SEJA ÉTICO
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Quem ama animais, nunca os abandona!
domingo, 8 de novembro de 2020
"A moreninha", Joaquim Manuel de Macedo
sábado, 7 de novembro de 2020
Joe Biden será o próximo presidente dos EUA, e Bolsonaro não o parabeniza
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
Lembrando da hora do recreio... 😊
Quando criança, nos primeiros anos de escola, quando estudei de manhã, minha mãe comprava ou deixava o dinheiro para eu comprar a merenda. Eu lembro que era um pão doce pequeno ou um pacote de biscoitos, Mirabel ou Recreio. Esses biscoitos fizeram muito sucesso nas décadas de 1970 e 80, principalmente. Eram biscoitos wafer, de diferentes sabores. Lembro, também, que teve uma época que passei a almoçar na escola. A minha memória afetiva não me deixa esquecer do macarrão com salsicha. Hummmmmmmm. 😋😋🍝🍝 fr

quinta-feira, 5 de novembro de 2020
Morreu, hoje, o chargista Lan 😢 😢 😢
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
Botafogo mostra mais vontade, mas não futebol, e é eliminado da Copa do Brasil
O Botafogo empatou em 0x0 com o Cuiabá, ontem, na Arena Pantanal, e
está eliminado da Copa do Brasil. Algum laboratório farmacêutico devia
patrocinar o clube, colocando a marca um tranquilizante na camisa, porque a
torcida precisa mesmo de um para assistir aos jogos. O time do Botafogo não é
bom, mas eu pergunto, o do Cuiabá é muito melhor? Não! Então, como o Fogão não
consegue superar um adversário inferior a ele?
O time, ontem, até
tentou, jogou com mais vontade do que na semana passada, quando perdeu no Rio
de Janeiro. Mas, errou muitos passes, e não teve capacidade para fazer o gol.
No primeiro tempo, o time teve muita posse de bola, mas a grande jogada de
perigo foi do Cuiabá, em um contra-ataque, que o goleiro Diego Cavalieri
conseguiu impedir que resultasse em gol, em uma difícil defesa. No segundo, o
Botafogo teve mais chances, lembro de umas quatro, sendo três com o atacante
Pedro Raul, que até mandou a bola no travessão. Ele deveria ter começado o
jogo, e não ter entrado apenas aos 15 minutos.
Um time que precisa
vencer, fazer gols, não pode ter tanta dificuldade para partir para o ataque.
Eram muitos passes laterais, e uma demora em criar alguma coisa que só
beneficiava o Cuiabá. Faltam ao Botafogo jogadores criativos e um atacante que
chame a responsabilidade, como o uruguaio Louco Abreu, em 2010-2012. Mas, temos
dois goleiros de altíssimo nível: Diego Cavalieri e Gatito Fernández. O
Botafogo precisava ter vencido no primeiro jogo, e vencido bem, para poder
jogar ontem com mais tranquilidade.
Além da frustração da
desclassificação, o Botafogo perde, também, uma premiação de três milhões e
trezentos mil reais, que, com certeza, faz muita falta. Além disso, critico
também a saída do interino Sebastião Lazaroni, na derrota de semana passada
para o Cuiabá. Não que ele seja a solução, claro que não! Mas, a diretoria
atendeu à pressão das torcidas organizadas. Não deveria ter tirado o interino,
sem ter um treinador para colocar no lugar. Entrou o treinador de goleiros
Flávio Tenius, que fez o que pôde.
O Botafogo tentou alguns treinadores, que não
aceitaram o convite. Agora, está tentando contratar o venezuelano César Farías,
treinador da seleção da Bolívia. Ele aceitou, mas a Federação boliviana não
quer liberá-lo. O Botafogo ainda está tentando acertar a contratação, e teria
que pagar a multa pela interrupção do contrato do venezuelano.
Não será um treinador que vai resolver os problemas do Botafogo, se ele não tem jogadores para fazer um bom trabalho. O principal, neste momento, é que o clube desperdiçou uma excelente oportunidade de conseguir recursos com a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. E, mais à frente, se conseguisse ser campeão, poderia fortalecer sua atual imagem e atrair empresas interessadas em investir no seu futebol. São os resultados e as conquistas que aumentam a torcida e fazem um clube forte! fr
Cuiabá 0x0 Botafogo (ficha técnica)
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO: Diego Cavalieri, Kevin, Marcelo
Benevenuto, Kanu e Victor Luis (Rafael Forster); Caio Alexandre (Guilherme
Santos), Honda e Bruno Nazario; Kelvin (Ivan Angulo), Warley (Pedro Raul)
e Matheus Babi. Técnico: Flávio Tenius.
CUIABÁ: João Carlos, Hayner, Ednei, Anderson
Conceição e Romário; Nenê Bonilha (Auremir), Matheus Barbosa e Elvis (Diego
Jardel); Willians Santana (Lucas Hernández), Maxwell e Yago (Lucas Ramon).
Técnico: Marcelo Chamusca.
Local: Arena Pantanal
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro
Cartões amarelos: Caio Alexandre e Victor
Luís; Maxwell, Matheus Barbosa, Lucas Ramon e Hayner. (Fonte: O Dia)
terça-feira, 3 de novembro de 2020
Astrofísico Neil deGrasse Tyson destaca a Ciência e a Tecnologia do Brasil
Neil deGrasse Tyson é
estadunidense, astrofísico, escritor e diretor do Planetário Hayden.
Carta Para o Brasil
Por Neil deGrasse Tyson
10 de setembro de 2020
Para a edição brasileira de Respostas de um astrofísico.
Caro
Brasil,
Das
minhas muitas viagens à América do Sul, nunca tive a oportunidade de visitar
você. A maioria delas teve como destino a cordilheira dos Andes, com o objetivo
de observar o magnífico céu do hemisfério sul através de telescópios de alta
tecnologia de um consórcio internacional. Mas, mesmo assim, tenho pensado em
você com bastante frequência.
Como
nativo dos Estados Unidos da América, sei em que costumamos pensar quando se
trata de você. Não seguindo uma ordem específica, você possui a maior e mais
importante floresta tropical do mundo. Você abriga o maior rio do mundo, que, a
cada minuto que passa, escoa para o oceano Atlântico um volume de água que
daria para encher um estádio de futebol. E, sim, nós sabíamos da existência de
seu rio e de sua floresta tropical muito antes de a Amazon.com1 pegar o nome emprestado.
Quer
mais? Não há quem não goste de castanha-do-brasil2. Na verdade, nos EUA, nós precisamos pagar pelo pacote “premium” para
que elas venham incluídas em nossos mix de castanhas. E mesmo aqueles de nós
que quase não acompanham futebol sabem da existência de seus times famosos,
ficando na maior expectativa de ver você na final da Copa do Mundo a cada
quatro anos. Também sabemos das suas praias deslumbrantes pelas músicas que as
cantam—a “Garota de Ipanema” sendo uma delas. Sabemos de suas festas populares,
principalmente o Carnaval, e tentamos imitar a intensidade e a alegria dessas
celebrações—com dança e música—aqui no nosso hemisfério. Sabemos do seu café. E
eu, particularmente, amo a sua bandeira. Há um pedaço do céu noturno estampado
nela; mais de duas dezenas de estrelas retraçam constelações autênticas,
incluindo o Cruzeiro do Sul.
Então, se
você perguntasse a qualquer um de nós nos EUA o que vem à nossa cabeça quando
seu nome é mencionado, normalmente selecionaríamos algo a partir dessa lista.
Você sabe
do que nós não nos damos conta? Metade das vezes que embarcamos em voos
domésticos, da American Airlines ou de outras companhias aéreas, viajamos num
avião da Embraer. Tudo bem, o folheto com instruções de segurança traz impresso
nele o nome Embraer. Nós podemos até achar Embraer escrito em letras miúdas em
algum lugar da fuselagem. Mas quase nenhum de nós sabe que a aeronave é
projetada e fabricada no Brasil. Você poderia alardear “Tecnologia Brasileira,”
mas não o faz. Por que não? A Alemanha não hesita em se gabar da dela. Nada
mais justo, claro. Todo mundo conhece a qualidade dos produtos fabricados na
Alemanha, que, por sua vez, permeiam sua economia aeroespacial, a terceira
maior do mundo.
Mas,
espere. Um dos grandes pioneiros nos primórdios da aviação era brasileiro.
Engenheiro brilhante e inventivo, altamente condecorado, Alberto Santos-Dumont
liderou a transição mundial do transporte aéreo mais leve que o ar para o mais
pesado que o ar. O valor de uma semente cultural como essa, plantada no
nascimento de uma indústria, é incalculável. Um século depois, você se tornou
líder em tecnologias de biocombustíveis—um passo fundamental em direção a uma
economia verde onde nossa harmonia com a natureza vai determinar se iremos prosperar,
sobreviver ou nos extinguir. Você também possui uma ambiciosa agência espacial,
além de ser a sexta maior indústria aeroespacial do mundo. Na América Latina,
você também é líder em Tecnologia da Informação. E num país famoso por sua
agricultura, quase um terço de sua economia se apoia num setor produtivo
impregnado de tecnologia.
Então
talvez seja a hora de o mundo saber mais a respeito disso. Talvez seja a hora
de os brasileiros saberem mais sobre isso. Talvez esteja mais do que na hora de
você exibir produtos que declarem: “Fabricado no Brasil.”
Seja o
que mais for, ou não, verdade no mundo, as economias de crescimento do
futuro—mesmo as que possam ser puramente agrícolas—vão girar em torno dos
investimentos feitos hoje em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Numa
democracia, esses investimentos fluem de um eleitorado letrado cientificamente,
que elege líderes esclarecidos e que entendem o valor da educação, das
pesquisas e das descobertas. Sem essas perspectivas, ainda estaríamos vivendo
em cavernas, com alguns de nós resmungando: “Você não pode explorar o mundo
exterior. Primeiro precisa resolver os problemas da nossa caverna.”
Para que
ninguém se esqueça, o primeiro (e único) astronauta sul-americano foi um
engenheiro aeronáutico brasileiro. E quando se deu o lançamento de sua missão?
Em 2006, ano do centenário do primeiro avião bem-sucedido de Santos-Dumont. E o
que ele levou para o espaço? Uma bandeira do Brasil e uma camisa da seleção
brasileira de futebol.
Os países
que mais passam por dificuldades no mundo tendem a ser aqueles com baixos
níveis de instrução e com ausência de STEM3 em sua cultura. Você tem os recursos e o legado para liderar toda
a América Latina, se não o mundo, no que um país do futuro deveria ser—no que
um país do futuro deveria aspirar ser.
Se você
abraçar e apoiar suas indústrias STEM—e o setor de tecnologia inteiro—então os
sonhos dos alunos em toda a cadeia educacional não terão limites, conforme eles
forem introduzidos num mundo em que foguetes são o que alimentam as ambições
das pessoas que saem pela porta da caverna.
Atenciosamente,
Neil deGrasse Tyson
Estados Unidos da América
- 1 Amazon é a palavra em inglês tanto para
Amazonas quanto para Amazônica. (N. do T.)
- 2 Também chamada de castanha-do-pará. (N.
do T.)
- 3 STEM é a sigla em inglês para Science,
Technology, Engineering e Mathematics [Ciência, Tecnologia, Engenharia e
Matemática] (N. do T.)
Translators: Nicolas Pettengill & Renata Pettengill
Publisher: Grupo Editorial Record
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Brasileira é morta em atentado terrorista na França
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
Botafogo tropeça nos seus erros e perde em casa para o Cuiabá
Botafogo 0x1 Cuiabá (ficha técnica)
Ficha técnica (Lance!)
BOTAFOGO 0 x 1 CUIABÁ
Data/Hora: 27/10/2020, às 21h30
Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Assistentes: Clóvis Amaral da Silva (PE) e Ricardo Bezerra Chianca (PE)
Árbitro de vídeo: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Gramado: Regular
Cartões amarelos: Marcelo Benevenuto (BOT); Lucas Ramon, Maxwell e Ferrugem
(CUI)
Cartões vermelhos:
Gols: Matheus Barbosa (0-1, 10'/2ºT)
BOTAFOGO: Diego Cavalieri; Kevin, Marcelo Benevenuto, Kanu, Victor
Luís; Caio Alexandre, Cícero (Lecaros 15'/2ºT), Keisuke Honda; Bruno Nazário
(Kelvin 36'/2ºT), Pedro Raul, Rhuan (Matheus Babi 20'/2ºT). Técnico: Bruno
Lazaroni.
CUIABÁ: João Carlos; Lucas Ramon, Ednei, Anderson Conceição, Lucas
Hernández; Nenê Bonilha (Gabriel Pierini 25'/2ºT), Matheus Barbosa; Hayner
(Jean Patrick 38'/2ºT), Élvis (Diego Jardel 38'/2ºT), Maxwell (Ferrugem 38'2ºT);
Willians Santana (Yago César 20'/2ºT). Técnico: Marcelo Chamusca.
terça-feira, 27 de outubro de 2020
Incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso provoca pânico e mortes
São Bento joga com goleiro no ataque por falta de reservas
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
domingo, 25 de outubro de 2020
Dica de série: "Timeless"
Para recuperar a máquina do tempo, a agente Denise Christopher (Sakina Jaffrey) convocou o sargento do Exército Wyatt (Matt Lanter), que se culpava pela morte de sua esposa; e a professora de História Lucy Preston (Abigail Spencer). A cada episódio, Wyatt, Lucy e o piloto Rufus Carlin (Malcolm Barrett) perseguiam Garcia por diferentes épocas históricas, tentando impedir que ele alterasse a História.
sábado, 24 de outubro de 2020
Frases: Simone de Beauvoir
sexta-feira, 23 de outubro de 2020
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
O dia em que morri (Zuenir Ventura)
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
Dica de filme: "O exterminador do futuro" (1984)
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Antigas cédulas brasileiras e as personalidades homenageadas
Desde 1994,
com a implantação do real, o Brasil só tem cédulas em que aparece a imagem
simbólica da República no anverso e de animais da fauna brasileira no reverso. Mas,
durante as décadas anteriores, eu me lembro das cédulas que tivemos que antecederam
o real, e elas tinham no anverso os rostos de figuras históricas e da cultura nacional.
Eu ainda tenho algumas que eu guardei (foto abaixo).
A única
exceção do real foi a nota de 10 reais em plástico, lançada em 2000, ano da comemoração
dos 500 anos do descobrimento do Brasil. A cédula teve a figura de Pedro
Álvares Cabral. Eu vou postar aqui as cédulas a partir da década de 1970
(cruzeiro, cruzado, cruzado novo, novamente o cruzeiro e cruzeiro real). São
cédulas das quais eu me lembro porque eu peguei esses períodos.
Nessa época,
o Brasil passou por diferentes moedas, que iam e vinham, derrotadas pela
hiperinflação. Com a mudança de moeda, as antigas cédulas recebiam um ‘carimbo’
impresso, atualizando o seu valor, e cortando os três últimos zeros. Por
exemplo, a nota de dez mil cruzeiros passou a ser dez cruzados, em 1986.
Alguns dos homenageados nas cédulas são bem polêmicos. Em 1994, entrou em vigor a nova moeda, o real. Hoje, se o Brasil fosse voltar a usar imagens de figuras de brasileiros, acredito que seria bem difícil chegar a um consenso de quem poderia estampar as nossas notas de real. Quem poderia merecer essa homenagem, sem receber críticas de grande parcela do país? Com certeza, poucos. fr
sábado, 17 de outubro de 2020
Sede do TCM era residência de Machado de Assis
Passando pela Rua Santa Luzia, no Centro do Rio de Janeiro, uma discreta placa na parede do Tribunal de Contas do Município me chamou a atenção. Nela, é informado que o escritor Machado de Assis e sua esposa, Carolina Augusta Novais, viveram naquele local, no antigo número 54, de 1871 a 1874. Com certeza, naquela época o casal viveu em uma casa, que, com o crescimento da cidade, foi demolida. Hoje, o local é um prédio de 12 andares, e é a sede do Tribunal de Contas, desde 1990. fr
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
A antiga Praia de Santa Luzia é, hoje, um mar de concreto, prédios e carros
Na foto abaixo, eu estou em plena Avenida
Antônio Carlos, no Centro do Rio de Janeiro, com a Igreja de Santa Luzia ao
fundo. Eu estou pisando o que era, há mais de cem anos, a chamada praia de
Santa Luzia. A outra foto, preto e branco, eu encontrei na internet, e é de
1917, mas, infelizmente, não é informado o seu fotógrafo. A praia de Santa
Luzia começou a ser aterrada em 1922, com a derrubada do Morro do Castelo.
Hoje, é um ‘mar’ de concreto, prédios e carros. Na reprodução do Google Maps, pode-se
ter uma noção da distância atual da igreja até a água da Baía Guanabara; muita
coisa foi aterrada. fr



































