





FICHA TÉCNICA
CEARÁ 0 X 2 BOTAFOGO
CEARÁ - Bruno Ferreira; Fabiano Souza (Rafael Ramos), Marllon, Willian Machado e Matheus Bahia; Vinícius Zanocelo, Lourenço (Fernando Sobral) e Lucas Mugni (Vina); Galeano (Paulo Baya), Pedro Raul e Fernandinho (Pedro Henrique). Técnico: Léo Condé.
BOTAFOGO - Léo Linck; Vitinho, Marçal, David Ricardo e Cuiabano; Allan, Newton e Santiago Rodríguez; Matheus Martins (Jeffinho), Chris Ramos (Mastriani) e Joaquín Correa (Artur). Técnico: Davide Ancelotti.
GOLS - Chris Ramos, aos 38 minutos do primeiro tempo; Jeffinho, aos 33 do segundo.
CARTÕES AMARELOS - Lourenço e Pedro Henrique (Ceará); Cuiabano, David Ricardo e Marçal (Botafogo).
ÁRBITRO - Davi De Oliveira Lacerda (ES).
RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.
LOCAL - Arena Castelão, em Fortaleza (CE).
Fonte: UOL.

A foto acima mostra, após uma aproximação, a princesa Isabel e o seu
marido, o príncipe consorte conde d’Eu, e o escritor Machado de Assis em uma
missa campal realizada em 17 de maio de 1888, no Campo de São Cristóvão, em
comemoração à abolição da escravidão. A foto é de autoria de Antonio Luiz
Ferreira e é do acervo da Coleção Dom João de Orleans e Bragança do portal Brasiliana
Fotográfica. A presença ilustre do escritor foi identificada pela pesquisadora
e editora do portal, Andrea Wanderley, tendo sido confirmada por Eduardo Assis
Duarte, doutor em Teoria da Literatura e Literatura Comparada e professor da
Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estavam
presentes à missa cerca de 30 mil pessoas, incluindo autoridades e vários
políticos. A foto despertou bastante interesse ao ser publicada no jornal Folha
de S. Paulo em 2015. Mas, apesar de estudiosos e especialistas na vida e na
obra de Machado de Assis terem confirmado à época ser ele na foto, dois anos
depois o mesmo jornal publicou um texto da historiadora Lilia Scharwcz em que
ela afirmou que a foto era apenas uma montagem. Um trecho da publicação:
“Descoberta e anunciada com alarde em 2015, a imagem que mostra Machado de Assis na missa campal pela abolição da escravatura, em 1888, é uma montagem, diz a historiadora Lilia Moritz Schwarcz. Para ela, a cabeça do autor foi colocada ali artificialmente. ‘Era uma técnica comum na época’, diz, destacando que as cabeças das personalidades presentes estão encaixadas de forma ‘artificial’ nos dorsos, e que há desproporção entre várias figuras. A foto não significa que ele não estivesse lá (o fotógrafo pode tê-la manipulado por achar que não saiu boa), mas ela não serve como prova histórica. Nos jornais da época, por exemplo, a presença do escritor não é mencionada.” fr

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 0 X 3 FLAMENGO
BOTAFOGO - Léo Linck; Mateo Ponte, Alexsander Barboza, Marçal e Cuiabano; Allan, Marlon Freitas, Savarino (Joaquín Correa) e Santiago Rodríguez (Matheus Martins); Artur (Jeffinho) e Arthur Cabral (Chris Ramos). Técnico: Davide Ancelotti.
FLAMENGO - Rossi; Emerson Royal, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Evertton Araújo (Erick Pulgar), Jorginho e Arrascaeta (Carrascal); Luiz Araújo, Pedro (Plata) e Samuel Lino (Cebolinha)(Michael). Técnico: Filipe Luís.
GOLS - Pedro, aos 39 minutos do primeiro tempo. Luiz Araújo, aos 24, Plata, aos 34 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Marçal, Alexander Barboza, Allan, Santiago Rodríguez, Léo Pereira, Luiz Araújo, Emerson Royal e Evertton Araújo.
ÁRBITRO - Alex Gomes Stefano (RJ).
RENDA - R$ 888.810,00.
PÚBLICO - 22.635 torcedores.
LOCAL - Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ).
Fonte: UOL
A seleção brasileira fez dois amistosos este mês. Na sexta-feira, goleou, com facilidade, a Coreia do Sul por 5x0, em Seul. A imprensa, claro, elogiou a seleção. Mas já passou ao clima de entusiasmo exagerado. Muitos disseram que o Brasil estaria se acertando, agora, com o treinador italiano Carlo Ancelotti, que ele já estaria mudando o espírito da seleção e outros exageros. A imprensa é assim: quando ganha bem já entra no ufanismo, mas quando perde volta à realidade. E foi o que aconteceu hoje, quando a seleção brasileira perdeu, de virada, para o Japão, por 3x2, em Tóquio. E com um desempenho desastroso no segundo tempo, levando três gols em falhas da defesa. O zagueiro Fabrício Bruno, do Cruzeiro, errou o passe dentro da área e deu no pé do jogador japonês para fazer o primeiro; e, no segundo, ao invés de impedir que a bola entrasse, chutou para dentro do gol. Eu já comentei aqui no meu blog a esse respeito, se quer fazer jogos preparatórios para o Mundial o Brasil tem que enfrentar seleções fortes, de primeiro nível, ou nível intermediário. Jogar com o Japão, por exemplo, só vai ser bom para o Japão. Se o Brasil vencer o Japão não faz mais do que a sua obrigação; se empatar vai receber críticas; e se perder é um fiasco! E foi o que aconteceu hoje. Muitos jornalistas fãs de Carlo Ancelotti diziam que ele deveria ser o novo treinador da seleção porque a sua passagem deixará marcas na história do futebol brasileiro. Eu torço para o melhor, claro, e que o Brasil seja mais uma vez campeão mundial de futebol ano que vem, jogando bem e fazendo por merecer. Mas pelo menos em uma coisa Ancelotti já conseguiu entrar para a história do nosso futebol: foi a primeira vez que o Brasil perdeu para o Japão em toda a história. Até então haviam sido onze vitórias brasileiras e apenas dois empates. fr 🙂
Determinados comerciais para a televisão marcam uma geração, e eu já falei de alguns que permaneceram em minha memória afetiva. Hoje eu vou falar de mais um, o do extinto Banco Nacional, instituição privada fundada em 1944, à época com outro nome, por Magalhães Pinto, o mesmo que foi governador de Minas Gerais e um dos líderes civis do golpe militar de 1964. O Banco Nacional sofreu intervenção do Banco Central em 1995 e, após terem sido constatadas diversas práticas ilegais ele foi liquidado. Mas voltando ao que interessa, o comercial foi criado em 1971 e divulgado na época do Natal. A direção foi do publicitário Lula Vieira, à época diretor de criação da também extinta agência JMM Publicidade, e contou com a composição de Edson Borges, o Passarinho. O sucesso foi tão grande que permaneceu mais de 15 anos sendo atualizado em diferentes versões. Eu garimpei na internet a versão de 1987, dirigida por ninguém menos do que Walter Salles, sim, o diretor de "Ainda estou aqui", Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e que eu publico hoje, assista e curta! fr
A série “Fantasmas” (“Ghosts”) é uma série estadunidense de humor sobre um casal que vai morar em uma mansão herdada pela esposa, Samantha, e que é habitada por vários fantasmas que morreram naquele terreno em várias épocas da história e permaneceram presos lá, sem serem vistos pelas pessoas vivas. Entre eles, tem um viking norueguês morto há mais de mil anos; a filha do primeiro proprietário da mansão, casada com um barão desonesto e cruel e tia-tataravó de Samantha; e o capitão das tropas americanas que lutaram na guerra da independência dos Estados Unidos e sente-se ressentido por não ter sido lembrado na história daquele país. A série é baseada em outra, de mesmo nome, da televisão britânica. Após uma queda na escada da mansão, Samantha tem a experiência de poucos minutos de coma, uma experiência de quase morte, e passa a interagir com os mortos que permaneceram no chamado “plano terrestre”. Samantha e o marido, Jay, que não consegue ver os fantasmas, resolvem transformar a mansão em uma pousada, investindo todo o dinheiro do casal, e contando com a atrapalhada ajuda dos fantasmas. A série “Fantasmas” estreou no canal CBS, nos Estados Unidos, em outubro de 2021. Eu assisti as duas primeiras temporadas da série na Netflix, que eu tenho assinatura, mas a terceira e a quarta estão sendo exibidas agora pela Paramount+ no Brasil, que eu não assino. É cada uma! Fazem isso querendo que as pessoas façam a assinatura. A quinta temporada tem previsão para começar a ser filmada este mês. Elenco: Rose Mclver (Samantha Arondekar), Utkarsh Ambudkar (Jayanth Arondekar), Rebecca Wisocky (Henrietta Woodstone), Brandon Scott Jones (capitão Isaac Higgintoot), Devan Chandler (viking Thor), Román Zaragoza (indígena Sasappis), Danielle Pinnock (a cantora Alberta Haynes), Richie Moriaty (agente de viagens e chefe de escoteiros Peter Martino), Asher Grodman (Trevor Lefkowitz, jovem corretor da Bolsa de Valores) e Sheila Carrasco (a hippie Susan Montero). Fica a dica! fr

A Professora pergunta:
- Pedrinho, o que você quer
ser quando crescer?
- Eu quero ser advogado.
- Muito bom Pedrinho.
Carlinhos, o que você quer ser quando crescer?
- Eu vou ser professor!
- Que bonito, Carlinhos! E
você, Joãozinho, o que você quer ser quando crescer?
- Eu quero ser jogador de
futebol, ficar milionário, comprar uma mansão enorme, um iate, vários carros e ter
dinheiro para gastar a rodo!
- E você, Regininha?
- Eu queria ser médica,
professora, mas, agora, quando crescer quero ser a esposa do Joãozinho! 😄😄😄
Eu acho muito estranho a seleção brasileira principal de futebol masculino nunca ter usado a camisa na cor verde, que, como todo mundo sabe, é uma das cores da nossa bandeira. Na realidade, eu pesquisei que a seleção brasileira teria usado uma camisa listrada em verde e amarelo em 1916 e uma camisa verde escura com detalhes amarelos em 1931, e só! Já faz muito tempo. É a única cor da bandeira que eu nunca vi na nossa camisa de futebol masculino, com exceção, é claro, para o goleiro, as demais cores já foram usadas, até mesmo a cor branca. Nos outros esportes é muito comum o Brasil usar a camisa verde: no vôlei, no basquete, no tênis, no boxe, no handebol etc. E o absurdo fica ainda maior após recentemente a empresa fornecedora do material esportivo, a multinacional estadunidense Nike, ter tido a “brilhante” ideia de produzir uma camisa da seleção brasileira na cor vermelha! A ideia, evidentemente, foi muito criticada e a Nike teve que desistir dela. Seria ridículo! Precisamos resolver isso, a camisa verde é muito bonita, faz parte da nossa bandeira e eu defendo: camisa verde para a seleção brasileira masculina de futebol já! fr





A gentrificação é quando uma região torna-se muito valorizada e os antigos moradores não conseguem mais se manter no local porque as despesas têm um aumento absurdo e eles são obrigados a se mudar para lugares mais distantes dos grandes centros. Isso acontece quando a região recebe muitos investimentos em infraestrutura, como urbanização, transporte público, comércio e áreas de lazer, ou quando a região passa a receber muitos estrangeiros com maior poder aquisitivo que a escolhem para passeio ou residência. Este é o caso, por exemplo, de Lisboa e do Algarve, em Portugal, muito procurados por alemães, ingleses, estadunidenses e franceses, por exemplo. O Algarve é uma localidade no Sul daquele país, muito procurada por estrangeiros para alugar imóveis por temporada no Verão, aproveitando o clima quente e os preços baixos, ou até comprar residências para se mudar após a aposentadoria. A maioria dos portugueses não consegue pagar o que aqueles estrangeiros pagam e são obrigados a mudar-se para os lugares mais distantes dos grandes centros, e vão morar em casas e prédios mais velhos, com pouca estrutura e tendo que perder horas em deslocamento para o trabalho. O mesmo acontece com os imigrantes que vão para Portugal. E é justamente por isso que é cada vez mais comum se ver várias famílias de imigrantes dividindo uma mesma casa ou um apartamento pequeno servindo de habitação para várias pessoas. Eu cheguei a ler na imprensa portuguesa uma matéria, em abril do ano passado, mostrando que 25 estrangeiros moravam em um mesmo apartamento de quatro quartos em Lisboa. Quando eu estive em Portugal no ano passado eu constatei a grande presença de turistas por lá. Em Lisboa, várias vezes eu tinha dificuldade de passar pelos lugares devido à quantidade de estrangeiros. Próximo à Praça dos Restauradores, por exemplo, eram dezenas de estrangeiros superlotando as calçadas. E nos lugares públicos eles andam em grupos, falando alto, e passando na frente das pessoas, sem nenhum respeito. Nos restaurantes de Lisboa e no Algarve eu vi vários atendentes imigrantes da Índia que nem falavam português, falavam inglês, tamanha a preocupação dos portugueses em dar um atendimento especial aos estrangeiros. Quando eu digo estrangeiros, estou me referindo, claro, aos estrangeiros com dinheiro, principalmente alemães, ingleses, estadunidenses e franceses, por exemplo. Eu vi o quanto os portugueses se esforçam para agradar a eles, chega a ser exagerado! fr
O Botafogo perdeu, hoje, para o Internacional por 2x0, fora de casa, e complicou suas chances de terminar o Campeonato Brasileiro no G4 e, pelo menos, fechar o ano com a classificação para a Libertadores de 2026. Por enquanto está em quarto lugar, com 43 pontos, mas pode vir a ser ultrapassado pelos que vêm colados atrás. Tomou o primeiro gol logo aos nove minutos do primeiro tempo, resultado de falhas de marcação e falha do goleiro Léo Linck, que soltou a bola nos pés do jogador do Internacional. Aos 27 minutos, Arthur Cabral foi segurado por trás e derrubado dentro da área, mas o VAR sequer chamou o árbitro para ver! Se tivesse sido marcado o pênalti e o Fogão empatado, o jogo podia ter sido outro, mas a arbitragem é muito fraca! E o segundo gol do Internacional foi logo aos cinco minutos do segundo tempo, em outra falha de marcação em que o Barboza e o Newton deixaram Vitinho vencê-los na corrida e ficar de cara com o goleiro alvinegro. A derrota podia ter sido por mais: o Internacional mandou uma bola na trave e outra no travessão ainda no primeiro tempo. O Botafogo foi, mais uma vez, prejudicado pela arbitragem, mas a verdade é que não jogou bem. O time tem muitos desfalques e o John Textor desfaz o time sempre que os jogadores começam a se destacar, fica difícil! fr
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 X 0 BOTAFOGO
Estádio: Beira-Rio
Data-Hora: 4/10/2025 – 18h30
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (Fifa/SP)
Assistentes: Alex Ang Ribeiro (Fifa/SP) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (VAR-Fifa/SP)
Renda e público: R$ 261.861,50 / 18.827 pagantes / 20.805 presentes
Cartões amarelos: Aguirre e Bernabei (INT); Newton e Alexander Barboza (BOT)
Cartões vermelhos: –
Gols: Alan Patrick 9’/1ºT (1-0) e Vitinho 5’/2ºT (2-0)
INTERNACIONAL: Anthoni; Vitão, Mercado e Juninho (Victor Gabriel 16’/2ºT); Aguirre, Thiago Maia (Óscar Romero 28’/2ºT), Bruno Henrique (Ronaldo 22’/2ºT), Alan Patrick e Bernabei; Vitinho (Bruno Gomes 28’/2ºT) e Carbonero (Borré 22’/2ºT) – Técnico: Ramón Díaz.
BOTAFOGO: Léo Linck; Vitinho, Gabriel Bahia (Mateo Ponte – Intervalo), Alexander Barboza e David Ricardo; Newton (Allan 31’/2ºT), Marlon Freitas e Savarino; Santiago Rodríguez (Matheus Martins 31’/2ºT), Arthur Cabral (Mastriani 37’/2ºT) e Jeffinho (Chris Ramos – Intervalo) – Técnico: Davide Ancelotti.
Fonte: Fogão NET.
O Botafogo venceu, ontem, o Bahia pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro e voltou para o G4, ficando em quarto lugar, com 26 pontos. Ainda muito desfalcado, o Fogão jogou melhor, desperdiçou várias chanes reais de gols e levou um gol em cobrança de falta do Bahia em que a bola bateu na barreira e encobriu o goleiro Léo Linck, adiantado. Se o John Textor não estivesse mais preocupado em lucrar com as vendas de jogadores e mantivesse o time campeão do ano passado, com certeza o Botafogo estaria lutando por mais títulos este ano. fr
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 2 X 1 BAHIA
BOTAFOGO - Léo Linck; Vitinho (Mateo Ponte), Kaio (Gabriel Bahia), Alexander Barboza e Cuiabano (David Ricardo); Newton (Allan), Marlon Freitas, Savarino e Santiago Rodríguez; Jeffinho (Artur) e Arthur Cabral. Técnico: Davide Ancelotti.
BAHIA - Ronaldo; Santiago Arias, Gabriel Xavier, Santiago Mingo (Michel Araújo) e Luciano Juba (Zé Guilherme); Rezende, Jean Lucas e Everton Ribeiro (Rodrigo Nestor); Kayky (Tiago), Willian José (Ademir) e Sanabria. Técnico: Rogério Ceni.
GOLS - Santiago Rodríguez, aos 26 minutos do primeiro tempo. Jeffinho, aos um, e Rodrigo Nestor, aos nove minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Allan, Alexander Barboza, Cuiabano , David Ricardo e Marlon Freitas (Botafogo); Gabriel Xavier, Luciano Juba, Rodrigo Nestor e Santiago Arias (Bahia)
CARTÃO VERMELHO - Sanabria (Bahia)
ÁRBITRO - Felipe Fernandes de Lima (MG)
RENDA - R$ 303.460,00
PÚBLICO - 8.059 torcedores
LOCAL - Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Fonte: UOL
Durante os onze anos em que eu estudei no Méier, no ensino fundamental e médio, passava todos os dias pela Rua Arquias Cordeiro, onde funcionou durante muito tempo uma loja de revelação de filmes. Eu morava em Todos os Santos e ia e voltava a pé da escola. Eu me lembro de comprar jogadores para o meu time de botão, quando criança, naquela loja e na do lado. Com o surgimento dos celulares com câmeras digitais as antigas, de filme, praticamente desapareceram e, consequentemente, as lojas especializadas em revelação de filmes. As duas lojas na Rua Arquias Cordeiro estavam fechadas há anos. De vez em quando eu faço uma caminhada pelo Méier e passo pelo local; uma das lojas teve a sua entrada fechada e concretada, conforme foto que eu fiz, abaixo. Mais à frente, na esquina fica a escola onde eu fiz o Ensino Fundamental, na minha época chamado de Primário, da primeira à oitava séries. E seguindo ainda um pouco mais à frente fica o colégio onde eu fiz o Ensino Médio, na minha época chamado de Ginásio, da primeira à terceira séries. Aquele lado do Méier, da Rua Arquias Cordeiro, na minha época de estudante ainda tinha alguma vida, com algumas lojas funcionando, tinha também um açougue, hoje praticamente está deserta, quase tudo fechado, só restando casas e prédios residenciais. fr
