
SEJA ÉTICO
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
Teste
TESTE:
Este teste é importante para avaliarmos nosso nível de stress, cansaço mental, demência
cerebral precoce, enfim, são perguntas fáceis.
1 – O que se coloca na torradeira?
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.
R: A resposta certa é pão. Se você respondeu torradas,
começou mal! Se respondeu certo, é um bom sinal.
2 – Repita EITE, EITE, EITE, EITE, EITE. Agora, soletre
EITE. O que bebem as vacas?
.
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R: As vacas bebem água. Você disse leite? Xiiiiii... é
preocupante! Se respondeu certo, sua mente não está tão cansada.
3 – Um trem elétrico segue no sentido Norte-Sul. O vento
está no sentido contrário, ou seja, Sul-Norte. Qual a direção da fumacinha
desse trem?
.
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R: Você está em dúvida? Esta tentando adivinhar? O trem é
elétrico, logo, não tem fumaça!
4 – Esta dizem que aconteceu na época em que existiam duas
Alemanhas: Oriental e Ocidental. Um avião sobrevoava as duas Alemanhas, quando
o piloto percebeu que ambas as turbinas falharam, e o avião caiu, no meio do
nada. Onde você acha que devem enterrar os sobreviventes?
.
.
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R: Respondeu algo do tipo “no país de cada um deles”, ou
está queimando os seus neurônios para tentar acertar? Quem em sã consciência
enterraria sobreviventes? Se você quis enterrá-los, lamento, mas seu caso é
preocupante!
5 – A última, finalmente. Não use calculadora, faça as
contas mentalmente. Você está dirigindo um ônibus entre Rio de Janeiro e São
Paulo. Na primeira parada, sobem 6 e descem 2. O ônibus segue viagem e na
parada seguinte, descem 3 e sobem 4. O ônibus continua sua rota parando pela
última vez antes de chegar ao seu destino, onde sobe um. Qual o nome do
motorista?
.
.
.
.
.
R: Não sabe!? Tem certeza!? Se você não sabe, procure um
médico URGENTE! Você não sabe o seu próprio nome? O motorista é VOCÊ!! Lembra
que no começo eu disse “você está dirigindo”.
Gostou? Então, perturbe outro você também. J J J J J
sábado, 29 de dezembro de 2018
Dica de filme: "Cães de Guerra"

EUA,
2016, Comédia dramática
Direção:
Todd Phillips
Com: Miles Teller, Jonah Hill, Bradley Cooper, Ana de
Armas
Prestes a nascer sua filha,
jovem está insatisfeito com seu trabalho de massaterapeuta. Investe suas
economias em lençóis para revender a asilos, mas não dá certo. Sem
perspectivas, acaba aceitando o convite de amigo dos tempos de escola para
trabalhar com ele em negócio de venda de armas para o governo. Os dois acabam
por conseguir lucros enormes, negociando com traficantes de armas do Leste
europeu, e desrespeitando as leis do seu país. Baseado em uma história real,
que mostrou aos Estados Unidos como o negócio da guerra é extremamente lucrativo
e sem ética. Lembro de outro filme que mostra isso: “O Senhor das Armas”, com
Nicolas Cage, do qual eu já escrevi aqui no meu blog. fr
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Dica de filme: "Labirinto de Mentiras"

LABIRINTO DE MENTIRAS
(“Im Labyrinth des Schweigens”)
Alemanha,
2015, Drama
Direção:
Giulio Ricciarelli
Com:
Alexander Fehling, André Szymanski, Gert Voss, Johann von Bülow, Frederike
Becht
Este
filme aborda o período pós-Segunda Guerra Mundial pela visão alemã, o que é
algo muito pouco comum, já que a enorme maioria dos filmes a que nós temos
acesso no Brasil é feita por Hollywood. É baseado na história real de um jovem
e ambicioso promotor, que, em 1958, foi se inteirando dos crimes cometidos por
soldados alemães nos campos de concentração de Auschwitz,
na Polônia, durante o nazismo. Lutando contra a vontade geral, que
desejava que tudo permanecesse como estava, sem abrir novas feridas, ele e
outro colega conseguiram acesso a documentos que os próprios nazistas
produziram, com relatos de suas atividades no período de governo de Hitler, e
que estavam em poder dos militares estadunidenses. O jovem promotor descobriu
que muitos alemães que cometeram atrocidades durante a guerra, viviam tranquilamente
na Alemanha, trabalhando como professor, padeiro, dentista, ou outras ocupações.
E, treze anos após o fim de Segunda Guerra Mundial, percebeu que sua geração
não sabia dos crimes cometidos pelos nazistas, nem se interessava em saber. Sua
prioridade era fazer com que o médico Josef Mengele, localizado na Argentina,
mas que voltava constantemente à Alemanha para visitar a família, fosse preso e
repatriado. Mas percebeu que ele contava com o apoio e proteção de muitos
alemães poderosos. Entre 1963 e 1965, 22 réus foram julgados no que ficou conhecido
como o “Julgamento de Frankfurt”. Valer a pena assistir. Confira o trailer, abaixo. fr
quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
Frases: Presidente eleito Jair Bolsonaro

JAIR BOLSONARO, em churrasco na Ilha de Marambaia (RJ), dia 24 de dezembro. Em
tom muito bem humorado, fez referência ao atentado que sofreu em setembro,
quando foi esfaqueado em Juiz de Fora (MG), e que acabou aumentando sua
projeção na mídia, às vésperas da eleição presidencial, vencida por ele. O
cargo correto da ONU é secretário-geral.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
Dica de livro: "Memórias de Sherlock Holmes"

Memórias
de Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle, tradução de John Green;
São Paulo, editora Martin Claret , 2005, Coleção 'A Obra Prima de Cada Autor',
229 páginas.
Dr. Watson escreve sobre os
casos de Sherlock Holmes, nem todos bem sucedidos. O médico é o companheiro de
aventuras, e praticamente seu único amigo. Sherlock Holmes é descrito como uma
pessoa sem asseio; de hábitos estranhos, como dar tiros dentro do apartamento
onde mora; e de inteligência privilegiada, assim como sem nenhuma inclinação
para se relacionar com o ser humano. O livro relata onze casos, e passa ao
leitor os principais atributos do detetive: deduções lógicas, atenção em
detalhes e raciocínio elementar. Os livros de Arthur Conan Doyle sobre Sherlock
Holmes têm sido adaptados para o cinema, os quadrinhos, e diversas séries de
televisão. Fica a dica para quem curte livros de suspense. fr
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
domingo, 23 de dezembro de 2018
sábado, 22 de dezembro de 2018
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
O Fim da Eternidade (Isaac Asimov)

Li o livro “O Fim da Eternidade”, do escritor
russo Isaac Asimov (1920-1992), considerado um dos mestres da ficção
científica. Apesar de eu curtir muito o tema, eu não gostei muito do livro;
achei confuso, e sem muita fundamentação, as coisas simplesmente aconteciam. A
estória é de um “eterno”, Andrew Harlan, que exercia o cargo de “técnico”, cuja
atribuição era se deslocar no tempo a fim de observar acontecimentos e, depois,
os relatar a seus superiores. Com base nas observações dos técnicos, os
líderes, os chamados “computadores”, decidiam quais mudanças deveriam ser
feitas no passado ou no futuro.
O objetivo principal era manter os
acontecimentos da História controlados, o que acabava por impedir grandes
transformações na evolução da humanidade. Tudo isso era feito secretamente, sem
conhecimento da população. No futuro muito (muito mesmo!) distante, porém, as
pessoas descobriram a existência dessa ‘organização’, denominada de
“Eternidade”. Nesse futuro, as pessoas viviam sem grandes aspirações,
conformados pelas vidas tranquilas e acomodadas, o que impediu o avanço
tecnológico e social.
Para acabar com essa estagnação e
possibilitar a evolução da humanidade, a população do futuro envia uma mulher
ao passado, para se infiltrar na vida do técnico Andrew Harlan. Ele era uma
pessoa dedicada ao trabalho, sério e sem diversões. O plano foi de seduzi-lo, a
fim de que ele se apaixonasse e quisesse acabar com a Eternidade para poder
viver com ela, uma não-eterna. Dessa maneira, conseguiriam acabar com o
controle dos acontecimentos, e a busca de inovações levaria à evolução natural
da humanidade. Contada assim, a história é interessante, e é mesmo! Mas não
consegui gostar da leitura, infelizmente. Espero ter oportunidade de ler outro
livro do autor; já que muitos falam tão bem dele, quero poder ler e gostar de
outra leitura. fr
domingo, 16 de dezembro de 2018
Foto histórica com quatro campeões e onze títulos mundiais
A foto abaixo é uma das mais importantes e marcantes da
história da Fórmula 1. Vários fotógrafos registraram aquele momento, em
diferentes ângulos. Ela foi feita no autódromo de Estoril, em Portugal, no dia
da corrida, 21 de setembro de 1986. Os quatro pilotos viriam a conquistar em
suas carreiras onze títulos mundiais. O francês Alain Prost, o segundo da
esquerda para a direita, ganhou quatro: 1985, 1986, 1989 e 1987. O inglês Nigel
Mansell, o terceiro, ganhou um, em 1992. O brasileiro Nelson Piquet, último na foto, venceu três, em 1981,
1983 e 1987. E Ayrton Senna, o primeiro, naquele ano da foto ainda uma jovem promessa,
conquistou três mundiais, em 1988, 1990 e 1991. Foi uma época vitoriosa para o
automobilismo brasileiro, que tinha pilotos que disputavam e venciam corridas e
mundiais. E me deu bastante alegria! fr

sábado, 15 de dezembro de 2018
sábado, 8 de dezembro de 2018
Países africanos querem que a Europa lhes devolva seu patrimônio histórico
África
exige da Europa restituição de tesouros roubados
Do British Museum de Londres ao Museu Tervuren da Bélgica, numerosas coleções
europeias transbordam de objetos de arte chamados 'coloniais', adquiridos em
condições muitas vezes discutíveis.
Por France Presse - 01/06/2018
Embora de acordo com a etiqueta os
três totens expostos no Museu Quai Branly de Paris sejam uma
"doação", seu país de origem, o Benim pede a restituição do que
considera um tesouro roubado durante a época colonial.
Na realidade, essas imponentes
estátuas foram pegas em 1892 pelas tropas francesas do general Alfred Amédée
Dodds durante o roubo do Palácio de Abomey, a capital histórica do atual Benim.
Segundo o Benim, na França existem
entre 4.500 e 6.000 objetos que pertencem ao país, incluindo tronos, portas de
madeira gravada e cetros reais.
Do British Museum de Londres ao Museu
Tervuren da Bélgica, numerosas coleções europeias transbordam de objetos de
arte chamados "coloniais", adquiridos em condições muitas vezes
discutíveis.
Naquela época, militares,
antropólogos, etnógrafos e missionários que percorriam os países conquistados
voltavam para casa com recordações compradas ou trocadas, e às vezes roubadas.
Inclusive o ex-ministro francês de
Cultura André Malraux foi condenado nos anos 1920 no Camboja por ter tentado
arrancar os baixo-relevos de um templo khmer.
A controvérsia não é nova e não
concerne unicamente à África. Há décadas a Grécia exige ao Reino Unido, em vão,
a restituição dos frisos do Partenon.
Mas o continente africano foi
especialmente afetado.
'Hemorragia'
patrimonial
"A África sofreu uma hemorragia
de seu patrimônio durante a colonização e inclusive depois, com o tráfico
ilegal", lamenta El Hadji Malick Ndiaye, conservador do museu de arte
africana de Dakar.
Mais de 90% das peças importantes da
África subsaariana estão fora do continente, segundo os especialistas. A Unesco
apoia há mais de 40 anos a luta dessas nações para que lhes restituam seus bens
culturais desaparecidos durante a época colonial.
Para Crusoe Osagie, porta-voz do
governador do estado de Edo, na Nigéria, não é normal que seus filhos tenham
que ir ao exterior para admirar o patrimônio de seu país. "Esses objetos
pertencem a nós e nos tiraram à força", destaca.
Assim como o Benim, cujo pedido de
restituição foi negado pela França em 2016, outros países africanos receberam
negativas.
Contudo, houve exceções, como em
2003, quando o museu etnológico de Berlim devolveu uma preciosa estátua de um
pássaro ao Zimbábue, ex-colônia britânica.
Os dirigentes africanos esperam agora
uma mudança de atitude da França, depois que o presidente Emmanuel Macron disse
em novembro em Burkina Faso que dará "as condições para uma devolução do
patrimônio africano à África" em um prazo de cinco anos.
Uma "ruptura histórica",
segundo o ministro camaronês da Cultura, Narcisse Mouelle Kombi. Seu país,
colonizado sucessivamente por Alemanha, França e Grã-Bretanha, "é um dos
principais interessados", afirma.
"Macron se comprometeu com os
africanos a mudar o que tem sido as cinco últimas décadas da política de nossos
museus: encontrar as artimanhas jurídicas necessárias para evitar a
devolução" das peças, observa o historiador Pascal Blanchard, especialista
na época colonial.
O Museu Quai Branly de Paris não quis
responder às perguntas da AFP.
Paternalismo
Mas ainda existem muitos obstáculos
técnicos e jurídicos, admitem os dois especialistas que o presidente Macron
nomeou em março para concretizar sua promessa.
Para se negar a devolver as obras, os
especialistas argumentaram durante anos que os museus africanos não têm as condições
adequadas de segurança e conservação.
Mas de acordo com o conservador do
museu de Dakar, El Hadji Malick Ndiaye, se trata de um velho debate, inclusive
"paternalista". Na África "existem muitas instituições de
museus, na África do Sul, no Quênia, no Mali, em Zimbábue", assegura.
O British Museum propôs empréstimos à
Nigéria e à Etiópia, saqueadas durante uma expedição britânica em 1868, mas
resiste a restituir os bens.
O debate está mais avançado na
Alemanha, um país sensível a isso pelos espólios da época nazista e os roubos
do Exército Vermelho.
Vários museus estão trabalhando para
identificar a origem de milhares de obras da época colonial, quando a Alemanha
controlava Camarões, Togo e Tanzânia. É o caso do Museu Humboldt Forum, que
abrirá em breve em Berlim e especificará a procedência dos objetos.
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Portugal é o melhor destino turístico do mundo
Em
cerimônia realizada em Lisboa, no sábado, dia 1º, Portugal foi eleito pelo
segundo ano consecutivo o Melhor Destino Turístico do Mundo. A escolha fez
parte dos “World Travel Awards”, considerado o “Oscar” do turismo mundial.
Portugal foi premiado também com a escolha de Lisboa nas categorias “Melhor
Cidade para Turismo” e “Melhor City Break”,
esta pela sua “atratividade e
oferta de excelência para estadas de curta duração”. A ilha da Madeira também
venceu na categoria “Melhor Destino Insular”, pelo quarto ano consecutivo. O
Brasil não venceu em nenhuma das categorias, mas alguns países vizinhos foram
destacados. O Peru venceu as categorias
“Melhor Destino Culinário” e “Melhor Destino Cultural”; e a cidade peruana
Machu Picchu a de “Melhor Atração Turística do Mundo”. O Chile venceu a categoria de “Melhor Destino para Turismo
de Aventura”; e o Equador a de “Melhor Destino Verde”. Parabéns aos vencedores!
fr
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
Jogo decisivo da Libertadores será na Espanha!
Após o adiamento do segundo jogo da final da Libertadores no sábado, dia
24, por conta das agressões sofridas pelos jogadores do Boca Juniors, já se
sabe como o título vai ser decidido. O Boca Juniors esperava que o River Plate
fosse punido por conta da atitude de seus “torcedores” e ser declarado campeão.
Porém, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) decidiu ontem
remarcar o segundo jogo final da Copa Libertadores para o dia 9 de dezembro, no
Estádio
Santiago Bernabéu, em Madrid, na Espanha!
A tão esperada
punição que o Boca Juniors desejava não aconteceu, tendo sido determinado
somente uma multa a ser paga pelo River Plate, no valor de 400 mil dólares, e
disputar dois jogos em competições da Conmebol com portões fechados. O Boca
Juniors já se manifestou no sentido de que não aceita a decisão, e que irá
recorrer a fim de que ela seja alterada. O primeiro jogo, domingo, dia 11, no
estádio La Bombonera, do Boca Juniors, terminou empatado em
2x2.
Tudo isso é uma vergonha para a
Argentina e para o futebol sul-americano. Em primeiro lugar, as agressões
feitas pelos bandidos que se dizem “torcedores” do River Plate. Eles
apedrejaram o ônibus que transportava os jogadores do Boca Juniors para o
estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, no sábado pasado, quando seria
realizado o segundo jogo final da competição, na casa do River Plate. Alguns
jogadores ficaram feridos.
E uma vergonha
também pelo fato da Conmebol remarcar a segunda partida para fora da Argentina,
pasando a mensagem ao mundo que aquele país não tem condições de garantir a segurança
para realizar um simples jogo de futebol. Brigas entre bandidos se dizendo “torcedores”
acontecem no mundo inteiro, seja na Argentina, no Brasil, ou na Europa. Quando
estive em Portugal em junho, via na televisão noticias de brigas até em jogos de handebol. A
questão é o rigor. Enquanto não se tratar os envolvidos como bandidos e não
puni-los com muito rigor, ese tipo de coisa vai continuar acontecendo.
Lamentável! fr
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
Governador do Rio de Janeiro é preso por corrupção

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB) foi preso hoje
de manhã bem cedo no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe de
governo estadual. Em seu lugar, assumiu o vice-governador, Francisco Dornelles
(PP). A prisão preventiva – sem prazo definido – foi efetuada pela Polícia
Federal por conta das investigações da Operação Lava Jato. Hoje, além de Pezão,
outros investigados também foram presos, e 30 mandados de busca e apreensão
foram cumpridos no Rio de Janeiro e Minas Gerais.
De acordo com as investigações, o governador Pezão
substituiu o seu antecessor, Sergio Cabral Filho, preso há dois anos no Complexo
Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no comando do esquema de corrupção no Rio
de Janeiro. A Procuradoria-Geral da República acusa Pezão de ter recebido uma
quantia superior a 25 milhões de reais, entre 2007 e 2015. Corrigido, o valor
ultrapassa hoje os 39 milhões de reais. Os procuradores querem o sequestro
desse dinheiro dos bens de Pezão. Em depoimento à Polícia Federal, o governador
Pezão negou ter qualquer participação nas acusações.
A operação de hoje foi batizada pela PF de “Boca
de Lobo”, referência à tampa dos bueiros, em uma alusão aos desvios dos
recursos públicos. Os quatro governadores eleitos no estado do Rio de Janeiro
desde 1998 já foram presos: Sérgio Cabral Filho, Anthony Garotinho, Rosinha
Matheus, e, hoje, o Pezão, primeiro preso no exercício do cargo. É muita
roubalheira, é muita vergonha! Os políticos roubam e depois querem que a
população seja sacrificada para pagar a conta. fr
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Frases interessantes da internet
Frases
interessantes da internet, sem autoria informada:
51. “Melhor do que ser conhecido é ser
uma pessoa que vale a pena conhecer.”
52. “Será que tem cura para idiota que confunde justiça social com comunismo?”
53. “Cuidado para não esperar de mim aquilo que não recebi de você.”
54. “Você não
precisa absorver a negatividade das pessoas ao seu redor. Você não precisa
participar das confusões alheias. As pessoas são como são, e as escolhas delas
são delas. Aprenda a ser filtro, não esponja.”
55. “Caso consiga
enganar alguém, não pense que ele é um bobo, é porque ele confia em você.”
(Filosofia árabe).
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Despedida de Jefferson em vitória difícil do Botafogo
O goleiro Jefferson fez hoje seu último jogo
profissional, na vitória do Botafogo sobre o Paraná por 2x1, no estádio Nilton
Santos. Jefferson, com 35 anos de idade, é o terceiro jogador que mais vestiu a
gloriosa camisa alvinegra, com um total de 459 jogos, atrás somente de dois
ídolos máximos do clube: Garrincha, com 612 jogos, e Nilton Santos, com 721
jogos.
O jogo, pela 37ª
rodada do campeonato brasileiro, não foi tão fácil quanto deveria ter sido,
afinal o Paraná é o último colocado, e já é um dos rebaixados para a Segunda
Divisão de 2019. O Botafogo abriu o placar logo aos sete minutos do primeiro
tempo, através de Erik, mas sofreu o gol de empate aos 20; o gol de desempate
foi feito novamente por Erik, aos 29 minutos do segundo tempo. Só faltava o
Botafogo empatar com o Paraná (de novo, já que no primeiro turno, foi um empate
de 1x1)! Ainda mais em noite de festa, na despedida do Jefferson. Com a
vitória, o Botafogo foi aos 51 pontos, e já estava garantido na Copa
Sul-Americana do ano que vem.
Jefferson teve
pequenas passagens pelo Cruzeiro (70 jogos, de 2000 a 2002), e pelos clubes
turcos Trabzonspor Kulübü (53 jogos, de 2005 a 2008) e
Konyaspor Kulübü (19 jogos, de 2008 a 2009). No Botafogo foram 459 jogos em
duas passagens pelo clube: 80 jogos de 2003 a 2005, e 379 de 2009 a 2018. Pela
seleção brasileira, foi convocado 63 vezes e jogou 22, de 2011 a 2015. Esses dados
eu retirei da Wikipédia. Parabéns ao Jefferson pela brilhante carreira! fr

domingo, 25 de novembro de 2018
Dica de livro: "Ressurreição"

“Ressurreição”, Machado de Assis, São Paulo, Editora
Globo, 1997, ‘Obras Completas de Machado de Assis’, 118 páginas
Eu terminei de ler o último dos romances de
Machado de Assis que faltava, e, com esta postagem, terei publicado comentários
sobre todas essas leituras. Além desses dez romances que Machado publicou, ele escreveu
também 215 contos, dez peças teatrais, cinco coletâneas de poemas e sonetos e
mais de 600 crônicas. “Ressurreição” é o primeiro romance do autor,
publicado em 1872, e pertence, portanto, à primeira fase de sua produção
literária, a chamada fase romântica, ou de amadurecimento.
Félix, médico de 36 anos, era “um rapaz vadio
e desambicioso” que recebera quando mais jovem uma herança que lhe trouxe
estabilidade financeira. Apesar de não ser propriamente bonito, mantinha
relacionamentos amorosos curtos, de não mais de seis meses, nunca desejando
compromissos mais sérios. Com Lívia, uma jovem viúva, mãe de um filho pequeno,
porém, acabou apaixonando-se. A partir daí teve início um relacionamento
difícil entre os dois, por conta do grande ciúme e desconfiança de Félix. Chegaram
a marcar a data do casamento, mas uma carta anônima enviada ao noivo alertando
para uma possível traição fez com que ele terminasse o relacionamento.
Depois, arrependido por acreditar em
suspeitas baseadas em maledicências, Félix pediu
desculpas e tentou reatar, mas Lívia já não aceitou mais. Ela lhe disse que
ainda o amava, mas os dois nunca poderiam ser felizes porque sempre haveriam
novas dúvidas, novas inseguranças e o relacionamento deles não sobreviveria.
Segundo o narrador do livro, que o narrava em primeira pessoa, Félix era o tipo
de homens que “perdem o bem pelo receio de o buscar”, e nunca saberia aceitar a
felicidade por estar sempre duvidando dela.
Félix acabou por esquecer o amor que dizia ter por Lívia, e até
por considerar ter sido melhor não ter casado. Lívia, por sua vez, passou a
dedicar-se exclusivamente ao filho, tornando-se reclusa em sua casa. O livro
relata, enfim, a estória de um relacionamento abusivo, em que um dos envolvidos
é extremamente ciumento e possessivo. Como se vê, não é uma situação nova, comum
somente ao século 21. fr
sábado, 24 de novembro de 2018
"Black Friday" ou "Black Fraude"?
No Brasil, muitos comerciantes oferecem o desconto da
metade do dobro do preço que estava antes. fr 😅 😅 😅 😅 😅

quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Múmia do faraó Ramsés II tirou passaporte para entrar na França
Uma curiosidade bastante interessante: a
múmia do faraó Ramsés II teve que tirar um passaporte para entrar na França.
Por mais absurdo que possa parecer, é verdade! Ramsés II foi o terceiro faraó
da 19ª dinastia do Egito, e reinou aproximadamente de 1279 a. C. a 1213 a. C.,
quando morreu com algo em torno de 90 anos de idade. A sua múmia foi descoberta
em 1881, tendo sido transferida para o Museu egípcio do Cairo quatro anos
depois. Em 1876 a múmia precisou de tratamento com radiação eletromagnética contra fungos, que não era feito no Egito. A solução encontrada foi
enviar a múmia do faraó à França, cuja legislação exige a emissão de passaporte
para todos que entrem ou saiam do país, esteja vivo ou morto. Daí a múmia ter
seu próprio passaporte. 😅 😅 😅 fr

terça-feira, 20 de novembro de 2018
Você sabe qual o significado original das cores da bandeira nacional?

Nós crescemos acreditando saber qual o significado original das cores da
bandeira brasileira, mas não é bem assim. A bandeira foi criada através de
decreto do presidente marechal Deodoro da Fonseca, quatro dias após a
proclamação da República, no dia 19 de novembro de 1889. O dia da bandeira
passou a ser comemorado justamente neste dia e mês. O projeto da bandeira
nacional é de autoria de Raimundo Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel
Lemos e Manuel Pereira Reis, e a intenção foi destacar a família real
portuguesa. A bandeira anterior, de curta duração, não passava de uma adaptação
à bandeira dos Estados Unidos, com a troca de cores.
O significado original das
cores da bandeira brasileira, ao contrário do senso comum, não era o que a
enorme maioria das pessoas costuma dizer atualmente: o verde representando as
florestas, enfim, a natureza; o amarelo o ouro, as nossas riquezas minerais; e
o azul o céu. Na verdade, a bandeira foi feita com base na bandeira do Império,
criada pelo francês Jean-Baptiste Debret, e alterada por Dom Pedro I. Foi
diminuído o tamanho do losango e substituído o brasão imperial pelo círculo com
a inscrição positivista “Ordem e Progresso” e a estrelas representando os
estados brasileiros. O verde tinha a ver com a cor da família Bragança, de
Portugal; e o amarelo com a cor da dinastia Habsburgo, que reinava na Áustria,
terra natal da primeira esposa do imperador brasileiro, Maria Leopoldina.

À época, eram 21 estrelas, atualmente são 27,
incluindo o distrito federal. O número de estrelas deve ser atualizado de
acordo com a eventual criação de novos estados, conforme prevê a lei nº
8.421/1992. A disposição das estrelas teve como referência o céu do Rio de
Janeiro na noite de 15 de novembro de 1889. Todas as estrelas têm cinco pontas,
mas elas variam em tamanho. A única delas localizada acima da inscrição é a
estrela Spica, representando o estado do Pará, naquele ano o maior território
acima do paralelo do Equador.

A lei nº 5.700/1971 dispõe sobre a forma e
apresentação dos símbolos nacionais, e em seu capítulo V, artigo 31, determina:
“São consideradas
manifestações de desrespeito à Bandeira Nacional, e portanto proibidas:
II
- Mudar-lhe a forma, as cores, as proporções, o dístico ou acrescentar-lhe
outras inscrições;
III
- Usá-la como roupagem, reposteiro, pano de boca, guarnição de mesa,
revestimento de tribuna, ou como cobertura de placas, retratos, painéis ou
monumentos a inaugurar;
IV
- Reproduzí-la em rótulos ou invólucros de produtos expostos à venda.”
Curiosamente
determina também, em seu capítulo VII, artigo 40: “Ninguém poderá ser admitido
no serviço público sem que demonstre conhecimento do Hino Nacional.” Este
artigo, pelo jeito, caiu em desuso. fr
Fontes de apoio: página
oficial do governo do Brasil; brasilescola.uol; historiadobrasil.net.
domingo, 18 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Stan Lee morre, aos 95 anos

STAN LEE, co-criador de alguns dos mais famosos
personagens do mundo dos super-heróis, morreu hoje, aos 95 anos. A filha, Joan
Celia Lee, confirmou a morte, informando que o pai passou mal em sua residência
em Los Angeles, sendo levado para o hospital, onde faleceu. Stanley Martin Lieber nasceu em 28 de dezembro de
1922, em Nova Iorque, cidade onde se passavam muitas das estórias que criou. A
sua esposa, Joan Lee, com quem viveu por 69 anos, morreu em julho do ano
passado. Eles tiveram duas filhas, Joan e Jan Lee, que faleceu horas após o
parto. Recentemente, a imprensa dos Estados Unidos divulgou que a filha estaria
mal tratando o pai, já idoso e doente. Em parceria com desenhistas como Steve
Ditko e Jack Kirby, o roteirista Stan Lee criou personagens de revistas que eu
curtia muito quando criança, dentre eles:
. o Homem-Aranha,
o meu preferido, em 1962, e o Duende Verde, em 1964, com Steve Ditko;
. Quarteto
Fantástico, em 1961, e Hulk, em 1962, com Jack Kirby;
. Thor, em 1962, e
Homem-de-Ferro, em 1963, com Larry Lieber e Jack Kirby (e Don Heck, no
Homem-de-Ferro);
. Demolidor, com Bill Everett, 1964;
. Os Vingadores, com Jack
Kirby e Dick Ayers, 1963, depois do surgimento da Liga da Justiça da DC Comics.
O sucesso das revistas em quadrinhos transformou a
Marvel Comics em uma empresa milionária, e levou os personagens para a animação
e seriados na TV e filmes no cinema, em que ele costumava aparecer fazendo
aparições. Com certeza, as estorinhas de Stan Lee me divertiram muito em minha
infância. Vai com Deus, e obrigado! fr
domingo, 11 de novembro de 2018
Os melhores programas da TV brasileira (02) - LEITURA DINÂMICA

O programa “Leitura Dinâmica” é o único da Rede TV de que eu gosto.
É um jornalístico ágil, dinâmico, fazendo jus ao seu nome. As notícias são
curtas e muitas delas não vejo em outros programas. Ele estreou em novembro de
1999, apenas aos domingos, mas o seu sucesso o levou a ser diário,
a partir da meia-noite, com 30 minutos de duração. fr
sábado, 10 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Chafariz do Mestre Valentim
O chafariz da Praça 15, também conhecido como chafariz do Mestre
Valentim, tem mais de 200 anos e é um dos vestígios do período histórico
colonial do Brasil. Nas fotos abaixo, há um intervalo de 153 anos. A primeira
foto é do fotógrafo suíço Georges Leuzinger, feita em cerca
de 1865; a segunda eu tirei hoje, dia 7 de novembro. Evidentemente, a
paisagem mudou bastante após todo esse tempo. Atualmente, vemos alguns prédios
modernos que surgiram ao longo do tempo, mas alguns outros já existiam no
século 19, como a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, o Convento do Carmo
e o prédio do Arco do Teles, que podem ser vistos na minha ‘self’. Muita gente passa pelo local sem
saber o que é, nem o que foi aquele chafariz.
O chafariz da Praça 15, antigamente conhecida
como Largo do Paço, foi projetado por Valentim da Fonseca e Silva, o Mestre Valentim; construído no governo do
vice-rei do Brasil Luis de Vasconcelos e Sousa; e inaugurado em 1789. À época,
sua finalidade era abastecer a população do Rio de Janeiro e os navios que atracavam
no cais, já que o mar chegava até ele – antes de sucessivos aterros terem sido
feitos no local. D. João VI e sua extensa comitiva subiram pela escada do cais
da Praça 15 quando desembarcaram no Rio de Janeiro, em 1808.
Em 1880 o chafariz deixou de ter esta função,
e hoje em dia ele destaca-se por sua importância urbanística, turística e
histórica. De acordo com a Wikipédia, um pequeno lago foi construído no entorno
do chafariz na segunda metade do século 20. É um local por onde passam muitas
pessoas por conta de sua proximidade com várias empresas privadas e serviços
públicos, além das barcas. E é também muito procurado por moradores de rua para
descansarem, inclusive na foto que eu fiz pode-se ver um casal deitado abaixo
dele. O chafariz da Praça 15 é tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), desde 1938. Fica
o registro fotográfico da mudança do local pelo tempo. fr


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