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domingo, 4 de janeiro de 2026

EUA e Rússia abusam do poderio econômico e militar, impondo a lei do mais forte, e colocam o mundo em risco

      O mundo tomou conhecimento com um misto de incredulidade e espanto da ação dos Estados Unidos na Venezuela, ontem. A Força Delta, equipe de elite do Exército estadunidense, invadiu o território da Venezuela durante a madrugada local, penetrou no Forte Tiuna, onde estava dormindo o presidente Nicolás Maduro, e o sequestrou com sua esposa, Cilia Flores. Foram bombardeados diferentes pontos da defesa antiaérea, o porto de La Guaíra e o aeroporto Higuerote, além de outros pontos fora da capital, Caracas. De acordo com informações, pelo menos 80 pessoas, entre militares e civis, foram mortos, mas nenhum militar dos Estados Unidos. Maduro e a esposa foram retirados da Venezuela e levados para a cidade de Nova Iorque, onde estão presos e serão julgados por crimes como tráfico internacional de drogas e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos.
        Minha opinião: Eu não tenho nenhuma simpatia por ditaduras, sejam elas de esquerda ou de direita. As ditaduras têm que ser isoladas do cenário internacional, sendo excluídas de organismos multilaterais e de eventos como Olimpíadas, por exemplo. Mas a questão é que isso não acontece. Há ditaduras que os Estados Unidos condenam, como a de Cuba e da Venezuela, e há ditaduras que os Estados Unidos apoiam, como a da Arábia Saudita e do Catar, com quem mantém negócios de bilhões de dólares. Onde está a coerência? O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que vão governar a Venezuela até uma transição “segura e adequada” e vão administrar as riquezas em petróleo daquele país, as maiores do mundo.
        Tem que ser muito ingênuo para acreditar que os EUA estão preocupados em defender a democracia e os direitos humanos na Venezuela, ou combater o narcotráfico, logo os EUA que apoiaram várias ditaduras pelo mundo, como a de Pinochet no Chile e atualmente a da Arábia Saudita. É a lei do mais forte. Podem fechar hoje mesmo a ONU, que não serve para nada! Os EUA e a Rússia fazem o que querem e ninguém tem força para contrariar, a verdade é essa, desrespeitando a soberania de outras nações e o direito internacional! A Rússia de Putin invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022 e continua bombardeando aquele país até hoje. Nenhum país pode invadir outro. Quando isso acontece passa-se uma mensagem aos demais que se um pode, outros também podem, e o mundo fica nas mãos dos mais fortes militar e economicamente, levando a constantes guerras e conflitos. fr

Por que os EUA conseguem sequestrar um presidente em outro país e não conseguem prender os bandidos no seu próprio território?

sábado, 3 de janeiro de 2026

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Relembrando a goleada histórica do Botafogo sobre o Vasco no Maracanã em 1982, com direito a golaço de Geraldo

Em 1982, o Vasco foi campeão do estadual, mas o Botafogo carimbou a faixa dando uma goleada histórica na oitava rodada do segundo turno, no dia 7 de novembro, com o Maracanã tomado por mais de 77 mil torcedores. O primeiro gol do Fogão foi um golaço de Geraldo, que deu dois dribles desconcertantes nos jogadores vascaínos e teve a qualidade suficiente para encobrir o goleiro Mazaropi. O centroavante Té, que jogou no Botafogo de 1982 a 1984, fez o segundo e o terceiro. Alemão, que jogou pelo Glorioso de 1981 a 1987, depois foi para a Europa e vestiu a camisa da seleção brasileira nos Mundiais de 1986 e 1990, fechou a goleada. O Botafogo jogou com Paulo Sérgio (excelente goleiro), Perivaldo, Abel, Eraldo e Josimar (que quatro anos depois marcou dois golaços pela seleção brasileira no Mundial de 1986, contra a Irlanda do Norte e a Polônia); Osvaldo, Alemão e o craque Mendonça; Geraldo, Té (Chicão) e Mirandinha (Gaúcho). O treinador era Zé Mário. Vamos relembrar vendo todos os gols, com narração de Galvão Bueno. fr