SEJA ÉTICO

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Teste

TESTE:
Este teste é importante para avaliarmos nosso nível de stress, cansaço mental, demência cerebral precoce, enfim, são perguntas fáceis.
1 – O que se coloca na torradeira?
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R: A resposta certa é pão. Se você respondeu torradas, começou mal! Se respondeu certo, é um bom sinal.
2 – Repita EITE, EITE, EITE, EITE, EITE. Agora, soletre EITE. O que bebem as vacas?
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R: As vacas bebem água. Você disse leite? Xiiiiii... é preocupante! Se respondeu certo, sua mente não está tão cansada.
3 – Um trem elétrico segue no sentido Norte-Sul. O vento está no sentido contrário, ou seja, Sul-Norte. Qual a direção da fumacinha desse trem?
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R: Você está em dúvida? Esta tentando adivinhar? O trem é elétrico, logo, não tem fumaça!
4 – Esta dizem que aconteceu na época em que existiam duas Alemanhas: Oriental e Ocidental. Um avião sobrevoava as duas Alemanhas, quando o piloto percebeu que ambas as turbinas falharam, e o avião caiu, no meio do nada. Onde você acha que devem enterrar os sobreviventes?
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R: Respondeu algo do tipo “no país de cada um deles”, ou está queimando os seus neurônios para tentar acertar? Quem em sã consciência enterraria sobreviventes? Se você quis enterrá-los, lamento, mas seu caso é preocupante!
5 – A última, finalmente. Não use calculadora, faça as contas mentalmente. Você está dirigindo um ônibus entre Rio de Janeiro e São Paulo. Na primeira parada, sobem 6 e descem 2. O ônibus segue viagem e na parada seguinte, descem 3 e sobem 4. O ônibus continua sua rota parando pela última vez antes de chegar ao seu destino, onde sobe um. Qual o nome do motorista?
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R: Não sabe!? Tem certeza!? Se você não sabe, procure um médico URGENTE! Você não sabe o seu próprio nome? O motorista é VOCÊ!! Lembra que no começo eu disse “você está dirigindo”.
Gostou? Então, perturbe outro você também. J J J J J

sábado, 29 de dezembro de 2018

Dica de filme: "Cães de Guerra"

CÃES DE GUERRA (“War Dogs”)
EUA, 2016, Comédia dramática
Direção: Todd Phillips
Com: Miles Teller, Jonah Hill, Bradley Cooper, Ana de Armas
Prestes a nascer sua filha, jovem está insatisfeito com seu trabalho de massaterapeuta. Investe suas economias em lençóis para revender a asilos, mas não dá certo. Sem perspectivas, acaba aceitando o convite de amigo dos tempos de escola para trabalhar com ele em negócio de venda de armas para o governo. Os dois acabam por conseguir lucros enormes, negociando com traficantes de armas do Leste europeu, e desrespeitando as leis do seu país. Baseado em uma história real, que mostrou aos Estados Unidos como o negócio da guerra é extremamente lucrativo e sem ética. Lembro de outro filme que mostra isso: “O Senhor das Armas”, com Nicolas Cage, do qual eu já escrevi aqui no meu blog. fr
  
       

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Dica de filme: "Labirinto de Mentiras"

LABIRINTO DE MENTIRAS (“Im Labyrinth des Schweigens”)
Alemanha, 2015, Drama
Direção: Giulio Ricciarelli
Com: Alexander Fehling, André Szymanski, Gert Voss, Johann von Bülow, Frederike Becht
Este filme aborda o período pós-Segunda Guerra Mundial pela visão alemã, o que é algo muito pouco comum, já que a enorme maioria dos filmes a que nós temos acesso no Brasil é feita por Hollywood. É baseado na história real de um jovem e ambicioso promotor, que, em 1958, foi se inteirando dos crimes cometidos por soldados alemães nos campos de concentração de Auschwitz, na Polônia, durante o nazismo. Lutando contra a vontade geral, que desejava que tudo permanecesse como estava, sem abrir novas feridas, ele e outro colega conseguiram acesso a documentos que os próprios nazistas produziram, com relatos de suas atividades no período de governo de Hitler, e que estavam em poder dos militares estadunidenses. O jovem promotor descobriu que muitos alemães que cometeram atrocidades durante a guerra, viviam tranquilamente na Alemanha, trabalhando como professor, padeiro, dentista, ou outras ocupações. E, treze anos após o fim de Segunda Guerra Mundial, percebeu que sua geração não sabia dos crimes cometidos pelos nazistas, nem se interessava em saber. Sua prioridade era fazer com que o médico Josef Mengele, localizado na Argentina, mas que voltava constantemente à Alemanha para visitar a família, fosse preso e repatriado. Mas percebeu que ele contava com o apoio e proteção de muitos alemães poderosos. Entre 1963 e 1965, 22 réus foram julgados no que ficou conhecido como o “Julgamento de Frankfurt”. Valer a pena assistir. Confira o trailer, abaixo. fr 


quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

O importante não é o presente... kkkkk

Frases: Presidente eleito Jair Bolsonaro

“Olha o tamanho da faca do cara... Ó, se eu botar isso aqui em você, você vai ser presidente da ONU, porra!”
 
JAIR BOLSONARO, em churrasco na Ilha de Marambaia (RJ), dia 24 de dezembro. Em tom muito bem humorado, fez referência ao atentado que sofreu em setembro, quando foi esfaqueado em Juiz de Fora (MG), e que acabou aumentando sua projeção na mídia, às vésperas da eleição presidencial, vencida por ele. O cargo correto da ONU é secretário-geral.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Dica de livro: "Memórias de Sherlock Holmes"

Memórias de Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle, tradução de John Green; São Paulo, editora Martin Claret , 2005, Coleção 'A Obra Prima de Cada Autor', 229 páginas.
Dr. Watson escreve sobre os casos de Sherlock Holmes, nem todos bem sucedidos. O médico é o companheiro de aventuras, e praticamente seu único amigo. Sherlock Holmes é descrito como uma pessoa sem asseio; de hábitos estranhos, como dar tiros dentro do apartamento onde mora; e de inteligência privilegiada, assim como sem nenhuma inclinação para se relacionar com o ser humano. O livro relata onze casos, e passa ao leitor os principais atributos do detetive: deduções lógicas, atenção em detalhes e raciocínio elementar. Os livros de Arthur Conan Doyle sobre Sherlock Holmes têm sido adaptados para o cinema, os quadrinhos, e diversas séries de televisão. Fica a dica para quem curte livros de suspense. fr

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

O Fim da Eternidade (Isaac Asimov)

          Li o livro “O Fim da Eternidade”, do escritor russo Isaac Asimov (1920-1992), considerado um dos mestres da ficção científica. Apesar de eu curtir muito o tema, eu não gostei muito do livro; achei confuso, e sem muita fundamentação, as coisas simplesmente aconteciam. A estória é de um “eterno”, Andrew Harlan, que exercia o cargo de “técnico”, cuja atribuição era se deslocar no tempo a fim de observar acontecimentos e, depois, os relatar a seus superiores. Com base nas observações dos técnicos, os líderes, os chamados “computadores”, decidiam quais mudanças deveriam ser feitas no passado ou no futuro.
 
O objetivo principal era manter os acontecimentos da História controlados, o que acabava por impedir grandes transformações na evolução da humanidade. Tudo isso era feito secretamente, sem conhecimento da população. No futuro muito (muito mesmo!) distante, porém, as pessoas descobriram a existência dessa ‘organização’, denominada de “Eternidade”. Nesse futuro, as pessoas viviam sem grandes aspirações, conformados pelas vidas tranquilas e acomodadas, o que impediu o avanço tecnológico e social.
          Para acabar com essa estagnação e possibilitar a evolução da humanidade, a população do futuro envia uma mulher ao passado, para se infiltrar na vida do técnico Andrew Harlan. Ele era uma pessoa dedicada ao trabalho, sério e sem diversões. O plano foi de seduzi-lo, a fim de que ele se apaixonasse e quisesse acabar com a Eternidade para poder viver com ela, uma não-eterna. Dessa maneira, conseguiriam acabar com o controle dos acontecimentos, e a busca de inovações levaria à evolução natural da humanidade. Contada assim, a história é interessante, e é mesmo! Mas não consegui gostar da leitura, infelizmente. Espero ter oportunidade de ler outro livro do autor; já que muitos falam tão bem dele, quero poder ler e gostar de outra leitura. fr

domingo, 16 de dezembro de 2018

Foto histórica com quatro campeões e onze títulos mundiais

A foto abaixo é uma das mais importantes e marcantes da história da Fórmula 1. Vários fotógrafos registraram aquele momento, em diferentes ângulos. Ela foi feita no autódromo de Estoril, em Portugal, no dia da corrida, 21 de setembro de 1986. Os quatro pilotos viriam a conquistar em suas carreiras onze títulos mundiais. O francês Alain Prost, o segundo da esquerda para a direita, ganhou quatro: 1985, 1986, 1989 e 1987. O inglês Nigel Mansell, o terceiro, ganhou um, em 1992. O brasileiro Nelson Piquet, último na foto, venceu três, em 1981, 1983 e 1987. E Ayrton Senna, o primeiro, naquele ano da foto ainda uma jovem promessa, conquistou três mundiais, em 1988, 1990 e 1991. Foi uma época vitoriosa para o automobilismo brasileiro, que tinha pilotos que disputavam e venciam corridas e mundiais. E me deu bastante alegria! fr

sábado, 8 de dezembro de 2018

Países africanos querem que a Europa lhes devolva seu patrimônio histórico

África exige da Europa restituição de tesouros roubados

Do British Museum de Londres ao Museu Tervuren da Bélgica, numerosas coleções europeias transbordam de objetos de arte chamados 'coloniais', adquiridos em condições muitas vezes discutíveis.

Por France Presse - 01/06/2018
Embora de acordo com a etiqueta os três totens expostos no Museu Quai Branly de Paris sejam uma "doação", seu país de origem, o Benim pede a restituição do que considera um tesouro roubado durante a época colonial.
Na realidade, essas imponentes estátuas foram pegas em 1892 pelas tropas francesas do general Alfred Amédée Dodds durante o roubo do Palácio de Abomey, a capital histórica do atual Benim.
Segundo o Benim, na França existem entre 4.500 e 6.000 objetos que pertencem ao país, incluindo tronos, portas de madeira gravada e cetros reais.
Do British Museum de Londres ao Museu Tervuren da Bélgica, numerosas coleções europeias transbordam de objetos de arte chamados "coloniais", adquiridos em condições muitas vezes discutíveis.
Naquela época, militares, antropólogos, etnógrafos e missionários que percorriam os países conquistados voltavam para casa com recordações compradas ou trocadas, e às vezes roubadas.
Inclusive o ex-ministro francês de Cultura André Malraux foi condenado nos anos 1920 no Camboja por ter tentado arrancar os baixo-relevos de um templo khmer.
A controvérsia não é nova e não concerne unicamente à África. Há décadas a Grécia exige ao Reino Unido, em vão, a restituição dos frisos do Partenon.
Mas o continente africano foi especialmente afetado.
'Hemorragia' patrimonial
"A África sofreu uma hemorragia de seu patrimônio durante a colonização e inclusive depois, com o tráfico ilegal", lamenta El Hadji Malick Ndiaye, conservador do museu de arte africana de Dakar.
Mais de 90% das peças importantes da África subsaariana estão fora do continente, segundo os especialistas. A Unesco apoia há mais de 40 anos a luta dessas nações para que lhes restituam seus bens culturais desaparecidos durante a época colonial.
Para Crusoe Osagie, porta-voz do governador do estado de Edo, na Nigéria, não é normal que seus filhos tenham que ir ao exterior para admirar o patrimônio de seu país. "Esses objetos pertencem a nós e nos tiraram à força", destaca.
Assim como o Benim, cujo pedido de restituição foi negado pela França em 2016, outros países africanos receberam negativas.
Contudo, houve exceções, como em 2003, quando o museu etnológico de Berlim devolveu uma preciosa estátua de um pássaro ao Zimbábue, ex-colônia britânica.
Os dirigentes africanos esperam agora uma mudança de atitude da França, depois que o presidente Emmanuel Macron disse em novembro em Burkina Faso que dará "as condições para uma devolução do patrimônio africano à África" em um prazo de cinco anos.
Uma "ruptura histórica", segundo o ministro camaronês da Cultura, Narcisse Mouelle Kombi. Seu país, colonizado sucessivamente por Alemanha, França e Grã-Bretanha, "é um dos principais interessados", afirma.
"Macron se comprometeu com os africanos a mudar o que tem sido as cinco últimas décadas da política de nossos museus: encontrar as artimanhas jurídicas necessárias para evitar a devolução" das peças, observa o historiador Pascal Blanchard, especialista na época colonial.
O Museu Quai Branly de Paris não quis responder às perguntas da AFP.
Paternalismo
Mas ainda existem muitos obstáculos técnicos e jurídicos, admitem os dois especialistas que o presidente Macron nomeou em março para concretizar sua promessa.
Para se negar a devolver as obras, os especialistas argumentaram durante anos que os museus africanos não têm as condições adequadas de segurança e conservação.
Mas de acordo com o conservador do museu de Dakar, El Hadji Malick Ndiaye, se trata de um velho debate, inclusive "paternalista". Na África "existem muitas instituições de museus, na África do Sul, no Quênia, no Mali, em Zimbábue", assegura.
O British Museum propôs empréstimos à Nigéria e à Etiópia, saqueadas durante uma expedição britânica em 1868, mas resiste a restituir os bens.
O debate está mais avançado na Alemanha, um país sensível a isso pelos espólios da época nazista e os roubos do Exército Vermelho.
Vários museus estão trabalhando para identificar a origem de milhares de obras da época colonial, quando a Alemanha controlava Camarões, Togo e Tanzânia. É o caso do Museu Humboldt Forum, que abrirá em breve em Berlim e especificará a procedência dos objetos.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Portugal é o melhor destino turístico do mundo

Em cerimônia realizada em Lisboa, no sábado, dia 1º, Portugal foi eleito pelo segundo ano consecutivo o Melhor Destino Turístico do Mundo. A escolha fez parte dos “World Travel Awards”, considerado o “Oscar” do turismo mundial. Portugal foi premiado também com a escolha de Lisboa nas categorias “Melhor Cidade para Turismo” e “Melhor City Break”, esta pela sua “atratividade e oferta de excelência para estadas de curta duração”. A ilha da Madeira também venceu na categoria “Melhor Destino Insular”, pelo quarto ano consecutivo. O Brasil não venceu em nenhuma das categorias, mas alguns países vizinhos foram destacados. O Peru venceu as categorias “Melhor Destino Culinário” e “Melhor Destino Cultural”; e a cidade peruana Machu Picchu a de “Melhor Atração Turística do Mundo”. O Chile venceu  a categoria de “Melhor Destino para Turismo de Aventura”; e o Equador a de “Melhor Destino Verde”. Parabéns aos vencedores!  fr

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

O Brasil é um país rico em recursos, mas roubado pelos políticos

Jogo decisivo da Libertadores será na Espanha!

           Após o adiamento do segundo jogo da final da Libertadores no sábado, dia 24, por conta das agressões sofridas pelos jogadores do Boca Juniors, já se sabe como o título vai ser decidido. O Boca Juniors esperava que o River Plate fosse punido por conta da atitude de seus “torcedores” e ser declarado campeão. Porém, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) decidiu ontem remarcar o segundo jogo final da Copa Libertadores para o dia 9 de dezembro, no Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, na Espanha!
 
A tão esperada punição que o Boca Juniors desejava não aconteceu, tendo sido determinado somente uma multa a ser paga pelo River Plate, no valor de 400 mil dólares, e disputar dois jogos em competições da Conmebol com portões fechados. O Boca Juniors já se manifestou no sentido de que não aceita a decisão, e que irá recorrer a fim de que ela seja alterada. O primeiro jogo, domingo, dia 11, no estádio La Bombonera, do Boca Juniors, terminou empatado em 2x2.
            Tudo isso é uma vergonha para a Argentina e para o futebol sul-americano. Em primeiro lugar, as agressões feitas pelos bandidos que se dizem “torcedores” do River Plate. Eles apedrejaram o ônibus que transportava os jogadores do Boca Juniors para o estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, no sábado pasado, quando seria realizado o segundo jogo final da competição, na casa do River Plate. Alguns jogadores ficaram feridos.
E uma vergonha também pelo fato da Conmebol remarcar a segunda partida para fora da Argentina, pasando a mensagem ao mundo que aquele país não tem condições de garantir a segurança para realizar um simples jogo de futebol. Brigas entre bandidos se dizendo “torcedores” acontecem no mundo inteiro, seja na Argentina, no Brasil, ou na Europa. Quando estive em Portugal em junho, via na televisão noticias de brigas até em jogos de handebol. A questão é o rigor. Enquanto não se tratar os envolvidos como bandidos e não puni-los com muito rigor, ese tipo de coisa vai continuar acontecendo. Lamentável! fr

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Governador do Rio de Janeiro é preso por corrupção

 
           O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB) foi preso hoje de manhã bem cedo no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe de governo estadual. Em seu lugar, assumiu o vice-governador, Francisco Dornelles (PP). A prisão preventiva – sem prazo definido – foi efetuada pela Polícia Federal por conta das investigações da Operação Lava Jato. Hoje, além de Pezão, outros investigados também foram presos, e 30 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Rio de Janeiro e Minas Gerais.
 
De acordo com as investigações, o governador Pezão substituiu o seu antecessor, Sergio Cabral Filho, preso há dois anos no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no comando do esquema de corrupção no Rio de Janeiro. A Procuradoria-Geral da República acusa Pezão de ter recebido uma quantia superior a 25 milhões de reais, entre 2007 e 2015. Corrigido, o valor ultrapassa hoje os 39 milhões de reais. Os procuradores querem o sequestro desse dinheiro dos bens de Pezão. Em depoimento à Polícia Federal, o governador Pezão negou ter qualquer participação nas acusações.
A operação de hoje foi batizada pela PF de “Boca de Lobo”, referência à tampa dos bueiros, em uma alusão aos desvios dos recursos públicos. Os quatro governadores eleitos no estado do Rio de Janeiro desde 1998 já foram presos: Sérgio Cabral Filho, Anthony Garotinho, Rosinha Matheus, e, hoje, o Pezão, primeiro preso no exercício do cargo. É muita roubalheira, é muita vergonha! Os políticos roubam e depois querem que a população seja sacrificada para pagar a conta. fr

Rio de Janeiro nas mãos de corruptos

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Para rir um pouquinho... 😅 😅 😅

Frases interessantes da internet

Frases interessantes da internet, sem autoria informada:
51. “Melhor do que ser conhecido é ser uma pessoa que vale a pena conhecer.”
52. “Será que tem cura para idiota que confunde justiça social com comunismo?”
53. “Cuidado para não esperar de mim aquilo que não recebi de você.”
54. “Você não precisa absorver a negatividade das pessoas ao seu redor. Você não precisa participar das confusões alheias. As pessoas são como são, e as escolhas delas são delas. Aprenda a ser filtro, não esponja.”
55. “Caso consiga enganar alguém, não pense que ele é um bobo, é porque ele confia em você.” (Filosofia árabe).

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Despedida de Jefferson em vitória difícil do Botafogo

           O goleiro Jefferson fez hoje seu último jogo profissional, na vitória do Botafogo sobre o Paraná por 2x1, no estádio Nilton Santos. Jefferson, com 35 anos de idade, é o terceiro jogador que mais vestiu a gloriosa camisa alvinegra, com um total de 459 jogos, atrás somente de dois ídolos máximos do clube: Garrincha, com 612 jogos, e Nilton Santos, com 721 jogos.
 
O jogo, pela 37ª rodada do campeonato brasileiro, não foi tão fácil quanto deveria ter sido, afinal o Paraná é o último colocado, e já é um dos rebaixados para a Segunda Divisão de 2019. O Botafogo abriu o placar logo aos sete minutos do primeiro tempo, através de Erik, mas sofreu o gol de empate aos 20; o gol de desempate foi feito novamente por Erik, aos 29 minutos do segundo tempo. Só faltava o Botafogo empatar com o Paraná (de novo, já que no primeiro turno, foi um empate de 1x1)! Ainda mais em noite de festa, na despedida do Jefferson. Com a vitória, o Botafogo foi aos 51 pontos, e já estava garantido na Copa Sul-Americana do ano que vem.  
Jefferson teve pequenas passagens pelo Cruzeiro (70 jogos, de 2000 a 2002), e pelos clubes turcos Trabzonspor Kulübü (53 jogos, de 2005 a 2008) e Konyaspor Kulübü (19 jogos, de 2008 a 2009). No Botafogo foram 459 jogos em duas passagens pelo clube: 80 jogos de 2003 a 2005, e 379 de 2009 a 2018. Pela seleção brasileira, foi convocado 63 vezes e jogou 22, de 2011 a 2015. Esses dados eu retirei da Wikipédia. Parabéns ao Jefferson pela brilhante carreira!  fr

domingo, 25 de novembro de 2018

Dica de livro: "Ressurreição"

“Ressurreição”, Machado de Assis, São Paulo, Editora Globo, 1997, ‘Obras Completas de Machado de Assis’, 118 páginas
Eu terminei de ler o último dos romances de Machado de Assis que faltava, e, com esta postagem, terei publicado comentários sobre todas essas leituras. Além desses dez romances que Machado publicou, ele escreveu também 215 contos, dez peças teatrais, cinco coletâneas de poemas e sonetos e mais de 600 crônicas.  “Ressurreição” é o primeiro romance do autor, publicado em 1872, e pertence, portanto, à primeira fase de sua produção literária, a chamada fase romântica, ou de amadurecimento.
Félix, médico de 36 anos, era “um rapaz vadio e desambicioso” que recebera quando mais jovem uma herança que lhe trouxe estabilidade financeira. Apesar de não ser propriamente bonito, mantinha relacionamentos amorosos curtos, de não mais de seis meses, nunca desejando compromissos mais sérios. Com Lívia, uma jovem viúva, mãe de um filho pequeno, porém, acabou apaixonando-se. A partir daí teve início um relacionamento difícil entre os dois, por conta do grande ciúme e desconfiança de Félix. Chegaram a marcar a data do casamento, mas uma carta anônima enviada ao noivo alertando para uma possível traição fez com que ele terminasse o relacionamento.
Depois, arrependido por acreditar em suspeitas baseadas em maledicências, Félix pediu desculpas e tentou reatar, mas Lívia já não aceitou mais. Ela lhe disse que ainda o amava, mas os dois nunca poderiam ser felizes porque sempre haveriam novas dúvidas, novas inseguranças e o relacionamento deles não sobreviveria. Segundo o narrador do livro, que o narrava em primeira pessoa, Félix era o tipo de homens que “perdem o bem pelo receio de o buscar”, e nunca saberia aceitar a felicidade por estar sempre duvidando dela.
Félix acabou por esquecer o amor que dizia ter por Lívia, e até por considerar ter sido melhor não ter casado. Lívia, por sua vez, passou a dedicar-se exclusivamente ao filho, tornando-se reclusa em sua casa. O livro relata, enfim, a estória de um relacionamento abusivo, em que um dos envolvidos é extremamente ciumento e possessivo. Como se vê, não é uma situação nova, comum somente ao século 21. fr

sábado, 24 de novembro de 2018

"Black Friday" ou "Black Fraude"?

No Brasil, muitos comerciantes oferecem o desconto da metade do dobro do preço que estava antes. fr 😅 😅 😅 😅 😅

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Múmia do faraó Ramsés II tirou passaporte para entrar na França

Uma curiosidade bastante interessante: a múmia do faraó Ramsés II teve que tirar um passaporte para entrar na França. Por mais absurdo que possa parecer, é verdade! Ramsés II foi o terceiro faraó da 19ª dinastia do Egito, e reinou aproximadamente de 1279 a. C. a 1213 a. C., quando morreu com algo em torno de 90 anos de idade. A sua múmia foi descoberta em 1881, tendo sido transferida para o Museu egípcio do Cairo quatro anos depois. Em 1876 a múmia precisou de tratamento com radiação eletromagnética contra fungos, que não era feito no Egito. A solução encontrada foi enviar a múmia do faraó à França, cuja legislação exige a emissão de passaporte para todos que entrem ou saiam do país, esteja vivo ou morto. Daí a múmia ter seu próprio passaporte. 😅 😅 😅 fr 

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Você sabe qual o significado original das cores da bandeira nacional?

 
            Nós crescemos acreditando saber qual o significado original das cores da bandeira brasileira, mas não é bem assim. A bandeira foi criada através de decreto do presidente marechal Deodoro da Fonseca, quatro dias após a proclamação da República, no dia 19 de novembro de 1889. O dia da bandeira passou a ser comemorado justamente neste dia e mês. O projeto da bandeira nacional é de autoria de Raimundo Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel Lemos e Manuel Pereira Reis, e a intenção foi destacar a família real portuguesa. A bandeira anterior, de curta duração, não passava de uma adaptação à bandeira dos Estados Unidos, com a troca de cores.
 
            O significado original das cores da bandeira brasileira, ao contrário do senso comum, não era o que a enorme maioria das pessoas costuma dizer atualmente: o verde representando as florestas, enfim, a natureza; o amarelo o ouro, as nossas riquezas minerais; e o azul o céu. Na verdade, a bandeira foi feita com base na bandeira do Império, criada pelo francês Jean-Baptiste Debret, e alterada por Dom Pedro I. Foi diminuído o tamanho do losango e substituído o brasão imperial pelo círculo com a inscrição positivista “Ordem e Progresso” e a estrelas representando os estados brasileiros. O verde tinha a ver com a cor da família Bragança, de Portugal; e o amarelo com a cor da dinastia Habsburgo, que reinava na Áustria, terra natal da primeira esposa do imperador brasileiro, Maria Leopoldina.
            À época, eram 21 estrelas, atualmente são 27, incluindo o distrito federal. O número de estrelas deve ser atualizado de acordo com a eventual criação de novos estados, conforme prevê a lei nº 8.421/1992. A disposição das estrelas teve como referência o céu do Rio de Janeiro na noite de 15 de novembro de 1889. Todas as estrelas têm cinco pontas, mas elas variam em tamanho. A única delas localizada acima da inscrição é a estrela Spica, representando o estado do Pará, naquele ano o maior território acima do paralelo do Equador.

           A lei nº 5.700/1971 dispõe sobre a forma e apresentação dos símbolos nacionais, e em seu capítulo V, artigo 31, determina:
          “São consideradas manifestações de desrespeito à Bandeira Nacional, e portanto proibidas:
         I - Apresentá-la em mau estado de conservação;
        II - Mudar-lhe a forma, as cores, as proporções, o dístico ou acrescentar-lhe outras inscrições;
       III - Usá-la como roupagem, reposteiro, pano de boca, guarnição de mesa, revestimento de tribuna, ou como cobertura de placas, retratos, painéis ou monumentos a inaugurar;
      IV - Reproduzí-la em rótulos ou invólucros de produtos expostos à venda.”
     
         Curiosamente determina também, em seu capítulo VII, artigo 40: “Ninguém poderá ser admitido no serviço público sem que demonstre conhecimento do Hino Nacional.” Este artigo, pelo jeito, caiu em desuso. fr
Fontes de apoio: página oficial do governo do Brasil; brasilescola.uol; historiadobrasil.net. 

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Stan Lee morre, aos 95 anos

           STAN LEE, co-criador de alguns dos mais famosos personagens do mundo dos super-heróis, morreu hoje, aos 95 anos. A filha, Joan Celia Lee, confirmou a morte, informando que o pai passou mal em sua residência em Los Angeles, sendo levado para o hospital, onde faleceu. Stanley Martin Lieber nasceu em 28 de dezembro de 1922, em Nova Iorque, cidade onde se passavam muitas das estórias que criou. A sua esposa, Joan Lee, com quem viveu por 69 anos, morreu em julho do ano passado. Eles tiveram duas filhas, Joan e Jan Lee, que faleceu horas após o parto. Recentemente, a imprensa dos Estados Unidos divulgou que a filha estaria mal tratando o pai, já idoso e doente. Em parceria com desenhistas como Steve Ditko e Jack Kirby, o roteirista Stan Lee criou personagens de revistas que eu curtia muito quando criança, dentre eles:
. o Homem-Aranha, o meu preferido, em 1962, e o Duende Verde, em 1964, com Steve Ditko;
. Quarteto Fantástico, em 1961, e Hulk, em 1962, com Jack Kirby;
. Thor, em 1962, e Homem-de-Ferro, em 1963, com Larry Lieber e Jack Kirby (e Don Heck, no Homem-de-Ferro);
. Demolidor, com Bill Everett, 1964;
. Os Vingadores, com Jack Kirby e Dick Ayers, 1963, depois do surgimento da Liga da Justiça da DC Comics.
O sucesso das revistas em quadrinhos transformou a Marvel Comics em uma empresa milionária, e levou os personagens para a animação e seriados na TV e filmes no cinema, em que ele costumava aparecer fazendo aparições. Com certeza, as estorinhas de Stan Lee me divertiram muito em minha infância. Vai com Deus, e obrigado! fr

domingo, 11 de novembro de 2018

Os melhores programas da TV brasileira (02) - LEITURA DINÂMICA

 
O programa “Leitura Dinâmica” é o único da Rede TV de que eu gosto. É um jornalístico ágil, dinâmico, fazendo jus ao seu nome. As notícias são curtas e muitas delas não vejo em outros programas. Ele estreou em novembro de 1999, apenas aos domingos, mas o seu sucesso o levou a ser diário, a partir da meia-noite, com 30 minutos de duração. fr

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Chafariz do Mestre Valentim

           O chafariz da Praça 15, também conhecido como chafariz do Mestre Valentim, tem mais de 200 anos e é um dos vestígios do período histórico colonial do Brasil. Nas fotos abaixo, há um intervalo de 153 anos. A primeira foto é do fotógrafo suíço Georges Leuzinger, feita em cerca de 1865; a segunda eu tirei hoje, dia 7 de novembro. Evidentemente, a paisagem mudou bastante após todo esse tempo. Atualmente, vemos alguns prédios modernos que surgiram ao longo do tempo, mas alguns outros já existiam no século 19, como a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, o Convento do Carmo e o prédio do Arco do Teles, que podem ser vistos na minha ‘self’. Muita gente passa pelo local sem saber o que é, nem o que foi aquele chafariz.
 
O chafariz da Praça 15, antigamente conhecida como Largo do Paço, foi projetado por Valentim da Fonseca e Silva, o Mestre Valentim; construído no governo do vice-rei do Brasil Luis de Vasconcelos e Sousa; e inaugurado em 1789. À época, sua finalidade era abastecer a população do Rio de Janeiro e os navios que atracavam no cais, já que o mar chegava até ele – antes de sucessivos aterros terem sido feitos no local. D. João VI e sua extensa comitiva subiram pela escada do cais da Praça 15 quando desembarcaram no Rio de Janeiro, em 1808. 
Em 1880 o chafariz deixou de ter esta função, e hoje em dia ele destaca-se por sua importância urbanística, turística e histórica. De acordo com a Wikipédia, um pequeno lago foi construído no entorno do chafariz na segunda metade do século 20. É um local por onde passam muitas pessoas por conta de sua proximidade com várias empresas privadas e serviços públicos, além das barcas. E é também muito procurado por moradores de rua para descansarem, inclusive na foto que eu fiz pode-se ver um casal deitado abaixo dele. O chafariz da Praça 15 é tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), desde 1938. Fica o registro fotográfico da mudança do local pelo tempo. fr 
                   

domingo, 4 de novembro de 2018

Documentário revela comportamento mimado do príncipe Charles

           Existem determinadas tradições que já não convivem bem com a realidade atual, e uma delas é manter os inúmeros privilégios de uma família real. O documentário "Serving the Royals: Inside the Firm", recentemente divulgado, mostra como se comporta o príncipe Charles, filho e primeiro nome na sucessão da rainha Elisabeth II, do Reino Unido. O documentário mostra relatos de pessoas que trabalharam para a família real, entre elas Paul Burrell, ex-criado da rainha e ex-mordomo do príncipe e da princesa de Gales, Diana.
Ele diz que o príncipe é extremamente mimado e exige que os empregados o sirvam para as coisas mais elementares do dia a dia. Os seus pijamas têm que ser passados diariamente, assim como os cadarços dos seus sapatos; e até mesmo a pasta de dentes quem coloca em sua escova são os empregados. Paul Burrell conta que o príncipe lhe pedia objetos que estavam a menos de um metro de distância, e chegou até a chamá-lo em seu escritório para que ele pegasse uma carta que tinha caído em seu cesto de lixo de papel.
Ou seja, faz sentido um povo sustentar uma família que se comporta como seres tão superiores? Uma família que ocupa uma posição pelo simples fato de nascer nela, nada mais, sem nenhuma meritocracia. Já não basta ter que sustentar os políticos, o povo britânico ainda sustenta várias pessoas de uma família, com inúmeros e absurdos gastos com empregados, segurança, viagens, educação, saúde e tudo de melhor, que as pessoas “comuns” não têm. fr