SEJA ÉTICO

SEJA ÉTICO: Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução do conteúdo deste blog com a devida citação de sua fonte.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Dica de filme: "36"

36 (“36 Quai dês Orfèvres”)
França, 2004, Ação
Direção: Olivier Marchal
Com: Daniel Auteuil, Gerard Depardide
Uma gangue comete seguidos roubos em Paris, executando-os com muita violência. Pressionada pela imprensa, a polícia precisa dar uma resposta rápida e eficiente. Dois policiais, chefes de divisões de segurança diversas, estão à frente do caso, cada qual com os seus métodos e interesses. Aquele que conseguir prender os bandidos conseguirá também o cargo de diretor geral. O filme mostra que a polícia de um país como a França também tem a sua “banda podre”: corrupção, violência e práticas justiceiras.  fr

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Bracher: Pintura e Permanência

Ontem, fui à exposição "Bracher: Pintura & Permanência", no primeiro andar do Centro Cultural Banco do Brasil, em seu primeiro dia. São 86 obras desse artista mineiro, Carlos Bernardo Bracher, de 74 anos, além de exibição de vídeos-documentários sobre sua vida e obra.  fr

  1. No dia, estavam gravando um vídeo com o artista, sentado, na sala de entrada de sua casa em Juiz de Fora, reconstruída com as peças, os quadros e móveis originais.
  2. Reprodução do ateliê do pintor Carlos Bracher, em Ouro Preto, Minas Gerais, no térreo do CCBB.
  3. "Tríptico das Montanhas de Minas", óleo sobre tela, 1976 (coleção do artista, Ouro Preto).
  4. "Duplo Autorretrato Cubista", óleo sobre tela, 1970 (coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro).
  5. Uma das salas da exposição no CCBB, com os quadros expostos.
  6. "Autorretrato Dourado", óleo sobre tela, 1983 (coleção do artista, Ouro Preto).
  7. O interior do ateliê do artista, reproduzido no térreo do CCBB.
  8. "Igreja São Francisco de Assis, São João del Rei", óleo sobre tela, 2014 (coleção do artista, Ouro Preto).
  9. "Violino, Partitura e Flores", 2000 (coleção do artista, Ouro Preto).
  10. "Retrato de Milton Nascimento", óleo sobre tela, 2000 (coleção Milton Nascimento, Rio de Janeiro).
  11. O cavalete e o material de pintura do artista.
  12. "Retrato de Chico Buarque", óleo sobre tela, 1999 (coleção Chico Buarque de Holanda).
  13. "Pão de Açúcar", óleo sobre tela, 2008 (coleção Paulo Chaves de Resende Martins, Brasília).

     

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Igreja Universal não aceita homenagem a Dom Hélder Câmara

É lamentável que em pleno século 21, e no Brasil, tenhamos que conviver com práticas preconceituosas, atrasadas e ignorantes. A Igreja Universal ainda se recusa a dizer o nome da Av. Dom Hélder Câmara, no Rio de Janeiro, onde ela tem dois dos seus templos. Prefere se referir a ela em seus programas exibidos na TV Record como "antiga Av. Suburbana", apesar do nome ter mudado há mais de 15 anos! As demais denominações evangélicas que têm igrejas na avenida usam o nome correto sem problema nenhum. A Universal não. Triste! Nada justifica essa atitude agressiva e desnecessária. Até porque as pessoas iriam se acostumar muito mais rápido se ninguém mais usasse o nome antigo. Dom Hélder Câmara é um nome respeitado não apenas pelos católicos, mas por todas as religiões. Ele combateu a ditadura militar e lutou contra a pobreza e a miséria no Brasil. A homenagem prestada a ele no Rio de Janeiro é merecida e todos devem aceitá-la com satisfação, sabendo que o homenageado fez por merecê-la.  fr

terça-feira, 14 de abril de 2015

A tradicional Rua do Ouvidor


Nas fotos, o início da tradicional Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro. Uma das mais antigas ruas da cidade, ela existe desde 1574, quando era chamada de Rua Desvio do Mar. É uma rua estreita, com sobrados antigos, e exclusiva para pedestres. Ao fundo das fotos, vê-se a Igreja de Nossa senhora da Lapa dos Mercadores, no número 35 (à esquerda), e a Igreja da Irmandade da Santa Cruz dos Militares, na esquina com a Rua Primeiro de Março nº 36 (à direita). Atrás, também nessa rua, um enorme edifício moderno, que contrasta com os antigos prédios desse trecho da Rua do Ouvidor. A Rua passou a ter o nome atual já no século 18, quando o Ouvidor Francisco Berquó da Silva Pereira passou a morar lá. Foi a primeira grande rua comercial do Rio de Janeiro; a rua onde foi instalada a primeira iluminação a gás e a primeira iluminação elétrica da cidade. Nesse tempo, chegou a ser a mais importante rua carioca, onde se instalavam os comerciantes europeus vendendo as grandes novidades da moda, e onde também estavam as sedes da maioria dos jornais. No trecho das fotos, estão localizados vários restaurantes. À noite, principalmente às sextas-feiras, ele fica tomado de mesas e cadeiras, aonde as pessoas vão para conversar e beber um pouco. No restante da rua, estão localizados prédios maiores e mais recentes. fr

domingo, 12 de abril de 2015

Os políticos são o reflexo da sociedade

Hoje, milhares de pessoas foram às ruas, em várias cidades do Brasil, protestar contra o governo da presidente Dilma Rousseff e a corrupção em seu governo. Eu sou favorável a essas manifestações, é sempre bom ver o povo se organizando de forma pacífica para exercer o seu direito de expressar sua opinião nas ruas. Eu não estou satisfeito com esse governo, assim como não fiquei satisfeito com as administrações anteriores, seja do PT, seja do PSDB. Foram governos que deixaram a desejar.

Mas, sou de opinião que a falta de honestidade de nossos políticos, homens e mulheres, em Brasília, nos estados e nos municípios, é um reflexo da atitude das pessoas em seu dia a dia. Hoje, presenciei, na prática, o que estou escrevendo. No ônibus, paguei a passagem com uma nota de R$ 20,00, e fui sentar. Como acontece com certa frequência, a trocadora deu o troco a menos, acreditando que eu não iria conferir, e guardaria o dinheiro. Mas, eu conferi. E ela deu o troco como se eu tivesse pago duas passagens de R$ 3,40. Quando reclamei, ela deu a desculpa esfarrapada que pensava que uma moça tinha entrado comigo. Se fosse verdade, é óbvio que ela iria procurar receber o dinheiro dessa tal moça, afinal ela tem que pagar do seu bolso a diferença no final do seu dia de trabalho. Mas, não o fez.

Mais à frente, outro exemplo. Uma moça entrou com o filho, junto com várias outras, em um ponto em frente a uma igreja evangélica. Até aí nada demais, se não fosse o fato dessa moça ter pago com cartão de estudante. A trocadora, agora resolvendo criticar as atitudes amorais, reclamou (bem alto) que a moça estava errada. Segundo ela, para usar o cartão de estudante, a moça teria que estar uniformizada, e, pior, não em um domingo, quando todo mundo sabe que não tem aula. Apesar de estar com razão, a trocadora liberou o pagamento com o cartão de estudante. Em pleno domingo! A moça, provavelmente saindo da igreja, reclamou, "alegando" que a trocadora não era a "dona do ônibus", ou seja, de acordo com sua lógica torta, não devia estar tão atenta para essa prática errada que ela disse estar acostumada a fazer, e nenhum outro trocador reclamou.

A triste conclusão é que as pessoas no Brasil reclamam dos políticos, mas cometem os seus erros, os seus "jeitinhos", e são também desonestos, assim como os nossos "representantes" em Brasília, nos estados e nos municípios. Que moral, então, muitos dos que reclamam têm para criticar os políticos? É uma vergonha, mas os políticos são o reflexo da maioria dos cidadãos que no dia a dia desrespeitam a lei e procuram se beneficiar através de atitudes desonestas e antiéticas. Lamentável!  fr

sábado, 11 de abril de 2015

"A Turma do Lambe-Lambe", Daniel Azulay

Uma das lembranças de minha infância, o programa "A Turma do Lambe-Lambe", era apresentado por Daniel Azulay, na TVE, apenas para o Rio de Janeiro, e depois em rede nacional na TV Bandeirantes. Ele ensinava a desenhar brincando, e mostrava como transformar objetos simples e fáceis de conseguir - como embalagens de isopor de ovos, caixas de fósforos e de sapatos - em brinquedos. Entre os quadros do programa, havia o "Pincel Mágico", em que as crianças procuravam adivinhar qual o desenho que estava na tela em branco, à medida que Daniel Azulay pincelava por cima; o desenho aparecia aos poucos. Em geral, ele se vestia com uma gravata borboleta e suspensórios, e sempre se despedia dizendo "Algodão doce pra vocês!". E se auto-definia como sendo "o irmãozinho mais velho, que não era nem senhor, nem professor". Como eu gostava de desenhar, gostava muito do programa.
O Daniel Azulay chegou a mostrar na TV desenhos meus que eu enviei (na época, por carta mesmo, pelos Correios); um deles era o Pita, um dos personagens da Turma do Lambe-Lambe, que eu desenhei com a camisa do Botafogo. Lembro desse dia, fiquei muito contente em ver o Daniel Azulay me mandando um abraço e comentando os meus desenhos no ar. Muitos anos depois, em 1998, eu o conheci pessoalmente quando assisti à gravação de um novo programa que ele passou a fazer na TV Bandeirantes, "Oficina de Desenho Daniel Azulay". Entrevistei ele para uma reportagem que fiz sobre a história dos quadrinhos para a "Revista de Comunicação", uma ótima revista que era publicada no Rio de Janeiro e patrocinada exclusivamente pela Coca-Cola. Artista, desenhista, músico, educador, além de pintar também quadros e comandar a sua "Oficina de Desenhos Daniel Azulay". Uma das boas lembranças da minha infância. fr

quinta-feira, 9 de abril de 2015

A imprensa saúda o campeão!


Botafogo é campeão da Taça Guanabara

O Botafogo é campeão da Taça Guanabara! Os torcedores do Flamengo e a maioria da imprensa esportiva já davam como certa a conquista pelo Flamengo. Mas o Fogão venceu o Macaé ontem, e o Flamengo somente empatou em 0x0 com o Nova Iguaçu, penúltimo colocado e rebaixado para a Segunda Divisão. Calamos a boca de muita gente! Foram 15 jogos, 11 vitórias, 31 gols marcados e somente nove sofridos. Botafogo e Flamengo terminaram empatados em tudo. O critério que desempatou a favor do Glorioso foi justamente o confronto entre os dois. O Botafogo venceu o Flamengo por 1x0 na sétima rodada. Não tem melhor maneira de desempatar. Uma conquista merecida! A partir de agora, o Botafogo, como campeão da Taça Guanabara, tem a vantagem do empate, tantos nas semifinais, quanto nas finais, se passar pelo Fluminense, nos próximos sábados (dias 11 e 18). Flamengo e Vasco da Gama fazem o outro confronto, com a vantagem do empate para o primeiro, como segundo colocado na Taça Guanabara. Tem muita coisa pela frente, nada de comemorar antes da hora. Mas foi muito bom ver o Fogão já começar a dar a volta por cima, e responder as provocações no campo! É campeão!!!!  fr

Campanha vitoriosa do campeão da Taça Guanabara de 2015:

1x0 Boavista - 31/01 – São Januário  
2x2 Volta Redonda - 04/02 – Estádio da Cidadania
4x0 Bonsucesso – 07/02 – Estádio Nilton Santos
3x0 Bangu – 11/02 - Estádio de Los Larios
3x0 Friburguense – 18/02 - Estádio Eduardo Guinle
2x1 Nova Iguaçu – 21/02 – Estádio Nilton Santos
1x0 Flamengo – 01/3 – Maracanã
1x3 Fluminense – 08/3 – Maracanã
3x0 Tigres – 11/3 – Estádio Nilton Santos
3x0 Resende – 15/3 – Estádio Nilton Santos
1x0 Cabofriense – 22/3 -  Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo
1x1 Barra Mansa – 25/3 – Estádio da Cidadania
1x1 Vasco da Gama – 29/3 – Maracanã
4x1 Madureira – 05/4 – Estádio Nilton Santos
1x0 Macaé – 08/4 – Estádio Nilton Santos


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Dedo de Deus



Estive em Teresópolis, no domingo. Na foto, o 'Dedo de Deus', um pico com 1.692 metros de altitude, localizado na Serra dos Órgãos. O curioso é que, apesar de ser símbolo da cidade de Teresópolis, o 'Dedo de Deus' não fica localizado lá. Durante muito tempo, o município de Magé reclamou do fato dos teresopolitanos usarem a imagem do pico na divulgação do seu turismo. Em 1990, sem ter conseguido por fim à essa utilização, que julgava indevida, Magé teve o distrito de Guapimirim, onde fica o pico, emancipado. Assim, o 'Dedo de Deus", na realidade, fica no município de Guapimirim, mas é melhor visto de Teresópolis, que continua fazendo uso de sua imagem, a começar na bandeira. A imagem do 'Dedo de Deus' também está presente na bandeira do estado do Rio de Janeiro. A região é muito procurada para caminhadas e escaladas. fr

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Transplante de cabeça começa a deixar de ser ficção

A ciência e a medicina têm avançado espantosamente nas últimas décadas. No final de fevereiro, a revista inglesa NewScientist publicou uma reportagem abordando a possibilidade de em 2017 termos o primeiro transplante humano de cabeça no mundo. A repercussão, claro, foi mundial. A pesquisa é desenvolvida pelo médico italiano Sergio Canavero, da Universidade de Turim, na Itália. Ele a apresentará oficialmente na conferência anual da Academia Americana de Cirurgiões Neurológicos e Ortopédicos, em Annapolis, Maryland, em junho, a fim de estimular que outros especialistas se unam à sua pesquisa. Segundo Canavero, a intenção é possibilitar que pessoas com doenças degenerativas ou câncer que tenha se espalhado pelo corpo possam continuar vivendo em um corpo de um doador que tenha tido morte cerebral. A pesquisa médica prevê que, após a cirurgia de transplante de cabeça, o paciente permaneceria de três a quatro semanas em coma, com eletrodos implantados no corpo a fim de estimular a medula, e, assim, fortalecer as novas conexões nervosas. Segundo o médico italiano, já existe condições de evitar uma possível rejeição do corpo à nova cabeça. A medicina já vem tentando o transplante de cabeças em animais. Os primeiros foram realizados em 1954, por um cirurgião soviético, em cachorros, mas eles sobreviveram poucos dias. Em 1970, ocorreu um transplante de cabeça entre macacos, na Universidade Case Western, em Cleaveland, Ohio, nos Estados Unidos, mas sem tentar reconectar a medula, mantendo o animal paralisado. O macaco sobreviveu nove dias. De acordo com Sergio Canavero, aspectos éticos e religiosos serão grandes dificultadores para o desenvolvimento de sua pesquisa nos Estados Unidos e na Europa, mas, se for preciso, a levará para outra região do mundo. E acrescenta que muitas pessoas já demonstraram interesse em se submeter à cirurgia. Eu sou de opinião que tais procedimentos não são impossíveis de se tornar realidade, deixando de vez de serem apenas tema de filmes e livros de ficção científica. O mundo daqui a 50 ou 100 anos é uma verdadeira incógnita. Assim como quando estudamos como ele era há 50 ou 100 anos antes, vemos como mudou comparável ao que passamos a ter à nossa disposição: transplantes de coração, pulmões, fígado; clonagem de animais, por exemplo. Desejo, porém, que todos esses avanços científicos e médicos favoreçam a todos no mundo, não apenas aos mais ricos, e que respeitem sempre aspectos éticos. Enfim, que sejam para salvar vidas e torná-las menos sofridas. fr

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Uma senhora idosa no banco dos réus

☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺
Uma senhora idosa, com uma expressão doce e tranquila, estava no banco dos réus.
O juiz inicia a sessão, e pergunta-lhe a idade.
- Acabei de fazer 89 anos.
- Muito bem, conte-nos o que ocorreu no primeiro dia do mês de abril do ano passado.
- Eu estava sentada na cadeira de balanço, na varanda de casa, quando o filho dos meus vizinhos sentou-se ao meu lado.
- A senhora o conhecia?
- Não muito, só de vista.
- Continue... O que aconteceu depois?
- Ele começou a acariciar minha coxa.
- E a senhora, o que fez? O interrompeu?
- Não!
- Posso saber por que não?
- Porque... porque foi muito agradável! Ninguém havia feito isso comigo desde que o meu marido faleceu, há mais de 30 anos.
- Bem, e depois?
- Ele passou a acariciar os meus seios...
- Bom, nesse momento, a senhora mandou que ele parasse?
- Não!
- Por que não, minha senhora?
- Porque isso me fez sentir viva e feliz. Não me sentia assim há muito, muito tempo...
- O que houve depois?
- Bom... Eu já estava pegando fogo, fora de mim, completamente sem controle... Eu disse: ‘Você é lindo! E eu não sei o que é sentir um homem há anos... vamos pra cama, quero que você me possua!’
- Nossa! E ele, ele fez sexo com a senhora?
- Porra nenhuma! O safado riu, e gritou: “Primeiro de abril! Primeiro de abril!” Foi aí que eu dei os três tiros no filho da puta!
☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺

domingo, 29 de março de 2015

Conheci o novo Maracanã no empate entre Botafogo e Vasco

Hoje, fui ver o clássico entre Botafogo e Vasco da Gama, e conheci o chamado "novo" Maracanã, reformado para a Copa do Mundo do ano passado. Constatei algumas novidades. Uma lanchonete com mesas e cadeiras para as pessoas lancharem com mais conforto. Seguranças particulares à volta do gramado; na Copa do Mundo foram chamados de 'stewards'. O banheiro masculino estava limpo, e as pias não tinham torneiras, bastava apertar um botão, para não serem roubadas, como já aconteceu. Cadeiras dobradas e estofadas, mais confortáveis. Lembro de como eram as arquibancadas do Maracanã há 30 anos, as pessoas sentavam no cimento mesmo. Fiquei no setor Leste inferior, local em que as torcidas dos dois clubes estavam juntas; felizmente foi tudo muito tranquilo. Tinham uns vascaínos e vascaínas atrás de mim gritando, mas tudo na boa! rsrs O Maracanã não estava cheio. Foram 25.047 presentes, sendo 21.655 pagantes. A renda foi de R$ 694.520,00. O lugar do meu ingresso era 29, na fileira D, bloco 119. A fileira é fácil de localizar, até porque tem funcionárias recepcionando os torcedores e orientando como localizar o seu lugar. Agora, a que falou comigo disse que o número do lugar estaria pintado no chão; não estava. Sentei em qualquer lugar, e ainda perguntei a umas pessoas próximas, que também não tinham localizado o número dos seus lugares. Somente no início do segundo tempo percebi que o número estava no banco, quase que não dava para ver, só com muito esforço (na foto que eu fiz, abaixo, dá para notar como é imperceptível; deveriam deixar o número mais visível). Eu sentei no número 11, que fica praticamente no centro do campo, lugar ainda melhor do que o 29. Como ninguém reclamou, ficou por isso mesmo. Eu estava a uns dez metros do gramado e dos jogadores, quando mais próximos. O jogo foi bem disputado, e o empate acabou sendo justo. Na volta para casa caiu uma chuva muito forte, a saída foi fica em uma galeria próxima da minha rua comendo e vendo TV até baixar a chuva. O Botafogo perdeu a liderança para o Flamengo, com 32 pontos, e está em segundo, pelos critérios de desempate, à frente do Madureira e do Vasco, os três com 30 pontos. O Campeonato estadual deste ano está bastante disputado!  fr
1. O empate foi um resultado justo. 2. Fiquei em um lugar bem próximo ao campo. 3. A torcida alvinegra no momento de comemoração do gol de Roger Carvalho. 4. Os bancos têm números quase imperceptíveis.
5. Os seguranças particulares do Maracanã, de amarelo, ficam em volta do gramado. 6. A lanchonete tem mesas e cadeiras para se lanchar com mais conforto. 7. Infelizmente, as pessoas abandonam o seu lixo no chão, inclusive turistas estrangeiros que estavam ao meu lado, falando inglês.




TV a cabo sem sinal por causa de muito sol no satélite


Hoje pela manhã, o sinal da TV a cabo foi interrompido, tirando do ar vários canais. O motivo é para lá de estranho: "Este canal está momentaneamente fora do ar devido a interferência solar no satélite do canal." Para evitar que isso aconteça de novo, deviam instalar um guarda-sol para o satélite! fr    
 

sexta-feira, 27 de março de 2015

Rio Maracanã

O rio Maracanã, no trecho em frente à Estátua do Bellini, tem muita sujeira espalhada, inclusive sacos de entulho. Deveria estar bem mais limpo, já que com as fortes chuvas o rio costuma subir e os moradores e quem passa pelas ruas próximas acabam sofrendo.  fr

Ingresso comprado para o clássico de domingo no Maracanã


Comprei o meu ingresso para o jogo de domingo entre o Botafogo e o Vasco da Gama. Fui pela manhã, às 10 horas, quando abriu a bilheteria 4 para os ingressos do setor Leste. O sujeito que me atendeu estava de fone de ouvido, não estava muito interessado em trabalhar, e perguntou qual o bloco eu queria, mas não me deu a opção de escolher o número de assento. Ele disse que o sistema é que determinou. Não foi o que prometeram quando reformaram o Maracanã. Prometeram que a pessoa poderia escolher o número do assento, como ocorre no teatro e no cinema.  fr

terça-feira, 24 de março de 2015

A cidade mais limpa é a que menos se suja (também)

O Rio de Janeiro, assim como em geral o país, sofre com a falta de conscientização da população. Os lugares mais limpos não são apenas os que têm bons sistemas de limpeza, são, também, aqueles que menos se sujam. As pessoas jogam lixo no chão, e ainda tem o agravante dos catadores de papel e latinhas, que rasgam os sacos e espalham o lixo. Como se vê nesta foto que eu fiz por esses dias, as ruas ficam imundas. Uma vergonha! fr

segunda-feira, 23 de março de 2015

Palácio Pedro Ernesto - Câmara dos Vereadores

Visitei recentemente o Palácio Pedro Ernesto, sede da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro desde 1977, na Cinelândia. Em 1989, assisti de dentro do plenário, com acesso de imprensa, à sessão em que houve uma briga feia de vereadores com a então presidente, Regina Gordilho, a quem eu entrevistei para um trabalho na faculdade. Foi muito legal, e o trabalho recebeu nota 10. Desta vez, visitei a Câmara dos Vereadores acompanhado de duas estagiárias, e uma delas foi me mostrando o plenário e salas da Casa. O Palácio Pedro Ernesto foi inaugurado em 1923, para ser a nova sede do antigo Conselho Municipal, criado após a proclamação da República, e, como não poderia deixar de ser no Brasil, o custo da obra estourou em muito o orçamento inicial, com material utilizado de primeira qualidade; os mármores importados de diferentes locais do mundo. Foi também sede da Prefeitura; do Ministério da Educação, Cultura e Saúde; e da Assembleia Legislativa do estado da Guanabara. É tombado pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e tem em seu interior obras de arte de grande valor histórico. As votações dos projetos de lei ocorrem no Plenário, e são abertas ao público. fr 
1. A fachada do Palácio Pedro Ernesto, na Cinelândia. 
2. A entrada principal.
3. Antiga câmara usada para votação secreta.
4. No plenário, ao fundo, o quadro "Suplício de Tiradentes", de Francisco Aurélio Melo, óleo sobre tela.
5. A escadaria e o busto de Pedro Ernesto, prefeito do Rio de Janeiro na década de 1930.
6. A bonita escadaria, em outro ângulo.
7. Um dos portões da entrada, visto por dentro.
8. A cúpula do plenário, cujo vitral representa "Alegorias à Bandeira e à República".
9. No plenário, um dos espaços reservados ao público.
10. O salão nobre, decorado com muito luxo, onde são realizadas recepções.
11. O grande tríptico (obra de arte composta por três painéis) de 50 m², de Eliseu Visconti. No centro, a figura feminina representa a cidade e a masculina a legislação. O painel da esquerda homenageia o sanitarista Oswaldo Cruz (saneamento) e o da direita o prefeito Pereira Passos (urbanização).
12. O quadro "Fundação da Cidade do Rio de Janeiro", de Firmino Monteiro, óleo sobre tela.
13. Obra de Rodolpho de Amoedo, de 1923, óleo sobre tela.

 

domingo, 22 de março de 2015

Igreja de Santo Elesbão e Santa Efigênia

No início do mês, visitei a Igreja de Santo Elesbão e Santa Efigênia, na Rua da Alfândega, Centro do Rio de Janeiro. Eu já tinha passado pelo local inúmeras vezes, então resolvi conhecer a igreja por dentro. Construída no século 18, por uma irmandade formada por negros vindos da África, em homenagem a dois santos africanos. Santo Elesbão foi imperador da Abissínia, atual Etiópia; e Santa Efigênia princesa da Núbia, região cujo território atualmente é dividido por Egito e Sudão. Inaugurada oficialmente em 1754, atendia ao desejo da Igreja Católica de atrair os negros escravos e alforriados. A Igreja é pequena e está passando por obras, mas aberta à entrada das pessoas. No dia em que fui, pela manhã, os trabalhadores estavam entrando com material, como se vê na última foto abaixo. Realmente, tanto a sua fachada, quanto o interior, mostram paredes deterioradas, com rachaduras e pintura bem desgastada pelo tempo. É uma igreja pequena, localizada em uma rua de grande movimento, em plena região de comércio popular, a chamada "Saara". fr



sábado, 21 de março de 2015

Dica de livro: "O Gênio do Crime"

"O Gênio do Crime", João Carlos Marinho, Global, 58ª edição, 2005.

Um clássico da literatura infanto-juvenil. Escrito em 1969, às vésperas da Copa do Mundo do México, vencida pela seleção brasileira de Pelé, Tostão, Jairzinho e Rivellino. A estória do livro é sobre crianças que colecionam um álbum de figurinhas com os jogadores dos principais clubes brasileiros. Aqueles que completassem os seus álbuns ganhariam uma bola e um jogo completo de onze camisas infantis do clube de sua escolha. O problema é que criminosos falsificavam as figurinhas, vendendo caro qualquer uma que encomendassem. Assim, um número muito maior do que o esperado pelos organizadores do álbum passou a completar a coleção e, consequentemente, a cobrar os prêmios. O dono da fábrica não conseguia comprar tantos prêmios, fazendo com que as crianças se revoltassem. Desesperado, ele pediu ajuda à turma do gordo, um grupo de amigos e colegas de escola, que passou a bancar os detetives, em busca do "gênio do crime", que nem a polícia conseguia encontrar. Uma aventura com suspense, ação e diversão. Eu indico! E é uma ótima dica para quem quer estimular a leitura das crianças e adolescentes. fr

segunda-feira, 16 de março de 2015

Dica de filme: "Rainhas"

RAINHAS (“Reinas”)
Espanha, Comédia, 2005
Direção: Manuel Gómez Pereira
Com: Carmen Maura, Verônica Forqué, Marisa Paredes
Às vésperas do primeiro casamento civil de homossexuais masculinos, a ser realizado em uma cerimônia conjunta na Espanha, o filme mostra os conflitos entre 3 desses casais com suas famílias. São 5 mães e um pai que acabam envolvendo os filhos em muita confusão e situações muito engraçadas, ao mesmo tempo em que tratam de um assunto sério, sem estereótipos e preconceitos. fr

domingo, 15 de março de 2015

Emerson "Sheik" faz cena de pastelão com árbitro

Ontem, teve um lance ridículo no jogo Corinthians 0 x Red Bull Brasil (nem sabia que existia!) 0, de ontem, em Itaquera, pelo Campeonato Paulista. O atacante Emerson "Sheik" empurrou o árbitro Luiz Vanderlei Martinucho, que estava mal posicionado e o atrapalhando. Martinucho caiu no gramado, o jogo prosseguiu, e Sheik acabou sofrendo uma falta. Tudo bem que o árbitro estava realmente atrapalhando, mas o jogador do Corinthians o empurrou com as duas mãos, fazendo com que ele caísse. Muito ridículo! O árbitro deve ter assumido que estava errado porque não reclamou, muito menos deu cartão amarelo. Mas, será que se fosse um jogador de um clube menor, ele faria o mesmo? Papelão dos dois! fr

sábado, 14 de março de 2015

Frases: Ronald Reagan

GAFE: "E agora convido-os para um brinde ao presidente Figueiredo, ao povo da Bolívia." RONALD REAGAN, presidente dos Estados Unidos, em discurso no Itamaraty, Brasília, em visita oficial ao Brasil, 01/12/1982.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Bandidos não se intimidam nem diante das câmeras de TV

Quarta-feira passada, um jornalista famoso da África do Sul foi roubado por dois bandidos quando estava esperando para entrar no ar. Vuyo Mvoko estava com o microfone da emissora em mãos, diante da câmera, bem à vista de todos que passavam, em frente a um hospital, na cidade de Joanesburgo. Mesmo assim os dois ladrões o ameaçaram e roubaram celulares e notebooks, sem dar a mínima para o fato de estarem sendo gravados pela TV. Lembrei de um episódio parecido que aconteceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de abril do ano passado. Um repórter da TV Globo estava fazendo uma reportagem justamente sobre a violência no Centro, e gravava uma entrevista com uma senhora em plena Avenida Presidente Vargas, uma das mais movimentadas da cidade. Um menor de idade passou por trás da moça e arrancou o cordão que ela tinha no pescoço. Eu passo diariamente por esse local e já escrevi aqui no blog como ele é perigoso por conta da ação de menores e bandidos que agem livremente. Os dois acontecimentos têm em comum a audácia desses criminosos, seja no Brasil, seja na África do Sul. É tamanha a certeza de que nada vai lhes acontecer que eles não se preocupam em agir na frente das câmeras de televisão. Um absurdo!  fr

quinta-feira, 12 de março de 2015

O Rio de Janeiro de Debret

Hoje eu fui ao Centro Cultural Correios para ver a exposição "O Rio de Janeiro de Debret". O pintor, desenhista e professor francês Jean-Baptiste Debret veio para o Brasil em 1816, convidado pelo príncipe regente D. João, integrando a chamada Missão Artística Francesa. Viveu no Rio de Janeiro até 1831, Nas 120 obras do artista, em exposição, estão registradas cenas da época, desde índios, escravos, até integrantes da família real. Elas fazem parte do acervo dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro. A exposição vai até o dia 3 de maio, e faz parte das homenagens aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, completados este mês. fr

1. A exposição está no Centro Cultural Correios, do Rio de Janeiro.
2. "Uma tarde na Praça do Palácio", 1826, aquarela.
3. "Uma senhora indo à missa numa cadeirinha", 1820-1830, aquarela.
4. "Barbeiros ambulantes", 1826, aquarela.
5. "Vendedor de flores e de fatias de coco", 1829, aquarela.
6. Reproduções de detalhes de quadros de Debret.
7. "Desembargadores a caminho do Palácio da Justiça", 1826, aquarela.
8. "Castigo de escravo que se executa nas praças públicas", 1826, aquarela.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Placas de obras não informam com exatidão

Eu reparo que as placas de obras ultimamente informam apenas o "prazo da obra", mas, convenientemente, não informam o início da obra. Dessa maneira, a informação fica prejudicada, e falta transparência às empresas responsáveis. Se você não sabe quando se iniciou a obra, não adianta de nada saber quantos dias ela vai durar!  fr

terça-feira, 10 de março de 2015

Guindastes voltam a trabalhar nas obras da Praça 15

Finalmente as obras ganharam um ritmo um pouco mais ágil na Praça 15, no trecho por onde passava o antigo viaduto da Perimetral, como se vê nas fotos que eu fiz hoje, nas direções opostas. Os guindastes voltaram a funcionar. Espero que as obras acelerem, para que possamos ver o resultado, afinal, já faz mais de um ano do seu início. E, principalmente, que o resultado final valha a pena. Vamos aguardar. fr

domingo, 8 de março de 2015

O homem que deixou de matar Hitler

Em setembro de 1918, durante a Primeira Guerra Mundial, em uma batalha na cidade de Marcoing, na França, um soldado inglês destacou-se. Em companhia do seu reduzio pelotão, Henry Tandey demonstrou coragem na luta contra os inimigos alemães, o que mais tarde seria premiado com uma condecoração. No mesmo dia, ele também teve diante de si um soldado alemão, ferido. Apontando sua arma para o inimigo, Tandey decidiu permitir que ele fugisse. Anos depois, com o mundo envolvido na Segunda Guerra Mundial, ele veio a saber que o soldado a que tinha poupado a vida era justamente Adolf Hitler, responsável pela morte de milhões de pessoas e pelos horrores da perseguição aos judeus.
Em 1938, o primeiro-ministro britânico Neville Chamberlain reuniu-se com Hitler na Alemanha, na tentativa desesperada de evitar uma guerra, e viu a cópia de um quadro que chamou a sua atenção. Nele, um soldado inglês carregava um companheiro ferido. Hitler tinha reconhecido no rosto daquele soldado o homem que teve a oportunidade de matá-lo 20 anos antes e não o fez. Chamberlain identificou o soldado, herói da Primeira Guerra, dizendo quem ele era. A partir daí, Henry Tandey passou a ser conhecido como o homem que deixou de matar Hitler. O quadro era do italiano Fortunino Matania, baseado em uma foto em que Tandey aparecia carregando um ferido, publicada nos jornais de Londres durante a Primeira Guerra Mundial. Apesar de nunca ter sido comprovada com 100% de certeza, esta curiosidade envolvendo um dos  piores ditadores da História mundial desperta bastante interesse.  fr

sábado, 7 de março de 2015

Cada vez mais menores tomam as ruas cometendo crimes


Sexta-feira, dia 6, a detenção de dois menores provocou muita discussão na internet. Um tem 12 anos, e o que roubou o colar de ouro arrancando-o do pescoço de uma mulher, em São Cristóvão, apenas 6 ANOS. O mais velho disse na Polícia que não sabia que o colega ia fazer o que fez, e que jogou fora assim que recebeu dele o cordão. O que acontece no Rio de Janeiro e nas grandes capitais brasileiras é a formação de verdadeiras legiões de menores que espalham o terror pelas ruas, cometendo crimes e agredindo as pessoas. Outro dia, entraram uns 15 dentro do ônibus em que eu estava, indo para o Centro, metade era de meninas, as mais abusadas e desbocadas. Durante o tempo em que ficaram dentro do ônibus, cantaram músicas de sexo e apologia ao crime, contra a polícia; gritavam pela janela, provocando as pessoas; empurravam-se e estavam muito agitadas. Os passageiros, claro, preocupados com o que esses menores podiam resolver fazer, principalmente se um arrastão dentro da condução. Menores de idade, mas alguns bem grandes e fortes. Desceram na Avenida Presidente Vargas, e se juntaram a outro grupo de menores. Juntos, andam pelas ruas espalhando o medo nas pessoas. Não é de hoje que isso acontece, eu já tenho comentado aqui no meu blog. E a situação está cada vez se agravando. A imprensa faz reportagens, as pessoas reclamam, mas nada muda. Não basta a polícia apreender esses menores. É preciso que o Poder Público faça mais. Não podemos continuar convivendo com essa realidade de promiscuidade, em que mulheres têm seis, oito, dez filhos; homens engravidam várias mulheres diferentes. E as crianças são criadas pela rua, sem carinho, sem amor, sem escola, e sem a orientação devida, aprendendo a fazer o que for preciso para conseguir o que querem. Ou seja, furtando, roubando, invadindo residências, bebendo e se drogando, além de se iniciarem muito cedo no sexo. É urgente que se mude essa realidade! fr

segunda-feira, 2 de março de 2015

Holandês escapou duas vezes da morte em aviões da Malaysia Airlines

Há casos de pessoas que escapam da morte por uma mudança de rotina, um atraso ou uma decisão de última hora. Um exemplo é o ciclista holandês Maarten de Jonge, que ano passado escapou duas vezes de estar em aviões da Malaysia Airlines envolvidos em destinos trágicos. Em março, deixou de embarcar no avião da companhia de prefixo MH370 que saiu de Kuala Lumpur, capital da Malásia, com destino a Pequim, mas que desapareceu quando sobrevoava o Golfo da Tailândia. Ao invés disso, decidiu-se por outro voo, sem escalas, para Taiwan, onde participaria de uma competição. A bordo estavam 227 passageiros e 12 tripulantes. Até hoje, não foram localizados os corpos, nem o avião, mas o governo da Malásia, com base na análise de dados fornecidos por satélites, confirmou a queda do avião no Oceano Índico, considerando oficialmente todos os seus ocupantes mortos. Em julho, Maarten de Jonge novamente deixou de comprar uma passagem de um vôo da Malaysia Airlines, desta vez o de prefixo MH17, com rota Amsterdã-Kuala Lumpur, abatido por um míssil terra-ar sobre o espaço aéreo da Ucrânia. Este país está envolvido em um conflito com a Rússia por conta da luta interna pró e contra a aproximação do governo ucraniano à União Europeia. Maarten de Jonge deixou de comprar a passagem para esse voo por encontrar outro 300 euros mais barato, e justamente o único assento disponível à venda. Morreram 283 passageiros e 15 tripulantes. A maioria dos mortos eram de holandeses, seus compatriotas. Outras pessoas escaparam da morte em um ou outro caso, mas Maarten escapou duas vezes em poucos meses de morrer em aviões da mesma companhia aérea. E ainda declarou à imprensa que não tem medo de embarcar outra vez em voos da mesma Malaysia Airlines. Muitos interpretariam tudo como sinais para justamente evitá-la. E você, o que acha?  (Baseado em informações do noticiário da época, na internet.)  fr