SEJA ÉTICO

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O Estado é laico, não permite interferência de nenhuma igreja


O mundo já sabe o que acontece quando o país deixa de ser laico e a intolerância religiosa e o fundamentalismo tomam conta. Será que é isso que nós queremos para o Rio de Janeiro e para o Brasil? fr

domingo, 12 de novembro de 2017

Primeira foto feita na América do Sul foi no Rio de Janeiro

Com a correria do dia a dia, muitas vezes a gente não nota o que está próximo de nós. Passando pelo Largo do Paço Imperial, semana passada, como eu faço muitas vezes, eu notei o Monumento à primeira fotografia da América do Sul. Pesquisando na internet, soube que ele foi inaugurado pela prefeitura do Rio de Janeiro em setembro do ano passado. Essa primeira foto foi feita pelo francês Louis Comte, em 1840, do local onde, na época, ficava o Hotel Pharoux. O sistema utilizado foi o daguerreotipo, criado por Louis Jacques Mandé Daguerre, que deu o nome a ele, e, de acordo com o que eu li na internet, de forma simplificada, baseia-se em uma imagem fixada sobre uma placa, que recebe um banho de prata, a fim de formar uma superfície espelhada. fr
 
 
 

sábado, 11 de novembro de 2017

Eu peguei o tempo das fotos com filmes e negativos ☺

Arrumando algumas coisas outro dia, mexi em fotos e negativos guardados. Pois é, eu peguei o tempo em que se tirava fotos com máquinas com filmes. Hoje em dia os mais novos só usam telefones celulares e máquinas digitais, em que deletam na hora as fotos que não ficam boas. Há alguns anos, tínhamos que comprar filmes de 12, 24 ou 36 fotos. Tirávamos as fotos e não podíamos saber se elas ficariam boas ou não. Depois, tínhamos que levar os filmes para lojas de revelação, o que era muito caro. E tínhamos que pagar por qualquer foto que desse para visualizar qualquer coisa, mesmo que ficasse fora de foco, cortada etc. E guardávamos os negativos para poder mandar fazer novas cópias. Hoje em dia as pessoas em geral não mandam revelar as fotos, e as guardam no computador ou em arquivos móveis (pen drives ou HD externos). É claro, como em qualquer boa arrumação, dei uma limpa em um monte de negativos e fotos antigas, que não estão mais em boas condições ou já não fazem mais sentido guardar. As mais importantes continuam bem guardadas. fr

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Uma Viagem ao Mundo Antigo: Egito e Pompeia

Fui hoje visitar a exposição “Uma Viagem ao Mundo Antigo: Egito e Pompeia – Nas Fotografias da Coleção D. Thereza Christina Maria”, na Biblioteca Nacional. São 160 imagens produzidas aproximadamente nas últimas seis décadas do século 19, do Egito e da região onde ficava localizada a cidade de Pompeia, na Itália, exibidas pela primeira vez. As imagens da exposição registram o Egito Antigo e Pompeia, no período em que foram feitas as escavações de suas ruínas. São dois locais por onde passaram D. Pedro II e sua comitiva. Elas fazem parte da coleção pessoal do imperador, um amante das artes, da fotografia e da arqueologia, entre outras áreas de interesse, além de ser considerado o primeiro fotógrafo brasileiro. À época, eram utilizados equipamentos diversos, tais como o daguerreotipo; e diferentes processos de reprodução, como o papel albuminado, que utilizava a albumina, extraída da clara de ovo, para a fixação dos sais de prata ao papel. D. Pedro II e sua esposa adquiriram mais de 30 mil itens relacionados a registros de antigas civilizações em suas viagens ao exterior, entre 1871 e 1888.  Após a proclamação da República, exilado em Paris, D. Pedro II resolveu que sua biblioteca pessoal fosse doada ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e à Biblioteca Nacional após a sua morte. Foram livros, periódicos, mapas, partituras, estampas e milhares de fotografias.  Ele pediu que essa coleção pessoal doada à BN, algo em torno de 100 mil itens, levasse o nome de sua esposa. Ela é formada também por imagens do Brasil e do mundo no século 19, sendo a maior e mais abrangente coleção de documentos fotográficos desse período em uma instituição pública no Brasil. A coleção de D. Pedro II é maior, inclusive, do que a da rainha Vitória, da Inglaterra, cujo reinado se deu entre 1837 a 1891. Estão incluídas também fotografias tiradas durante suas viagens ou compradas por ele de mercadores, e trechos de seus diários de viagem. A viagem a Pompeia foi um desejo da imperatriz Thereza Christina, que fez questão que diversas peças recuperadas das escavações no local fossem adquiridas e enviadas para o Brasil. A cidade de Pompeia foi soterrada por cinzas e pedras no ano de 79 d.C. devido a maior erupção que se tem notícias do vulcão Vesúvio, matando milhares de pessoas. Somente no século 18, o local foi efetivamente descoberto e as escavações começaram, encontrando a cidade submersa, com as suas casas, objetos e corpos, como estátuas de pedra. Em 1870, o arqueólogo italiano Giuseppe Fiorelli, responsável pelos trabalhos de escavação em Pompeia, desenvolveu uma técnica para injetar gesso nos espaços vazios existentes entre as cinzas vulcânicas, ocupados pelos corpos das vítimas, e que acabou por dar a forma original delas. D. Pedro II chegou a subir à cratera do Vesúvio, e andou pelas ruas de Pompeia com a esposa, conhecendo um pouco daquele sítio arqueológico. Em 2003, a coleção recebeu o reconhecimento internacional, através de sua inscrição no Registro Internacional da Memória do Mundo da UNESCO; o primeiro conjunto documental do país a fazer parte dessa lista mundial. A exposição reinaugura o Espaço Cultural Eliseu Visconti, localizado na entrada da Biblioteca pela Rua do México, por conta das obras da reforma que ainda estão sendo feitas na BN. Eu gostei muito do local, que tem um jardim muito bonito, com bancos para as pessoas descansarem e relaxarem. Ela está aberta à visitação gratuita, de 1º deste mês a 30 de janeiro do ano que vem, de terça a sexta-feira, de 10:00 às 16:30, e aos sábados, de 10:00 às 14:30. fr
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A Justiça do Rio de Janeiro e a sua triste realidade

À população em geral, para conhecer a realidade da Justiça, e não ficar criticando os trabalhadores, há anos sem aumento. Divulgue você também.
 
TJRJ, VAMOS FALAR DE ECONOMIA DE VERDADE?
Por Direção Geral em 06/11/2017
 
O Tribunal de Justiça do Rio divulgou que estaria fazendo uma economia de 116 milhões de reais neste ano. Mas, se quisesse de fato economizar, há uma extensa lista de gastos absurdos que exigem corte imediato e trariam enorme economia:

RESTAURANTES EXCLUSIVOS COM COMIDA GRATUITA PARA OS MAGISTRADOS E OS SEUS PARENTES: R$ 600 mil por mês somente com comida; e mais R$ 13 milhões somente com garçons, fora limpeza, manutenção, conservação dos alimentos, impostos etc.
 
ACADEMIA EXCLUSIVA PARA OS MAGISTRADOS E OS SEUS PARENTES: R$ 4,8 milhões somente com os professores, fora os gastos com manutenção, atendentes, aparelhos, tatames, máquinas e equipamentos.
 
250 CARROS OFICIAIS PARA TODOS OS DESEMBARGADORES (180 MAGISTRADOS E 70 RESERVAS) – São gastos R$ 23 milhões somente com a compra dos automóveis, fora combustível, seguro, IPVA e centenas de motoristas. Os carros e os motoristas ficam à disposição de todos os desembargadores mesmo quando estes não vão ao trabalho, o que é proibido pelo CNJ, que determina que somente presidente, vices e corregedor fariam jus a carro de representação.

REPASSE DE VERBAS PARA A MÚTUA DOS MAGISTRADOS – R$ 283 milhões. Você não leu errado. São duzentos e oitenta e três milhões de reais de repasse de dinheiro público para um clube privado com 900 magistrados ativos, para “benefícios sociais” não especificados para os magistrados e seus parentes.
 
COMPRA DE FÉRIAS E LICENÇAS DE TODOS OS MAGISTRADOS – São 900 magistrados ativos. Cada um tem direito a duas férias por ano, com o aumento do terço constitucional. Isso dá um gasto de 60 milhões de reais por ano. E eles ainda recebem os plantões em dinheiro.

EMPRESA QUE OFERECE 600 TERCEIRIZADOS SEM QUALQUER UTILIDADE – R$ 60 milhões, apenas um dos contratos. No total, gasta-se mais de meio bilhão de reais por ano com terceirizados no TJRJ.

EMPRESA DE SEGURANÇA QUE CUSTA R$ 49,9 MILHÕES – Os "seguranças" recebem menos de 2 mil reais líquidos, mas custam uma fortuna ao Tribunal nos contratos com as empresas.
 
GASTOS COM CARGOS COMISSIONADOS NA DGSEI – São 79 oficiais militares, que deveriam estar enfrentando o crime nas ruas, mas estão nos gabinetes refrigerados do TJ, custando cerca de 400 mil por mês em cargos comissionados, num total de 5 milhões por ano.

GRUPOS DE SENTENÇA – O juiz que faz 60 sentenças para outro juiz ganha cerca de 10 mil reais extras, mesmo tendo as suas próprias sentenças para fazer. Nenhum cartório do Rio está em dia com as suas sentenças, a ponto de permitir que um juiz ganhe um extra fazendo sentença para outro. Até juízes de varas fazendárias (notoriamente lentas) participam de grupo de sentença e ganham gratificação extra. Custo: R$ 600 mil por mês. Cerca de R$ 7 milhões por ano.
 
AUDIÊNCIAS DE CUSTÓDIA – Cada juiz que faz audiência de custódia também ganha mais 1/3 do subsídio (uns 10 mil), como se fazer audiência já não fosse sua atribuição. O TJRJ é o único Tribunal do Brasil que remunera por isso, com base em uma lei estadual atacada por uma ADIN, já com voto favorável do relator, mas que está parada nas mãos do Ministro Fux há 5 anos, favorecendo os magistrados do TJRJ.

AUXÍLIO MORADIA PARA TODOS OS MAGISTRADOS - Os 900 magistrados ativos recebem 4.377,00 de auxílio moradia, num gasto mensal de cerca de R$ 4 milhões, ou cerca de 50 milhões por ano.
 
NEPOTISMO - Já denunciamos ao CNJ mais de 10 casos de magistrados que empregam a família em seus gabinetes (somente um deles tem 3 parentes), geralmente em cargos de chefia, cuja gratificação chega a cerca de 10 mil reais por parente.

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Somente os exemplos acima somam mais de MEIO BILHÃO DE REAIS em gastos absolutamente desnecessários, que poderiam e deveriam ser economizados. E há muito mais. O Tribunal possui hoje 14 mil servidores concursados e mais de DEZ MIL não concursados, numa verdadeira legião de terceirizados, estagiários e outras nomenclaturas, o que revela o exagero em gastos desnecessários, que corroem o orçamento.
 
Enquanto perdurar este tipo de gestão, voltada para garantir cada vez mais benesses para magistrados, o orçamento nunca será suficiente. Nos últimos 3 anos, cerca de 1,500 servidores se aposentaram nos PIAs, gerando enorme economia. E estamos sem reajuste há 3 anos. Como explicar, então, que o orçamento esteja estourado? É simples: cada centavo economizado se reverte em mais benefícios para os magistrados. É um poço sem fundo. Mas que precisa ter fim.
 
Até o momento não houve um único corte de gastos na magistratura. Só em servidor, porque sucessivos presidentes agem como se fossem presidentes da magistratura e não presidentes da instituição como um todo. Isso é corporativismo. E é uma vergonha.

Que tal o Tribunal fazer economia de verdade cortando as benesses acima e, de quebra, ainda dar um exemplo de moralidade aos demais Poderes?
Fonte: SIND-JUSTIÇA - DIREÇÃO GERAL

domingo, 5 de novembro de 2017

Centro Cultural da Justiça Eleitoral

              
                 Estive recentemente no prédio do Centro Cultural da Justiça Eleitoral, aproveitando sua reabertura para o público. Há anos eu passo próximo à sua entrada e sempre o via fechado, e foi uma surpresa quando vi o portão aberto; aproveitei logo para entrar e conhecer o prédio por dentro. Durante o Rock in Rio, em setembro, o segundo andar do prédio esteve aberto à visitação, mas somente nesse período, ainda bem que deu para aproveitar. Localizado na Rua Primeiro de Março nº 42, no Centro do Rio de Janeiro, o prédio tem 4.680,91 metros quadrados de área construída, é de estilo eclético, com a utilização de características neoclássicas, barrocas e art nouveau, e chama muito a atenção pela sua beleza e imponência.
                    O projeto do prédio é do arquiteto alemão Luiz Screiner, inspirado na sede do Bayerische Vereinsbank de Munique, na Alemanha (fotos 1 a 5). A sua construção se deu entre os anos de 1892 e 1896, quando foi inaugurado, para ser sede do Banco do Brasil, o que acabou nunca acontecendo. Até o ano de 1909, o prédio foi ocupado pelo Supremo Tribunal Federal (STF); a partir de então, passou à Caixa de Conversão e Amortização até 1946. Neste ano, o prédio passou para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 1960, com a transferência da capital do país para Brasília, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) assumiu o seu controle.  
                   A partir de 1996, o prédio ficou fechado durante 12 anos. Em 2008, ele passou a ser sede do Centro Cultural da Justiça Eleitoral, inaugurado naquele ano, com a finalidade de preservar a memória da Justiça Eleitoral, disponibilizando-a a pesquisadores, e organizar eventos culturais, como exposições. Dois anos depois, o CCJE teve suas atividades suspensas, voltando somente em dezembro de 2016. Oficialmente, porém, a criação do CCJE ainda aguarda aprovação na Câmara dos Deputados, através do projeto de Lei nº 6.424/2016, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania desde 30 de março deste ano, ou seja, mofando na burocracia da nossa política.
                   O prédio tem dois andares, e faz parte do conjunto arquitetônico e urbanístico da Praça Quinze de Novembro, tombado pelo governo federal em 1990. Em 1993, teve o seu tombamento individual pela prefeitura do Rio de Janeiro. Foi nesse prédio que o Presidente Juscelino Kubitschek e seu vice, João Goulart, tomaram posse em 1946. O portão de entrada é trabalhado em bronze e veio de Portugal (foto 6), a escadaria que leva ao segundo andar, onde ficam expostos as pinturas e quadros e onde eram realizadas as sessões dos Tribunais que funcionaram no prédio, é de mármore Carrara (foto 7). Há alguns anos foi feita uma reforma na parte externa do prédio, porém o seu interior está precisando muito de uma; as paredes estão descascando e as pinturas e as telas sofrem com a ação do tempo.
                   Eu tirei muitas fotos, algumas delas coloco aqui no meu blog, para ilustração e para as pessoas verem como o prédio é bonito por fora e em seu interior. Nas fotos 9 e 10, eu mostro a pintura-mural de Pedro Peres, de 1900, localizada no salão central do primeiro andar: “O Brasil Animado – o Trabalho, a Indústria, o Comércio, a Navegação, a Instrução (Libertação de 1900)”, de 4m x 6m. Nas fotos 11 e 12, aparecem os espaços destinados a funcionarem como caixas, de acordo com projeto original do prédio, que serviria de sede do Banco do Brasil. Na foto 15, está o cofre, com porta em ferro fundido do que seria o banco.
                   Na foto 21, o quadro “A Inconfidência”, também conhecido como “O Suplício de Tiradentes”, 2m x 4,5m, do pintor Antônio Diogo da Silva Parreiras, de 1901, no Salão do Plenário. Na foto 23, a pintura “A Chegada”, 550cm x 260cm, do mesmo pintor, de 1900, sobre a vinda dos portugueses para o Brasil. Na foto 24, o quadro “A Partida”, 650cm x 450cm, também de Antônio Diogo da Silva Parreiras, mostra dois expatriados portugueses deixados no Brasil, de 1902. Nas fotos 25 a 28, localizadas na fachada do prédio, estão quatro estátuas de figuras mitológicas, do artista francês Maturin Moreau, fundidas na França, e representando, respectivamente: a Agricultura, o Comércio, a Indústria e a Marinha. As informações que eu uso no meu texto são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se você mora no Rio de Janeiro ou um dia vier à cidade, não deixe de visitar o local. fr 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 4 de novembro de 2017

Massa anuncia fim de carreira na Fórmula 1; dessa vez, definitiva

Após ter anunciado a sua saída da Fórmula 1 em 2016 e depois ter retornado para a temporada deste ano, o piloto Felipe Massa anunciou hoje que, desta vez, deixará mesmo a categoria. Em sua conta no Instagram, Massa postou um vídeo em que anunciou a decisão:
- Fala, pessoal. Bom, como vocês sabem, ano passado eu anunciei que iria encerrar minha carreira na Fórmula 1, e a Williams pediu para eu continuar mais uma temporada. Eu continuei. Mas desta vez é verdade, vai ser minha última corrida em Interlagos, no Brasil, e em Abu Dhabi. Queria agradecer toda a torcida e todo o carinho, todo o suporte da minha família, dos meus amigos e patrocinadores, todo o carinho de todos vocês que torceram por mim durante todo esse tempo e que continuem torcendo em outras categorias, em outros campeonatos pela frente. E nos vemos no Brasil e em Abu Dhabi. Um beijo em todos vocês e valeu!
Felipe Massa disputou até hoje 272 corridas em sua participação pela Fórmula 1, iniciada em 2002, pilotando por três equipes: Sauber, Ferrari e Williams; sendo que em 2003 foi piloto de testes da Ferrari. Conquistou onze vitórias, todas pela Ferrari, sendo duas vezes no Brasil, em 2006 e 2008; 16 poles positions e 41 pódios. Em 2008, por pouco não conquistou o título mundial, ficando atrás de Lewis Hamilton apenas um ponto, perdendo o título nos últimos segundos do Grande Prêmio vencido por ele no Brasil. Hamilton ultrapassou o piloto alemão Timo Glock, passando para quinto lugar, o que lhe bastou para ganhar o título. Massa está em quarto lugar, junto com Rubens Barrichello, entre os pilotos brasileiros com mais vitórias, atrás de Ayrton Senna, com 41 vitórias; Nelson Piquet, com 23; e Emerson Fittipaldi, com 14. fr