhecidos. Ele tem esse curioso nome devido à admiração
que o seu pai, Rubino Machado, tinha pelo escritor Machado de Assis. A
homenagem ao escritor se ligou ao nome de família e gerou a curiosa repetição. No
livro, um dos imortais, confidenciou ao comissário que todos os escritores, no
fundo, desejam entrar para a ABL. O livro mostra, também, as eleições com
resultados arranjados, através de chantagens e trocas de favores na Academia. O
curioso de tudo é que o próprio Jô Soares é um escritor que poderia almejar
tornar-se um dos imortais. Eu destaco, também, a presença de destaque de um
personagem anão em cada um dos dois livros do Jô Soares que eu indico, hoje, no
meu blog, quem ler vai entender. fr
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